Case prático: filiação e
credenciamento da
IMED
BUSINESS SCHOOL
• 2013 – Credenciamento ANAMBA;
• 2016 - filiação na EFMD;
• 2018 – rumo a EDAF
Por que se filiar?
MOTIVOS E ESTRATÉGIAS
• Pioneirismo no Sul do Brasil;
• Excelência acadêmica e inovação;
• Posicionamento de mercado;
• Modelo de Escola de negócios;
• Atestar a qualidade do programa - auditoria;
MISSÃO DA ANAMBA
Contribuir para a
excelência no mercado de
cursos de Master of
Business Administration –
MBA no Brasil,
desenvolvendo
parâmetros de qualidade
que norteiem sua
estruturação e oferta.
MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL
BUSINESS SCHOOL
Padrão Brasil (390h) X Padrão Global (490h);
O processo
• Padrão Brasil - proporcionalmente equivalente ao das
acreditações internacionais, e adequado a realidade
local;
• Fomenta:
- alinhamento interno entre os departamentos
- organização documental
- reflexão sobre seus processos e valores (auto-conhecimento)
- gera um processo de consultoria
- prepara para galgar padrões mais elevados (global);
O que se verifica?
• história, evolução e diferenciais da instituição;
• missão, visão, valores;
• política para a garantia da qualidade;
• governança da instituição;
• atividades desenvolvidas, linhas de pesquisa e
centros/programas institucionais;
• modelos de certificados;
O que se verifica?
• outras avaliações e rankings referentes à IES e ao curso;
• estrutura e infraestrutura da IES;
• estrutura do curso: público-alvo, objetivos, seleção, carga
horária e grade curricular, sistemas de avaliação;
• corpo docente: qualificação, participação, produção,
sistemas de avaliação;
Depois do processo
• interação com outras IES;
• networking que fortalece a educação de qualidade;
• acompanhamento contínuo da qualidade;
• possibilidade de parcerias;
O que aprendemos?
• Padrões de qualidade da EFMD e ANAMBA servem de
parâmetros (PPC, PDI, e Planejamento Estratégico -BSC;
• Networking para internacionalização (Iseg e IAE
Austral);
• Reestruturando a Escola – 10 Cap. EDAF;
• Tempo e Recursos financeiros – EDAF;
O que pecamos?
• Acelerar o processo;
• Subestimar a crise econômica;
• Falha ao ler o mercado;
• Profissionalização;
Desafios Externos
• Desconhecimento do mercado sobre
certificação;
• IES nova X Universidades tradicionais;
• Aspectos culturais;
• Tamanho do mercado local;
OBRIGADA!
ALESSANDRA COSTENARO MACIEL
alessandra.costenaro@imed.edu.br
comunicacao@anamba.com.br

Case prático: filiação e credenciamento da IMED

  • 1.
    Case prático: filiaçãoe credenciamento da IMED
  • 3.
    BUSINESS SCHOOL • 2013– Credenciamento ANAMBA; • 2016 - filiação na EFMD; • 2018 – rumo a EDAF
  • 4.
    Por que sefiliar?
  • 5.
    MOTIVOS E ESTRATÉGIAS •Pioneirismo no Sul do Brasil; • Excelência acadêmica e inovação; • Posicionamento de mercado; • Modelo de Escola de negócios; • Atestar a qualidade do programa - auditoria;
  • 6.
    MISSÃO DA ANAMBA Contribuirpara a excelência no mercado de cursos de Master of Business Administration – MBA no Brasil, desenvolvendo parâmetros de qualidade que norteiem sua estruturação e oferta.
  • 7.
    MBA EM GESTÃOEMPRESARIAL BUSINESS SCHOOL Padrão Brasil (390h) X Padrão Global (490h);
  • 8.
    O processo • PadrãoBrasil - proporcionalmente equivalente ao das acreditações internacionais, e adequado a realidade local; • Fomenta: - alinhamento interno entre os departamentos - organização documental - reflexão sobre seus processos e valores (auto-conhecimento) - gera um processo de consultoria - prepara para galgar padrões mais elevados (global);
  • 9.
    O que severifica? • história, evolução e diferenciais da instituição; • missão, visão, valores; • política para a garantia da qualidade; • governança da instituição; • atividades desenvolvidas, linhas de pesquisa e centros/programas institucionais; • modelos de certificados;
  • 10.
    O que severifica? • outras avaliações e rankings referentes à IES e ao curso; • estrutura e infraestrutura da IES; • estrutura do curso: público-alvo, objetivos, seleção, carga horária e grade curricular, sistemas de avaliação; • corpo docente: qualificação, participação, produção, sistemas de avaliação;
  • 11.
    Depois do processo •interação com outras IES; • networking que fortalece a educação de qualidade; • acompanhamento contínuo da qualidade; • possibilidade de parcerias;
  • 12.
    O que aprendemos? •Padrões de qualidade da EFMD e ANAMBA servem de parâmetros (PPC, PDI, e Planejamento Estratégico -BSC; • Networking para internacionalização (Iseg e IAE Austral); • Reestruturando a Escola – 10 Cap. EDAF; • Tempo e Recursos financeiros – EDAF;
  • 13.
    O que pecamos? •Acelerar o processo; • Subestimar a crise econômica; • Falha ao ler o mercado; • Profissionalização;
  • 14.
    Desafios Externos • Desconhecimentodo mercado sobre certificação; • IES nova X Universidades tradicionais; • Aspectos culturais; • Tamanho do mercado local;
  • 15.