Nascido para  comprar A criança comercializada e a nova cultura de consumidores
Sobre a autora:  Juliet B. Schor Economista, Especialista em consumismo, materialismo e estudos familiares  Professora na Universidade de Boston Casada, tem 2 filhos e mora em Newton -  MA Pesquisa o comportamento dos consumidores por mais de 20 anos.  An economist by training and inclination, I became interested in commercialization through studying the culture of work.  Autora de  Overworked American e Overspend American
As crianças querem  ser ricas já!   Pesquisa mostra que 75% delas querem  ser ricas e 61%, famosas.  67% das compras de carros são  influenciadas pelos filhos.  Crianças podem reconhecer logomarcas aos 18 meses e antes do segundo aniversário estão pedindo coisas pelo nome das marcas.  Aos 3 anos, as crianças acreditam que as grifes podem mostrar suas qualidades pessoais, como ser legal, esperta ou forte.  Antes mesmo de iniciar sua vida escolar, 25% delas já têm televisão no quarto, podem se lembrar de 200 marcas. As crianças assistem a 40 mil comerciais na televisão por ano e requisitam 3 mil produtos e serviços por ano.
“ Estamos criando uma geração mais materialista do que qualquer outra na  história”
Como proteger seus filhos? Reduzir o tempo de exposição à mídia eletrônica e providenciar um ambiente de estimulação externa. Os pais não devem temer criar filhos sem tv.  “  Meus filhos cresceram livres de tv e nós não freqüentamos restaurantes “fast – food”. Quando minha filha que estava na 3ª série trouxe para casa um suplemento da toyota, uma propaganda que estava anexado à uma revista para crianças, eu fui à escola no outro dia e recebi desculpas da professora e da diretora.” A chave do sucesso parece ser consistência, regras adaptadas às necessidades individuais de cada filho, comprometimento com trabalhos de casa, esportes, atividades extracurriculares e brincadeiras ao ar livre. Encorajar  as escolas à promoverem conversas e oficinas abordando tópicos tais como programas de TV, tipos de filmes, uso da mídia e videogames  Manter contato com outros pais para controlar as escolhas de consumo. Podem se programar para que quando dormirem na casa dos amigos, haja uma seleção de filmes para assistirem e tipos de músicas
Conseqüências da  comercialização da Infância   O diagnóstico de pesquisadores indica um futuro sombrio: pessoas com mais problemas físicos e mentais.  A exposição excessiva ao consumismo está arruinando o bem-estar das crianças, deixando-as mais depressivas, ansiosas e muito acima de seu peso.  Distúrbios de atenção e hiperatividade também são apontados como conseqüência dessa cultura voltada ao consumo.  Aumento de casos de bullying,
MARKETING ESPECÍFICO Publicitários e o público infantil estão fortemente empenhados em gastar cada vez mais o dinheiro dos adultos. Por isso, as ações de marketing têm estratégias específicas para crianças e adolescentes O contexto social da criança tem girado em torno do consumo. As marcas e grifes têm determinado que está por dentro e quem está por fora, quem merece ou não estar rodeado por amigos e ter status no grupo.
Realidade Brasileira

"Born to buy"

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    Nascido para comprar A criança comercializada e a nova cultura de consumidores
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    Sobre a autora: Juliet B. Schor Economista, Especialista em consumismo, materialismo e estudos familiares Professora na Universidade de Boston Casada, tem 2 filhos e mora em Newton - MA Pesquisa o comportamento dos consumidores por mais de 20 anos. An economist by training and inclination, I became interested in commercialization through studying the culture of work. Autora de Overworked American e Overspend American
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    As crianças querem ser ricas já! Pesquisa mostra que 75% delas querem ser ricas e 61%, famosas. 67% das compras de carros são influenciadas pelos filhos. Crianças podem reconhecer logomarcas aos 18 meses e antes do segundo aniversário estão pedindo coisas pelo nome das marcas. Aos 3 anos, as crianças acreditam que as grifes podem mostrar suas qualidades pessoais, como ser legal, esperta ou forte. Antes mesmo de iniciar sua vida escolar, 25% delas já têm televisão no quarto, podem se lembrar de 200 marcas. As crianças assistem a 40 mil comerciais na televisão por ano e requisitam 3 mil produtos e serviços por ano.
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    “ Estamos criandouma geração mais materialista do que qualquer outra na história”
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    Como proteger seusfilhos? Reduzir o tempo de exposição à mídia eletrônica e providenciar um ambiente de estimulação externa. Os pais não devem temer criar filhos sem tv. “ Meus filhos cresceram livres de tv e nós não freqüentamos restaurantes “fast – food”. Quando minha filha que estava na 3ª série trouxe para casa um suplemento da toyota, uma propaganda que estava anexado à uma revista para crianças, eu fui à escola no outro dia e recebi desculpas da professora e da diretora.” A chave do sucesso parece ser consistência, regras adaptadas às necessidades individuais de cada filho, comprometimento com trabalhos de casa, esportes, atividades extracurriculares e brincadeiras ao ar livre. Encorajar as escolas à promoverem conversas e oficinas abordando tópicos tais como programas de TV, tipos de filmes, uso da mídia e videogames Manter contato com outros pais para controlar as escolhas de consumo. Podem se programar para que quando dormirem na casa dos amigos, haja uma seleção de filmes para assistirem e tipos de músicas
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    Conseqüências da comercialização da Infância O diagnóstico de pesquisadores indica um futuro sombrio: pessoas com mais problemas físicos e mentais. A exposição excessiva ao consumismo está arruinando o bem-estar das crianças, deixando-as mais depressivas, ansiosas e muito acima de seu peso. Distúrbios de atenção e hiperatividade também são apontados como conseqüência dessa cultura voltada ao consumo. Aumento de casos de bullying,
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    MARKETING ESPECÍFICO Publicitáriose o público infantil estão fortemente empenhados em gastar cada vez mais o dinheiro dos adultos. Por isso, as ações de marketing têm estratégias específicas para crianças e adolescentes O contexto social da criança tem girado em torno do consumo. As marcas e grifes têm determinado que está por dentro e quem está por fora, quem merece ou não estar rodeado por amigos e ter status no grupo.
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