Operacionalização da estratégia nas organizações
desportivas através da definição de axiomas, para
um contexto de melhoria

XIV Congresso Nacional APOGESD

Pedro Sobreiro e Teresa Bento @ESDRM | Rui Claudino @FMH-UTL
Guimarães, 14-12-2013
Agenda
•
•
•
•
•
•

Objetivo do estudo
Enquadramento
Metodologia Utilizada
Abordagem Proposta
Exemplo
Conclusão
Objetivo do estudo
• Propor uma abordagem para simplificar a
definição de um contexto organizacional;
• Permitir identificar as áreas a melhorar nas
organizações desportivas através da utilização de
axiomas;
• Procurar enquadrar as ações de melhoria nas
reais necessidades das organizações desportivas;
• Permitir desenvolver iniciativas de melhoria no
âmbito do Business Process Management (BPM);
Porquê o BPM?
• Michael Hammer (2010) refere que o BPM é um
sistema que gere e transforma as operações nas
organizações, e considera-o como a primeira
abordagem inovadora sobre a performance
organizacional que surge depois da Revolução
Industrial;
• O BPM pretende melhorar a eficiência das
organizações através da modelação, organização
e otimização dos processos de uma forma
contínua;
Hammer, Michael. (2010). What is Business Process Management? In J. vom Brocke & M. Rosemann (Eds.), Handbook on Business Process
Management 1 (pp. 3–16). Springer Berlin Heidelberg. Retrieved from http://www.springerlink.com/content/t0801783q8qml054/abstract/
Porquê BPM?
Atividade no Frontoffice

Função envolvida

Critério de desempenho

Recaptura de utentes

Comercial

Nº de clientes recapturados

Inscrição de clientes

Comercial e
Comunicação e
Marketing

Fichas bem preenchidas;
Contatos para envio de SMS e
newsletters;
Nº de emails de devolvidos;

Receber pagamento

Tesouraria

Discrepâncias entre os pagamento
realizado e fechos de caixa e
depósitos realizados

Monitorizar aulas
realizadas

Recursos Humanos

Redução dos atrasos identificados;
Contatos com os monitores;

Avaliar a satisfação de
um utente

Qualidade

Satisfação do cliente;
Nº de clientes avaliados;

Um colaborador não pode ser avaliado em função do contributo a uma função no
organograma. O trabalho tem que ser enquadrado no âmbito dos vários processos em
que participa que é transversal ao departamento.
A organização do trabalho deve ser desenvolvida num contexto organizacional.
Gestão de Empresas; Controlo da Qualidade e
Tecnologias de Informação
Diferentes áreas que foram combinadas no BPM Harmon (2010)

