Claudinei Vieira da Silva
Americana – SP.
◎ Aprofundar os conhecimentos a respeito do Boletim do SARESP
◎ Dialogar sobre os momentos presenteS
◎ Revisitar o material para o Estudo
◎ Foco na formação para a equipe
Escolha um personagem e
comente sobre o seu
propósito na ação.
◎ Qual seu maior propósito, enquanto
professor?
◎ Qual o SEU maior desafio para
realização desse propósito?
◎ Como você verifica se o SEU propósito
enquanto está sendo alcançado?
Criador e Criatura
“Quem age como criatura não assume o problema
para si, acredita que tudo depende dos outros e que o
culpado está sempre do lado de fora (...)
Diferente da conduta do criador, aquele que assume a
responsabilidade sobre si mesmo e sobre sua vida. O
criador é protagonista (...)”
TRANJAN (2017),pág.30
Boletim
https://saresp.fde.sp.gov.br/ConsultaRede.aspx?opc=1&tipo=Rede+Estadual
2021
Trata-se de uma avaliação externa que pode fornecer
pistas importantes para que se reflita sobre o
desenvolvimento do trabalho educativo no interior da
escola, especialmente quando esses resultados se
referem a aspectos ou componentes que têm peso para
o conjunto das atividades escolares, como é o caso da
leitura e da resolução de problemas.
Os boletins do SARESP trazem as informações
de cada escola individualmente. Tem o objetivo
de apoiar o acompanhamento do trabalho
pedagógico e fornecer subsídios aos projetos e
ações de recuperação e aprofundamento das
escolas.
Os boletins do SARESP trazem as informações
de cada escola individualmente. Tem o objetivo
de apoiar o acompanhamento do trabalho
pedagógico e fornecer subsídios aos projetos e
ações de recuperação e aprofundamento das
escolas.
Nele cada Escola encontra informações sobre:
◎ percentual de participação dos alunos alocados em cada série
avaliada;
◎ comparativo da média de proficiência da Escola com o Estado,
Rede Estadual, Interior e Diretoria;
◎ comparativo da média de proficiência da Escola de anos
anteriores, comparativamente aos valores adequados, em cada
disciplina e ano/série.
◎ a média de proficiência de suas turmas avaliadas;
◎ Distribuição percentual dos alunos nos Níveis de Proficiência
Verificar essa taxa evita que a escola selecione
apenas os alunos com bom desempenho para
realizar o exame e, dessa forma, impede que se
obtenha um retrato fiel da realidade da
instituição e, consequentemente, da rede de
ensino.
O cálculo usa como base os dados do Censo
Escolar do ano de aplicação da prova
Verificar essa taxa evita que a escola selecione
apenas os alunos com bom desempenho para
realizar o exame e, dessa forma, impede que se
obtenha um retrato fiel da realidade da
instituição e, consequentemente, da rede de
ensino.
O cálculo usa como base os dados do Censo
Escolar do ano de aplicação da prova
Olhar para o comparativo da média de
proficiência entre as escola oportuniza uma
reflexão acerca das ações que a escola
desenvolve em relação as demais escolas
publicas em diferentes instâncias e também
estabelecer relação com a proficiência obtida no
último ciclo avaliativo do SAEB.
Olhar para o comparativo da média de
proficiência entre as escola oportuniza uma
reflexão acerca das ações que a escola
desenvolve em relação as demais escolas
publicas em diferentes instâncias e também
estabelecer relação com a proficiência obtida no
último ciclo avaliativo do SAEB.
As escalas de proficiência possuem um número de
níveis, onde cada nível compreende a um conjunto de
habilidades que espera-se que o aluno domine.
A interpretação da escala é cumulativa, ou seja, os
alunos que estão situados em um determinado nível
dominam não só as habilidades associadas a esse nível,
mas também as proficiências descritas nos níveis
anteriores.
As escalas de proficiência possuem um número de
níveis, onde cada nível compreende a um conjunto
de habilidades que espera-se que o aluno domine.
A interpretação da escala é cumulativa, ou seja, os
alunos que estão situados em um determinado nível
dominam não só as habilidades associadas a esse
nível, mas também as proficiências descritas nos
níveis anteriores.
