Candidata: Priscilla Pereira da Costa
Universidade Federal do Maranhão
Centro de Ciências Sociais
Departamento de Comunicação Social
Curso de Comunicação Social
As Interfaces entre Relações
Públicas e Comunicação
Organizacional
 Interfaces?
 São zonas de tensão onde diferentes conhecimentos se
entrecruzam, onde pontos de vistas convergentes e divergentes
se articulam constantemente, para, a partir de dificuldades e
problematizações extraírem e construírem um conhecimento
específico.
 Panorama das áreas
 Aspectos conceituais e fundamentos teóricos distintos
 Ciências da Comunicação e Ciências Sociais Aplicadas
 Campos Acadêmicos
 Pensamento norte-americano
 Sistematizam a reflexão das práticas profissionais e da práxis
da comunicação nas e das organizações
 As Relações Públicas
 Gestão de processos comunicativos e para alcançar seus
objetivos utiliza funções específicas – Assessorar, Pesquisar,
Planejar, Comunicar e Avaliar
 Área aplicada – planejamento e gestão da comunicação nas
organizações e das organizações
 Objeto de estudo – organizações, instituições e públicos,
como disciplina e atividade profissional
 Compreender e aplicar os fundamentos teóricos das RP →
conhecimento da Comunicação Organizacional
 Área estruturada
 Surgimento nos EUA
 RP → organização, públicos, imagem, reputação, e
comportamentos coletivos, tangencia e interpenetra a
Comunicação Organizacional
 RP → processo integrado à gestão, ênfase nos fluxos
relacionais
 Fluxos informacionais e fluxos relacionais
 RP → teoria e intervenção imbricadas
 E por quê abordar interfaces entre RP e Comunicação
Organizacional?
 Teoria articula com a Comunicação Organizacional
 Intervenção → cuida do desenvolvimento, da implantação e do
monitoramento de ações de comunicação, respaldadas pelo
planejamento e pela pesquisa, com o objetivo de construir
fluxos relacionais
 Comunicação Organizacional
 Visão abrangente da comunicação
 Modalidades → Comunicação Institucional, Comunicação
Mercadológica, Comunicação Interna, Comunicação Administrativa
 Conceituação
 Brasil, México e Colômbia → pesquisas e literaturas específicas
 Provocação: A Comunicação Organizacional tomou o lugar das
RP ou vice-versa?
ComCCcc
Comunicação
Organizacional
Comunicação interna
Comunicação administrativa
Fluxos
Redes formal e informal
Veículos
Comunicação mercadológica
Marketing
Propaganda
Promoção de vendas
Feiras e exposições
Marketing direto
Merchandising
Venda pessoal
Comunicação institucional
Relações públicas
Jornalismo empresarial
Assessoria de imprensa
Editoração multimídia
Imagem corporativa
Propaganda institucional
Marketing social
Marketing cultural
Composto da comunicação Comunicação integrada
Fonte: Kunsch, 2003
COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INTEGRADA
Comunicação Interna
COMUNICAÇÃO
ADMINISTRATIVA
Processo Comunicativo
Fluxos Informativos
Redes Formais e Informais
Barreiras
Mídias Internas
Relações Públicas
COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL
Marketing Social
Marketing Cultural
Jornalismo Empresarial
Assessoria de Imprensa
Identidade Corporativa
Imagem Corporativa
Editoração Multimídia
Publicidade Institucional
Marketing
COMUNICAÇÃO
MERCADOLÓGICA
Marketing Social
Publicidade
Promoção de Vendas
Feira e Exposições
Marketing Direto
Merchandising
Venda Pessoal
O MIX DA COMUNICAÇÃO
NAS ORGANIZAÇÕES
Fonte: Kunsch, 2006
 Revolução industrial
 Primeiras práticas → características de comunicação
administrativa
 Industrialização → novas formas de comunicação
 Comunicação Organizacional assumiu novas características
→ mais técnica baseada em pesquisas de opinião entre os
diferentes públicos
ANO COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL
1940
Inicia-se os estudos nos EUA, com raízes em diversas ciências humanas, como
administração, teoria das organizações, sociologia , comunicação entre outras
Comunicação Industrial e Comunicação de Negócios. Kurt Levin(psicólogo social e
organizacional) e Daniel Katz(Escola da Teoria dos Sistemas Abertos)
1950
Cristalização dos estudos. Business Comunication e Speech Comunication. Charles
Redding: “Os estudos se centram na comunicação de negócios e comunicação
industrial, assim como nas habilidades comunicativas, na eficácia dos meios
comunicação utilizado e nas relações humanas.”
