Kant antecipa a revolução burguesa ao universalizar o sujeito pela primeira vez. Isso permite que princípios morais sejam acessíveis a todos os homens igualmente, fundamentando a lógica do capitalismo. No entanto, a igualdade e liberdade surgem das representações humanas forjadas pelo capitalismo, não o contrário. Kant defende a veracidade absoluta nas declarações como dever moral para manter a credibilidade dos contratos e direitos fundamentais.