TEMA: CONSUMISMO INFANTIL PÚBLICO ALVO: CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE OLHO NO CONSUMO INFANTIL
OBJETIVO Temos como objetivo, analisar o consumo de alimentos supérfluos nas diferentes fases da vida infantil como também os prejuízos que o fator consumismo acarreta na saúde física e mental das crianças.
CONSUMISMO INFANTIL UM PROBLEMA DE TODOS Para tentar conter os hábitos de compra entre as crianças, consideramos imaturas por muitos, em entender sobre os valores de consumo nas escolas tem como objetivo a mobilização para regulamentar as ações do mercado publicitário levado ao público infantil.
Ninguém nasce consumista, o consumo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual.
As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras
Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.
A publicidade na TV é a principal ferramenta do mercado para a persuasão do público infantil, que cada vez mais cedo é chamado a participar do universo adulto quando é diretamente exposto às complexidades das relações de consumo sem que esteja efetivamente pronto para isso.
A publicidade não se dirige às crianças apenas para vender produtos  infantis.
Elas são assediadas pelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos.
A televisão permanece a principal mídia utilizada pela publicidade. Ao cruzar essa informação com o fato da criança brasileira passar em média quatro horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva, é possível imaginar o impacto da publicidade na infância
O consumismo infantil, portanto, é um problema que não está ligado apenas à educação escolar e doméstica. Embora a questão seja tratada quase sempre como algo relacionado à esfera familiar, crianças que aprendem a consumir de forma inconsequente e desenvolvem critérios e valores distorcidos é de fato um problema de ordem ética, econômica e social.
 
Vivenciamos hoje crianças que conhecem mais do que qualquer adulto as melhores marcas, que brigam choram e fazem chantagem emocional com seus pais para conseguir aquele brinquedo que ainda nem foi lançado, mas que já está sendo vendido na internet.
Saber a marca do celular que ele quer, ou o nome da boneca que acabou de ser lançada, é mais fácil do que distinguir o tipo de legumes, fruta ou animais que moram no campo.
A família que não sabe dizer não mediante a influencia da propaganda, está diante de um grande problema. O consumo está se tornando uma doença a ponto de presenciarmos famílias que não tem o que comer, mas tem telefone celular, computador, carro.
Crianças que criam o hábito de consumir desenfreadamente e inconsequentemente criam valores distorcidos num mundo onde o lema é adquirir e descartar. Indivíduos conscientes e responsáveis são à base de uma sociedade mais justa e fraterna.
Sendo assim, cabe aos pais ficarem firmes e ter a conscientização de que presentear não significa amar. Muitas vezes, alguns minutos de carinho e conversa com seu filho, vale mais do que qualquer presente do mundo. Ao analisarmos o espaço urbano, constatamos a grande quantidade de elementos destinados à comunicação visual que instigam o consumismo, entre eles estão os cartazes publicitários, anúncios, banners, placas, outdoors, etc.
 
“ O Brasil precisa de boas embalagens para agregar valor e a melhorar a competitividade de seus produtos no mundo globalizado, e o design começa a ser compreendido como um fator decisivo para o sucesso dos nossos produtos.” (MESTRINER, 2002, p. 27)
Propaganda:  Nação Zumbi   Comprando o que parece ser Procurando o que parece ser O melhor pra você Proteja-se do que você Proteja-se do que você vai querer Para as poses, lentes, espelhos, retrovisores Vendo tudo reluzente Como pingente da vaidade Enchendo a vista, ardendo os olhos O poder ainda viciando cofres Revirando bolsos Rendendo paraísos nada artificiais Agitando a feira das vontades E lançando bombas de efeito imoral Gás de pimenta para temperar a ordem Gás de pimenta para temperar
Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Como pode a propaganda ser a alma do negócio Se esse negócio que engana não tem alma Vendam, comprem Você é a alma do negócio Necessidades adquiridas na sessão da tarde A revolução não vai passar na tv, é verdade Sou a favor da melo do camelô, ambulante Mas 100% antianúncio alienante
Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Eu vi a lua sobre a Babilônia Brilhando mais do que as luzes da Time Square Como foi visto no mundo de 2020 A carne só será vista num livro empoeirado na estante Como nesse instante, eu tô tentando lhe dizer
Que é melhor viver do que sobreviver O tempo todo atento pro otário não ser você Você é a alma do negócio, a alma do negócio é você Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, Lívia.  Sociedade de consumo . Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004. SAMPAIO, Inês Silva Vitorino.  Televisão, Publicidade e Infância .São Paulo: Annablume; Fortaleza: Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceara, 2000.
COMPONENTES Marilúcia Pizzi Nelci Lucia Sciota Renata Pagnussat Sandra Toffoli

