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PERSPECTIVAS TEÓRICAS EM RP
Disciplina: Introdução ao Campo da Comunicação –
CCA 0321
Prof. Dr. Richard Romancini
TEXTOS PARA DISCUSSÃO
 Relações Públicas e pesquisa crítica em
Comunicação – Francisco Rüdiger
 Recapitulação histórica do surgimento das Relações
Públicas, das críticas a essa atividade e do
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 O campo das Relações Públicas e as Teorias da
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RÜDIGER (2011)
 Surgimento das RP
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“às claras”
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técnicas” (p. 45)
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muckraking
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RÜDIGER (2011)
 Pré-história das RP: Edward Bernays (1889-1995)
Fonte: https://goo.gl/Ujq7Qj
“[...] adotou a ideia [...]
de que o público se
converteu em massa e,
assim, precisa ser
persuadido, senão
manipulado por elas [as
RP], através da
propaganda” (p. 50)
RÜDIGER (2011)
 “[...] as relações públicas lograram se organizar
profissionalmente, mas ainda estão longe de poder
dizer que se legitimaram socialmente” (p. 42)
RÜDIGER (2011)
 Tensão entre atividade
de propaganda e RP,
para muitos segmentos
sociais, o conselheiro
de relações proposto
por Bernays, na prática,
fazia – segundo a
crítica – o mesmo que o
antigos assessores de
imprensa
RÜDIGER (2011)
 No período pós-Segunda Guerra há uma
diminuição da crítica ao poder empresarial
e, de maneira paralela, uma
institucionalização profissional e
acadêmica das Relações Públicas
 Entretanto casos controversos de ação de
companhias continuem a ocorrer (por
exemplo, o da propaganda das indústria
das estradas de ferro)
RÜDIGER (2011)
 Trabalhos de inspiração liberal notam que as
empresas precisam “intervir junto à cidadania
e, por essa via, junto aos poderes públicos” e
que as RP seriam uma face da
profissionalização das atividades empresariais
 “As relações públicas se converteram em
profissão na medida em que ajudaram as
corporações a tomar o lugar do governo como
instituições promotoras do bem-estar social
numa era de crise” (p, 62)
 Empresas como “bons vizinhos”
RÜDIGER (2011)
 Panorama
contemporâneo: crítica
ressurge, inclusive no
âmbito de práticas,
fortalecidas pelas mídias
sociais” de
“contrarrelações públicas”
(p. 64)
 Exemplo brasileiro:
Caso Samarco;
estrangeiro: spinwach.org
RÜDIGER (2011)
 Recepção das
críticas: 1) situar a
prática num modelo
de mão-dupla (opção
vista como ingênua
pelo autor); 2)
incorporar as críticas
e pensar as questões
éticas e políticas que
envolvem a atuação
de RP
Fonte: https://goo.gl/VPJVUy
RÜDIGER (2011)
Tarefas da segunda vertente:
 Situar as atividades nos contextos
históricos e sociais em que se
desenvolvem
 Recuperar experiências valorosas para
reestruturar a prática profissional em
termos mais éticos e iluministas (mais
esclarecimento em vez de manipulação)
HOHLFELDT (2011)
Ciências Sociais Aplicas
Ciências da Comunicação
Comunicação
Organizacional e
Relações Públicas
HOHLFELDT (2011)
Comunicação Humana
Comunicação de
Massa ou
Comunicação
Midiática
Nota, a partir de Denis McQuail, que:
HOHLFELDT (2011)
 Ao mesmo tempo, o estudo
do processo comunicacional
se desdobra em:
 Quem comunica a quem?
(emissores/fontes e
receptores);
 Por quê? (funções)
 Como? (canais, linguagens)
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 Com que efeitos?
E R
Comunicação?
HOHLFELDT (2011)
 Qual especificidade da Comunicação
Organizacional e das Relações Públicas?
Centralidade das...
