Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
CLIPPING –1º/04/2015
Acesse: www.cncafe.com.br
OIC informa que exportação mundial de café tem queda de 10,2% em fevereiro
Agência Estado
1º/04/2015
A exportação mundial de café apresentou queda de 10,2%
em fevereiro passado, em comparação com o mesmo mês
de 2014. Foram embarcadas 8,60 milhões de sacas de 60
kg ante 9,58 milhões de sacas em fevereiro de 2014. A
informação é da Organização Internacional do Café (OIC).
A exportação mundial nos cinco primeiros meses no ano cafeeiro 2014/15 (outubro de 2014 a
fevereiro de 2015) apresentou queda de 2,7% em comparação com o mesmo período anterior, de
44,63 milhões para 43,45 milhões de sacas.
Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2015, a exportação de café arábica totalizou 64,27
milhões de sacas, em comparação com volume de 64,08 milhões de sacas no ano anterior. O
embarque de robusta no período foi de 44,95 milhões de sacas, em comparação com 44,03 milhões
de sacas.
Secex: exportação de café verde soma 2,860 milhões de sacas em março
Agência SAFRAS
1º/04/2015
Lessandro Carvalho
As exportações brasileiras de café em grão obtiveram receita de US$ 519,7
milhões em março, com média diária de US$ 23,6 milhões em 22 dias úteis. O
volume embarcado totalizou 2,860 milhões de sacas de 60 quilos, com média
diária de 130 mil sacas. O preço médio foi de US$ 181,70 por saca em março.
Os dados foram divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex), do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Em fevereiro de 2015, o Brasil havia obtido receita de US$ 493,50 milhões - média de US$ 27,4
milhões, através das exportações de 2,513 milhões de sacas de café, com média diária de 139,6 mil
sacas. O preço médio ficara em US$ 196,30 por saca. Na comparação entre março de 2015 e
fevereiro de 2015, as exportações de café caíram 13,8% no valor médio diário e 6,9% na quantidade
média diária, enquanto o preço médio caiu 7,5%. Entretanto, o volume total de café verde exportado
em março (2,513 milhões de sacas) subiu 13,8% contra fevereiro (2,513 milhões de sacas).
Em março do ano passado, a receita das exportações de café havia somado US$ 409,30 milhões
(média diária de US$ 21,5 milhões), e o volume embarcado chegara a 2,556 milhões de sacas (média
de 134,5 mil sacas/dia), com preço médio de US$ 160,10 por saca. Houve, portanto, em março de
2015, um incremento de 9,7% em receita média diária e queda de 3,4% na quantidade média diária
embarcada no comparativo com março de 2014. O preço médio diário nas exportações em março de
2015 foi 13,5% superior ao de março de 2014. As exportações em volume total de café verde em
março de 2015 (2,860 milhões de sacas) foram 11,9% maiores que o volume de março de 2014
(2,556 milhões).
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
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Camex zera imposto de importação de vacina contra HPV, café em cápsulas e máquina de café
Estadão Conteúdo
1º/04/2015
Luci Ribeiro
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou a alíquota do Imposto de Importação de três
produtos: vacina contra o papilomavírus humano (HPV) 6, 11, 16, 18 (recombinante), apresentada em
doses ou acondicionada para venda a retalho; café torrado e moído em doses individuais
acondicionadas em cápsulas; e aparelhos eletrotérmicos de uso doméstico para preparação
instantânea de bebidas, em doses individuais, a partir de cápsulas. As alíquotas incidentes sobre os
itens antes da redução eram, respectivamente, 2%, 10% e 20%.
A decisão consta de duas resoluções publicadas no Diário Oficial da União que alteram a Lista
Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul. Os documentos também determinam a
exclusão da lista de preservativos e de alguns tipos de brinquedos.
Maquinário agrícola não precisará de licenciamento e emplacamento
Assessoria de Comunicação Social do Mapa
1º/04/2015
Rossana Gasparini
Proprietários de tratores e demais aparelhos automotores destinados a puxar ou a arrastar
maquinaria agrícola ou a executar trabalhos agrícolas não estarão mais obrigados a fazer o
licenciamento e o emplacamento dos veículos. Esses tratores ficarão sujeitos apenas ao registro
único no órgão de trânsito estadual.
