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Aula 3 -

Clima e relevo mundiais

A ONU decretou o ano de 2008 como o Ano
Internacional do Planeta Terra ... Por que será ?

Qual é a importância de um ano dedicado
ao Planeta Terra?

Qual é a importância do clima da Terra em
nossas vidas?

Como o relevo terrestre interfere em nosso
ritmo de vida?

Para responder a essas perguntas, observaremos detalhes
sobre a Terra ...
Observe os diversos climas da Terra
Tempo e clima
O que é clima?
É a sucessão dos estados de tempo.

Qual a diferença entre tempo e clima?
Tempo e o clima são conceitos usados em Meteorologia para se entender o
comportamento da atmosfera em diferentes "intervalos de tempo".
O tempo em uma determinada região do planeta, pode ser considerado como
a soma da ação de diversas variáveis atmosféricas (por exemplo: chuva, sol e
vento) num limitado e curto período.
O clima de uma região é o comportamento médio da atmosfera por um longo
período de tempo, que podem ser meses ou anos.
Qual é a influência do clima em nossas vidas?
A cada dia que passa, a influência do clima se expande mais , pois a economia
gira em torno de situações climáticas, e nós somos muito dependentes dela.
Por que existem tantos climas na Terra?...

Observe as zonas climáticas:

Zonas climáticas da Terra são
áreas diferenciadas do planeta
que, graças ao movimento da
Terra, são expostas ao calor do
Sol de tal forma que não recebem
a mesma proporção de radiação
solar. Isso leva à ocorrência de
três grandes zonas climáticas no
globo terrestre - a zona
intertropical ou tropical, as zonas
temperadas e as glaciais ou
polares.
A zona intertropical ou zona tropical é limitada pelos trópicos de Câncer e de Capricórnio.
Abrange as regiões atingidas mais diretamente pelos raios solares durante o ano todo, sendo,
por isso, a faixa mais quente e iluminada do planeta.
As zonas temperadas localizam-se entre os trópicos e os círculos polares. Como recebem os
raios de sol mais inclinados, são menos aquecidas e iluminadas. Nessas zonas, as quatro
estações do ano são facilmente percebidas, pois cada uma apresenta características que as
diferenciam nitidamente umas das outras.
As zonas polares ou glaciais situam-se nos extremos Norte e Sul da Terra e são limitadas
pelos círculos polares Ártico e Antártico. Estas zonas recebem os raios solares muito
inclinados, insuficientes para aquecê-las, e, por esse motivo, são muito frias, ocorrendo nelas a
formação de grandes geleiras.
As zonas climáticas e o movimento da Terra em torno do sol
As estações do ano são diferentes
no hemisfério Norte e Sul devido
ao movimento de translação da
Terra:
Fatores que interferem no clima:
Cada região tem seu próprio clima, isto porque os fatores climáticos modificam os elementos
do clima. Os fatores climáticos são:
 - Latitude
 Quanto mais nos afastarmos do Equador, menor a temperatura. A Terra é iluminada pelos raios solares com 
diferentes inclinações. Quanto mais longe do Equador, a incidência de luz solar é menor.
 - Altitude
 Quanto mais alto estivermos, menor será a temperatura. Isto porque o ar se torna rarefeito, ou seja, a 
concentração de gases e de umidade, à medida que aumenta a altitude, é menor, o que vai reduzir a retenção 
de calor nas camadas mais elevadas da atmosfera. Há também o fato de o oceano ou continente irradiar a luz 
solar para a atmosfera, ou seja, quanto maior a altitude, menos intensa será a irradiação.
 - Massas de ar
 Apresentam características particulares da região em que se originaram, como temperatura, pressão e 
umidade, e se deslocam pela superfície terrestre. As massas podem ser polares, tropicais ou equatoriais.
  - Continentalidade / maritimidade
 A proximidade de grandes quantidades de água exerce influência na temperatura. A água demora a se aquecer, 
enquanto os continentes se aquecem rapidamente. Por outro lado, ao contrário dos continentes, a água demora 
irradiar a energia absorvida. Por isso, o hemisfério Norte tem invernos mais rigorosos e verões mais quentes, 
devido à quantidade de terras emersas ser maior, ou seja, sofrer influência da continentalidade.
 - Correntes Marítimas
 São massas de água que circulam pelo oceano. Tem suas próprias condições de temperatura e pressão. Tem 
grande influência sobre o clima. As correntes quentes do Brasil determinam muita umidade, pois a ela estão 
associadas massas de ar quente e úmido que provocam grande quantidade de chuva.
 - Relevo
 O relevo pode facilitar ou dificultar as circulações das massas de ar, influindo na temperatura. No Brasil, por 
exemplo, as serras no Centro-Sul do país formam uma “passagem” que facilita a circulação da massa polar 
atlântica e dificulta a da massa tropical atlântica.
 - Vegetação
 A vegetação impede a incidência total dos rios solares na superfície. Por isso, com o desmatamento, há 
diminuição de chuvas, visto que a umidade diminui e a temperatura aumenta na região.
O vento é o ar em movimento e resulta 
do deslocamento de massas de ar, 
derivado dos efeitos das diferenças de 
pressão atmosférica entre duas regiões 
distintas.
Ao deslocarem-se (das altas para as 
baixas pressões), os ventos são 
desviados da sua trajetória. Chama-se a 
este desvio o Efeito de Coriólis. Se os 
ventos se deslocarem no hemisfério 
Norte, sofrem um desvio para a direita. 
Se os ventos se deslocarem no 
hemisfério Sul, sofrem um desvio para a 
esquerda. 
Ventos constantes: Alíseos e contra alíseos
Os ventos podem ser diferenciados em constantes, como os alíseos e
os contra-alíseos, e os periódicos, como as monções e as brisas,
também chamadas de ventos diários:
Constantes:  Alíseos e contra-alíseos
Os ventos alíseos ocorrem durante todo o ano nas regiões tropicais e são o 
resultado da ascensão de massas de ar que convergem de zonas de alta pressão 
anticiclonais, para zonas de baixa pressão ciclonais no Equador, formando um 
ciclo. São ventos úmidos, provocando chuvas nos locais onde convergem. Por 
essa razão, a zona equatorial é a região mais úmida da Terra
Os contra-alíseos são ventos secos e os responsáveis pelas calmarias tropicais 
secas que geralmente ocorrem ao longo dos trópicos.
Os maiores desertos da Terra encontram-se junto a essas zonas atravessadas 
pelos trópicos.
Ventos periódicos: Monções
As monções são causadas devido à terra se aquecer e 
resfriar mais rapidamente que a água. No verão, o 
continente está mais quente que a água do mar, o ar 
quente que está sobre a terra tende a subir. Isso cria 
uma área de baixa pressão atmosférica, que por sua 
vez, produz um vento constante que sopra do mar para 
terra. A chuva associada ao fenômeno é causada pelos 
ventos úmidos que sopram do mar, que ao atingir as 
montanhas, resfria e provoca sua condensação. 
 