263,2
257,2
268
(Blasis, Falsarella e Alavarse, 2013)
Como fazer uso dos resultados do SARESP no
planejamento das intervenções pedagógicas?
As avaliações externas (em larga escala) não dão conta da
amplitude e complexidade do trabalho escolar pois não traz
detalhamentos ou informações que permitam intervenções
imediatas no processo pedagógico de um ano para outro.
Portanto é necessário considerar as diferentes ferramentas
avaliativas disponíveis na escola, pois estas são capazes de
fornecer informações adicionais e qualificadas sobre as
práticas escolares, além de complementar e dialogar com a
avaliação externa
(Blasis, Falsarella e Alavarse, 2013)
Realizada no contexto da
ação pedagógica do
professor em sala de aula
Realizada pelo
coletivo da escola no
escopo de seu projeto
pedagógico
Avaliações em larga
escala.
(SAEB, SARESP)
1 3 5
6
4
2
Dez. 2021
Conselho Final
Fev. 2022
ADE e Sondagem
Recuperação das
habilidades
Jan. 2022
• Recuperação
• Planejamento
Mar.2022
• Implementação do Aprender Juntos
• Recuperação Reforço e Aprofundamento*
• Desenvolvimento das habilidades essenciais
• MMR ações Planejadas
Abril
• AAP
• Seq. Digitais
• SEI (11 a 15/4)
Resultados da ADE saíram!!!
◎ Os resultados da ADE apresentam
subsídios para o desenvolvimento
das ações dos programas de
Recuperação, reforço e
aprofundamento??
◎ Como resultados do SARESP podem
contribuir para o desenvolvimento
das ações dos programas de
Recuperação, reforço e
aprofundamento?
◎ O programa Aprender Juntos está sendo
implementado de forma a possibilitar ações de
intervenção para a progressão da aprendizagem
dos alunos do 3° ao 6º, bem como inspirar
ações intervenção pedagógicas progressão da
aprendizagem dos alunos das demais turmas.
31
◎ O acompanhamento das ações do Aprender
Juntos está oportunizando a análise da
progressão da aprendizagem dos estudantes?
32
◎ As ações consideram os aspectos
socioemocionais dos estudantes?
Acompanhado das
intervenções pedagógicas
para coleta de evidências
Fevereiro
Quem faz? PC
33
Priorização das
habilidades
Planejamento das
intervenções
Janeiro
Quem fez? Equipe
Gestora e Professores
Aplicação das
intervenções pedagógicas
intervenções – Aulas
Fevereiro
Quem faz? Professores
Análise dos resultados (de
avaliações dos professores,
ADE e evidencias) para
tomada de novas decisões.
Março
Quem Faz? PC com
professores
PDCA das
Intervenções
Pedagógicas
34
ATPC
É um espaço de formação continuada que
representa uma estratégia indispensável
para fortalecer as ações planejadas e apoiar
os professores nas práticas pedagógicas,
oportunizando o trabalho e aprendizagem
colaborativa entre as áreas do
conhecimento.
35
Oportunizar momentos coletivos entre os
professores do mesmo componente, da mesma
área e que atuam com as mesmas turmas ou pelo
menos nos mesmos anos/séries oportunizando
assim a troca de conhecimentos, vivências e
experiências para ampliar e aprofundar o
repertório desses profissionais.
Pensando na ATPC como um momento
coletivo e formativo que subsidia a prática
docente, de que forma o PCAE pode apoiar o
PC na gestão dos desdobramentos das ATPC
da EFAPE, visando suprir as demandas do
processo ensino aprendizagem da unidade
escolar?
A AAP e as demais avaliações podem cumprir
um papel formativo, ou seja, irão informar como
está a aprendizagem dos estudantes para que o
professor possa, com o apoio do Professor
Coordenador, propor estratégias interventivas.
Essas informações, pela mediação do Professor
Coordenador e Diretor, poderão definir ações e
intervenções pedagógicas, portanto contribuem
para o processo de tomada de decisão em
relação ao Planejamento Escolar.
Portanto faz-se necessário o engajamento de
professores e alunos
38
BASSEDAS, E; HUGUET, T; SOLÉ, I. (1999) Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: ARTMED.