1960-
1980
Sistematização dos estudos. Revisões teóricas, a visão da comunicação continuava
bastante instrumental e administrativa. Ocorre uma mudança significativa de foco,
para a recepção
1980
Mudança de paradigmas e novas alternativas. Destaque para a Pesquisa Interpretativa-
Crítica. Foco nas práticas cotidianas, construção social, as interações e os processos
simbólicos.
1980-
1990
Convergência de estudos. Grande volume e diversidade de pesquisas
2000
Múltiplas perspectivas de estudos. Marco a publicação em 2001 Putnam e Jablin.
Pluralidade de estudos sobre o fenômeno comunicacional nas organizações como
objetos de estudo central próprio de uma disciplina
 Conceituação Oliveira e Paula
Aplicação do campo da comunicação nas organizações em seus
vários aspectos teóricos. No contexto organizacional, o campo da
comunicação torna-se um conhecimento especifico, que se articula
com outros campos do conhecimento – administração, psicologia,
sociologia, política, economia etc - se efetiva através das práticas
dos sub-campos de RP, jornalismo, PP e editoração de forma
integrada e planejada.
 Objeto de estudo
 Interfaces
 Referências
 KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações
públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus, 2003.
 OLIVEIRA, Ivone de Lourdes; Paula, Carine Fonseca Caetano de.
Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que
se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem? 2005.
 ________. Comunicação organizacional e relações públicas:
perspectivas dos estudos latino-americanos. Revista
Internacional de Relaciones Públicas, v.1, n.1, p. 69-96.
 SMITH, Vivian Paes Barretto. Interfaces entre comunicação
organizacional, relações públicas e teoria de stakeholders.
2010.
 MARCHIORI, Marlene(org). Faces da cultura e da comunicação
organizacional. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2006.

Interfaces entre Relações Públicas e Comunicação Organizacional

  • 1.
    Candidata: Priscilla Pereirada Costa Universidade Federal do Maranhão Centro de Ciências Sociais Departamento de Comunicação Social Curso de Comunicação Social As Interfaces entre Relações Públicas e Comunicação Organizacional
  • 2.
     Interfaces?  Sãozonas de tensão onde diferentes conhecimentos se entrecruzam, onde pontos de vistas convergentes e divergentes se articulam constantemente, para, a partir de dificuldades e problematizações extraírem e construírem um conhecimento específico.  Panorama das áreas  Aspectos conceituais e fundamentos teóricos distintos  Ciências da Comunicação e Ciências Sociais Aplicadas  Campos Acadêmicos  Pensamento norte-americano  Sistematizam a reflexão das práticas profissionais e da práxis da comunicação nas e das organizações
  • 3.
     As RelaçõesPúblicas  Gestão de processos comunicativos e para alcançar seus objetivos utiliza funções específicas – Assessorar, Pesquisar, Planejar, Comunicar e Avaliar  Área aplicada – planejamento e gestão da comunicação nas organizações e das organizações  Objeto de estudo – organizações, instituições e públicos, como disciplina e atividade profissional  Compreender e aplicar os fundamentos teóricos das RP → conhecimento da Comunicação Organizacional  Área estruturada  Surgimento nos EUA  RP → organização, públicos, imagem, reputação, e comportamentos coletivos, tangencia e interpenetra a Comunicação Organizacional
  • 4.
     RP →processo integrado à gestão, ênfase nos fluxos relacionais  Fluxos informacionais e fluxos relacionais  RP → teoria e intervenção imbricadas  E por quê abordar interfaces entre RP e Comunicação Organizacional?  Teoria articula com a Comunicação Organizacional  Intervenção → cuida do desenvolvimento, da implantação e do monitoramento de ações de comunicação, respaldadas pelo planejamento e pela pesquisa, com o objetivo de construir fluxos relacionais
  • 5.