Durante o inverno, a terra se arrefece rapidamente, mas a água do mar retêm o calor por 
mais tempo. Ao subir, o ar quente sobre o oceano forma uma zona de baixa pressão e 
produz uma brisa que sopra da terra para o mar.
Ventos periódicos: brisas
Ventos periódicos ou diários: Brisas

As brisas são exemplos simples dos efeitos da temperatura no mar e na terra. O Sol aquece a 
água de maneira desigual. Sobre os mares e lagos, a maior parte da energia é consumida na 
evaporação ou é absorvida pela água. O ar não é muito aquecido. 
A terra, no entanto, absorve metade do calor que a água absorve, porém evapora menos. 
Assim, o ar sobre a terra recebe mais calor do que o ar sobre a água.
O ar aquecido expande e fica mais leve. Isso começa a acontecer logo após o nascer do sol. 
O ar sobre o mar não se esquenta rapidamente e permanece mais pesado do que o ar da 
terra. Como é mais pesado, começa a fazer pressão sobre o ar mais leve da terra e, assim, 
ocorre a brisa.
À noite ocorre o inverso. O ar da terra esfria mais rapidamente e, durante um certo tempo, a 
brisa sopra em direção do mar.
Ventos perigosos...
Ciclone: é o nome genérico para ventos circulares como tufão,
furacão, tornado e willy-willy. Caracteriza-se por uma
tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou
subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta
velocidade de rotação. Os ventos os superam 50 km/h.

Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 108
km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe
(oceano Atlântico) ou nos EUA. Os ventos precisam ter mais de 119
km/h para uma tempestade ser considerada um furacão. Giram no
sentido horário (no hemisfério Sul) ou anti-horário (no hemisfério
Norte), e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se
assemelha a uma parabólica.

Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul
da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho
e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região
equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar
da China e atingem o Leste Asiático.
Ventos perigosos...
Tornado : é o mais forte dos fenômenos
meteorológicos, menor e mais intenso que os
demais tipos de ciclone. Com alto poder de
destruição, atinge até 490 km/h de velocidade no
centro do cone. Produz fortes redemoinhos e eleva
poeira. Forma-se entre 10 e 30 minutos e tem, no
máximo, 10 km de diâmetro. O tornado é menor e
em geral mais breve que o furacão, e ocorre em
zonas temperadas do hemisfério Norte.

Willy-willy : nome que os
ciclones recebem na Austrália e
demais países do sul da
Oceania.
Classificação dos climas
Clima Temperado Mediterrânico
temperados

Este clima situa-se entre as latitudes de 30º e 40º.O clima mediterrânico é o único onde a
estação fria está associada à estação das chuvas. Os invernos são caracterizados por
temperaturas amenas, devido às correntes marítimas quentes. É no inverno que conseguimos
observar algum índice de precipitação, sendo que no verão a precipitação é quase nula. Os
verões são quentes e secos, devido aos centros barométricos de alta pressão. Nas áreas
costeiras os verões são mais frescos devido às correntes frias do oceano.
Clima Temperado Marítimo
Os Climas temperados marítimos situam-se entre as latitudes de 45º e 55º. Estão,
normalmente, ao lado dos climas mediterrânicos. No entanto, na Austrália, encontra-se ao
lado do subtropical úmido e a uma latitude mais baixa. Estes climas são dominantes ao longo
do ano. Os verões são frescos e nublados. Os invernos são amenos, ao contrário de outros
climas, a uma latitude semelhante.
Temperado Subártico Tal clima acontece mais perto dos pólos que os climas temperados
marítimos e está limitado ou a estreitos litorais da parte ocidental dos continentes, ou a ilhas
de tais litorais, especialmente no hemisfério Norte.
Clima Temperado Continental
Este clima é próprio das regiões do interior dos continentes em latitudes superiores a 45º. Se
caracteriza por uma relativa escassez de chuvas, sobretudo no inverno, devido à distância
que as separa das áreas de influência marítima, e por uma notável amplitude térmica
estacional, com as temperaturas de verão bastante altas que contrastam fortemente com os
invernos muito frios. A temperatura média anual é inferior a 10 ºC.
Características dos climas quentes
Clima tropical
É considerado como transição entre o clima equatorial e o desértico. Apresenta temperatura
elevada o ano inteiro. Tem duas estações bem definidas: verão, em que ocorre as chuvas, e
inverno, ameno e seco.
Clima equatorial
Ocorre na zona climática mais quente do planeta, faixa Equatorial.
A temperatura média anual é superior a 24°C. As chuvas são abundantes, cerca de 2000mm,
com pequena amplitude entre o dia e a noite.
Clima subtropical
Ocorre entre os climas tropicais e temperados. Apresentam chuvas abundantes, verões
quentes e invernos frios. É característico das médias latitudes.
Clima desértico
Os desertos possuem baixo índice pluviométrico, cerca de 250mm por ano. É comum uma
temperatura acima de 42°C durante o dia, mas à noite pode chegar a menos de 0°C,
principalmente no inverno.
Algumas áreas de desertos são: África do Norte (Saara) e Ásia Ocidental (Arábia).
Clima semi-árido
Apresenta poucas chuvas, sendo mal distribuídas durante o ano. São climas de transição,
encontrados tanto em regiões tropicais como em zonas temperadas.
Noções de tectônica de placas
A idéia da deriva continental foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener,
em 1912, que propôs a teoria, com base nas formas dos continentes de cada
lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar.
A teoria explicava bem a distribuição dos fósseis, o ajuste das linha de costa e as
dramáticas mudanças nos climas observadas em ambos os continentes.
Explicava também a presença de sedimentos de origem glacial em locais onde
hoje temos desertos, no caso da África.

A pergunta fundamental que Wegener não conseguiu responder
foi: “que tipo de força conseguiria mover tão grandes massas em
tão grandes distâncias?”
A deriva continental e os atuais continentes...