Harmon, P. (2007). Business process change: a guide for business managers and BPM and six sigma professionals (2nd ed.). Amsterdam ; Boston:
Elsevier/Morgan Kaufmann Publishers
Porquê um contexto?
• Permite facilitar identificação da área a
desenvolver a melhoria na organização;
• As melhorias devem ter um impacto real nas
necessidades das organizações;
• Para identificar o contexto precisamos de
clarificar qual é a estratégia das organizações
desportivas, esteja ou não formalizada;
PORQUÊ UM CONTEXTO?
Imagem obtida em http://www.dilbert.com
Não podemos usar frameworks?
• Existem frameworks para identificar os
processos de negócio: IT Infraestructure
Library; Supply-Chain Operations ReferenceModel; American Productivity & Quality
Center;
• Não estão ao nível de processos end-to-end e
não lidam com as especificidades das
organizações (Sharp, 2008);
Sharp, A., & McDermott, P. (2008). Workflow Modeling: Tools for Process Improvement and Application
Development, 2nd Edition (2nd ed.). Artech House.
Abordagens
• Facilitam a identificação dos processos de
negócio, considerando uma operacionalização da
estratégia;
• Tentam clarificar a estratégia e depois identificar
as competências e os processos a intervir;
• A maior dificuldade é o alinhamento, i.e. a
operacionalização da estratégia;
• Consideram uma aproximação top-down
suportada em três camadas, da estratégia até às
operações;
Abordagens top-down
• Rummler-Brache: Nível organizacional; nível de
processos e nível de atividade (Rummler & Brache,
1995);
• Office of BPM: estratégia, processos e projetos
(Tregear e AlKharashi (2012);
• (3) BPTrends: nível organizacional; nível de processos e
nível de implementação (Harmon, 2007);
• (4) Mlearn: clarificação estratégia; arquitetura
processos e modelação de processos (Coelho, 2005);
Rummler, G. A., & Brache, A. P. (1995). Improving Performance: How to Manage the White Space in the Organization Chart (2nd ed.). Jossey-Bass.
Tregear, R., & AlKharashi, B. (2012). Strategy, Processes & Projects: reconciling three core elements of contemporary management excellence.
Retrieved from http://www.leonardo.com.au/documents/StrategyProcessesProjectsrel1a_000.pdf
Harmon, P. (2007). Business process change: a guide for business managers and BPM and six sigma professionals (2nd ed.). Amsterdam ; Boston:
Elsevier/Morgan Kaufmann Publishers.
Coelho, J. S. (2005). Arquitectura da empresa centrada nos processos: o factor determinante para o alinhamento estratégico dos SI. Em L. Amaral, R.
Magalhães, C. C. Morais, A. Serrano, & C. Zorrinho (Eds), Sistemas de Informação Organizacionais (pp 141–197). Lisboa: Edições Sílabo
Abordagens top-down
• Facilitam clarificação de um contexto
organizacional;
• Integrámos o conceito de competência para
facilitar a ligação entre a estratégia e processos;
• A competência representa o que a organização
tem que saber fazer;
• Indica por onde temos que começar sem ser
necessário especificar como fazer;
• Como fazer está associado aos processos;
Metodologia
• A investigação desenvolvida apresenta
similaridades com a investigação ação
(Baskerville, 1999)
• Integramos as várias abordagens e procuramos
complementar e preencher o Gap da falta de
detalhe na informação;
• Procuramos utilizar pressupostos de simplicidade
e facilidade de utilização;
• Clarificamos conceitos utilizados para que
pudessem ser facilmente adotados na
identificação dos problemas;
Baskerville, R. L. (1999). Investigating Information Systems with Action Research. Commun. AIS, 2(3es).
Retrieved from http://dl.acm.org/citation.cfm?id=374468.374476
Metodologia
• Testámos a abordagem com sessões de trabalho
com a gestão de topo;
• Sessão desenvolvida numa instituição de ensino
superior e numa empresa municipal;
• Também vamos aplicar num departamento do
desporto de uma câmara e numa unidade
orgânica do Comité Olímpico Português (cuja a
intervenção já foi iniciada);
• Estamos a testar a abordagem desenvolvida
através da sua capacidade de identificar
problemas e possibilitar a sua resolução;
Abordagem proposta
1.
2.
3.
4.
5.

Missão e visão;
Identificação dos objetivos estratégicos;
Identificação de stakeholders;
Identificação das competências organizacionais;
Avaliação dos problemas que nos preocupam
em relação ao stakeholder;
6. Definição de objetivos operacionais e
competência associada;
7. Priorização dos projetos de melhoria;
8. Definição do plano de ação;
A estratégia fornece um
contexto

A estratégia é
operacionalizada e cumprida

O contexto clarifica a
definição dos processos

Os processos melhorados
têm melhor desempenho

Os processos melhoram o
trabalho

O trabalho sustenta a
melhoria nos processos

Etapas da abordagem resumida
Identificar pressupostos (na estratégia formalizada ou não), que vão ser
utilizados como axiomas para clarificação dos processos (o trabalho que
é feito na organização)
Objetivos estratégicos
Motivaçã #O
o de
Melhoria
Financeira A

Objectivos
estratégicos

#I

Indicadores

Periodicid Tipo
ade

Aumentar as
receitas

A.1

Valor da receita da
Semestral Rentabilid 100.000,00 110.000,00
ocupação dos espaços
ade

A.2

Venda de serviços (
utilização de serviços
pontuais )

Semestral Rentabilid
ade

Actual

Meta

18.072,00 21.686,40

Orientações a seguir para a organização evoluir para a
visão. A estratégia é expressa nos objetivos que
funcionam como axiomas para toda a decomposição
que é desenvolvida nas etapas seguintes.
O desvio em relação à meta mede o esforço que é
necessário desenvolver para corrigir o desvio
Stakeholders
Decomposição de objetivos
Objetivo
Estratégico

