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Semana do Turismo 
Centro Paula Souza | ETEC Aristóteles Ferreira 
Santos (SP), 30 de setembro de 2014 
Novos rumos para o turismo regional 
Aristides Faria Lopes dos Santos
Aristides Faria Lopes dos Santos
Ficha técnica do projeto 
• Título: Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista 
• Coordenador: Aristides Faria Lopes dos Santos 
• Formação acadêmica: Bacharel em Turismo (Unisul, 2002), Especialista em Gestão de 
Recursos Humanos (UFSC, 2003), MBA em Gestão de Projetos (Unisantos, 2013) e 
Mestrado em Hospitalidade (UAM, 2013-2015). 
• Atuação profissional: Empresário, docente, consultor e palestrante. Possui experiência 
gerencial e operacional na iniciativa privada, poder público e terceiro setor. 
• Equipe do projeto: Tainá Rodrigues (Técnica de Turismo e Guia de Turismo/Embratur), 
Claudia Jorge (Guia de Turismo/Embratur) e Cristian Alves (Relações Públicas).
Ficha técnica do projeto 
• Objetivo: reunir informações e evidências atualizadas sobre a administração pública do 
turismo da região e propor ações governamentais para dinamizar o setor; 
• Estratégia: para alcançar o objetivo enunciado o trabalho foi ordenado em três fases 
concomitantes, a saber: 
– 1ª fase: Pesquisa de opinião pública via internet (em andamento); 
– 2ª fase: Visitas técnicas aos municípios da região; 
– 3ª fase: Reuniões técnicas com profissionais do setor (em andamento). 
• Metodologia: durante as visitas técnicas (estratégia metodológica de “observação 
participante”) realizou-se amplo registro fotográfico; 
• Duração do projeto: 64 dias (01/08 a 03/10/2014) 
• Relatório: essa apresentação é um recorte no projeto, ou seja, apenas uma parte do relatório 
final, que virá compor a Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista.
Ficha técnica do projeto: MS Project
1ª fase do projeto: opinião pública 
• Realizou-se pesquisa de opinião pública divulgada por meio da internet, com foco em 
público formado por profissionais dos diversos segmentos do turismo, tais como hotelaria, 
agenciamento de viagens, Guias de Turismo, docentes e estudantes, entre outros; 
• A primeira etapa da campanha foi veiculada entre 10 de agosto e 25 de setembro de 2014 
(ainda no ar), quando foi feita a presente tabulação; 
• O motivador desse processo foi o período eleitoral, então a meta é atingir 1.000 respostas 
válidas até o dia 31 de dezembro de 2014; 
• Em 1° de novembro desse ano a Agenda Propositiva do Turismo – fechada até aquela data 
– será entregue aos deputados estaduais eleitos pela região, em ato social em Santos (SP); 
• Até o momento, as informações sobre o projeto foram visualizadas por mais 
80.000 pessoas... mas80responderam ao questionário!
Opinião pública: origem e atuação 
9 
27 
4 
9 
6 
13 
8 
4 
Agenciamento Diversos Consultoria Docência Hotelaria Poder Público Guia de 
Turismo 
Estudantes 
2 3 2 
5 
1 
6 
10 
5 
28 
18 
Cubatão Guarujá Interior Itanhaem Mongagua Peruíbe Praia 
Grande 
RMSP Santos São Vicente
Opinião pública: principais entraves 
8 
26 
14 14 
19 
6 
18 
12 
28 
11 
36 
3 
36
Avaliação objetiva (escala 0 a 5) 
Na escala a seguir, em termos 
gerais, avalie a administração 
pública do turismo de sua cidade. 
Na escala a seguir, em termos 
gerais, avalie o nível de articulação 
entre os municípios no que tange ao 
turismo.
Opinião pública: ações possíveis 
• Educação para o turismo 
– “Desenvolver programas de educação patrimonial e educação para o turismo, uma vez que todas as 
nove cidades têm atrativos e singularidades que muitas vezes os próprios moradores desconhecem”. 
