Memorial do ConventoJosé SaramagoE.B.2,3/ S Mestre Martins Correia GolegãAdriana Narciso 12ºA nº1Português2010/2011
CAPÍTULO XIIIPersonagens: Baltasar
 Blimunda
 Padre Bartolomeu Lourenço
 D. João VCAPÍTULO XIII Baltasar e Blimunda voltam para a quinta a pedido do padre Bartolomeu Lourenço e encontram a máquina voadora em mau estado e concordam em reconstruí-la quando o padre voltar, começando a preparar as coisas para a reconstrução;  Enquanto esperam por Bartolomeu Lourenço constroem uma forja (fornalha);  O padre Bartolomeu Lourenço volta durante pouco tempo e comunica-lhes que vai tentar voltar sempre que puder e pede-lhes para continuar a trabalhar;Resumo:
CAPÍTULO XIIIResumo: Baltasar deve trabalhar no forje e na máquina de voar usando o dinheiro que o padre lhe deixa para comprar o que for necessário e seguindo as instruções que vai recebendo dele;
 Blimunda deve continuar a recolher vontades porque são precisas pelo menos duas mil e aconselha-a a recolhê-las na procissão do Corpo de Deus;  Sublinha mais uma vez que devem manter tudo aquilo em segredo;CAPÍTULO XIIIResumo: Quando chega a altura da procissão Blimunda não pode recolher vontades mesmo que esteja em jejum pois é “tempo de lua nova”;  As últimas páginas do capítulo são ocupadas pela descrição da procissão: quem participou, as roupas das pessoas, os enfeites presentes nas ruas, e pelo discurso do rei D. João V.CAPÍTULO XIIICitações:“Também não se irão furtar vontades. É tempo de lua nova, Blimunda não tem por agora mais olhos que os de toda a gente, tanto lhe faria jejuar como comer.”“(…) os capelães de varas levantadas e molhos de cravos nas pontas delas, ai o destino das flores, um dia as meterão nos canos das espingardas (…)”
CAPÍTULO XIIISimbologia:                    Lua:Símbolo do ritmo biológico da Terra, traduz a força vital que é representada pelas vontades recolhidas por Blimunda para fazer voar a passarola.Associada a Blimunda, lembra o seu mágico poder de “ver às escuras”, embora este esteja condicionado (só vê o interior das pessoas em jejum e quando não há lua nova).

Capítulo XIII - MC

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    Memorial do ConventoJoséSaramagoE.B.2,3/ S Mestre Martins Correia GolegãAdriana Narciso 12ºA nº1Português2010/2011
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    D. JoãoVCAPÍTULO XIII Baltasar e Blimunda voltam para a quinta a pedido do padre Bartolomeu Lourenço e encontram a máquina voadora em mau estado e concordam em reconstruí-la quando o padre voltar, começando a preparar as coisas para a reconstrução;  Enquanto esperam por Bartolomeu Lourenço constroem uma forja (fornalha);  O padre Bartolomeu Lourenço volta durante pouco tempo e comunica-lhes que vai tentar voltar sempre que puder e pede-lhes para continuar a trabalhar;Resumo:
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    CAPÍTULO XIIIResumo: Baltasardeve trabalhar no forje e na máquina de voar usando o dinheiro que o padre lhe deixa para comprar o que for necessário e seguindo as instruções que vai recebendo dele;
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    Blimunda devecontinuar a recolher vontades porque são precisas pelo menos duas mil e aconselha-a a recolhê-las na procissão do Corpo de Deus;  Sublinha mais uma vez que devem manter tudo aquilo em segredo;CAPÍTULO XIIIResumo: Quando chega a altura da procissão Blimunda não pode recolher vontades mesmo que esteja em jejum pois é “tempo de lua nova”;  As últimas páginas do capítulo são ocupadas pela descrição da procissão: quem participou, as roupas das pessoas, os enfeites presentes nas ruas, e pelo discurso do rei D. João V.CAPÍTULO XIIICitações:“Também não se irão furtar vontades. É tempo de lua nova, Blimunda não tem por agora mais olhos que os de toda a gente, tanto lhe faria jejuar como comer.”“(…) os capelães de varas levantadas e molhos de cravos nas pontas delas, ai o destino das flores, um dia as meterão nos canos das espingardas (…)”
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    CAPÍTULO XIIISimbologia: Lua:Símbolo do ritmo biológico da Terra, traduz a força vital que é representada pelas vontades recolhidas por Blimunda para fazer voar a passarola.Associada a Blimunda, lembra o seu mágico poder de “ver às escuras”, embora este esteja condicionado (só vê o interior das pessoas em jejum e quando não há lua nova).