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CLIMA E VEGETAÇÃO
PROFESSOR MARCIANO DANTAS
Atmosfera – é a camada de gases e partículas em
suspensão que envolve alguns planetas; atua sobre
a manutenção da temperatura; a atmosfera
terrestre é composta de 78% de nitrogênio, 21% de
oxigênio, e 1% de outros gases (ozônio, hélio,
vapor d’água, carbono, etc.); é formada por várias
camadas (troposfera, estratosfera, mesosfera,
termosfera e exosfera.
Camadas da Atmosfera
• Troposfera – vai da superfície da crosta terrestre
e dos oceanos até aproximadamente 16
quilômetros de altitude. É nessa camada, com a
qual os seres vivos mantêm contato direto, que
ocorre a maior parte dos fenômenos atmosféricos,
como o calor, os ventos e a chuva.
• Estratosfera – varia entre 17 e 50 quilômetros de
altitude e sua temperatura aumenta de acordo com
sua altura, variando de – 50ºC a 10 ºC. Apresenta
pequena concentração de vapor de água e nela
muitos aviões à jato circulam. É nesta camada que
começa a difusão da luz solar (que origina o céu
azul).
• Mesosfera – é a camada onde há uma substancial
diminuição da temperatura, chegando até a -90ºC
em seu topo. Sua altitude varia entre 50 e 85
quilômetros de altitude. Nessa camada tem
propagação o fenômeno das auroras, pois é nela
que se dá a combustão dos meteoroides, além de
se encontrar a camada de ozônio, que protege a
Terra dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol.
• Ionosfera – nessa chamada encontra-se a
termosfera e a exosfera, e é a camada mais
superior da atmosfera, sendo composta
basicamente por íons e plasma ionosférico. Devido
à sua composição, nela há a reflexão das ondas de
rádio.
Ionosfera
Clima – é o conjunto das situações atmosféricas
de uma determinada área por um período longo de
tempo.
Tempo – é o estado momentâneo da atmosfera em
um determinado lugar; considera-se a
temperatura, a presença ou ausência de nuvens, a
ocorrência de chuvas, a umidade, a pressão
atmosférica e as condições do vento.
Elementos climáticos – são atributos físicos que
representam as propriedades da atmosfera de um
lugar, como a temperatura, a umidade e a pressão
atmosférica.
Fatores climáticos – são as características
geográficas naturais que diferenciam as paisagens
na terra e são capazes de influenciar os elementos
do clima, como a latitude, a altitude, a
maritimidade e a continentalidade.
Latitude – quanto maior a latitude (que é a
distância em graus de qualquer parte da superfície
terrestre para a linha do Equador), menor a
temperatura, pois a incidência dos raios solares vai
diminuindo à medida que nos afastamos do
Equador. A variação latitudinal é o principal fator
de diferenciação das zonas climáticas.
Altitude – quanto maior a altitude, menor a
temperatura, devido à uma menor pressão
atmosférica, o que torna o ar mais rarefeito (menor
concentração de gases, umidade e materiais
particulados). Como há uma menor densidade de
gases e partículas de vapor de água e poeira, a
retenção de calor nas camadas mais elevadas da
atmosfera é menor e, consequentemente, também
a temperatura é bem mais baixa.
Albedo – refere-se ao índice de reflexão de calor de
um determinado lugar, variando de acordo com sua
cor. A cor depende da composição química e do
seu estado físico. A neve, por ser branca, reflete
até 90% dos raios solares incidentes, enquanto a
Floresta Amazônica, por ser verde-escura, reflete
apenas 15%. Quanto menor o albedo, maior
absorção de raios solares, maior o aquecimento e,
consequentemente, maior a irradiação do calor.
Massas de ar – são grandes volumes de ar que
possuem características próprias de temperatura,
umidade e pressão atmosférica. Formam-se
quando o ar permanece estável por um tempo
sobre uma superfície homogênea e se deslocam
por diferença de pressão, levando consigo as
condições de temperatura e umidade. Podem ser:
úmidas (quando se originam nos oceanos), secas
(quando se formam nos continentes - embora
algumas massas continentais que se originam em
áreas de floresta são úmidas), quentes (quando se
originam nas regiões tropicais e equatoriais) e
frias (quando se originam em regiões temperadas e
polares).
Pressão atmosférica – é o peso que o ar exerce
sobre a superfície terrestre. Quanto mais elevada a
temperatura, maior a movimentação das moléculas
de ar e mais elas se distanciam umas das outras –
como resultado, mais baixo é o número de
moléculas em cada metro cúbico de ar e menor se
torna o peso do ar, consequentemente, menor a
pressão exercida sobre a superfície terrestre.
Inversamente, quanto menor a temperatura, maior
é a pressão atmosférica. Devido à esfericidade da
Terra e à inclinação do seu eixo e do movimento de
translação em torno do Sol, o nosso planeta não é
aquecido uniformemente, levando à formação de
centros de baixa e alta pressão atmosférica.
Continentalidade e maritimidade – a maior ou
menor proximidade de grandes espelhos de água,
como oceanos e mares, exerce forte influência não
só sobre a umidade relativa do ar, mas também
sobre a temperatura. Em áreas que sofrem
influência da continentalidade (localizadas no
interior do continente), a amplitude térmica diária
é maior do que em áreas que sofrem a influência
da maritimidade (proximidade de oceanos e
mares). Isso ocorre porque a água retém calor por
mais tempo, demora mais para irradiar a energia
absorvida. Os continentes, por sua vez, esfriam
com maior rapidez quando a incidência de luz solar
diminui ou cessa. Em consequência, os oceanos
demoram mais para se aquecer e se resfriar do que
as áreas continentais.
