O objetivo deste estudo é analisar os termos:
"o amar", "o próximo" e "o si mesmo“.
Extraindo daí conhecimentos mais profundos
sobre o amor.
"Os fariseus, tendo sabido que ele tinha feito
calar a boca aos Saduceus, reuniram-se; e um
deles, que era doutor da lei, veio lhe fazer esta
pergunta para o tentar:
Mestre, qual é o maior mandamento da lei?
Jesus lhe respondeu:
Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso
coração, de toda a vossa alma, e de todo o
vosso espírito; é o primeiro e o maior
mandamento.
E eis o segundo que é semelhante àquele:
Amareis o vosso próximo como a vós
mesmos.
Toda a lei e os profetas estão contidos nestes
dois mandamentos".
(Mateus, 22, 34 a 40)
Na cultura grega, amar implica o conhecer e o
conhecer implica o amar.
Na cultura judeo-cristã ou bíblica, o amor não
partirá do mundo nem do homem, mas de
Deus.
“É a totalidade dos sentimentos e desejos que
estruturam o pensamento para a liberação de
energia e de forças que guiam a ação na
produção do bem e possibilitam a aquisição
de qualidades, constituintes do crescimento do
Espírito". (Curti, 1981,
p.81)
Cada pessoa em particular (parente, amigo
etc.); o nosso semelhante; o conjunto de todos
os homens.
Quem é o meu próximo?
Lembremo-nos da Parábola do Bom
Samaritano.
O levita e o sacerdote passaram de largo. O
samaritano, considerado herético, foi o que
ajudou o homem caído.
A caridade independe do credo religioso que
se professa.
Sócrates fazia o seu interlocutor tomar
consciência da sua própria ignorância:
adquirir o verdadeiro conhecimento.
Como o conhecimento tinha relação com o
bem, quanto mais a pessoa sabia, menos mal
praticava.
O critério da verdadeira justiça é o de se
querer para os outros aquilo que se quer para
si mesmo.
- Ato de criação bíblico é um ato de
violência, pois não houve perdão por parte de
Deus para com Adão e Eva.
- Hegel concebeu toda a história como uma
luta de contrários.
-Darwin colocou como motor da evolução a
seleção natural na luta pela vida.
- Marx constrói a sua filosofia em cima da
luta de classes.
- Hobbes formula a idéia dizendo que o
"homem é o lobo do próprio homem".
Se não fôssemos violentos, o mundo não o
seria?
Perdoar não sete mas setenta vez sete a ofensa
recebida.
Aguardar até o dia seguinte para querelar com
o vizinho.
Exercitar a paciência diante das mais ásperas
dificuldades.
Procurar dar o exemplo.
Respeitar a liberdade alheia.
Nunca se omitir.
Amar ao próximo como a si mesmo é um
trabalho árduo que deve começar bem, pois
caso contrário o resultado é nulo.
Muitas vezes implica num sacrifício total da
liberdade humana, coisa que nem sempre
estamos dispostos a praticá-la.
Polis - Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado.
Lisboa/São Paulo, Verbo, 1986.
CURTI, R. Espiritismo e Reforma Íntima. 3. ed., São Paulo,
FEESP, 1981.
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed.,
São Paulo, IDE, 1984.
KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed., São Paulo,
FEESP, 1995.
(Org. por Sérgio Biagi Gregório)
http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/amar-ao-
proximo-si-mesmo.htm

Amar o-proximo-como-a-si-mesmo

  • 4.
    O objetivo desteestudo é analisar os termos: "o amar", "o próximo" e "o si mesmo“. Extraindo daí conhecimentos mais profundos sobre o amor.
  • 6.
    "Os fariseus, tendosabido que ele tinha feito calar a boca aos Saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, veio lhe fazer esta pergunta para o tentar:
  • 7.
    Mestre, qual éo maior mandamento da lei? Jesus lhe respondeu: Amareis o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração, de toda a vossa alma, e de todo o vosso espírito; é o primeiro e o maior mandamento.
  • 9.
    E eis osegundo que é semelhante àquele: Amareis o vosso próximo como a vós mesmos. Toda a lei e os profetas estão contidos nestes dois mandamentos". (Mateus, 22, 34 a 40)
  • 12.
    Na cultura grega,amar implica o conhecer e o conhecer implica o amar. Na cultura judeo-cristã ou bíblica, o amor não partirá do mundo nem do homem, mas de Deus.
  • 13.
    “É a totalidadedos sentimentos e desejos que estruturam o pensamento para a liberação de energia e de forças que guiam a ação na produção do bem e possibilitam a aquisição de qualidades, constituintes do crescimento do Espírito". (Curti, 1981, p.81)
  • 16.
    Cada pessoa emparticular (parente, amigo etc.); o nosso semelhante; o conjunto de todos os homens.
  • 18.
    Quem é omeu próximo? Lembremo-nos da Parábola do Bom Samaritano.
  • 19.
    O levita eo sacerdote passaram de largo. O samaritano, considerado herético, foi o que ajudou o homem caído. A caridade independe do credo religioso que se professa.
  • 22.
    Sócrates fazia oseu interlocutor tomar consciência da sua própria ignorância: adquirir o verdadeiro conhecimento.
  • 24.
    Como o conhecimentotinha relação com o bem, quanto mais a pessoa sabia, menos mal praticava.
  • 25.
    O critério daverdadeira justiça é o de se querer para os outros aquilo que se quer para si mesmo.
  • 28.
    - Ato decriação bíblico é um ato de violência, pois não houve perdão por parte de Deus para com Adão e Eva. - Hegel concebeu toda a história como uma luta de contrários.
  • 29.
    -Darwin colocou comomotor da evolução a seleção natural na luta pela vida. - Marx constrói a sua filosofia em cima da luta de classes.
  • 30.
    - Hobbes formulaa idéia dizendo que o "homem é o lobo do próprio homem". Se não fôssemos violentos, o mundo não o seria?
  • 33.
    Perdoar não setemas setenta vez sete a ofensa recebida. Aguardar até o dia seguinte para querelar com o vizinho.
  • 34.
    Exercitar a paciênciadiante das mais ásperas dificuldades. Procurar dar o exemplo. Respeitar a liberdade alheia. Nunca se omitir.
  • 37.
    Amar ao próximocomo a si mesmo é um trabalho árduo que deve começar bem, pois caso contrário o resultado é nulo.
  • 38.
    Muitas vezes implicanum sacrifício total da liberdade humana, coisa que nem sempre estamos dispostos a praticá-la.
  • 40.
    Polis - EnciclopédiaVerbo da Sociedade e do Estado. Lisboa/São Paulo, Verbo, 1986. CURTI, R. Espiritismo e Reforma Íntima. 3. ed., São Paulo, FEESP, 1981. KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed., São Paulo, IDE, 1984. KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. 8. ed., São Paulo, FEESP, 1995. (Org. por Sérgio Biagi Gregório) http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/amar-ao- proximo-si-mesmo.htm