Atualmente, existem seis continentes, sendo eles: América, África, Ásia, Oceania,
Europa e Antártica. A teoria de Wegener propunha a existência de uma única massa
continental chamada Pangéia, que começou a se dividir a 200 milhões de anos atrás.
Esta idéia foi complementada na época por Alexander Du Toit, professor sul-africano de
Geologia, que postulou que primeiro a Pangéia se separou em duas grandes massas
continentais: Laurásia ao Norte e Gondwana no Sul. Posteriormente, estas duas massas
teriam se dividido em unidades menores e constituído os continentes atuais e as
diversas placas tectônicas, que se movimentam em diferentes direções.
Formação do relevo
O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes que são responsáveis
pela sua formação, desgaste e modelagem. Alguns agentes são internos, e outros
externos. Os principais são:
Agentes internos: vulcanismo, tectonismo, abalos sísmicos.
Agentes externos: intemperismos, erosões e ações dos seres vivos
Agentes responsáveis pela formação e transformação do relevo terrestre

Agentes internos
O vulcanismo ocorre em
formações geológicas
diversas, mas quase sempre
em regiões de contato entre
as placas rígidas que compõem a litosfera.
Por vulcanismo entendem-se os vários processos
e fenômenos associados ao derrame superficial
de rocha fundida – lava – ou de água quente e
vapor.
Tectonismo é o movimento das placas tectônicas
que submete as rochas da litosfera a esforços de
compressão ou de tracionamento, fazendo com
que se deformem ou mesmo com que se
rompam. Os maiores terremotos acontecem onde
as forças de compressão atuam com mais
intensidade: as zonas de subducção. Nelas, as
bordas das placas se chocam e uma placa
mergulha sob a outra, arrastando-se contra ela. O
terremoto de 26 de dezembro de 2004 ocorreu
numa zona de subducção.

Agentes externos

Intemperismo é o processo pelo qual as rochas
da superfície terrestre são alteradas ou levadas a
se desintegrar pela ação do vento, da água, do
clima, ou ainda, por reações químicas ou
biológicas. Pode-se dividir o intemperismo em três
formas:
Intemperismo mecânico ou físico , químico e
biológico.
Erosão é o desgaste do
solo através do transporte
de material ou substâncias
fragmentadas de um local
para outro.
As principais formas de relevo da Terra...
2008 - Ano Internacional do Planeta Terra
O programa de atividades previsto para assinalar o Ano Internacional do
Planeta Terra prende-se essencialmente aos seguintes objetivos:
1. Demonstrar que existem novas e atrativas formas de as novas
gerações, através dos avanços das ciências da Terra, encararem os
difíceis desafios que vão encontrar para poder tornar este planeta mais
seguro e próspero;
2. Reduzir os riscos para a sociedade de acidentes naturais originados
por causas humanas;
3. Reduzir os problemas de saúde, através da promoção de maiores e
mais aprofundados conhecimentos acerca dos aspectos médicos das
ciências da Terra;
4. Descobrir novos recursos naturais.
Vamos participar de uma forma decisiva dessa
empreitada...