Correntes marítimas – são grandes volumes de ar
que se deslocam pelo oceano, quase sempre nas
mesmas direções dentro do mar. São movimentadas
pela ação dos ventos e pela influência da rotação
da Terra, que as desloca para oeste – no hemisfério
norte, as correntes circulam no sentido horário, e
no hemisfério sul, anti-horário. Essas correntes se
diferenciam uma das outras devido à fatores como
temperatura, salinidade e direção das águas no
entorno dos continentes. Causam forte influência
no clima, principalmente porque alteram a
temperatura atmosférica, e são importantes para a
atividade pesqueira, pois em áreas de encontro de
correntes quentes e frias, aumenta a
disponibilidade de plânctons, responsável por atrair
cardumes. Geralmente, as correntes quentes
seguem na direção das regiões mais frias e as
correntes frias seguem para as regiões quentes.
Chuva – é um fenômeno meteorológico que resulta
na precipitação das gotas líquidas ou sólidas da
água das nuvens sobre a superfície da terra.
Tipos de chuva:
• Chuva orográfica – ocorre quando o vento
carregado de umidade encontra uma barreira
natural, impedindo a penetração da chuva para o
outro lado da montanha.
• Chuva frontal – ocorre quando duas massas de ar
com características diferentes se encontram. A
massa de ar frio, que é mais pesada e densa,
tende a descer; a massa de ar quente, que é mais
leve, sobe, se resfria e se condensa, causando
precipitações.
• Chuva de convecção – são provocadas pela
intensa evaporação da água presente na
superfície, provocando inundações e enchentes
(chuvas torrenciais) e causando danos e prejuízos
materiais.
Nuvem – é um conjunto de partículas de gelo ou
água em seu estado, ou ainda em ambos, que se
encontram em suspensão na atmosfera após terem
se condensado. As nuvens apresentam diversas
formas, que variam dependendo essencialmente da
natureza, dimensões, número e distribuição
espacial das partículas que a constituem e das
correntes de ventos atmosféricos.
Tipos de nuvens:
1. Quanto ao espaço
• Estratiformes – são nuvens de desenvolvimento
horizontal, que cobrem uma grande área,
apresentam pouca espessura, e dão origem a
precipitações de caráter leve e contínuo.
• Estratocumuliformes – são nuvens de
desenvolvimento horizontal sob a forma de rolos ou
ondulações.
• Cumuliformes e cumulonumbiformes – são nuvens
de desenvolvimento vertical, em grande extensão,
que surgem isoladas e dão origem a precipitações
fortes em forma de pancadas.
• Cirriformes – são nuvens de desenvolvimento
horizontal, fibrosas, de aspecto frágil e que
ocupam as altas atmosferas. São formadas por
cristais de gelo e não dão origem a chuvas, porém
são fortes indicativos de precipitação.
Nuvens estratiformesNuvens estratoculiformesNuvens cumuliformes
Nuvens cirriformes
2. Quanto a altura
a) Altas:
• Cirrus (Ci) – ficam a cerca de 8 mil metros de
altitude, numa temperatura de 0ºC. Apresentam
aspecto delicado, sedoso ou fibroso, cor branca
brilhante e com a presença de pequenos cristais de
gelo.
• Cirrocumulus (Cc) – são delgadas, compostas de
elementos extremamente pequenos e em forma de
grãos e rugas, servindo para indicar a base de
corrente de jato e turbulência.
• Cirrostratus (Cs) – se localizam abaixo dos Cirrus
e também são formados por cristais de gelo.
Apresentam-se em forma de um véu quase
transparente, fino e esbranquiçado, que não oculta
o Sol ou a Lua, dando origem ao fenômeno de halo
(fotometeoro).
Nuvens cirrusNuvens cirrocumulus
Nuvens cirrustratus
b) Médias:
• Altostratus (As) – são compostas de gotículas
superesfriadas e com cristais de gelo. Apresentam
camadas cinzentas ou azuladas, muitas vezes
associadas a altocumulus. Não formam halo, pois
encobrem o Sol de modo a “filtrar” sua luz, dando
origem à precipitação leve e contínua.
• Altocumulus (Ac) – constituem o chamado “céu
encarneirado”, e apresentam-se como um lençol ou
camada de nuvens brancas ou cinzentas, tendo
geralmente sombras próprias.
Nuvens altostratusNuvens altocumulus
c) Baixas:
• Stratus (St) – são nuvens muito baixas,
apresentando-se em camadas uniformes e suaves,
de cor cinza; coladas à superfície são chamadas de
nevoeiro; apresentam topo uniforme (ar estável) e
produz chuvisco (garoa). Quando estão fracionadas
são chamadas de fractostratus (Fs).
• Stratocumulus (Sc) – são nuvens que se
apresentam com lençol contínuo ou descontínuo, de
cor cinza ou esbranquiçada, tendo sempre partes
escuras. Quando em voo, há turbulência dentro da
nuvem.
Nuvens stratusNuvens stratocumulus
• Nimbostratus (Ns) – possuem aspecto amorfo,
base difusa e baixa, muito espessa, escura ou
cinzenta; produz precipitação intermitente e mais
ou menos intensa.
• Cumulus (Cu) – apresenta contornos definidos,
assemelhados a couve-flor; máxima frequência
sobre a terra de dia e sobre a água à noite; podem
ser orográficas ou térmicas (convectivas); quando
estão fracionadas são chamadas de fractocumulus
(FC).
• Cumulonimbus (Cb) – são nuvens de trovoada,
possuem uma base com altura entre 600 e 2.000
metros, e seu topo pode 15 quilômetros de altura;
são formadas por gotas d’água, cristais de gelo,
gotas superesfriadas, flocos de neve e granizo.
CumulunimbusCumulusNuvens altocumulusNimbostratus praecipitatio
Nimbostratus virga
Nimbostratus
Climas polar e subpolar – predomina no extremo
norte do planeta, no norte da Europa e da América
do Norte, no sul da América do Sul e na Antártica;
apresenta temperaturas baixas o ano todo;
presença do solo de permafrost; vegetação de
tundra (vegetação rasteira formada por musgos e
líquens) e da taiga ou vegetação de coníferas
(vegetação do tipo aciculifoliada); ocorrência da
aurora boreal, da noite polar e do sol da meia
noite.
