O documento analisa como choques econômicos afetam diferentes grupos demográficos associados à pobreza no Brasil de 1987 a 2005. Os resultados mostram que recessões afetam mais os grupos com menor escolaridade, enquanto expansões beneficiam mais aqueles com maior escolaridade. Políticas fiscais, como gastos sociais e inflação, tiveram maior impacto na pobreza do que outras variáveis macroeconômicas.