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  • 1. Aula 3 - Clima e relevo mundiais A ONU decretou o ano de 2008 como o Ano Internacional do Planeta Terra ... Por que será ? Qual é a importância de um ano dedicado ao Planeta Terra? Qual é a importância do clima da Terra em nossas vidas? Como o relevo terrestre interfere em nosso ritmo de vida? Para responder a essas perguntas, observaremos detalhes sobre a Terra ...
  • 2. Observe os diversos climas da Terra
  • 3. Tempo e clima O que é clima? É a sucessão dos estados de tempo. Qual a diferença entre tempo e clima? Tempo e o clima são conceitos usados em Meteorologia para se entender o comportamento da atmosfera em diferentes "intervalos de tempo". O tempo em uma determinada região do planeta, pode ser considerado como a soma da ação de diversas variáveis atmosféricas (por exemplo: chuva, sol e vento) num limitado e curto período. O clima de uma região é o comportamento médio da atmosfera por um longo período de tempo, que podem ser meses ou anos. Qual é a influência do clima em nossas vidas? A cada dia que passa, a influência do clima se expande mais , pois a economia gira em torno de situações climáticas, e nós somos muito dependentes dela.
  • 4. Por que existem tantos climas na Terra?... Observe as zonas climáticas: Zonas climáticas da Terra são áreas diferenciadas do planeta que, graças ao movimento da Terra, são expostas ao calor do Sol de tal forma que não recebem a mesma proporção de radiação solar. Isso leva à ocorrência de três grandes zonas climáticas no globo terrestre - a zona intertropical ou tropical, as zonas temperadas e as glaciais ou polares. A zona intertropical ou zona tropical é limitada pelos trópicos de Câncer e de Capricórnio. Abrange as regiões atingidas mais diretamente pelos raios solares durante o ano todo, sendo, por isso, a faixa mais quente e iluminada do planeta. As zonas temperadas localizam-se entre os trópicos e os círculos polares. Como recebem os raios de sol mais inclinados, são menos aquecidas e iluminadas. Nessas zonas, as quatro estações do ano são facilmente percebidas, pois cada uma apresenta características que as diferenciam nitidamente umas das outras. As zonas polares ou glaciais situam-se nos extremos Norte e Sul da Terra e são limitadas pelos círculos polares Ártico e Antártico. Estas zonas recebem os raios solares muito inclinados, insuficientes para aquecê-las, e, por esse motivo, são muito frias, ocorrendo nelas a formação de grandes geleiras.
  • 5. As zonas climáticas e o movimento da Terra em torno do sol As estações do ano são diferentes no hemisfério Norte e Sul devido ao movimento de translação da Terra:
  • 6. Fatores que interferem no clima: Cada região tem seu próprio clima, isto porque os fatores climáticos modificam os elementos do clima. Os fatores climáticos são:  - Latitude  Quanto mais nos afastarmos do Equador, menor a temperatura. A Terra é iluminada pelos raios solares com  diferentes inclinações. Quanto mais longe do Equador, a incidência de luz solar é menor.  - Altitude  Quanto mais alto estivermos, menor será a temperatura. Isto porque o ar se torna rarefeito, ou seja, a  concentração de gases e de umidade, à medida que aumenta a altitude, é menor, o que vai reduzir a retenção  de calor nas camadas mais elevadas da atmosfera. Há também o fato de o oceano ou continente irradiar a luz  solar para a atmosfera, ou seja, quanto maior a altitude, menos intensa será a irradiação.  - Massas de ar  Apresentam características particulares da região em que se originaram, como temperatura, pressão e  umidade, e se deslocam pela superfície terrestre. As massas podem ser polares, tropicais ou equatoriais.   - Continentalidade / maritimidade  A proximidade de grandes quantidades de água exerce influência na temperatura. A água demora a se aquecer,  enquanto os continentes se aquecem rapidamente. Por outro lado, ao contrário dos continentes, a água demora  irradiar a energia absorvida. Por isso, o hemisfério Norte tem invernos mais rigorosos e verões mais quentes,  devido à quantidade de terras emersas ser maior, ou seja, sofrer influência da continentalidade.  - Correntes Marítimas  São massas de água que circulam pelo oceano. Tem suas próprias condições de temperatura e pressão. Tem  grande influência sobre o clima. As correntes quentes do Brasil determinam muita umidade, pois a ela estão  associadas massas de ar quente e úmido que provocam grande quantidade de chuva.  - Relevo  O relevo pode facilitar ou dificultar as circulações das massas de ar, influindo na temperatura. No Brasil, por  exemplo, as serras no Centro-Sul do país formam uma “passagem” que facilita a circulação da massa polar  atlântica e dificulta a da massa tropical atlântica.  - Vegetação  A vegetação impede a incidência total dos rios solares na superfície. Por isso, com o desmatamento, há  diminuição de chuvas, visto que a umidade diminui e a temperatura aumenta na região.
