Este documento discute como as organizações podem lidar com um mundo cada vez mais complexo. Aborda três problemas principais do modelo de gestão Taylorista: a lacuna funcional, a lacuna de tempo e a lacuna social. Argumenta que a complexidade não pode ser gerenciada, mas sim enfrentada com o conhecimento das pessoas. Defende que o desempenho coletivo, e não individual, é o que realmente importa em ambientes complexos.