Organizações
HOHLFELDT (2011)
 A partir de Niklas
Luhmann, o autor
enfatiza a importância
das seleções de
informação e formas
de expressão feitas
pelas organizações
para desenvolver seu
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comunicação
Fonte:
https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/marielle
/
HOHLFELDT (2011)
 O autor termina concluindo, com a
observação sobre a importância das teorias
da comunicação ajudarem a esclarecer
diferentes fenômenos relacionados com a
comunicação, num diálogo que pratica a
inter e a transdisciplinaridade
 Isso parece mais importante no atual
panorama da comunicação digital, onde
novas teorias tentam dar conta de novas
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Perspectivas teóricas em RP

  • 1. PERSPECTIVAS TEÓRICAS EM RP Disciplina: Introdução ao Campo da Comunicação – CCA 0321 Prof. Dr. Richard Romancini
  • 2. TEXTOS PARA DISCUSSÃO  Relações Públicas e pesquisa crítica em Comunicação – Francisco Rüdiger  Recapitulação histórica do surgimento das Relações Públicas, das críticas a essa atividade e do desenvolvimento da pesquisa crítica sobre ela e possíveis reconfigurações profissionais  O campo das Relações Públicas e as Teorias da Comunicação – Antonio Carlos Hohlfeldt  Descreve aspectos das teorias da comunicação que se associam ao estudo das Relações Públicas
  • 3. RÜDIGER (2011)  Surgimento das RP Século XIX Ivy Lee (1877-1934) RP como atividade “às claras” Relações Públicas: “campo surgido do contato entre o público e as novas organizações” (p. 45) Propaganda comercial Meados do século XX Relações Públicas: “atividade profissional possuidora de um conjunto de processos, métodos e técnicas” (p. 45) Jornalismo muckraking Públicos: cidadãos, contribuintes, usuários de serviços e consumidores
  • 4. RÜDIGER (2011)  Pré-história das RP: Edward Bernays (1889-1995) Fonte: https://goo.gl/Ujq7Qj “[...] adotou a ideia [...] de que o público se converteu em massa e, assim, precisa ser persuadido, senão manipulado por elas [as RP], através da propaganda” (p. 50)
  • 5. RÜDIGER (2011)  “[...] as relações públicas lograram se organizar profissionalmente, mas ainda estão longe de poder dizer que se legitimaram socialmente” (p. 42)
  • 6. RÜDIGER (2011)  Tensão entre atividade de propaganda e RP, para muitos segmentos sociais, o conselheiro de relações proposto por Bernays, na prática, fazia – segundo a crítica – o mesmo que o antigos assessores de imprensa
  • 7. RÜDIGER (2011)  No período pós-Segunda Guerra há uma diminuição da crítica ao poder empresarial e, de maneira paralela, uma institucionalização profissional e acadêmica das Relações Públicas  Entretanto casos controversos de ação de companhias continuem a ocorrer (por exemplo, o da propaganda das indústria das estradas de ferro)
  • 8. RÜDIGER (2011)  Trabalhos de inspiração liberal notam que as empresas precisam “intervir junto à cidadania e, por essa via, junto aos poderes públicos” e que as RP seriam uma face da profissionalização das atividades empresariais  “As relações públicas se converteram em profissão na medida em que ajudaram as corporações a tomar o lugar do governo como instituições promotoras do bem-estar social numa era de crise” (p, 62)  Empresas como “bons vizinhos”
  • 9. RÜDIGER (2011)  Panorama contemporâneo: crítica ressurge, inclusive no âmbito de práticas, fortalecidas pelas mídias sociais” de “contrarrelações públicas” (p. 64)  Exemplo brasileiro: Caso Samarco; estrangeiro: spinwach.org
  • 10. RÜDIGER (2011)  Recepção das críticas: 1) situar a prática num modelo de mão-dupla (opção vista como ingênua pelo autor); 2) incorporar as críticas e pensar as questões éticas e políticas que envolvem a atuação de RP Fonte: https://goo.gl/VPJVUy
  • 11. RÜDIGER (2011) Tarefas da segunda vertente:  Situar as atividades nos contextos históricos e sociais em que se desenvolvem  Recuperar experiências valorosas para reestruturar a prática profissional em termos mais éticos e iluministas (mais esclarecimento em vez de manipulação)
  • 12. HOHLFELDT (2011) Ciências Sociais Aplicas Ciências da Comunicação Comunicação Organizacional e Relações Públicas
  • 13. HOHLFELDT (2011) Comunicação Humana Comunicação de Massa ou Comunicação Midiática Nota, a partir de Denis McQuail, que:
  • 14. HOHLFELDT (2011)  Ao mesmo tempo, o estudo do processo comunicacional se desdobra em:  Quem comunica a quem? (emissores/fontes e receptores);  Por quê? (funções)  Como? (canais, linguagens)  Sobre o quê? (conteúdos)  Com que efeitos? E R Comunicação?
  • 15. HOHLFELDT (2011)  Qual especificidade da Comunicação Organizacional e das Relações Públicas? Centralidade das... Organizações
  • 16. HOHLFELDT (2011)  A partir de Niklas Luhmann, o autor enfatiza a importância das seleções de informação e formas de expressão feitas pelas organizações para desenvolver seu processo de comunicação Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/marielle /
  • 17. HOHLFELDT (2011)  O autor termina concluindo, com a observação sobre a importância das teorias da comunicação ajudarem a esclarecer diferentes fenômenos relacionados com a comunicação, num diálogo que pratica a inter e a transdisciplinaridade  Isso parece mais importante no atual panorama da comunicação digital, onde novas teorias tentam dar conta de novas práticas