Clima temperado – é dominante na maior parte da
Europa, da América do Norte, no norte da Ásia e no
sul da América do Sul; subdivide-se em oceânico e
continental; apresenta as quatro estações bem
definidas, com verões bastante quentes e invernos
bastante frios; a vegetação, que antes dominava a
maior parte desse bioma é do tipo caducifólia ou
decídua, com predomínio de plantas de grande
porte, como o carvalho e a faia; nas áreas onde
havia a floresta temperada está surgindo a landa.
Clima mediterrâneo – ocorre principalmente no sul
da Europa, em áreas banhadas pelo Mar
Mediterrâneo; apresenta verões quentes e secos e
invernos amenos e chuvosos; no verão há a
ocorrência das canículas (ondas fortes de calor);
vegetação constituída por árvores de pequeno
porte e arbustos com espinhos, com destaque para
os maquis, os garrigues, a vinha, a oliveira e a
cortiça.
Clima árido ou desértico – caracteriza-se por
apresentar elevada amplitude térmica diária e
sazonal e pequena quantidade de chuvas; ocorre
tanto em áreas tropicais como em áreas
temperadas; solo bastante árido e salino e uma
vegetação escassa adaptada aos baixos índices
pluviométricos; pode ser quente e frio; as principais
áreas desérticas são: Saara (norte da África),
Neguev (Israel), Arizona (Estados Unidos), Sonora
(México), Atacama (Chile), grande parte da
Austrália, Kalahari (sul da África), Tar (Índia), Góbi
(entre a China e a Mongólia), dentre outras.
Em vermelho, áreas dominadas pelo clima desérticoDeserto do Saara na LíbiaDeserto do Atacama, no Chile
Deserto do Arizona – Estados Unidos
Deserto de Neguev - Israel
Climas presentes no Brasil:
• Clima Equatorial – é encontrado na Região Norte
do Brasil, na área coberta pela Floresta Amazônica.
Caracteriza-se por temperaturas bastante elevadas
(médias mensais em torno de 25ºC), com pequena
amplitude térmica anual; o índice pluviométrico
supera os 3.000 milímetros anuais, não havendo
estação seca.
• Cima Tropical – cobre grande parte do Brasil;
apresenta duas estações bem definidas: inverno
seco e ameno e verão chuvoso e quente, exceto na
faixa litorânea do Nordeste, onde as chuvas se
concentram no inverno; apresenta-se em três tipos:
Tropical Típico, Tropical Atlântico e Tropical de
Altitude.
• Clima Semiárido – ocorre no Sertão do Nordeste,
na área denominada de “Polígono das Secas”;
caracterizado por chuvas escassas e mal
distribuídas ao longo do ano, com ocorrência de
secas sazonais; as temperaturas são bastante
elevadas, com grande amplitude térmica diária e
anual.
• Clima Subtropical – ocorre no Sul do Brasil, onde
as quatro estações do ano são mais delineadas; as
chuvas são abundantes e bem distribuídas durante
o ano; grande amplitude térmica anual, com verões
bastante quentes e invernos bastante frios,
chegando a registrar a queda de neve,
principalmente nas áreas mais elevadas.
Massas de ar que atuam no território brasileiro:
• Massa Equatorial Atlântica (mEa) – quente e
úmida, origina-se no Atlântico norte, próximo à
linha do Equador. No verão, influenciado pelos
ventos alísios de nordeste, provoca chuvas no
litoral norte do Nordeste e no norte da Região
Norte; no inverno atua principalmente no norte da
Amazônia.
• Massa Equatorial Continental (mEc) – quente e
úmida, origina-se no centro da Amazônia. No verão
atua em grande parte do Brasil, provocando chuvas
nas regiões Norte, Centro-Oeste, em parte do
Sudeste e no Sertão nordestino; durante o inverno
sua atuação é restrita a pequena parte da região
Norte, principalmente no estado do Amazonas.
• Massa Tropical Atlântica (mTa) – quente e úmida,
origina-se no Atlântico sul, próximo ao Trópico de
Capricórnio; no verão, atua principalmente nas
regiões Sul e Sudeste e no sul da Bahia, onde
provoca as chamadas “chuvas de verão”; no
inverno, sua atuação chega até o leste da região
Centro-Oeste e no litoral leste do Nordeste.
• Massa Tropical Continental (mTc) – quente e seca,
origina-se na região do Chaco, com atuação no
verão em uma pequena parte do Brasil,
especialmente nos estados do Mato Grosso e Mato
Grosso do Sul.
• Massa Polar Atlântica (mPa) – fria e úmida,
origina-se próximo à Antártica e sua atuação
ocorre durante o inverno, provocando queda de
neve na região Sul, estiagem na região Central do
Brasil, friagem no sul da Amazônia, e chuvas
frontais no Sudeste e no litoral leste do Nordeste.
Zona de convergência – é uma região onde
correntes de ar se encontram e formam uma faixa
alongada de nebulosidade. Duas zonas de
convergências são responsáveis por abundantes
precipitações, interferindo nas condições
atmosféricas nas regiões onde atuam.
Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) – essa
zona de convergência é responsável pela ocorrência
das maiores precipitações da Terra. Ela é
responsável pelas chuvas que atingem o Norte e o
Nordeste. A intensa umidade no território brasileiro
formada pela ZCIT se concentra na Amazônia e é
distribuída para outras regiões climáticas do
território brasileiro.
Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) –
formada por uma extensa faixa de nebulosidade
que se estende diagonalmente desde a posição
sudeste (a partir do Oceano Atlântico) a noroeste
(sul da Região Norte). Está associado aos
movimentos de convecção da Zona Tropical da
América do Sul em condições de temperaturas
mais elevadas e de intensa umidade. Ela se forma
pela convergência de ventos quentes e úmidos
vindos da Amazônia, com ventos mais frescos e
também úmidos vindos do Atlântico Sul, cortando a
Região Sudeste do Brasil. A ZCAS se estabelecem
com maior frequência durante o verão, permanece
estacionada durantes dias seguidos e descarrega
sua umidade sobre amplas áreas do Sudeste e
Centro-Oeste, provocando enchentes, inundações e
deslizamentos. Na Região Sul, a sucessão de dias
quentes e secos provoca os chamados veranicos.
