O documento discute os efeitos negativos da publicidade infantil agressiva no desenvolvimento das crianças, como torná-las consumidoras precoces através da manipulação emocional. Fornece exemplos de como os comerciais associam posse de produtos à felicidade e sugere formas dos pais protegerem seus filhos, como limitar o tempo de TV e escolher conteúdo. Defende que a educação deve priorizar valores como generosidade em vez de consumismo.