Segundo a ministra Kátia Abreu, os principais motivos para a decisão tomada pela presidente Dilma
Rousseff são a redução de custos, de procedimentos burocráticos, contribuindo, assim, para a
competitividade do agronegócio brasileiro. “A lei deve ser formulada de acordo com a realidade do
país. A grande maioria das máquinas agrícola, sequer saem da propriedade”, afirmou a ministra da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, sobre a medida.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (01), por meio da Medida
Provisória nº 673, de 31 de março de 2015, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, que altera o
Artigo 115 do Código Brasileiro de Trânsito (CBT). O documento é assinado pelos ministros Kátia
Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Gilberto
Kassab (Cidades) e José Eduardo Cardozo (Justiça).
Nova redação do CBT – Segundo a MP, a dispensa de emplacamento e licenciamento vale apenas
para o maquinário agrícola que for produzido a partir do dia 1º de janeiro de 2016. A obrigatoriedade
do emplacamento para todo o maquinário agrícola, que deveria entrar em vigor em dezembro de
2014, já havia sido adiada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por dois anos – em janeiro
de 2017 – a fim de que os proprietários dos veículos pudessem se adequar às novas regras.
De acordo com a nova redação do texto, apenas os aparelhos automotores destinados a puxar ou a
arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos de construção ou de pavimentação
que transitarem em via pública, estarão sujeitos a registro e licenciamento.
Conselho Nacional do Café – CNC
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BB disponibiliza novos recursos para a safra
BB Notícias
1º/04/2015
O Banco do Brasil disponibiliza hoje, 1º, mais de R$ 7 bilhões para capitalização
dos produtores rurais. O crédito atende especialmente os produtos contemplados
pela Política Geral de Preços Mínimos - PGPM, pelo prazo de 120 dias. Desta
forma, os produtores rurais podem optar por melhores condições de
comercialização.
Com esses recursos, somados aos volumes já alocados para atender o financiamento das culturas do
atual ciclo agrícola, além das linhas de investimentos e das demais de comercialização, o BB se
mantém líder no atendimento ao produtor rural.
Na safra atual, de julho de 2014 a fevereiro de 2015, o Banco já desembolsou mais de R$ 53 bilhões,
com crescimento de 13% em relação ao mesmo período da safra anterior.
Colômbia estuda efeitos da mudança climática sobre o café
CaféPoint
1º/04/2015
“A mudança climática ameaça os cultivos de café de Cundinamarca, o que poderia
causar uma queda de 12% na produção e perdas de mais de 1 bilhão de pesos (US$
385.229) aos cafeicultores da região”. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da
Universidade de Ciências Aplicadas e Ambientais (UDCA) da Colômbia, e do governo do
departamento colombiano de Cundinamarca, que busca determinar o quão vulnerável é a
produção do grão diante dos efeitos negativos que o clima causaria.
Segundo o estudo, as quedas produzidas pelo aumento na intensidade das chuvas levam a perdas
das áreas produtivas ou geram obstrução de vias, afetando de forma direta a comercialização de
café.
No entanto, a docente da UDCA e coordenadora do trabalho, Piedad Zapata, disse que “fazem falta
estudos que permitam quantificar as perdas econômicas que poderiam ser geradas pela variabilidade
climáticas nas zonas rurais”.
Até agora, registra-se um efeito direto da variabilidade climática sobre a atividade cafeeira no país. “A
Federação Nacional de Cafeicultores reportou que, para 2011, a produção de café na Colômbia
alcançou 7,8 milhões de sacas, 12% menor do que o nível registrado em 2010, o que se associa com
os efeitos da mudança climática e com um maior esforço nos processos de renovação”.
A pesquisa, que começou a ser executada em 2014 e conta com a participação da Corporação
Latino-americana Missão Rural e com a CAR Cundinamarca, adverte que se não forem tomadas
medidas, será apresentada uma diminuição drástica da produtividade e qualidade do grão, devido
aos fatores descritos, que afetará a economia e o sustento de mais de 8.000 famílias cafeeiras do
departamento.