Bioma – unidade biológica ou espaço geográfico
cujas características são definidas pelo
macroclima, a fitofisionomia, o solo e a altitude,
com certo nível de homogeneidade entre si; a
vegetação é o componente mais importante do
bioma.
Bioma Amazônia – maior bioma brasileiro;
corresponde há mais de 40% do território do país;
abrange áreas dos estados do Acre, Amapá,
Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Maranhão,
Mato Grosso e Tocantins; domínio do clima
Equatorial e da Floresta Amazônica; abriga a maior
biodiversidade do planeta; grande quantidade de
rios, com destaque para o rio Amazonas e seus
afluentes.
Domínio Amazônico – além do Brasil, abrange
áreas de mais oito países: Colômbia, Venezuela,
Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Bolívia, Peru e
Equador; possui um solo bastante pobre em
nutrientes, dependendo basicamente da
serrapilheira (também chamada de manta morta
ou liteira, é a camada do solo formada pela
deposição e acúmulo de matéria orgânica morta);
cerca de 16% desse bioma já sofreu a alteração
antrópica; os principais motivos que estão
provocando a sua destruição são a expansão da
fronteira agrícola, a pecuária extensiva, a
extração ilegal de madeira, as queimadas e os
garimpos; intensos conflitos entre posseiros,
grileiros, garimpeiros, madeireiros e indígenas; os
povos da floresta são os principais responsáveis
pela manutenção da vida por meio do
desenvolvimento sustentável.
Domínio do Cerrado – ocupa a parte central do
Brasil, abrangendo terras nos estados de Goiás,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São
Paulo, Bahia, Tocantins, Maranhão, Piauí e Roraima,
em áreas dominadas por chapadas; conhecido
como “savana brasileira”; apresenta duas estações
bem definidas: verão chuvoso e inverno seco; nesse
bioma estão localizados os principais divisores de
água do país; a vegetação possui casca grossa,
troncos retorcidos e raízes profundas; o solo é
bastante ácido, necessitando a realização do
processo de calagem para que o mesmo se torne
produtivo; nesse bioma está localizado a principal
área de fronteira agrícola do país; a produção
agrícola, o corte da vegetação para a produção de
carvão vegetal, as queimadas e o garimpo são os
principais responsáveis pela destruição desse
ecossistema.
Pradarias – bioma conhecido como Pampa ou
Campanha Gaúcha; ocupa grande parte do território
do Rio Grande do Sul, do norte da Argentina e de
grande parte do Uruguai; marcada pela presença de
espécies herbáceas e de um relevo com ondulações
suaves, chamado de coxilha; os solos bastante
férteis, o relevo plano e o clima ameno e úmido,
favoreceram o desenvolvimento da pecuária e dos
cultivos de arroz, trigo e soja; o manejo inadequado
do solo tem provocado o desaparecimento da
vegetação original e o surgimento do processo de
arenização do solo.
Pantanal – estende-se por cerca de 140 mil km²,
entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do
Sul, em áreas sujeitas à inundação; confluência de
várias províncias biogeográficas (Cerrado,
Amazônia, Mata Atlântica e Chaco); esse bioma
vem sofrendo vários problemas ambientais,
principalmente devido à ocupação das regiões mais
altas, onde estão as nascentes dos rios que cortam
esse bioma; a agricultura e a pecuária extensiva
vem provocando a erosão dos solos, o
assoreamento e a contaminação do lençol freático
e dos rios pelos agrotóxicos e pelos garimpos
ilegais.
Domínio da Caatinga – localizado na região do
Sertão nordestino; abrange áreas de todos os
estados do Nordeste (exceto o Maranhão) e o Norte
de Minas Gerais; área do “Polígono das Secas”;
vegetação xerófila adaptada ao clima semiárido;
solo raso e pedregoso, com ocorrência de secas
sazonais e periódicas e baixa infiltração das águas
pluviais no solo; predomínio de arbustos
caducifólios e espinhosos com raízes profundas e de
rios intermitentes ou temporários; relevo formado
em sua maior parte por planaltos antigos e
desgastados e de depressões com a presença de
inselbergues; nas áreas mais elevadas surgem os
brejos de altitude; a pecuária extensiva é a principal
atividade econômica desse bioma; cerca de 50% de
sua área já foi degradada por causa da retirada da
lenha para abastecer os fornos das cerâmicas e das
padarias, formando o processo de desertificação.
Mata Atlântica – primeira área a ser ocupada pelos
colonizadores europeus; sua área original ia do Rio
Grande do Sul até o litoral do Rio Grande do Norte,
com mais de 1 milhão de km²; é uma floresta
pluvial tropical e um dos biomas mais importantes
para a preservação da biodiversidade,
consequentemente é o mais ameaçado, restando
apenas um pouco mais de 7% de sua cobertura
original; dentre os motivos que estão levando a sua
destruição estão a agricultura, a expansão urbana
e a exploração madeireira; divide-se em várias
partes: floresta ombrófila, floresta estacional,
mangues, restingas e campos de altitude.
Floresta estacional – vegetação perenifólia com a
presença de árvores caducifólias; adaptada a
ambientes quentes com uma estação chuvosa e
outra seca; compreende a maior parte do litoral do
Nordeste.
Mangue – ecossistema costeiro de transição entre
os ambientes terrestre e marinho, em áreas de
encontro dos rios com o mar; solo úmido, salgado,
lodoso, pobre em oxigênio e muito rico em
nutrientes; grande quantidade de matéria orgânica
em decomposição, servindo de alimentos para uma
grande cadeia alimentar; habitat de uma grande
variedade de espécies animais; predomínio de
plantas halófilas com raízes suporte; desempenham
um importante papel no transporte de matéria
orgânica para os estuários dos rios; a expansão
urbana, a exploração madeireira e a criação de
camarão em cativeiro são as principais ameaças a
esse ecossistema.
Restingas – terreno arenoso e salino localizado
próximo ao mar e coberto por plantas herbáceas;
exerce um importante papel de filtração da água
das chuvas, impedindo o risco de enchentes; a
vegetação impede a expansão das dunas móveis e
a erosão do solo; área de desova e incubação de
várias espécies marinhas e aves.