JESUS, Degiane Amorim Dermiro de; GERMANO, Jéssica. 2013
NÓVOA, A. Formação continuada de professores: realidade e perspectivas. Aveiro: Universidade de Aveiro,
2001. https://agendapos.fclar.unesp.br/agenda-pos/educacao_escolar/3192.pdf
SEDUC – Acompanhamento Pedagógico Formativo - Roteiro 002.
SEDUC – Resolução SEDUC n°13, de 9-2-2022
SEDUC - Resolução SEDUC 96, de 08-10-2021 Institui o Projeto Aprender Juntos
SEDUC - Resolução nº 139, de 13-12-2021, institui o Calendário Escolar
SEDUC - Documento orientador para o ano letivo de 2022
SEDUC – Cronograma ATPC 2022 – Perguntas e Respostas
SEDUC – Resolução 133. de 29-11-2021
SOUZA, V.L.T. O coordenador pedagógico e a constituição do grupo de professores. In: ALMEIDA, L. R. e
PLACCO, V. M. N. de S. (Org.). O coordenador pedagógico e o espaço de mudança. São Paulo: Loyola, 2010
Monteiro...[et al.]. Coordenador pedagógico : função, rotina e prática ed. -- Palmeiras, BA : Instituto Chapada de
Educação e Pesquisa, 2012
TRANJAN, Roberto. O velho e o menino: A instigante descoberta do propósito, Editora Buzz, 2017.
Referências
Blasis, Eloisa de; Falsarella, Ana Maria; Alavarse; Munhoz Ocimar. Avaliações externas: perspectivas para a
ação pedagógica e a gestão do ensino. coord. Blasis, Eloisa de; Guedes, Patricia Mota -- São Paulo :
CENPEC : Fundação Itaú Social, 2013..
Referências
“O processo da vida se opera em
tentativas sucessivas de libertação.
Estamos todos os dias renovando, na
criatura que fomos na véspera, a
criança que seremos no amanhã. Mais
que renovando-a, refazendo-a, porque
não tornamos a ser jamais o que
fomos...”
Cecília Meireles

Análises de resultados SARESP 2021

  • 1.
    Claudinei Vieira daSilva Americana – SP.
  • 2.
    ◎ Aprofundar osconhecimentos a respeito do Boletim do SARESP ◎ Dialogar sobre os momentos presenteS ◎ Revisitar o material para o Estudo ◎ Foco na formação para a equipe
  • 5.
    Escolha um personageme comente sobre o seu propósito na ação.
  • 7.
    ◎ Qual seumaior propósito, enquanto professor? ◎ Qual o SEU maior desafio para realização desse propósito? ◎ Como você verifica se o SEU propósito enquanto está sendo alcançado?
  • 8.
    Criador e Criatura “Quemage como criatura não assume o problema para si, acredita que tudo depende dos outros e que o culpado está sempre do lado de fora (...) Diferente da conduta do criador, aquele que assume a responsabilidade sobre si mesmo e sobre sua vida. O criador é protagonista (...)” TRANJAN (2017),pág.30
  • 10.
  • 11.
    Trata-se de umaavaliação externa que pode fornecer pistas importantes para que se reflita sobre o desenvolvimento do trabalho educativo no interior da escola, especialmente quando esses resultados se referem a aspectos ou componentes que têm peso para o conjunto das atividades escolares, como é o caso da leitura e da resolução de problemas.
  • 12.
    Os boletins doSARESP trazem as informações de cada escola individualmente. Tem o objetivo de apoiar o acompanhamento do trabalho pedagógico e fornecer subsídios aos projetos e ações de recuperação e aprofundamento das escolas.
  • 13.
    Os boletins doSARESP trazem as informações de cada escola individualmente. Tem o objetivo de apoiar o acompanhamento do trabalho pedagógico e fornecer subsídios aos projetos e ações de recuperação e aprofundamento das escolas.
  • 14.
    Nele cada Escolaencontra informações sobre: ◎ percentual de participação dos alunos alocados em cada série avaliada; ◎ comparativo da média de proficiência da Escola com o Estado, Rede Estadual, Interior e Diretoria; ◎ comparativo da média de proficiência da Escola de anos anteriores, comparativamente aos valores adequados, em cada disciplina e ano/série. ◎ a média de proficiência de suas turmas avaliadas; ◎ Distribuição percentual dos alunos nos Níveis de Proficiência
  • 15.
