O documento discute os efeitos negativos da exposição excessiva de crianças à televisão e publicidade. Aponta que as emissoras priorizam lucro em detrimento da educação e formação das crianças, que passam em média 5 horas por dia expostas a cerca de 40 mil propagandas anualmente. Defende que a primeira infância deve ser protegida e que é necessário resgatar valores como educação, cultura e desenvolvimento holístico das novas gerações.