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    TEMA: CONSUMISMO INFANTILPÚBLICO ALVO: CRIANÇAS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE OLHO NO CONSUMO INFANTIL
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    OBJETIVO Temos comoobjetivo, analisar o consumo de alimentos supérfluos nas diferentes fases da vida infantil como também os prejuízos que o fator consumismo acarreta na saúde física e mental das crianças.
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    CONSUMISMO INFANTIL UMPROBLEMA DE TODOS Para tentar conter os hábitos de compra entre as crianças, consideramos imaturas por muitos, em entender sobre os valores de consumo nas escolas tem como objetivo a mobilização para regulamentar as ações do mercado publicitário levado ao público infantil.
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    Ninguém nasce consumista,o consumo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual.
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    As crianças, aindaem pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras
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    Nesse sentido, oconsumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.
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    A publicidade naTV é a principal ferramenta do mercado para a persuasão do público infantil, que cada vez mais cedo é chamado a participar do universo adulto quando é diretamente exposto às complexidades das relações de consumo sem que esteja efetivamente pronto para isso.
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    A publicidade nãose dirige às crianças apenas para vender produtos infantis.
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    Elas são assediadaspelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos.
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    A televisão permanecea principal mídia utilizada pela publicidade. Ao cruzar essa informação com o fato da criança brasileira passar em média quatro horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva, é possível imaginar o impacto da publicidade na infância
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    O consumismo infantil,portanto, é um problema que não está ligado apenas à educação escolar e doméstica. Embora a questão seja tratada quase sempre como algo relacionado à esfera familiar, crianças que aprendem a consumir de forma inconsequente e desenvolvem critérios e valores distorcidos é de fato um problema de ordem ética, econômica e social.
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    Vivenciamos hoje criançasque conhecem mais do que qualquer adulto as melhores marcas, que brigam choram e fazem chantagem emocional com seus pais para conseguir aquele brinquedo que ainda nem foi lançado, mas que já está sendo vendido na internet.
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    Saber a marcado celular que ele quer, ou o nome da boneca que acabou de ser lançada, é mais fácil do que distinguir o tipo de legumes, fruta ou animais que moram no campo.
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    A família quenão sabe dizer não mediante a influencia da propaganda, está diante de um grande problema. O consumo está se tornando uma doença a ponto de presenciarmos famílias que não tem o que comer, mas tem telefone celular, computador, carro.
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    Crianças que criamo hábito de consumir desenfreadamente e inconsequentemente criam valores distorcidos num mundo onde o lema é adquirir e descartar. Indivíduos conscientes e responsáveis são à base de uma sociedade mais justa e fraterna.
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    Sendo assim, cabeaos pais ficarem firmes e ter a conscientização de que presentear não significa amar. Muitas vezes, alguns minutos de carinho e conversa com seu filho, vale mais do que qualquer presente do mundo. Ao analisarmos o espaço urbano, constatamos a grande quantidade de elementos destinados à comunicação visual que instigam o consumismo, entre eles estão os cartazes publicitários, anúncios, banners, placas, outdoors, etc.
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    “ O Brasilprecisa de boas embalagens para agregar valor e a melhorar a competitividade de seus produtos no mundo globalizado, e o design começa a ser compreendido como um fator decisivo para o sucesso dos nossos produtos.” (MESTRINER, 2002, p. 27)
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    Propaganda: NaçãoZumbi Comprando o que parece ser Procurando o que parece ser O melhor pra você Proteja-se do que você Proteja-se do que você vai querer Para as poses, lentes, espelhos, retrovisores Vendo tudo reluzente Como pingente da vaidade Enchendo a vista, ardendo os olhos O poder ainda viciando cofres Revirando bolsos Rendendo paraísos nada artificiais Agitando a feira das vontades E lançando bombas de efeito imoral Gás de pimenta para temperar a ordem Gás de pimenta para temperar
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    Corro e lançoum vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Como pode a propaganda ser a alma do negócio Se esse negócio que engana não tem alma Vendam, comprem Você é a alma do negócio Necessidades adquiridas na sessão da tarde A revolução não vai passar na tv, é verdade Sou a favor da melo do camelô, ambulante Mas 100% antianúncio alienante
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    Corro e lançoum vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Eu vi a lua sobre a Babilônia Brilhando mais do que as luzes da Time Square Como foi visto no mundo de 2020 A carne só será vista num livro empoeirado na estante Como nesse instante, eu tô tentando lhe dizer
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    Que é melhorviver do que sobreviver O tempo todo atento pro otário não ser você Você é a alma do negócio, a alma do negócio é você Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar Corro e lanço um vírus no ar Sua propaganda não vai me enganar
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    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA,Lívia.  Sociedade de consumo . Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004. SAMPAIO, Inês Silva Vitorino.  Televisão, Publicidade e Infância .São Paulo: Annablume; Fortaleza: Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceara, 2000.
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    COMPONENTES Marilúcia PizziNelci Lucia Sciota Renata Pagnussat Sandra Toffoli