    Verificar essa taxaevita que a escola selecione apenas os alunos com bom desempenho para realizar o exame e, dessa forma, impede que se obtenha um retrato fiel da realidade da instituição e, consequentemente, da rede de ensino. O cálculo usa como base os dados do Censo Escolar do ano de aplicação da prova
  • 16.
    Verificar essa taxaevita que a escola selecione apenas os alunos com bom desempenho para realizar o exame e, dessa forma, impede que se obtenha um retrato fiel da realidade da instituição e, consequentemente, da rede de ensino. O cálculo usa como base os dados do Censo Escolar do ano de aplicação da prova
  • 17.
    Olhar para ocomparativo da média de proficiência entre as escola oportuniza uma reflexão acerca das ações que a escola desenvolve em relação as demais escolas publicas em diferentes instâncias e também estabelecer relação com a proficiência obtida no último ciclo avaliativo do SAEB.
  • 18.
    Olhar para ocomparativo da média de proficiência entre as escola oportuniza uma reflexão acerca das ações que a escola desenvolve em relação as demais escolas publicas em diferentes instâncias e também estabelecer relação com a proficiência obtida no último ciclo avaliativo do SAEB.
  • 19.
    As escalas deproficiência possuem um número de níveis, onde cada nível compreende a um conjunto de habilidades que espera-se que o aluno domine. A interpretação da escala é cumulativa, ou seja, os alunos que estão situados em um determinado nível dominam não só as habilidades associadas a esse nível, mas também as proficiências descritas nos níveis anteriores.
  • 20.
    As escalas deproficiência possuem um número de níveis, onde cada nível compreende a um conjunto de habilidades que espera-se que o aluno domine. A interpretação da escala é cumulativa, ou seja, os alunos que estão situados em um determinado nível dominam não só as habilidades associadas a esse nível, mas também as proficiências descritas nos níveis anteriores.
  • 21.
  • 22.
  • 24.
    (Blasis, Falsarella eAlavarse, 2013)
  • 25.
    Como fazer usodos resultados do SARESP no planejamento das intervenções pedagógicas?
  • 26.
    As avaliações externas(em larga escala) não dão conta da amplitude e complexidade do trabalho escolar pois não traz detalhamentos ou informações que permitam intervenções imediatas no processo pedagógico de um ano para outro. Portanto é necessário considerar as diferentes ferramentas avaliativas disponíveis na escola, pois estas são capazes de fornecer informações adicionais e qualificadas sobre as práticas escolares, além de complementar e dialogar com a avaliação externa (Blasis, Falsarella e Alavarse, 2013)
  • 27.
    Realizada no contextoda ação pedagógica do professor em sala de aula Realizada pelo coletivo da escola no escopo de seu projeto pedagógico Avaliações em larga escala. (SAEB, SARESP)
  • 28.
    1 3 5 6 4 2 Dez.2021 Conselho Final Fev. 2022 ADE e Sondagem Recuperação das habilidades Jan. 2022 • Recuperação • Planejamento Mar.2022 • Implementação do Aprender Juntos • Recuperação Reforço e Aprofundamento* • Desenvolvimento das habilidades essenciais • MMR ações Planejadas Abril • AAP • Seq. Digitais • SEI (11 a 15/4)
  • 29.
    Resultados da ADEsaíram!!! ◎ Os resultados da ADE apresentam subsídios para o desenvolvimento das ações dos programas de Recuperação, reforço e aprofundamento??
  • 30.
    ◎ Como resultadosdo SARESP podem contribuir para o desenvolvimento das ações dos programas de Recuperação, reforço e aprofundamento?
  • 31.
    ◎ O programaAprender Juntos está sendo implementado de forma a possibilitar ações de intervenção para a progressão da aprendizagem dos alunos do 3° ao 6º, bem como inspirar ações intervenção pedagógicas progressão da aprendizagem dos alunos das demais turmas. 31
  • 32.
    ◎ O acompanhamentodas ações do Aprender Juntos está oportunizando a análise da progressão da aprendizagem dos estudantes? 32 ◎ As ações consideram os aspectos socioemocionais dos estudantes?
  • 33.