• Regionalização do turismo 
– “Incentivar a circulação dos visitantes pela região, tanto usando o transporte público quanto serviços 
de traslado. Para tanto, além de investir na manutenção e qualificação de tais serviços públicos, os 
municípios têm de viabilizar a livre circulação de veículos de turismo que contratem agências de 
turismo receptivo sediadas na região”. 
• Ação governamental 
– “Orientar a atuação do poder público – local e estadual – em posição de incentivar o empresariado, 
mobilizando a iniciativa privada no sentido de planejar organização do setor de modo competitivo e 
coeso”. 
• Qualificação da mão de obra 
– “Promoção de cursos profissionalizantes por meio das ETECs e outras instituições da região sobre 
tópicos como “Atendimento”, “Copeiro”, “Garçom”, “Eventos”, “Hotelaria”, “Recepcionista” e 
mesmo “Empreendedorismo”, entre outros”.
Opinião pública: ações possíveis 
• Turismo receptivo 
– “Fiscalização sobre acesso, trânsito, permanência e estacionamento de ônibus e vans que chegam a 
região. Esses veículos devem ser acompanhados por um Guia de Turismo local, o que tende a 
proporcionar oportunidades de trabalho e renda aos profissionais locais ao longo de todo o ano”. 
• Eventos 
– “Apoio e realização de eventos (culturais, esportivos, religiosos, entre outros) quanto catalisadores 
de fluxos de visitantes para os principais pontos turísticos das cidades da região. Tal ação demanda 
articulação regional para não sobrepor períodos e datas de eventos, o que poderá consolidar uma 
agenda regional de eventos”. 
• Impacto econômico do turismo 
– “Estudo e monitoramento do “valor” do Turismo para a economia dos municípios da região e 
criação de condições favoráveis para o seu desenvolvimento. As entidades setoriais devem ser 
incentivadas a compartilhar dados sobre o desempenho econômico dos setores nos quais atuam”. 
• Cooperação 
– “Realização de reuniões periódicas e temáticas entre empresários e dirigentes do Turismo para a 
proposição de ações relacionadas a implementação de melhorias para as cidades e a região como um 
todo. Conseqüentemente, criação de foros locais e/ou temáticos para acompanhar a execução das 
ações propostas e aprovadas”.
Opinião pública: ações possíveis 
• Atrativos turísticos 
– “Execução de manutenção permanente e monitoramento das condições de uso de atrativos turísticos. 
Adequação de atrativos turísticos e parques ao uso público, prezando pela modernização das 
instalações e o provimento de condições plenas segurança, limpeza e lazer”. 
• Benchmark 
– “Pesquisar casos semelhantes e promover visitas técnicas consorciadas (prefeituras, centros de 
formação, entidades e empresariado) 
• Circuito turístico regional (auto-guiado) 
– “Consolidar atrativos turísticos locais e difundir informação e sinalização para a criação de um 
circuito turístico auto-guiado para visitantes que demandam a região em grupos particulares”. 
• Sazonalidade 
– “Fomentar segmentos como o Turismo Pedagógico, da Melhor Idade, das Viagens de Incentivo, de 
Feiras e Convenções e do Ecoturismo, por exemplo, para diminuir os impactos da sazonalidade 
sobre meios de hospedagem e outros serviços relacionados”.
Opinião pública: ações possíveis 
• Postos de informações (turísticas) 
– “Fortalecer os postos de informações, dotando-os de infraestrutura básica de comunicação 
(telefones, internet e televisão transmitindo vídeos institucionais e verdadeiramente informativos, 
por exemplo); viabilizando o compartilhamento do uso para mais de uma instituição como as 
guardas municipais ou secretarias de educação, saúde, esporte, assistência social, etc.; e 
incentivando os munícipes – transeuntes e comerciantes – a interagirem com o posto de 
informações, que podem ser úteis a diversos públicos além dos visitantes”. 
• Cocriação de uma estratégia competitiva 
– “Cocriação de uma estratégia competitiva regional, o que pode fortalecer os vínculos históricos e 
institucionais existentes, muito além que ligações partidárias e políticas o permitiriam. Os 
municípios têm de manter investimentos individuais e locais, mas levando em consideração as ações 
das demais cidades, fortalecendo uma identidade e marca regional”. 
