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Plano Diretor de Recursos Hídricos da Bacia do Rio das Velhas
Onde queremos chegar?
Apoio Técnico Realização
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O que é?
Os artigos 6º e 7º da Lei nº 9.433/1997, que cria o
Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos
Hídricos, estabelece que os Planos de Recursos Hídricos
são diretores e de longo prazo e visam a fundamentar
e orientar a implementação da Política Nacional de
Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos
hídricos com horizonte de planejamento compatível com
o período de implantação de seus programas e projetos.
https://www.youtube.com/watch?v=f2Yj9NYID9w
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O RIO QUE QUEREMOS
Assegurar à atual e às futuras gerações a necessária
disponibilidade de água em padrões de qualidade
adequados e promover a utilização racional dos
recursos hídricos.
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 O recurso é abundante?
 Sua qualidade é compatível
com os usos requeridos?
 A oferta é garantida no espaço
e no tempo?
 O recuso é utilizado de forma
sustentável?
Planejar e Conciliar Interesses
5
Metodologia
Subcomitê Rio Bicudo
Subcomitê Rio Itabirito
Subcomitê Rio Cipó
Subcomitê Ribeirão Onça
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Metodologia - Agendas
Aspectos emergentes que melhor traduzem a
situação geral das unidades territoriais, em uma
escala de importância dos temas em cada agenda.
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Critérios
Agenda Cinza – Mineração
Proporção de área ocupada pela mineração em relação à
área total de cada UTE
Fonte: DNPM – em fase de concessão de lavra (operação
comercial
Agenda Laranja – Agropecuária
Proporção da área com o uso agropecuário em relação à
área total da UTE
Participação proporcional do PIB agropecuário da UTE
no PIB total da UTE
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Critérios
Agenda Marrom – Urbanização e Industrialização
Proporção de população da UTE em relação à população
total da Bacia
Proporção do PIB da UTE em relação ao PIB total da
Bacia, cotejado com a proporção do PIB industrial da
UTE em relação ao PIB Industrial da Bacia
Agenda Verde – Conservação
Presença de remanescente de vegetação silvestre
Grau de proteção formal (Unidades de Conservação)
A estrutura geral da análise integrada desenvolvida
visou destacar a situação das UTEs do ponto de vista dos
riscos e pressões sobre os recursos hídricos. Como a
agenda verde trata justamente do grau de proteção e/ou
conservação, a pontuação é invertida.
9
Critérios
Agenda Azul – Recursos Hídricos
Grau de criticidade:
Balanço Hídrico
Águas Subterrâneas
Qualidade da Água
Percepção social da condição de disponibilidade e
qualidade
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Título Fonte Cambria Bold
Sub-Título Fonte Cambria
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UTE Agenda
Cinza
Agenda
Laranja
Agenda
Marrom
Agenda
Verde
Agenda
Azul
Ribeirão da Mata 1 1 2 1 2
Carste 1 1 1 1 2
O RIO QUE TEMOS
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COMO É RIO QUE PODEMOS TER?
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Título Fonte Museo 500 regular corpo 20
Sub-Título Fonte Museo 100 regular corpo 16
Apoio Técnico Realização
Rua dos Carijós, 150 – 10º andar - Centro - Belo Horizonte - MG - 30120-060 - (31) 3222-8350
cbhvelhas@cbhvelhas.org.br - www.cbhvelhas.org.br

Apresentação Plano Diretor SCBH

  • 1.
    1 Plano Diretor deRecursos Hídricos da Bacia do Rio das Velhas Onde queremos chegar? Apoio Técnico Realização
  • 2.
    2 O que é? Osartigos 6º e 7º da Lei nº 9.433/1997, que cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, estabelece que os Planos de Recursos Hídricos são diretores e de longo prazo e visam a fundamentar e orientar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos hídricos com horizonte de planejamento compatível com o período de implantação de seus programas e projetos. https://www.youtube.com/watch?v=f2Yj9NYID9w
  • 3.
    3 O RIO QUEQUEREMOS Assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água em padrões de qualidade adequados e promover a utilização racional dos recursos hídricos.
  • 4.
    4  O recursoé abundante?  Sua qualidade é compatível com os usos requeridos?  A oferta é garantida no espaço e no tempo?  O recuso é utilizado de forma sustentável? Planejar e Conciliar Interesses
  • 5.
    5 Metodologia Subcomitê Rio Bicudo SubcomitêRio Itabirito Subcomitê Rio Cipó Subcomitê Ribeirão Onça
  • 6.
    6 Metodologia - Agendas Aspectosemergentes que melhor traduzem a situação geral das unidades territoriais, em uma escala de importância dos temas em cada agenda.
  • 7.
    7 Critérios Agenda Cinza –Mineração Proporção de área ocupada pela mineração em relação à área total de cada UTE Fonte: DNPM – em fase de concessão de lavra (operação comercial Agenda Laranja – Agropecuária Proporção da área com o uso agropecuário em relação à área total da UTE Participação proporcional do PIB agropecuário da UTE no PIB total da UTE
  • 8.
    8 Critérios Agenda Marrom –Urbanização e Industrialização Proporção de população da UTE em relação à população total da Bacia Proporção do PIB da UTE em relação ao PIB total da Bacia, cotejado com a proporção do PIB industrial da UTE em relação ao PIB Industrial da Bacia Agenda Verde – Conservação Presença de remanescente de vegetação silvestre Grau de proteção formal (Unidades de Conservação) A estrutura geral da análise integrada desenvolvida visou destacar a situação das UTEs do ponto de vista dos riscos e pressões sobre os recursos hídricos. Como a agenda verde trata justamente do grau de proteção e/ou conservação, a pontuação é invertida.
  • 9.
    9 Critérios Agenda Azul –Recursos Hídricos Grau de criticidade: Balanço Hídrico Águas Subterrâneas Qualidade da Água Percepção social da condição de disponibilidade e qualidade
  • 10.
    10 Título Fonte CambriaBold Sub-Título Fonte Cambria
  • 11.
  • 12.
    12 COMO É RIOQUE PODEMOS TER?
  • 13.
  • 14.
    14 Título Fonte Museo500 regular corpo 20 Sub-Título Fonte Museo 100 regular corpo 16 Apoio Técnico Realização Rua dos Carijós, 150 – 10º andar - Centro - Belo Horizonte - MG - 30120-060 - (31) 3222-8350 cbhvelhas@cbhvelhas.org.br - www.cbhvelhas.org.br