ACESSE:
http://professormarcianodantas.blogspot.com.br
“A vida é tão preciosa para uma criatura muda quanto é
para o homem. Assim como ele busca a felicidade e teme a
dor, assim como ele quer viver e não morrer, todas as
outras criaturas anseiam o mesmo”.
Dalai Lama
Pesquisa Google: domínios morfoclimáticos –
Professor Marciano Dantas

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  • 2. Atmosfera – é a camada de gases e partículas em suspensão que envolve alguns planetas; atua sobre a manutenção da temperatura; a atmosfera terrestre é composta de 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio, e 1% de outros gases (ozônio, hélio, vapor d’água, carbono, etc.); é formada por várias camadas (troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera.
  • 3.
  • 4.
  • 5. Camadas da Atmosfera • Troposfera – vai da superfície da crosta terrestre e dos oceanos até aproximadamente 16 quilômetros de altitude. É nessa camada, com a qual os seres vivos mantêm contato direto, que ocorre a maior parte dos fenômenos atmosféricos, como o calor, os ventos e a chuva. • Estratosfera – varia entre 17 e 50 quilômetros de altitude e sua temperatura aumenta de acordo com sua altura, variando de – 50ºC a 10 ºC. Apresenta pequena concentração de vapor de água e nela muitos aviões à jato circulam. É nesta camada que começa a difusão da luz solar (que origina o céu azul).
  • 6.
  • 7. • Mesosfera – é a camada onde há uma substancial diminuição da temperatura, chegando até a -90ºC em seu topo. Sua altitude varia entre 50 e 85 quilômetros de altitude. Nessa camada tem propagação o fenômeno das auroras, pois é nela que se dá a combustão dos meteoroides, além de se encontrar a camada de ozônio, que protege a Terra dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol. • Ionosfera – nessa chamada encontra-se a termosfera e a exosfera, e é a camada mais superior da atmosfera, sendo composta basicamente por íons e plasma ionosférico. Devido à sua composição, nela há a reflexão das ondas de rádio.
  • 9. Clima – é o conjunto das situações atmosféricas de uma determinada área por um período longo de tempo. Tempo – é o estado momentâneo da atmosfera em um determinado lugar; considera-se a temperatura, a presença ou ausência de nuvens, a ocorrência de chuvas, a umidade, a pressão atmosférica e as condições do vento.
  • 10.
  • 11. Elementos climáticos – são atributos físicos que representam as propriedades da atmosfera de um lugar, como a temperatura, a umidade e a pressão atmosférica. Fatores climáticos – são as características geográficas naturais que diferenciam as paisagens na terra e são capazes de influenciar os elementos do clima, como a latitude, a altitude, a maritimidade e a continentalidade.
  • 12.
  • 13. Latitude – quanto maior a latitude (que é a distância em graus de qualquer parte da superfície terrestre para a linha do Equador), menor a temperatura, pois a incidência dos raios solares vai diminuindo à medida que nos afastamos do Equador. A variação latitudinal é o principal fator de diferenciação das zonas climáticas.
  • 14.
  • 15. Altitude – quanto maior a altitude, menor a temperatura, devido à uma menor pressão atmosférica, o que torna o ar mais rarefeito (menor concentração de gases, umidade e materiais particulados). Como há uma menor densidade de gases e partículas de vapor de água e poeira, a retenção de calor nas camadas mais elevadas da atmosfera é menor e, consequentemente, também a temperatura é bem mais baixa.
  • 16.
  • 17. Albedo – refere-se ao índice de reflexão de calor de um determinado lugar, variando de acordo com sua cor. A cor depende da composição química e do seu estado físico. A neve, por ser branca, reflete até 90% dos raios solares incidentes, enquanto a Floresta Amazônica, por ser verde-escura, reflete apenas 15%. Quanto menor o albedo, maior absorção de raios solares, maior o aquecimento e, consequentemente, maior a irradiação do calor.
  • 18.
  • 19. Massas de ar – são grandes volumes de ar que possuem características próprias de temperatura, umidade e pressão atmosférica. Formam-se quando o ar permanece estável por um tempo sobre uma superfície homogênea e se deslocam por diferença de pressão, levando consigo as condições de temperatura e umidade. Podem ser: úmidas (quando se originam nos oceanos), secas (quando se formam nos continentes - embora algumas massas continentais que se originam em áreas de floresta são úmidas), quentes (quando se originam nas regiões tropicais e equatoriais) e frias (quando se originam em regiões temperadas e polares).
  • 20.
  • 21. Pressão atmosférica – é o peso que o ar exerce sobre a superfície terrestre. Quanto mais elevada a temperatura, maior a movimentação das moléculas de ar e mais elas se distanciam umas das outras – como resultado, mais baixo é o número de moléculas em cada metro cúbico de ar e menor se torna o peso do ar, consequentemente, menor a pressão exercida sobre a superfície terrestre. Inversamente, quanto menor a temperatura, maior é a pressão atmosférica. Devido à esfericidade da Terra e à inclinação do seu eixo e do movimento de translação em torno do Sol, o nosso planeta não é aquecido uniformemente, levando à formação de centros de baixa e alta pressão atmosférica.
  • 22.
  • 23. Continentalidade e maritimidade – a maior ou menor proximidade de grandes espelhos de água, como oceanos e mares, exerce forte influência não só sobre a umidade relativa do ar, mas também sobre a temperatura. Em áreas que sofrem influência da continentalidade (localizadas no interior do continente), a amplitude térmica diária é maior do que em áreas que sofrem a influência da maritimidade (proximidade de oceanos e mares). Isso ocorre porque a água retém calor por mais tempo, demora mais para irradiar a energia absorvida. Os continentes, por sua vez, esfriam com maior rapidez quando a incidência de luz solar diminui ou cessa. Em consequência, os oceanos demoram mais para se aquecer e se resfriar do que as áreas continentais.
  • 24.