• Parcerias Público-Privadas 
– “Estabelecimento de parcerias entre instituições públicas e privadas para a gestão e operação de 
serviços turísticos, administração de unidades de conservação, planejamento, organização e 
execução de eventos e ações promocionais institucionais e mesmo a efetiva realização de 
campanhas de divulgação da(s) cidade(s)”.
2ª fase do projeto: visitas técnicas 
• Realizou-se visitas aos municípios da região com foco em atrativos turísticos e postos de 
informações turísticas; 
• Os itinerários foram planejados com base nas informações disponibilizadas pelas prefeituras 
locais em seus websites institucionais; 
• A equipe do projeto visitou diversos atrativos e consultou postos de informações para 
verificar as condições gerais de visitação, como faria um turista comum, independente da 
motivação de sua viagem; 
• Nesse documento, apresenta-se resumidamente questões pontuais identificadas em cada 
município. Limitou-se nessa ocasião os comentários a duas citações por cidade; 
• Essencialmente, ao longo do processo, a equipe do projeto se empenhou em identificar boas 
práticas de administração pública do turismo em cada cidade para compartilhar com os 
demais profissionais do setor.
Bertioga 
Canal de Bertioga: paisagem bucólica, mas 
falta sinalização e posto de informações 
Orla: a equipe verificou ausência de 
sinalização turística na cidade em geral
Cubatão 
Parque Anilinas: carência de manutenção, o 
que expõe o usuário a riscos 
Parque Ecológico do Perequê: acesso pouco 
convidativo e sem sinalização
Guarujá 
Praia de Pernambuco: problema de 
acessibilidade e língua negra 
Praia do Perequê: insegurança ao pedestre e 
falta de sinalização
Itanhaém 
Imediações da Cama de Anchieta: falta 
infraestrutura de apoio e conservação 
PIT: o posto de informações encontrava-se 
fechado e sem notificação para o turista
Mongaguá 
Poço das Antas: a área de lazer para crianças 
está completamente inadequada ao uso 
Poço das Antas: há obras no local que 
expõem os usuários a riscos
Peruíbe 
CITM: o centro de informações carece de 
manutenção e infraestrutura 
Parque Turístico: o parque está em completo 
abandono e sem isolamento da área
Praia Grande 
Orla (Ocian): as condições são razoáveis, 
mas falta manutenção (prevenir acidentes) 
Orla (Ocian): em geral, a orla possui boa 
infraestrutura, mas falta manutenção
Santos 
Emissário: o parque carece de manutenção 
ou isolamento de algumas áreas 
Orquidário: o parque estava fechado (sem 
notificação) e nas imediações havia entulho
São Vicente 
Praça 22 de janeiro: na praça falta 
manutenção, segurança e atividades culturais 
Ipupiara: a estátua está completamente 
destruída e os arredores abandonados
3ª fase do projeto: reuniões técnicas 
• Realizou-se reuniões técnicas e temáticas 
com profissionais do turismo atuantes na 
região; 
• Esses encontros objetivaram analisar as 
visitas técnicas realizadas até o momento; 
• Foram diversos encontros, mas dois deles 
tiveram convite aberto e tema flexível; 
• A terceira reunião acontecerá em 1° de 
novembro, após as eleições, para entrega 
do documento final do projeto aos 
deputados estaduais eleitos pela região.
Desdobramentos 
• VI CLAIT: publicações científicas 
– Reflexiones sobre la conversión del potencial en producto turístico: análisis sobre la municipalidad 
de Cubatão, San Pablo, Brasil. 
– Análisis sobre el Programa de Revitalización y Desarrollo de la Región Central Histórica de Santos, 
San Pablo, Brasil (Alegra Centro). 
– Eventos y herramientas de comunicación social: análisis sobre la estrategia de promoción del 
Seminario de Hospitalidad de la costa paulista (San Pablo, Brasil) 
• Seminário de Hospitalidade do Litoral Paulista (SEHLIPA) 
– Santos, abril de 2015 
– Tema central: Comunicação & Relações governamentais 
– Informações: www.sehlipa.com / http://sehlipa.blogspot.com 
• Banco de Projetos da ALESP 
– http://www.al.sp.gov.br/participe/banco-de-projetos/
Muito obrigado!! 