  • 8. Ventos constantes: Alíseos e contra alíseos Os ventos podem ser diferenciados em constantes, como os alíseos e os contra-alíseos, e os periódicos, como as monções e as brisas, também chamadas de ventos diários: Constantes:  Alíseos e contra-alíseos Os ventos alíseos ocorrem durante todo o ano nas regiões tropicais e são o  resultado da ascensão de massas de ar que convergem de zonas de alta pressão  anticiclonais, para zonas de baixa pressão ciclonais no Equador, formando um  ciclo. São ventos úmidos, provocando chuvas nos locais onde convergem. Por  essa razão, a zona equatorial é a região mais úmida da Terra Os contra-alíseos são ventos secos e os responsáveis pelas calmarias tropicais  secas que geralmente ocorrem ao longo dos trópicos. Os maiores desertos da Terra encontram-se junto a essas zonas atravessadas  pelos trópicos.
  • 9. Ventos periódicos: Monções As monções são causadas devido à terra se aquecer e  resfriar mais rapidamente que a água. No verão, o  continente está mais quente que a água do mar, o ar  quente que está sobre a terra tende a subir. Isso cria  uma área de baixa pressão atmosférica, que por sua  vez, produz um vento constante que sopra do mar para  terra. A chuva associada ao fenômeno é causada pelos  ventos úmidos que sopram do mar, que ao atingir as  montanhas, resfria e provoca sua condensação.    Durante o inverno, a terra se arrefece rapidamente, mas a água do mar retêm o calor por  mais tempo. Ao subir, o ar quente sobre o oceano forma uma zona de baixa pressão e  produz uma brisa que sopra da terra para o mar.
  • 10. Ventos periódicos: brisas Ventos periódicos ou diários: Brisas As brisas são exemplos simples dos efeitos da temperatura no mar e na terra. O Sol aquece a  água de maneira desigual. Sobre os mares e lagos, a maior parte da energia é consumida na  evaporação ou é absorvida pela água. O ar não é muito aquecido.  A terra, no entanto, absorve metade do calor que a água absorve, porém evapora menos.  Assim, o ar sobre a terra recebe mais calor do que o ar sobre a água. O ar aquecido expande e fica mais leve. Isso começa a acontecer logo após o nascer do sol.  O ar sobre o mar não se esquenta rapidamente e permanece mais pesado do que o ar da  terra. Como é mais pesado, começa a fazer pressão sobre o ar mais leve da terra e, assim,  ocorre a brisa. À noite ocorre o inverso. O ar da terra esfria mais rapidamente e, durante um certo tempo, a  brisa sopra em direção do mar.
  • 11. Ventos perigosos... Ciclone: é o nome genérico para ventos circulares como tufão, furacão, tornado e willy-willy. Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Os ventos os superam 50 km/h. Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 108 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos EUA. Os ventos precisam ter mais de 119 km/h para uma tempestade ser considerada um furacão. Giram no sentido horário (no hemisfério Sul) ou anti-horário (no hemisfério Norte), e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica. Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o Leste Asiático.
  • 12. Ventos perigosos... Tornado : é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais tipos de ciclone. Com alto poder de destruição, atinge até 490 km/h de velocidade no centro do cone. Produz fortes redemoinhos e eleva poeira. Forma-se entre 10 e 30 minutos e tem, no máximo, 10 km de diâmetro. O tornado é menor e em geral mais breve que o furacão, e ocorre em zonas temperadas do hemisfério Norte. Willy-willy : nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania.
  • 13. Classificação dos climas Clima Temperado Mediterrânico temperados Este clima situa-se entre as latitudes de 30º e 40º.O clima mediterrânico é o único onde a estação fria está associada à estação das chuvas. Os invernos são caracterizados por temperaturas amenas, devido às correntes marítimas quentes. É no inverno que conseguimos observar algum índice de precipitação, sendo que no verão a precipitação é quase nula. Os verões são quentes e secos, devido aos centros barométricos de alta pressão. Nas áreas costeiras os verões são mais frescos devido às correntes frias do oceano. Clima Temperado Marítimo Os Climas temperados marítimos situam-se entre as latitudes de 45º e 55º. Estão, normalmente, ao lado dos climas mediterrânicos. No entanto, na Austrália, encontra-se ao lado do subtropical úmido e a uma latitude mais baixa. Estes climas são dominantes ao longo do ano. Os verões são frescos e nublados. Os invernos são amenos, ao contrário de outros climas, a uma latitude semelhante. Temperado Subártico Tal clima acontece mais perto dos pólos que os climas temperados marítimos e está limitado ou a estreitos litorais da parte ocidental dos continentes, ou a ilhas de tais litorais, especialmente no hemisfério Norte. Clima Temperado Continental Este clima é próprio das regiões do interior dos continentes em latitudes superiores a 45º. Se caracteriza por uma relativa escassez de chuvas, sobretudo no inverno, devido à distância que as separa das áreas de influência marítima, e por uma notável amplitude térmica estacional, com as temperaturas de verão bastante altas que contrastam fortemente com os invernos muito frios. A temperatura média anual é inferior a 10 ºC.
