Este documento discute como a inteligência naturalista proposta por Howard Gardner pode ser aplicada em espaços educacionais não formais para promover uma educação científica. Argumenta-se que espaços como museus, jardins e parques podem estimular a inteligência naturalista e auxiliar no ensino e aprendizagem de ciências. Também ressalta a importância do professor reconhecer as características desses espaços para aproveitar seu potencial educativo e construir conhecimento científico de forma significativa para os estudantes.