Objetivo
Operacional

Indicador

Pressuposto
Competências
Core

Core

Suporte

Obter financiamentos

Dinamizar educação e
formação

Gerir recursos informação

Gerir aquisições de bens e
serviços

Dinamizar desporto e lazer

Assegurar melhoria
contínua

Gerir armazéns e materiais

Dinamizar cultura

Definir e manter estratégia

Promover o
desenvolvimento
económico

Promover concelho

Gerir recursos financeiros

Gerir jardins e espaços
verdes

Gerir relação com cidadãos Planear e controlar gestão
e munícipes

Gerir Património

Prestar serviços a
cidadãos/munícipes

Preservar o ambiente

Promover e apoiar
desenvolvimento social

Gerir colaboradores

Coelho, J. (2013, April 4). Alinhamento estratégico dos SI/TIC: Metodologia MLearn. Presented at the Formação BPM - Arquitetura
de Processos, AIP Lisboa.
Problemas que nos preocupam por
stakeholder e competência associada

A competência identifica como é que o objetivo é
suportado na organização e permite identificar o grau
de melhoria necessário.
A melhoria na competência é implementada com uma
ação de melhoria.
Instruções de preenchimento
• Problemas operacionais: Insatisfação ou
preocupação na relação da organização com um
stakeholder;
• Objetivos operacionais: Forma de resolver a
preocupação;
• Indicadores: Como é que monitorizamos o
objetivo de forma a resolvermos a preocupação;
• Fórmula: Para obtermos o indicador, e.g.
receita/despesas ou escala de likert
• Periocidade: Quando é que realizamos a
obtenção do indicador;
Identificação das prioridades
• Matriz Objetivos Estratégicos vs Objetivos
operacionais;
• Matriz Objetivos Operacionais vs
Competências;
• Matriz Stakeholders vs Objetivos Estratégicos;
• Matriz Stakeholders vs Objetivos
Operacionais;
Objetivos Operacionais/Competências
Aumentar os clientes jovens
1

Prioridade

Aumentar os operadores
envolvidos nas ações
3 promoção
Reduzir custos de
1 manutenção e reparação
Aumentar as ações em que
estão envolvidos os
3 parceiros
Aumentar a visibilidade nos
3 media
Aumentar as ações em que
está envolvida a
2 comunidade escolar

3

2

3

2

Aumentar número de
2 clientes de terça a sexta

2

3

3

3
3

3

3

3

2

3

Manuten
Negociar
ção de
Rentabili com
Gerir
Promove
instalaçõ
zar
forneced recursos r o
Operacionais/ Competências es
espaços ores
humanos Mercado
3
0
34
3
0
42
Avaliar o contributo das competências nos objetivos operacionais 1:3

Definição de prioridades de melhoria
Cruzamento objetivos operacionais com competências
Reduzir o valor global
das pequenas
1 reparações

Autonomia na
realização da
manutenções;
Utilizar menos
empresas externas;
Realizar manutenção
preventiva

Negociar preços,
ajustar contratos
e fazer economia
de escala em
pequenas
manutenções

Aumentar a visibilidade
3 nos media

Desenvolver
ações em
parceria com
empresas
Divulgar nos
media e redes
sociais

Aumentar as ações em
que está envolvida a
2 comunidade escolar

Desenvolver
ações em
parcerias com
escolas

Prioridade

Aumentar as ações em
que estão envolvidos os
3 parceiros

Manutenção de
instalações

Rentabilizar
espaços
18

Negociar com
fornecedores
52

Gerir recursos
humanos
7

12

Priorização

Avaliação de ações considerando a melhoria a desenvolver
numa competência de acordo com os objetivos. Pondera-se
e considera-se o contributo para os objetivos. Quanto maior
o contributo mais relevante é a melhoria da competência
Conclusão
• As melhorias são desenvolvidas de acordo com as
reais necessidades da organização;
• As melhorias são realizadas com projetos BPM;
• A avaliação da realidade atual da organização em
relação ao pretendido num contexto facilita o
trabalho a desenvolver;
• Conseguimos identificar o impacto na
organização antes de iniciarmos o
desenvolvimento de uma iniciativa de melhoria;
Questões?
Pedro Sobreiro
Escola Superior de Rio Maior
Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém
Teresa Bento
Escola Superior de Rio Maior
Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém
Responsável pelo gabinete de Avaliação e Qualidade – ESDRM