• Contatos 
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– Foto: Área Continental de Santos (Por Aristides Faria)

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Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista - Apresentação de resultados - ETEC A. F. (Santos)

  • 1. Semana do Turismo Centro Paula Souza | ETEC Aristóteles Ferreira Santos (SP), 30 de setembro de 2014 Novos rumos para o turismo regional Aristides Faria Lopes dos Santos
  • 3. Ficha técnica do projeto • Título: Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista • Coordenador: Aristides Faria Lopes dos Santos • Formação acadêmica: Bacharel em Turismo (Unisul, 2002), Especialista em Gestão de Recursos Humanos (UFSC, 2003), MBA em Gestão de Projetos (Unisantos, 2013) e Mestrado em Hospitalidade (UAM, 2013-2015). • Atuação profissional: Empresário, docente, consultor e palestrante. Possui experiência gerencial e operacional na iniciativa privada, poder público e terceiro setor. • Equipe do projeto: Tainá Rodrigues (Técnica de Turismo e Guia de Turismo/Embratur), Claudia Jorge (Guia de Turismo/Embratur) e Cristian Alves (Relações Públicas).
  • 4. Ficha técnica do projeto • Objetivo: reunir informações e evidências atualizadas sobre a administração pública do turismo da região e propor ações governamentais para dinamizar o setor; • Estratégia: para alcançar o objetivo enunciado o trabalho foi ordenado em três fases concomitantes, a saber: – 1ª fase: Pesquisa de opinião pública via internet (em andamento); – 2ª fase: Visitas técnicas aos municípios da região; – 3ª fase: Reuniões técnicas com profissionais do setor (em andamento). • Metodologia: durante as visitas técnicas (estratégia metodológica de “observação participante”) realizou-se amplo registro fotográfico; • Duração do projeto: 64 dias (01/08 a 03/10/2014) • Relatório: essa apresentação é um recorte no projeto, ou seja, apenas uma parte do relatório final, que virá compor a Agenda Propositiva do Turismo | Baixada Santista.
  • 5. Ficha técnica do projeto: MS Project
  • 6. 1ª fase do projeto: opinião pública • Realizou-se pesquisa de opinião pública divulgada por meio da internet, com foco em público formado por profissionais dos diversos segmentos do turismo, tais como hotelaria, agenciamento de viagens, Guias de Turismo, docentes e estudantes, entre outros; • A primeira etapa da campanha foi veiculada entre 10 de agosto e 25 de setembro de 2014 (ainda no ar), quando foi feita a presente tabulação; • O motivador desse processo foi o período eleitoral, então a meta é atingir 1.000 respostas válidas até o dia 31 de dezembro de 2014; • Em 1° de novembro desse ano a Agenda Propositiva do Turismo – fechada até aquela data – será entregue aos deputados estaduais eleitos pela região, em ato social em Santos (SP); • Até o momento, as informações sobre o projeto foram visualizadas por mais 80.000 pessoas... mas80responderam ao questionário!
  • 7. Opinião pública: origem e atuação 9 27 4 9 6 13 8 4 Agenciamento Diversos Consultoria Docência Hotelaria Poder Público Guia de Turismo Estudantes 2 3 2 5 1 6 10 5 28 18 Cubatão Guarujá Interior Itanhaem Mongagua Peruíbe Praia Grande RMSP Santos São Vicente
  • 8. Opinião pública: principais entraves 8 26 14 14 19 6 18 12 28 11 36 3 36
  • 9. Avaliação objetiva (escala 0 a 5) Na escala a seguir, em termos gerais, avalie a administração pública do turismo de sua cidade. Na escala a seguir, em termos gerais, avalie o nível de articulação entre os municípios no que tange ao turismo.