    Acompanhado das intervenções pedagógicas paracoleta de evidências Fevereiro Quem faz? PC 33 Priorização das habilidades Planejamento das intervenções Janeiro Quem fez? Equipe Gestora e Professores Aplicação das intervenções pedagógicas intervenções – Aulas Fevereiro Quem faz? Professores Análise dos resultados (de avaliações dos professores, ADE e evidencias) para tomada de novas decisões. Março Quem Faz? PC com professores PDCA das Intervenções Pedagógicas
  • 34.
    34 ATPC É um espaçode formação continuada que representa uma estratégia indispensável para fortalecer as ações planejadas e apoiar os professores nas práticas pedagógicas, oportunizando o trabalho e aprendizagem colaborativa entre as áreas do conhecimento.
  • 35.
    35 Oportunizar momentos coletivosentre os professores do mesmo componente, da mesma área e que atuam com as mesmas turmas ou pelo menos nos mesmos anos/séries oportunizando assim a troca de conhecimentos, vivências e experiências para ampliar e aprofundar o repertório desses profissionais.
  • 36.
    Pensando na ATPCcomo um momento coletivo e formativo que subsidia a prática docente, de que forma o PCAE pode apoiar o PC na gestão dos desdobramentos das ATPC da EFAPE, visando suprir as demandas do processo ensino aprendizagem da unidade escolar?
  • 37.
    A AAP eas demais avaliações podem cumprir um papel formativo, ou seja, irão informar como está a aprendizagem dos estudantes para que o professor possa, com o apoio do Professor Coordenador, propor estratégias interventivas. Essas informações, pela mediação do Professor Coordenador e Diretor, poderão definir ações e intervenções pedagógicas, portanto contribuem para o processo de tomada de decisão em relação ao Planejamento Escolar. Portanto faz-se necessário o engajamento de professores e alunos
  • 38.
    38 BASSEDAS, E; HUGUET,T; SOLÉ, I. (1999) Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: ARTMED. JESUS, Degiane Amorim Dermiro de; GERMANO, Jéssica. 2013 NÓVOA, A. Formação continuada de professores: realidade e perspectivas. Aveiro: Universidade de Aveiro, 2001. https://agendapos.fclar.unesp.br/agenda-pos/educacao_escolar/3192.pdf SEDUC – Acompanhamento Pedagógico Formativo - Roteiro 002. SEDUC – Resolução SEDUC n°13, de 9-2-2022 SEDUC - Resolução SEDUC 96, de 08-10-2021 Institui o Projeto Aprender Juntos SEDUC - Resolução nº 139, de 13-12-2021, institui o Calendário Escolar SEDUC - Documento orientador para o ano letivo de 2022 SEDUC – Cronograma ATPC 2022 – Perguntas e Respostas SEDUC – Resolução 133. de 29-11-2021 SOUZA, V.L.T. O coordenador pedagógico e a constituição do grupo de professores. In: ALMEIDA, L. R. e PLACCO, V. M. N. de S. (Org.). O coordenador pedagógico e o espaço de mudança. São Paulo: Loyola, 2010 Monteiro...[et al.]. Coordenador pedagógico : função, rotina e prática ed. -- Palmeiras, BA : Instituto Chapada de Educação e Pesquisa, 2012 TRANJAN, Roberto. O velho e o menino: A instigante descoberta do propósito, Editora Buzz, 2017. Referências
  • 39.
    Blasis, Eloisa de;Falsarella, Ana Maria; Alavarse; Munhoz Ocimar. Avaliações externas: perspectivas para a ação pedagógica e a gestão do ensino. coord. Blasis, Eloisa de; Guedes, Patricia Mota -- São Paulo : CENPEC : Fundação Itaú Social, 2013.. Referências
  • 40.
    “O processo davida se opera em tentativas sucessivas de libertação. Estamos todos os dias renovando, na criatura que fomos na véspera, a criança que seremos no amanhã. Mais que renovando-a, refazendo-a, porque não tornamos a ser jamais o que fomos...” Cecília Meireles

Notas do Editor

  • #3 Na sessão 1 o foco era o planejamento das ações e na 2ª sessão o foco e como apoiar o PC no desenvolvimento das estratégias de recuperação e do Aprender juntos
  • #4 O cachorro como companheiro do pescador desempenhou todas as suas funções cuidando e protegendo as iscas de tutor. Inclusive quando necessário, enfrentou o embate com a ave desconhecendo o motivo pelo qual ela buscava pelas iscas.