Rui Claudino
Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa
Professor Auxiliar

Operacionalização da estratégia nas organizações desportivas através da definição de axiomas, para um contexto de melhoria

  • 1.
    Operacionalização da estratégianas organizações desportivas através da definição de axiomas, para um contexto de melhoria XIV Congresso Nacional APOGESD Pedro Sobreiro e Teresa Bento @ESDRM | Rui Claudino @FMH-UTL Guimarães, 14-12-2013
  • 2.
  • 3.
    Objetivo do estudo •Propor uma abordagem para simplificar a definição de um contexto organizacional; • Permitir identificar as áreas a melhorar nas organizações desportivas através da utilização de axiomas; • Procurar enquadrar as ações de melhoria nas reais necessidades das organizações desportivas; • Permitir desenvolver iniciativas de melhoria no âmbito do Business Process Management (BPM);
  • 4.
    Porquê o BPM? •Michael Hammer (2010) refere que o BPM é um sistema que gere e transforma as operações nas organizações, e considera-o como a primeira abordagem inovadora sobre a performance organizacional que surge depois da Revolução Industrial; • O BPM pretende melhorar a eficiência das organizações através da modelação, organização e otimização dos processos de uma forma contínua; Hammer, Michael. (2010). What is Business Process Management? In J. vom Brocke & M. Rosemann (Eds.), Handbook on Business Process Management 1 (pp. 3–16). Springer Berlin Heidelberg. Retrieved from http://www.springerlink.com/content/t0801783q8qml054/abstract/
  • 5.
    Porquê BPM? Atividade noFrontoffice Função envolvida Critério de desempenho Recaptura de utentes Comercial Nº de clientes recapturados Inscrição de clientes Comercial e Comunicação e Marketing Fichas bem preenchidas; Contatos para envio de SMS e newsletters; Nº de emails de devolvidos; Receber pagamento Tesouraria Discrepâncias entre os pagamento realizado e fechos de caixa e depósitos realizados Monitorizar aulas realizadas Recursos Humanos Redução dos atrasos identificados; Contatos com os monitores; Avaliar a satisfação de um utente Qualidade Satisfação do cliente; Nº de clientes avaliados; Um colaborador não pode ser avaliado em função do contributo a uma função no organograma. O trabalho tem que ser enquadrado no âmbito dos vários processos em que participa que é transversal ao departamento. A organização do trabalho deve ser desenvolvida num contexto organizacional.
  • 6.
    Gestão de Empresas;Controlo da Qualidade e Tecnologias de Informação Diferentes áreas que foram combinadas no BPM Harmon (2010) Harmon, P. (2007). Business process change: a guide for business managers and BPM and six sigma professionals (2nd ed.). Amsterdam ; Boston: Elsevier/Morgan Kaufmann Publishers
  • 7.
    Porquê um contexto? •Permite facilitar identificação da área a desenvolver a melhoria na organização; • As melhorias devem ter um impacto real nas necessidades das organizações; • Para identificar o contexto precisamos de clarificar qual é a estratégia das organizações desportivas, esteja ou não formalizada;
  • 8.
    PORQUÊ UM CONTEXTO? Imagemobtida em http://www.dilbert.com
  • 9.
    Não podemos usarframeworks? • Existem frameworks para identificar os processos de negócio: IT Infraestructure Library; Supply-Chain Operations ReferenceModel; American Productivity & Quality Center; • Não estão ao nível de processos end-to-end e não lidam com as especificidades das organizações (Sharp, 2008); Sharp, A., & McDermott, P. (2008). Workflow Modeling: Tools for Process Improvement and Application Development, 2nd Edition (2nd ed.). Artech House.
  • 10.
    Abordagens • Facilitam aidentificação dos processos de negócio, considerando uma operacionalização da estratégia; • Tentam clarificar a estratégia e depois identificar as competências e os processos a intervir; • A maior dificuldade é o alinhamento, i.e. a operacionalização da estratégia; • Consideram uma aproximação top-down suportada em três camadas, da estratégia até às operações;
  • 11.