  • 10. Opinião pública: ações possíveis • Educação para o turismo – “Desenvolver programas de educação patrimonial e educação para o turismo, uma vez que todas as nove cidades têm atrativos e singularidades que muitas vezes os próprios moradores desconhecem”. • Regionalização do turismo – “Incentivar a circulação dos visitantes pela região, tanto usando o transporte público quanto serviços de traslado. Para tanto, além de investir na manutenção e qualificação de tais serviços públicos, os municípios têm de viabilizar a livre circulação de veículos de turismo que contratem agências de turismo receptivo sediadas na região”. • Ação governamental – “Orientar a atuação do poder público – local e estadual – em posição de incentivar o empresariado, mobilizando a iniciativa privada no sentido de planejar organização do setor de modo competitivo e coeso”. • Qualificação da mão de obra – “Promoção de cursos profissionalizantes por meio das ETECs e outras instituições da região sobre tópicos como “Atendimento”, “Copeiro”, “Garçom”, “Eventos”, “Hotelaria”, “Recepcionista” e mesmo “Empreendedorismo”, entre outros”.
  • 11. Opinião pública: ações possíveis • Turismo receptivo – “Fiscalização sobre acesso, trânsito, permanência e estacionamento de ônibus e vans que chegam a região. Esses veículos devem ser acompanhados por um Guia de Turismo local, o que tende a proporcionar oportunidades de trabalho e renda aos profissionais locais ao longo de todo o ano”. • Eventos – “Apoio e realização de eventos (culturais, esportivos, religiosos, entre outros) quanto catalisadores de fluxos de visitantes para os principais pontos turísticos das cidades da região. Tal ação demanda articulação regional para não sobrepor períodos e datas de eventos, o que poderá consolidar uma agenda regional de eventos”. • Impacto econômico do turismo – “Estudo e monitoramento do “valor” do Turismo para a economia dos municípios da região e criação de condições favoráveis para o seu desenvolvimento. As entidades setoriais devem ser incentivadas a compartilhar dados sobre o desempenho econômico dos setores nos quais atuam”. • Cooperação – “Realização de reuniões periódicas e temáticas entre empresários e dirigentes do Turismo para a proposição de ações relacionadas a implementação de melhorias para as cidades e a região como um todo. Conseqüentemente, criação de foros locais e/ou temáticos para acompanhar a execução das ações propostas e aprovadas”.
  • 12. Opinião pública: ações possíveis • Atrativos turísticos – “Execução de manutenção permanente e monitoramento das condições de uso de atrativos turísticos. Adequação de atrativos turísticos e parques ao uso público, prezando pela modernização das instalações e o provimento de condições plenas segurança, limpeza e lazer”. • Benchmark – “Pesquisar casos semelhantes e promover visitas técnicas consorciadas (prefeituras, centros de formação, entidades e empresariado) • Circuito turístico regional (auto-guiado) – “Consolidar atrativos turísticos locais e difundir informação e sinalização para a criação de um circuito turístico auto-guiado para visitantes que demandam a região em grupos particulares”. • Sazonalidade – “Fomentar segmentos como o Turismo Pedagógico, da Melhor Idade, das Viagens de Incentivo, de Feiras e Convenções e do Ecoturismo, por exemplo, para diminuir os impactos da sazonalidade sobre meios de hospedagem e outros serviços relacionados”.
  • 13. Opinião pública: ações possíveis • Postos de informações (turísticas) – “Fortalecer os postos de informações, dotando-os de infraestrutura básica de comunicação (telefones, internet e televisão transmitindo vídeos institucionais e verdadeiramente informativos, por exemplo); viabilizando o compartilhamento do uso para mais de uma instituição como as guardas municipais ou secretarias de educação, saúde, esporte, assistência social, etc.; e incentivando os munícipes – transeuntes e comerciantes – a interagirem com o posto de informações, que podem ser úteis a diversos públicos além dos visitantes”. • Cocriação de uma estratégia competitiva – “Cocriação de uma estratégia competitiva regional, o que pode fortalecer os vínculos históricos e institucionais existentes, muito além que ligações partidárias e políticas o permitiriam. Os municípios têm de manter investimentos individuais e locais, mas levando em consideração as ações das demais cidades, fortalecendo uma identidade e marca regional”. • Parcerias Público-Privadas – “Estabelecimento de parcerias entre instituições públicas e privadas para a gestão e operação de serviços turísticos, administração de unidades de conservação, planejamento, organização e execução de eventos e ações promocionais institucionais e mesmo a efetiva realização de campanhas de divulgação da(s) cidade(s)”.