  • 25. Correntes marítimas – são grandes volumes de ar que se deslocam pelo oceano, quase sempre nas mesmas direções dentro do mar. São movimentadas pela ação dos ventos e pela influência da rotação da Terra, que as desloca para oeste – no hemisfério norte, as correntes circulam no sentido horário, e no hemisfério sul, anti-horário. Essas correntes se diferenciam uma das outras devido à fatores como temperatura, salinidade e direção das águas no entorno dos continentes. Causam forte influência no clima, principalmente porque alteram a temperatura atmosférica, e são importantes para a atividade pesqueira, pois em áreas de encontro de correntes quentes e frias, aumenta a disponibilidade de plânctons, responsável por atrair cardumes. Geralmente, as correntes quentes seguem na direção das regiões mais frias e as correntes frias seguem para as regiões quentes.
  • 26.
  • 27. Chuva – é um fenômeno meteorológico que resulta na precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens sobre a superfície da terra.
  • 28.
  • 29. Tipos de chuva: • Chuva orográfica – ocorre quando o vento carregado de umidade encontra uma barreira natural, impedindo a penetração da chuva para o outro lado da montanha. • Chuva frontal – ocorre quando duas massas de ar com características diferentes se encontram. A massa de ar frio, que é mais pesada e densa, tende a descer; a massa de ar quente, que é mais leve, sobe, se resfria e se condensa, causando precipitações. • Chuva de convecção – são provocadas pela intensa evaporação da água presente na superfície, provocando inundações e enchentes (chuvas torrenciais) e causando danos e prejuízos materiais.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33. Nuvem – é um conjunto de partículas de gelo ou água em seu estado, ou ainda em ambos, que se encontram em suspensão na atmosfera após terem se condensado. As nuvens apresentam diversas formas, que variam dependendo essencialmente da natureza, dimensões, número e distribuição espacial das partículas que a constituem e das correntes de ventos atmosféricos.
  • 34.
  • 35. Tipos de nuvens: 1. Quanto ao espaço • Estratiformes – são nuvens de desenvolvimento horizontal, que cobrem uma grande área, apresentam pouca espessura, e dão origem a precipitações de caráter leve e contínuo. • Estratocumuliformes – são nuvens de desenvolvimento horizontal sob a forma de rolos ou ondulações. • Cumuliformes e cumulonumbiformes – são nuvens de desenvolvimento vertical, em grande extensão, que surgem isoladas e dão origem a precipitações fortes em forma de pancadas. • Cirriformes – são nuvens de desenvolvimento horizontal, fibrosas, de aspecto frágil e que ocupam as altas atmosferas. São formadas por cristais de gelo e não dão origem a chuvas, porém são fortes indicativos de precipitação.
  • 36. Nuvens estratiformesNuvens estratoculiformesNuvens cumuliformes Nuvens cirriformes
  • 37. 2. Quanto a altura a) Altas: • Cirrus (Ci) – ficam a cerca de 8 mil metros de altitude, numa temperatura de 0ºC. Apresentam aspecto delicado, sedoso ou fibroso, cor branca brilhante e com a presença de pequenos cristais de gelo. • Cirrocumulus (Cc) – são delgadas, compostas de elementos extremamente pequenos e em forma de grãos e rugas, servindo para indicar a base de corrente de jato e turbulência. • Cirrostratus (Cs) – se localizam abaixo dos Cirrus e também são formados por cristais de gelo. Apresentam-se em forma de um véu quase transparente, fino e esbranquiçado, que não oculta o Sol ou a Lua, dando origem ao fenômeno de halo (fotometeoro).
  • 39. b) Médias: • Altostratus (As) – são compostas de gotículas superesfriadas e com cristais de gelo. Apresentam camadas cinzentas ou azuladas, muitas vezes associadas a altocumulus. Não formam halo, pois encobrem o Sol de modo a “filtrar” sua luz, dando origem à precipitação leve e contínua. • Altocumulus (Ac) – constituem o chamado “céu encarneirado”, e apresentam-se como um lençol ou camada de nuvens brancas ou cinzentas, tendo geralmente sombras próprias.
  • 41. c) Baixas: • Stratus (St) – são nuvens muito baixas, apresentando-se em camadas uniformes e suaves, de cor cinza; coladas à superfície são chamadas de nevoeiro; apresentam topo uniforme (ar estável) e produz chuvisco (garoa). Quando estão fracionadas são chamadas de fractostratus (Fs). • Stratocumulus (Sc) – são nuvens que se apresentam com lençol contínuo ou descontínuo, de cor cinza ou esbranquiçada, tendo sempre partes escuras. Quando em voo, há turbulência dentro da nuvem.
  • 43. • Nimbostratus (Ns) – possuem aspecto amorfo, base difusa e baixa, muito espessa, escura ou cinzenta; produz precipitação intermitente e mais ou menos intensa. • Cumulus (Cu) – apresenta contornos definidos, assemelhados a couve-flor; máxima frequência sobre a terra de dia e sobre a água à noite; podem ser orográficas ou térmicas (convectivas); quando estão fracionadas são chamadas de fractocumulus (FC). • Cumulonimbus (Cb) – são nuvens de trovoada, possuem uma base com altura entre 600 e 2.000 metros, e seu topo pode 15 quilômetros de altura; são formadas por gotas d’água, cristais de gelo, gotas superesfriadas, flocos de neve e granizo.
  • 45. Climas polar e subpolar – predomina no extremo norte do planeta, no norte da Europa e da América do Norte, no sul da América do Sul e na Antártica; apresenta temperaturas baixas o ano todo; presença do solo de permafrost; vegetação de tundra (vegetação rasteira formada por musgos e líquens) e da taiga ou vegetação de coníferas (vegetação do tipo aciculifoliada); ocorrência da aurora boreal, da noite polar e do sol da meia noite.
  • 46.
  • 47. Clima temperado – é dominante na maior parte da Europa, da América do Norte, no norte da Ásia e no sul da América do Sul; subdivide-se em oceânico e continental; apresenta as quatro estações bem definidas, com verões bastante quentes e invernos bastante frios; a vegetação, que antes dominava a maior parte desse bioma é do tipo caducifólia ou decídua, com predomínio de plantas de grande porte, como o carvalho e a faia; nas áreas onde havia a floresta temperada está surgindo a landa.