    Abordagens top-down • Rummler-Brache:Nível organizacional; nível de processos e nível de atividade (Rummler & Brache, 1995); • Office of BPM: estratégia, processos e projetos (Tregear e AlKharashi (2012); • (3) BPTrends: nível organizacional; nível de processos e nível de implementação (Harmon, 2007); • (4) Mlearn: clarificação estratégia; arquitetura processos e modelação de processos (Coelho, 2005); Rummler, G. A., & Brache, A. P. (1995). Improving Performance: How to Manage the White Space in the Organization Chart (2nd ed.). Jossey-Bass. Tregear, R., & AlKharashi, B. (2012). Strategy, Processes & Projects: reconciling three core elements of contemporary management excellence. Retrieved from http://www.leonardo.com.au/documents/StrategyProcessesProjectsrel1a_000.pdf Harmon, P. (2007). Business process change: a guide for business managers and BPM and six sigma professionals (2nd ed.). Amsterdam ; Boston: Elsevier/Morgan Kaufmann Publishers. Coelho, J. S. (2005). Arquitectura da empresa centrada nos processos: o factor determinante para o alinhamento estratégico dos SI. Em L. Amaral, R. Magalhães, C. C. Morais, A. Serrano, & C. Zorrinho (Eds), Sistemas de Informação Organizacionais (pp 141–197). Lisboa: Edições Sílabo
  • 12.
    Abordagens top-down • Facilitamclarificação de um contexto organizacional; • Integrámos o conceito de competência para facilitar a ligação entre a estratégia e processos; • A competência representa o que a organização tem que saber fazer; • Indica por onde temos que começar sem ser necessário especificar como fazer; • Como fazer está associado aos processos;
  • 13.
    Metodologia • A investigaçãodesenvolvida apresenta similaridades com a investigação ação (Baskerville, 1999) • Integramos as várias abordagens e procuramos complementar e preencher o Gap da falta de detalhe na informação; • Procuramos utilizar pressupostos de simplicidade e facilidade de utilização; • Clarificamos conceitos utilizados para que pudessem ser facilmente adotados na identificação dos problemas; Baskerville, R. L. (1999). Investigating Information Systems with Action Research. Commun. AIS, 2(3es). Retrieved from http://dl.acm.org/citation.cfm?id=374468.374476
  • 14.
    Metodologia • Testámos aabordagem com sessões de trabalho com a gestão de topo; • Sessão desenvolvida numa instituição de ensino superior e numa empresa municipal; • Também vamos aplicar num departamento do desporto de uma câmara e numa unidade orgânica do Comité Olímpico Português (cuja a intervenção já foi iniciada); • Estamos a testar a abordagem desenvolvida através da sua capacidade de identificar problemas e possibilitar a sua resolução;
  • 15.
    Abordagem proposta 1. 2. 3. 4. 5. Missão evisão; Identificação dos objetivos estratégicos; Identificação de stakeholders; Identificação das competências organizacionais; Avaliação dos problemas que nos preocupam em relação ao stakeholder; 6. Definição de objetivos operacionais e competência associada; 7. Priorização dos projetos de melhoria; 8. Definição do plano de ação;
  • 16.
    A estratégia forneceum contexto A estratégia é operacionalizada e cumprida O contexto clarifica a definição dos processos Os processos melhorados têm melhor desempenho Os processos melhoram o trabalho O trabalho sustenta a melhoria nos processos Etapas da abordagem resumida Identificar pressupostos (na estratégia formalizada ou não), que vão ser utilizados como axiomas para clarificação dos processos (o trabalho que é feito na organização)
  • 17.
    Objetivos estratégicos Motivaçã #O ode Melhoria Financeira A Objectivos estratégicos #I Indicadores Periodicid Tipo ade Aumentar as receitas A.1 Valor da receita da Semestral Rentabilid 100.000,00 110.000,00 ocupação dos espaços ade A.2 Venda de serviços ( utilização de serviços pontuais ) Semestral Rentabilid ade Actual Meta 18.072,00 21.686,40 Orientações a seguir para a organização evoluir para a visão. A estratégia é expressa nos objetivos que funcionam como axiomas para toda a decomposição que é desenvolvida nas etapas seguintes. O desvio em relação à meta mede o esforço que é necessário desenvolver para corrigir o desvio
  • 18.