  • 14. 2ª fase do projeto: visitas técnicas • Realizou-se visitas aos municípios da região com foco em atrativos turísticos e postos de informações turísticas; • Os itinerários foram planejados com base nas informações disponibilizadas pelas prefeituras locais em seus websites institucionais; • A equipe do projeto visitou diversos atrativos e consultou postos de informações para verificar as condições gerais de visitação, como faria um turista comum, independente da motivação de sua viagem; • Nesse documento, apresenta-se resumidamente questões pontuais identificadas em cada município. Limitou-se nessa ocasião os comentários a duas citações por cidade; • Essencialmente, ao longo do processo, a equipe do projeto se empenhou em identificar boas práticas de administração pública do turismo em cada cidade para compartilhar com os demais profissionais do setor.
  • 15. Bertioga Canal de Bertioga: paisagem bucólica, mas falta sinalização e posto de informações Orla: a equipe verificou ausência de sinalização turística na cidade em geral
  • 16. Cubatão Parque Anilinas: carência de manutenção, o que expõe o usuário a riscos Parque Ecológico do Perequê: acesso pouco convidativo e sem sinalização
  • 17. Guarujá Praia de Pernambuco: problema de acessibilidade e língua negra Praia do Perequê: insegurança ao pedestre e falta de sinalização
  • 18. Itanhaém Imediações da Cama de Anchieta: falta infraestrutura de apoio e conservação PIT: o posto de informações encontrava-se fechado e sem notificação para o turista
  • 19. Mongaguá Poço das Antas: a área de lazer para crianças está completamente inadequada ao uso Poço das Antas: há obras no local que expõem os usuários a riscos
  • 20. Peruíbe CITM: o centro de informações carece de manutenção e infraestrutura Parque Turístico: o parque está em completo abandono e sem isolamento da área
  • 21. Praia Grande Orla (Ocian): as condições são razoáveis, mas falta manutenção (prevenir acidentes) Orla (Ocian): em geral, a orla possui boa infraestrutura, mas falta manutenção
  • 22. Santos Emissário: o parque carece de manutenção ou isolamento de algumas áreas Orquidário: o parque estava fechado (sem notificação) e nas imediações havia entulho
  • 23. São Vicente Praça 22 de janeiro: na praça falta manutenção, segurança e atividades culturais Ipupiara: a estátua está completamente destruída e os arredores abandonados
  • 24. 3ª fase do projeto: reuniões técnicas • Realizou-se reuniões técnicas e temáticas com profissionais do turismo atuantes na região; • Esses encontros objetivaram analisar as visitas técnicas realizadas até o momento; • Foram diversos encontros, mas dois deles tiveram convite aberto e tema flexível; • A terceira reunião acontecerá em 1° de novembro, após as eleições, para entrega do documento final do projeto aos deputados estaduais eleitos pela região.
  • 25. Desdobramentos • VI CLAIT: publicações científicas – Reflexiones sobre la conversión del potencial en producto turístico: análisis sobre la municipalidad de Cubatão, San Pablo, Brasil. – Análisis sobre el Programa de Revitalización y Desarrollo de la Región Central Histórica de Santos, San Pablo, Brasil (Alegra Centro). – Eventos y herramientas de comunicación social: análisis sobre la estrategia de promoción del Seminario de Hospitalidad de la costa paulista (San Pablo, Brasil) • Seminário de Hospitalidade do Litoral Paulista (SEHLIPA) – Santos, abril de 2015 – Tema central: Comunicação & Relações governamentais – Informações: www.sehlipa.com / http://sehlipa.blogspot.com • Banco de Projetos da ALESP – http://www.al.sp.gov.br/participe/banco-de-projetos/
  • 26. Muito obrigado!! • Contatos – www.facebook.com/agendapropositivadoturismo – aristidesfaria@rhemhospitalidade.com – www.rhemhospitalidade.com – Foto: Área Continental de Santos (Por Aristides Faria)