  • 14. Características dos climas quentes Clima tropical É considerado como transição entre o clima equatorial e o desértico. Apresenta temperatura elevada o ano inteiro. Tem duas estações bem definidas: verão, em que ocorre as chuvas, e inverno, ameno e seco. Clima equatorial Ocorre na zona climática mais quente do planeta, faixa Equatorial. A temperatura média anual é superior a 24°C. As chuvas são abundantes, cerca de 2000mm, com pequena amplitude entre o dia e a noite. Clima subtropical Ocorre entre os climas tropicais e temperados. Apresentam chuvas abundantes, verões quentes e invernos frios. É característico das médias latitudes. Clima desértico Os desertos possuem baixo índice pluviométrico, cerca de 250mm por ano. É comum uma temperatura acima de 42°C durante o dia, mas à noite pode chegar a menos de 0°C, principalmente no inverno. Algumas áreas de desertos são: África do Norte (Saara) e Ásia Ocidental (Arábia). Clima semi-árido Apresenta poucas chuvas, sendo mal distribuídas durante o ano. São climas de transição, encontrados tanto em regiões tropicais como em zonas temperadas.
  • 15. Noções de tectônica de placas A idéia da deriva continental foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener, em 1912, que propôs a teoria, com base nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar. A teoria explicava bem a distribuição dos fósseis, o ajuste das linha de costa e as dramáticas mudanças nos climas observadas em ambos os continentes. Explicava também a presença de sedimentos de origem glacial em locais onde hoje temos desertos, no caso da África. A pergunta fundamental que Wegener não conseguiu responder foi: “que tipo de força conseguiria mover tão grandes massas em tão grandes distâncias?”
  • 16. A deriva continental e os atuais continentes... Atualmente, existem seis continentes, sendo eles: América, África, Ásia, Oceania, Europa e Antártica. A teoria de Wegener propunha a existência de uma única massa continental chamada Pangéia, que começou a se dividir a 200 milhões de anos atrás. Esta idéia foi complementada na época por Alexander Du Toit, professor sul-africano de Geologia, que postulou que primeiro a Pangéia se separou em duas grandes massas continentais: Laurásia ao Norte e Gondwana no Sul. Posteriormente, estas duas massas teriam se dividido em unidades menores e constituído os continentes atuais e as diversas placas tectônicas, que se movimentam em diferentes direções.
  • 17. Formação do relevo O relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. Alguns agentes são internos, e outros externos. Os principais são: Agentes internos: vulcanismo, tectonismo, abalos sísmicos. Agentes externos: intemperismos, erosões e ações dos seres vivos
  • 18. Agentes responsáveis pela formação e transformação do relevo terrestre Agentes internos O vulcanismo ocorre em formações geológicas diversas, mas quase sempre em regiões de contato entre as placas rígidas que compõem a litosfera. Por vulcanismo entendem-se os vários processos e fenômenos associados ao derrame superficial de rocha fundida – lava – ou de água quente e vapor. Tectonismo é o movimento das placas tectônicas que submete as rochas da litosfera a esforços de compressão ou de tracionamento, fazendo com que se deformem ou mesmo com que se rompam. Os maiores terremotos acontecem onde as forças de compressão atuam com mais intensidade: as zonas de subducção. Nelas, as bordas das placas se chocam e uma placa mergulha sob a outra, arrastando-se contra ela. O terremoto de 26 de dezembro de 2004 ocorreu numa zona de subducção. Agentes externos Intemperismo é o processo pelo qual as rochas da superfície terrestre são alteradas ou levadas a se desintegrar pela ação do vento, da água, do clima, ou ainda, por reações químicas ou biológicas. Pode-se dividir o intemperismo em três formas: Intemperismo mecânico ou físico , químico e biológico. Erosão é o desgaste do solo através do transporte de material ou substâncias fragmentadas de um local para outro.
  • 19. As principais formas de relevo da Terra...
  • 20. 2008 - Ano Internacional do Planeta Terra O programa de atividades previsto para assinalar o Ano Internacional do Planeta Terra prende-se essencialmente aos seguintes objetivos: 1. Demonstrar que existem novas e atrativas formas de as novas gerações, através dos avanços das ciências da Terra, encararem os difíceis desafios que vão encontrar para poder tornar este planeta mais seguro e próspero; 2. Reduzir os riscos para a sociedade de acidentes naturais originados por causas humanas; 3. Reduzir os problemas de saúde, através da promoção de maiores e mais aprofundados conhecimentos acerca dos aspectos médicos das ciências da Terra; 4. Descobrir novos recursos naturais. Vamos participar de uma forma decisiva dessa empreitada...