Na atual etapa do estudo, estão sendo analisados os ecossistemas cafeeiros dos municípios de
Tibacuy, Pacho e San Juan de Rioseco para propor medidas de adaptação. Reportagem:
http://www.portafolio.co / Tradução: Juliana Santin

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING –1º/04/2015 Acesse: www.cncafe.com.br OIC informa que exportação mundial de café tem queda de 10,2% em fevereiro Agência Estado 1º/04/2015 A exportação mundial de café apresentou queda de 10,2% em fevereiro passado, em comparação com o mesmo mês de 2014. Foram embarcadas 8,60 milhões de sacas de 60 kg ante 9,58 milhões de sacas em fevereiro de 2014. A informação é da Organização Internacional do Café (OIC). A exportação mundial nos cinco primeiros meses no ano cafeeiro 2014/15 (outubro de 2014 a fevereiro de 2015) apresentou queda de 2,7% em comparação com o mesmo período anterior, de 44,63 milhões para 43,45 milhões de sacas. Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2015, a exportação de café arábica totalizou 64,27 milhões de sacas, em comparação com volume de 64,08 milhões de sacas no ano anterior. O embarque de robusta no período foi de 44,95 milhões de sacas, em comparação com 44,03 milhões de sacas. Secex: exportação de café verde soma 2,860 milhões de sacas em março Agência SAFRAS 1º/04/2015 Lessandro Carvalho As exportações brasileiras de café em grão obtiveram receita de US$ 519,7 milhões em março, com média diária de US$ 23,6 milhões em 22 dias úteis. O volume embarcado totalizou 2,860 milhões de sacas de 60 quilos, com média diária de 130 mil sacas. O preço médio foi de US$ 181,70 por saca em março. Os dados foram divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Em fevereiro de 2015, o Brasil havia obtido receita de US$ 493,50 milhões - média de US$ 27,4 milhões, através das exportações de 2,513 milhões de sacas de café, com média diária de 139,6 mil sacas. O preço médio ficara em US$ 196,30 por saca. Na comparação entre março de 2015 e fevereiro de 2015, as exportações de café caíram 13,8% no valor médio diário e 6,9% na quantidade média diária, enquanto o preço médio caiu 7,5%. Entretanto, o volume total de café verde exportado em março (2,513 milhões de sacas) subiu 13,8% contra fevereiro (2,513 milhões de sacas). Em março do ano passado, a receita das exportações de café havia somado US$ 409,30 milhões (média diária de US$ 21,5 milhões), e o volume embarcado chegara a 2,556 milhões de sacas (média de 134,5 mil sacas/dia), com preço médio de US$ 160,10 por saca. Houve, portanto, em março de 2015, um incremento de 9,7% em receita média diária e queda de 3,4% na quantidade média diária embarcada no comparativo com março de 2014. O preço médio diário nas exportações em março de 2015 foi 13,5% superior ao de março de 2014. As exportações em volume total de café verde em março de 2015 (2,860 milhões de sacas) foram 11,9% maiores que o volume de março de 2014 (2,556 milhões).
  • 2.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Camex zera imposto de importação de vacina contra HPV, café em cápsulas e máquina de café Estadão Conteúdo 1º/04/2015 Luci Ribeiro A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou a alíquota do Imposto de Importação de três produtos: vacina contra o papilomavírus humano (HPV) 6, 11, 16, 18 (recombinante), apresentada em doses ou acondicionada para venda a retalho; café torrado e moído em doses individuais acondicionadas em cápsulas; e aparelhos eletrotérmicos de uso doméstico para preparação instantânea de bebidas, em doses individuais, a partir de cápsulas. As alíquotas incidentes sobre os itens antes da redução eram, respectivamente, 2%, 10% e 20%. A decisão consta de duas resoluções publicadas no Diário Oficial da União que alteram a Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul. Os documentos também determinam a exclusão da lista de preservativos e de alguns tipos de brinquedos. Maquinário agrícola não precisará de licenciamento e emplacamento Assessoria de Comunicação Social do Mapa 1º/04/2015 Rossana Gasparini Proprietários de tratores e demais aparelhos automotores destinados a puxar ou a arrastar maquinaria agrícola ou a executar trabalhos agrícolas não estarão mais obrigados a fazer o licenciamento e o emplacamento dos veículos. Esses tratores ficarão sujeitos apenas ao registro único no órgão de trânsito estadual. Segundo a ministra Kátia Abreu, os principais motivos para a decisão tomada pela presidente Dilma Rousseff são a redução de custos, de procedimentos burocráticos, contribuindo, assim, para a competitividade do agronegócio brasileiro. “A lei deve ser formulada de acordo com a realidade do país. A grande maioria das máquinas agrícola, sequer saem da propriedade”, afirmou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, sobre a medida. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (01), por meio da Medida Provisória nº 673, de 31 de março de 2015, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, que altera o Artigo 115 do Código Brasileiro de Trânsito (CBT). O documento é assinado pelos ministros Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Gilberto Kassab (Cidades) e José Eduardo Cardozo (Justiça). Nova redação do CBT – Segundo a MP, a dispensa de emplacamento e licenciamento vale apenas para o maquinário agrícola que for produzido a partir do dia 1º de janeiro de 2016. A obrigatoriedade do emplacamento para todo o maquinário agrícola, que deveria entrar em vigor em dezembro de 2014, já havia sido adiada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), por dois anos – em janeiro de 2017 – a fim de que os proprietários dos veículos pudessem se adequar às novas regras. De acordo com a nova redação do texto, apenas os aparelhos automotores destinados a puxar ou a arrastar maquinaria de qualquer natureza ou a executar trabalhos de construção ou de pavimentação que transitarem em via pública, estarão sujeitos a registro e licenciamento.
  • 3.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck BB disponibiliza novos recursos para a safra BB Notícias 1º/04/2015 O Banco do Brasil disponibiliza hoje, 1º, mais de R$ 7 bilhões para capitalização dos produtores rurais. O crédito atende especialmente os produtos contemplados pela Política Geral de Preços Mínimos - PGPM, pelo prazo de 120 dias. Desta forma, os produtores rurais podem optar por melhores condições de comercialização. Com esses recursos, somados aos volumes já alocados para atender o financiamento das culturas do atual ciclo agrícola, além das linhas de investimentos e das demais de comercialização, o BB se mantém líder no atendimento ao produtor rural. Na safra atual, de julho de 2014 a fevereiro de 2015, o Banco já desembolsou mais de R$ 53 bilhões, com crescimento de 13% em relação ao mesmo período da safra anterior. Colômbia estuda efeitos da mudança climática sobre o café CaféPoint 1º/04/2015 “A mudança climática ameaça os cultivos de café de Cundinamarca, o que poderia causar uma queda de 12% na produção e perdas de mais de 1 bilhão de pesos (US$ 385.229) aos cafeicultores da região”. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Universidade de Ciências Aplicadas e Ambientais (UDCA) da Colômbia, e do governo do departamento colombiano de Cundinamarca, que busca determinar o quão vulnerável é a produção do grão diante dos efeitos negativos que o clima causaria. Segundo o estudo, as quedas produzidas pelo aumento na intensidade das chuvas levam a perdas das áreas produtivas ou geram obstrução de vias, afetando de forma direta a comercialização de café. No entanto, a docente da UDCA e coordenadora do trabalho, Piedad Zapata, disse que “fazem falta estudos que permitam quantificar as perdas econômicas que poderiam ser geradas pela variabilidade climáticas nas zonas rurais”. Até agora, registra-se um efeito direto da variabilidade climática sobre a atividade cafeeira no país. “A Federação Nacional de Cafeicultores reportou que, para 2011, a produção de café na Colômbia alcançou 7,8 milhões de sacas, 12% menor do que o nível registrado em 2010, o que se associa com os efeitos da mudança climática e com um maior esforço nos processos de renovação”. A pesquisa, que começou a ser executada em 2014 e conta com a participação da Corporação Latino-americana Missão Rural e com a CAR Cundinamarca, adverte que se não forem tomadas medidas, será apresentada uma diminuição drástica da produtividade e qualidade do grão, devido aos fatores descritos, que afetará a economia e o sustento de mais de 8.000 famílias cafeeiras do departamento. Na atual etapa do estudo, estão sendo analisados os ecossistemas cafeeiros dos municípios de Tibacuy, Pacho e San Juan de Rioseco para propor medidas de adaptação. Reportagem: http://www.portafolio.co / Tradução: Juliana Santin