  • 48.
  • 49. Clima mediterrâneo – ocorre principalmente no sul da Europa, em áreas banhadas pelo Mar Mediterrâneo; apresenta verões quentes e secos e invernos amenos e chuvosos; no verão há a ocorrência das canículas (ondas fortes de calor); vegetação constituída por árvores de pequeno porte e arbustos com espinhos, com destaque para os maquis, os garrigues, a vinha, a oliveira e a cortiça.
  • 50.
  • 51. Clima árido ou desértico – caracteriza-se por apresentar elevada amplitude térmica diária e sazonal e pequena quantidade de chuvas; ocorre tanto em áreas tropicais como em áreas temperadas; solo bastante árido e salino e uma vegetação escassa adaptada aos baixos índices pluviométricos; pode ser quente e frio; as principais áreas desérticas são: Saara (norte da África), Neguev (Israel), Arizona (Estados Unidos), Sonora (México), Atacama (Chile), grande parte da Austrália, Kalahari (sul da África), Tar (Índia), Góbi (entre a China e a Mongólia), dentre outras.
  • 52. Em vermelho, áreas dominadas pelo clima desérticoDeserto do Saara na LíbiaDeserto do Atacama, no Chile Deserto do Arizona – Estados Unidos Deserto de Neguev - Israel
  • 53. Climas presentes no Brasil: • Clima Equatorial – é encontrado na Região Norte do Brasil, na área coberta pela Floresta Amazônica. Caracteriza-se por temperaturas bastante elevadas (médias mensais em torno de 25ºC), com pequena amplitude térmica anual; o índice pluviométrico supera os 3.000 milímetros anuais, não havendo estação seca. • Cima Tropical – cobre grande parte do Brasil; apresenta duas estações bem definidas: inverno seco e ameno e verão chuvoso e quente, exceto na faixa litorânea do Nordeste, onde as chuvas se concentram no inverno; apresenta-se em três tipos: Tropical Típico, Tropical Atlântico e Tropical de Altitude.
  • 54. • Clima Semiárido – ocorre no Sertão do Nordeste, na área denominada de “Polígono das Secas”; caracterizado por chuvas escassas e mal distribuídas ao longo do ano, com ocorrência de secas sazonais; as temperaturas são bastante elevadas, com grande amplitude térmica diária e anual. • Clima Subtropical – ocorre no Sul do Brasil, onde as quatro estações do ano são mais delineadas; as chuvas são abundantes e bem distribuídas durante o ano; grande amplitude térmica anual, com verões bastante quentes e invernos bastante frios, chegando a registrar a queda de neve, principalmente nas áreas mais elevadas.
  • 55.
  • 56. Massas de ar que atuam no território brasileiro: • Massa Equatorial Atlântica (mEa) – quente e úmida, origina-se no Atlântico norte, próximo à linha do Equador. No verão, influenciado pelos ventos alísios de nordeste, provoca chuvas no litoral norte do Nordeste e no norte da Região Norte; no inverno atua principalmente no norte da Amazônia. • Massa Equatorial Continental (mEc) – quente e úmida, origina-se no centro da Amazônia. No verão atua em grande parte do Brasil, provocando chuvas nas regiões Norte, Centro-Oeste, em parte do Sudeste e no Sertão nordestino; durante o inverno sua atuação é restrita a pequena parte da região Norte, principalmente no estado do Amazonas.
  • 57. • Massa Tropical Atlântica (mTa) – quente e úmida, origina-se no Atlântico sul, próximo ao Trópico de Capricórnio; no verão, atua principalmente nas regiões Sul e Sudeste e no sul da Bahia, onde provoca as chamadas “chuvas de verão”; no inverno, sua atuação chega até o leste da região Centro-Oeste e no litoral leste do Nordeste. • Massa Tropical Continental (mTc) – quente e seca, origina-se na região do Chaco, com atuação no verão em uma pequena parte do Brasil, especialmente nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. • Massa Polar Atlântica (mPa) – fria e úmida, origina-se próximo à Antártica e sua atuação ocorre durante o inverno, provocando queda de neve na região Sul, estiagem na região Central do Brasil, friagem no sul da Amazônia, e chuvas frontais no Sudeste e no litoral leste do Nordeste.
  • 58.
  • 59. Zona de convergência – é uma região onde correntes de ar se encontram e formam uma faixa alongada de nebulosidade. Duas zonas de convergências são responsáveis por abundantes precipitações, interferindo nas condições atmosféricas nas regiões onde atuam.
  • 60.
  • 61. Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) – essa zona de convergência é responsável pela ocorrência das maiores precipitações da Terra. Ela é responsável pelas chuvas que atingem o Norte e o Nordeste. A intensa umidade no território brasileiro formada pela ZCIT se concentra na Amazônia e é distribuída para outras regiões climáticas do território brasileiro.
  • 62.
  • 63. Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) – formada por uma extensa faixa de nebulosidade que se estende diagonalmente desde a posição sudeste (a partir do Oceano Atlântico) a noroeste (sul da Região Norte). Está associado aos movimentos de convecção da Zona Tropical da América do Sul em condições de temperaturas mais elevadas e de intensa umidade. Ela se forma pela convergência de ventos quentes e úmidos vindos da Amazônia, com ventos mais frescos e também úmidos vindos do Atlântico Sul, cortando a Região Sudeste do Brasil. A ZCAS se estabelecem com maior frequência durante o verão, permanece estacionada durantes dias seguidos e descarrega sua umidade sobre amplas áreas do Sudeste e Centro-Oeste, provocando enchentes, inundações e deslizamentos. Na Região Sul, a sucessão de dias quentes e secos provoca os chamados veranicos.
  • 64.
  • 65. Bioma – unidade biológica ou espaço geográfico cujas características são definidas pelo macroclima, a fitofisionomia, o solo e a altitude, com certo nível de homogeneidade entre si; a vegetação é o componente mais importante do bioma.
  • 66.
