O documento discute como as empresas devem se adaptar às mudanças na sociedade em rede, enfatizando que empresas tradicionais enfrentarão a morte a menos que se transformem em organizações abertas e flexíveis. São apresentadas oito iniciativas para ajudar na transição, incluindo a promoção de redes sociais internas, a articulação de propósitos coletivos e a abertura para co-criação com stakeholders. A mensagem central é que a inovação e a sobrevivência dependem da capacidade de reestruturar a empresa de forma a aproveitar a interconexão e criatividade dos colaboradores.