  • 19.
  • 20.
    Competências Core Core Suporte Obter financiamentos Dinamizar educaçãoe formação Gerir recursos informação Gerir aquisições de bens e serviços Dinamizar desporto e lazer Assegurar melhoria contínua Gerir armazéns e materiais Dinamizar cultura Definir e manter estratégia Promover o desenvolvimento económico Promover concelho Gerir recursos financeiros Gerir jardins e espaços verdes Gerir relação com cidadãos Planear e controlar gestão e munícipes Gerir Património Prestar serviços a cidadãos/munícipes Preservar o ambiente Promover e apoiar desenvolvimento social Gerir colaboradores Coelho, J. (2013, April 4). Alinhamento estratégico dos SI/TIC: Metodologia MLearn. Presented at the Formação BPM - Arquitetura de Processos, AIP Lisboa.
  • 21.
    Problemas que nospreocupam por stakeholder e competência associada A competência identifica como é que o objetivo é suportado na organização e permite identificar o grau de melhoria necessário. A melhoria na competência é implementada com uma ação de melhoria.
  • 22.
    Instruções de preenchimento •Problemas operacionais: Insatisfação ou preocupação na relação da organização com um stakeholder; • Objetivos operacionais: Forma de resolver a preocupação; • Indicadores: Como é que monitorizamos o objetivo de forma a resolvermos a preocupação; • Fórmula: Para obtermos o indicador, e.g. receita/despesas ou escala de likert • Periocidade: Quando é que realizamos a obtenção do indicador;
  • 23.
    Identificação das prioridades •Matriz Objetivos Estratégicos vs Objetivos operacionais; • Matriz Objetivos Operacionais vs Competências; • Matriz Stakeholders vs Objetivos Estratégicos; • Matriz Stakeholders vs Objetivos Operacionais;
  • 24.
    Objetivos Operacionais/Competências Aumentar osclientes jovens 1 Prioridade Aumentar os operadores envolvidos nas ações 3 promoção Reduzir custos de 1 manutenção e reparação Aumentar as ações em que estão envolvidos os 3 parceiros Aumentar a visibilidade nos 3 media Aumentar as ações em que está envolvida a 2 comunidade escolar 3 2 3 2 Aumentar número de 2 clientes de terça a sexta 2 3 3 3 3 3 3 3 2 3 Manuten Negociar ção de Rentabili com Gerir Promove instalaçõ zar forneced recursos r o Operacionais/ Competências es espaços ores humanos Mercado 3 0 34 3 0 42 Avaliar o contributo das competências nos objetivos operacionais 1:3 Definição de prioridades de melhoria Cruzamento objetivos operacionais com competências
  • 25.
    Reduzir o valorglobal das pequenas 1 reparações Autonomia na realização da manutenções; Utilizar menos empresas externas; Realizar manutenção preventiva Negociar preços, ajustar contratos e fazer economia de escala em pequenas manutenções Aumentar a visibilidade 3 nos media Desenvolver ações em parceria com empresas Divulgar nos media e redes sociais Aumentar as ações em que está envolvida a 2 comunidade escolar Desenvolver ações em parcerias com escolas Prioridade Aumentar as ações em que estão envolvidos os 3 parceiros Manutenção de instalações Rentabilizar espaços 18 Negociar com fornecedores 52 Gerir recursos humanos 7 12 Priorização Avaliação de ações considerando a melhoria a desenvolver numa competência de acordo com os objetivos. Pondera-se e considera-se o contributo para os objetivos. Quanto maior o contributo mais relevante é a melhoria da competência
  • 26.
    Conclusão • As melhoriassão desenvolvidas de acordo com as reais necessidades da organização; • As melhorias são realizadas com projetos BPM; • A avaliação da realidade atual da organização em relação ao pretendido num contexto facilita o trabalho a desenvolver; • Conseguimos identificar o impacto na organização antes de iniciarmos o desenvolvimento de uma iniciativa de melhoria;
  • 27.
    Questões? Pedro Sobreiro Escola Superiorde Rio Maior Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém Teresa Bento Escola Superior de Rio Maior Unidade de Investigação do Instituto Politécnico de Santarém Responsável pelo gabinete de Avaliação e Qualidade – ESDRM Rui Claudino Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa Professor Auxiliar