  • 67. Bioma Amazônia – maior bioma brasileiro; corresponde há mais de 40% do território do país; abrange áreas dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins; domínio do clima Equatorial e da Floresta Amazônica; abriga a maior biodiversidade do planeta; grande quantidade de rios, com destaque para o rio Amazonas e seus afluentes.
  • 68.
  • 69.
  • 70. Domínio Amazônico – além do Brasil, abrange áreas de mais oito países: Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Bolívia, Peru e Equador; possui um solo bastante pobre em nutrientes, dependendo basicamente da serrapilheira (também chamada de manta morta ou liteira, é a camada do solo formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta); cerca de 16% desse bioma já sofreu a alteração antrópica; os principais motivos que estão provocando a sua destruição são a expansão da fronteira agrícola, a pecuária extensiva, a extração ilegal de madeira, as queimadas e os garimpos; intensos conflitos entre posseiros, grileiros, garimpeiros, madeireiros e indígenas; os povos da floresta são os principais responsáveis pela manutenção da vida por meio do desenvolvimento sustentável.
  • 71.
  • 72. Domínio do Cerrado – ocupa a parte central do Brasil, abrangendo terras nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Tocantins, Maranhão, Piauí e Roraima, em áreas dominadas por chapadas; conhecido como “savana brasileira”; apresenta duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno seco; nesse bioma estão localizados os principais divisores de água do país; a vegetação possui casca grossa, troncos retorcidos e raízes profundas; o solo é bastante ácido, necessitando a realização do processo de calagem para que o mesmo se torne produtivo; nesse bioma está localizado a principal área de fronteira agrícola do país; a produção agrícola, o corte da vegetação para a produção de carvão vegetal, as queimadas e o garimpo são os principais responsáveis pela destruição desse ecossistema.
  • 73.
  • 74.
  • 75. Pradarias – bioma conhecido como Pampa ou Campanha Gaúcha; ocupa grande parte do território do Rio Grande do Sul, do norte da Argentina e de grande parte do Uruguai; marcada pela presença de espécies herbáceas e de um relevo com ondulações suaves, chamado de coxilha; os solos bastante férteis, o relevo plano e o clima ameno e úmido, favoreceram o desenvolvimento da pecuária e dos cultivos de arroz, trigo e soja; o manejo inadequado do solo tem provocado o desaparecimento da vegetação original e o surgimento do processo de arenização do solo.
  • 76.
  • 77.
  • 78. Pantanal – estende-se por cerca de 140 mil km², entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, em áreas sujeitas à inundação; confluência de várias províncias biogeográficas (Cerrado, Amazônia, Mata Atlântica e Chaco); esse bioma vem sofrendo vários problemas ambientais, principalmente devido à ocupação das regiões mais altas, onde estão as nascentes dos rios que cortam esse bioma; a agricultura e a pecuária extensiva vem provocando a erosão dos solos, o assoreamento e a contaminação do lençol freático e dos rios pelos agrotóxicos e pelos garimpos ilegais.
  • 79.
  • 80.
  • 81. Domínio da Caatinga – localizado na região do Sertão nordestino; abrange áreas de todos os estados do Nordeste (exceto o Maranhão) e o Norte de Minas Gerais; área do “Polígono das Secas”; vegetação xerófila adaptada ao clima semiárido; solo raso e pedregoso, com ocorrência de secas sazonais e periódicas e baixa infiltração das águas pluviais no solo; predomínio de arbustos caducifólios e espinhosos com raízes profundas e de rios intermitentes ou temporários; relevo formado em sua maior parte por planaltos antigos e desgastados e de depressões com a presença de inselbergues; nas áreas mais elevadas surgem os brejos de altitude; a pecuária extensiva é a principal atividade econômica desse bioma; cerca de 50% de sua área já foi degradada por causa da retirada da lenha para abastecer os fornos das cerâmicas e das padarias, formando o processo de desertificação.
  • 82.
  • 83.
  • 84. Mata Atlântica – primeira área a ser ocupada pelos colonizadores europeus; sua área original ia do Rio Grande do Sul até o litoral do Rio Grande do Norte, com mais de 1 milhão de km²; é uma floresta pluvial tropical e um dos biomas mais importantes para a preservação da biodiversidade, consequentemente é o mais ameaçado, restando apenas um pouco mais de 7% de sua cobertura original; dentre os motivos que estão levando a sua destruição estão a agricultura, a expansão urbana e a exploração madeireira; divide-se em várias partes: floresta ombrófila, floresta estacional, mangues, restingas e campos de altitude.
  • 85.
  • 86. Floresta estacional – vegetação perenifólia com a presença de árvores caducifólias; adaptada a ambientes quentes com uma estação chuvosa e outra seca; compreende a maior parte do litoral do Nordeste.
  • 87.
  • 88. Mangue – ecossistema costeiro de transição entre os ambientes terrestre e marinho, em áreas de encontro dos rios com o mar; solo úmido, salgado, lodoso, pobre em oxigênio e muito rico em nutrientes; grande quantidade de matéria orgânica em decomposição, servindo de alimentos para uma grande cadeia alimentar; habitat de uma grande variedade de espécies animais; predomínio de plantas halófilas com raízes suporte; desempenham um importante papel no transporte de matéria orgânica para os estuários dos rios; a expansão urbana, a exploração madeireira e a criação de camarão em cativeiro são as principais ameaças a esse ecossistema.
  • 89.
  • 90. Restingas – terreno arenoso e salino localizado próximo ao mar e coberto por plantas herbáceas; exerce um importante papel de filtração da água das chuvas, impedindo o risco de enchentes; a vegetação impede a expansão das dunas móveis e a erosão do solo; área de desova e incubação de várias espécies marinhas e aves.
  • 91.
  • 92. ACESSE: http://professormarcianodantas.blogspot.com.br “A vida é tão preciosa para uma criatura muda quanto é para o homem. Assim como ele busca a felicidade e teme a dor, assim como ele quer viver e não morrer, todas as outras criaturas anseiam o mesmo”. Dalai Lama Pesquisa Google: domínios morfoclimáticos – Professor Marciano Dantas