     Comunicação Organizacional Visão abrangente da comunicação  Modalidades → Comunicação Institucional, Comunicação Mercadológica, Comunicação Interna, Comunicação Administrativa  Conceituação  Brasil, México e Colômbia → pesquisas e literaturas específicas  Provocação: A Comunicação Organizacional tomou o lugar das RP ou vice-versa?
  • 6.
    ComCCcc Comunicação Organizacional Comunicação interna Comunicação administrativa Fluxos Redesformal e informal Veículos Comunicação mercadológica Marketing Propaganda Promoção de vendas Feiras e exposições Marketing direto Merchandising Venda pessoal Comunicação institucional Relações públicas Jornalismo empresarial Assessoria de imprensa Editoração multimídia Imagem corporativa Propaganda institucional Marketing social Marketing cultural Composto da comunicação Comunicação integrada Fonte: Kunsch, 2003
  • 7.
    COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INTEGRADA ComunicaçãoInterna COMUNICAÇÃO ADMINISTRATIVA Processo Comunicativo Fluxos Informativos Redes Formais e Informais Barreiras Mídias Internas Relações Públicas COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL Marketing Social Marketing Cultural Jornalismo Empresarial Assessoria de Imprensa Identidade Corporativa Imagem Corporativa Editoração Multimídia Publicidade Institucional Marketing COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA Marketing Social Publicidade Promoção de Vendas Feira e Exposições Marketing Direto Merchandising Venda Pessoal O MIX DA COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Fonte: Kunsch, 2006
  • 8.
     Revolução industrial Primeiras práticas → características de comunicação administrativa  Industrialização → novas formas de comunicação  Comunicação Organizacional assumiu novas características → mais técnica baseada em pesquisas de opinião entre os diferentes públicos
  • 9.
    ANO COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL 1940 Inicia-seos estudos nos EUA, com raízes em diversas ciências humanas, como administração, teoria das organizações, sociologia , comunicação entre outras Comunicação Industrial e Comunicação de Negócios. Kurt Levin(psicólogo social e organizacional) e Daniel Katz(Escola da Teoria dos Sistemas Abertos) 1950 Cristalização dos estudos. Business Comunication e Speech Comunication. Charles Redding: “Os estudos se centram na comunicação de negócios e comunicação industrial, assim como nas habilidades comunicativas, na eficácia dos meios comunicação utilizado e nas relações humanas.” 1960- 1980 Sistematização dos estudos. Revisões teóricas, a visão da comunicação continuava bastante instrumental e administrativa. Ocorre uma mudança significativa de foco, para a recepção 1980 Mudança de paradigmas e novas alternativas. Destaque para a Pesquisa Interpretativa- Crítica. Foco nas práticas cotidianas, construção social, as interações e os processos simbólicos. 1980- 1990 Convergência de estudos. Grande volume e diversidade de pesquisas 2000 Múltiplas perspectivas de estudos. Marco a publicação em 2001 Putnam e Jablin. Pluralidade de estudos sobre o fenômeno comunicacional nas organizações como objetos de estudo central próprio de uma disciplina
  • 10.
     Conceituação Oliveirae Paula Aplicação do campo da comunicação nas organizações em seus vários aspectos teóricos. No contexto organizacional, o campo da comunicação torna-se um conhecimento especifico, que se articula com outros campos do conhecimento – administração, psicologia, sociologia, política, economia etc - se efetiva através das práticas dos sub-campos de RP, jornalismo, PP e editoração de forma integrada e planejada.  Objeto de estudo
  • 11.
  • 12.
     Referências  KUNSCH,Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo: Summus, 2003.  OLIVEIRA, Ivone de Lourdes; Paula, Carine Fonseca Caetano de. Comunicação organizacional e relações públicas: caminhos que se cruzam, entrecruzam ou sobrepõem? 2005.  ________. Comunicação organizacional e relações públicas: perspectivas dos estudos latino-americanos. Revista Internacional de Relaciones Públicas, v.1, n.1, p. 69-96.  SMITH, Vivian Paes Barretto. Interfaces entre comunicação organizacional, relações públicas e teoria de stakeholders. 2010.  MARCHIORI, Marlene(org). Faces da cultura e da comunicação organizacional. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2006.