  • #6 Cachorro, pescador, a ave e os filhotes
  • #9 TRANJAN, Roberto. O velho e o menino: A instigante descoberta do propósito, Editora Buzz, 2017. Roberto Tranjan fala sobre OS PROPÓSITOS DA VIDA no CRIATIVO CAST com Nelson Oliveira em: https://www.youtube.com/watch?v=Cr0O_jg-aoc;
  • #11 Esse boletim é bem conhecido da Rede Estadual de São Paulo. Nele cada Escola encontra os valores correspondentes ao percentual de alunos alocados em cada série avaliada, assim como a média de proficiência de suas turmas obtida no SARESP, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
  • #22 O resultado da 3ª série do Ensino médio de uma determinada escola em LP foi de 257,2 olhando para escala essa turma finalizou a educação básica com proficiência abaixo do básico para a série, o mesmo aconteceu na matemática. Quando andamos com essa proficiência pela escala podemos verificar que esses alunos saíram da educação básica com proficiência adequada ao 7º ano do Ensino fundamental
  • #23 Olhando o resultado em Ciências da Natureza o resultado se repete.
  • #28 A avaliação em larga escala não permite intervenções imediatas então é necessário o diálogo entre essas três avaliações clarificam a tomada de decisões pertinentes a situações especificas, respeitando o lugar de cada uma (com suas características e especificidades) e colocando-as em igual patamar de importância para o avanço da aprendizagem dos alunos.
  • #29 Em Março teremos a implementação do Aprender juntos para recuperar as habilidades essenciais dos estudantes do 3º ao 6º ano do Ensino Fundamental . Essas habilidades estão ligadas à aquisição do sistema de escrita e sua capacidade de ler, compreender e produzir textos orais e escritos, como também, ao letramento matemático; * para os demais anos e séries a equipe gestora diante dos resultados da ADE, defini se haverá mais semanas com foco na retomada e consolidação das habilidades de anos anteriores ou se a escola seguirá o trabalho pedagógico. E também teremos a elaboração do Plano de Melhorias (Gestão Integrada – MMR) onde indicadores educacionais são o ponto de partida desse indicadores externos (Ideb e Idesp) e internos (Conselho de Classe, ADE, AAP, Mapa Classe, fluência Leitora, sondagem).
  • #31 O Saresp apesar de ser uma avaliação de larga escala e não apresentar o desempenho individual do aluno pode contribuir com as ações de intervenção, pois ao olhar para distribuição do grupo de alunos avaliados nos níveis de proficiência e os resultados que estes apresentaram na ADE, podemos identificar novas fragilidades e até confirmar as fragilidades e forma conjunta nortear as ações ações de correção de rumos, bem como, de melhorias no processo ensino e aprendizagem, fortalecendo o programa de recuperação, reforço e aprofundamento juntamente com a implementação do aprender juntos.
  • #32 A organização dos agrupamento se dariam a partir dos dados da ADE, com o atraso na disponibilização dos resultados as UE fizeram uso de outros diagnósticos (Conselho final, AAP 3ºB de 2021, avaliações processuais dos professores, entre outros) para organizar os agrupamentos. Com a divulgação dos resultados da ADE no dia 11/03, é importante refletir sobre esses agrupamentos e caso haja necessidade a UE pode reagrupar os alunos.
  • #33 A organização dos agrupamento se dariam a partir dos dados da ADE, com o atraso na disponibilização dos resultados as UE fizeram uso de outros diagnósticos (Conselho final, AAP 3ºB de 2021, avaliações processuais dos professores, entre outros) para organizar os agrupamentos. Com a divulgação dos resultados da ADE no dia 11/03, é importante refletir sobre esses agrupamentos e caso haja necessidade a UE pode reagrupar os alunos.
  • #34 Durante todo o mês de fevereiro as UE desenvolveram ações priorizando a recuperação, reforço e aprofundamento de habilidades que foram priorizadas na reunião de Planejamento. Essas ações foram acompanhadas e os registros geraram evidencias que associadas aos resultados das ADE e avaliações do professor auxiliam na tomada de decisões.