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Elaboração do referencial bibliográfico
Aristides Faria Lopes dos Santos
PROJETO DE PESQUISA
Problema de pesquisa e Objetivo geral
Projeto de pesquisa em desenvolvimento
• Problema
– Por que as relações de hospitalidade e hostilidade entre os stakeholders do
setor de serviços pode interferir sobre a competitividade do turismo
brasileiro?
• Objetivo geral
– Determinar os fatores que influenciam sobre as relações de hospitalidade e
hostilidade entre os stakeholders atuantes no setor de viagens e turismo,
identificando em que medida estes impactam.
APRESENTAÇÃO
Referencial bibliográfico
Palavras-chave
Hospitalidade
Hostilidade
CompetitividadeServiços
Stakeholders
Turismo
Objeto de estudo: litoral paulista
• Meneguel, Cordeiro e Deus (2016) desenvolveram estudo de caso
sobre a Região Metropolitana da Baixada Santista e discutiram o
posicionamento do destino no mercado turístico nacional.
• Destaque: Procedimentos metodológicos
– Como técnica de coleta de dados foram empregados questionários
semiabertos junto a turistas em viagem, pesquisa bibliográfica e pesquisa
documental.
Posicionamento de mercado e competitividade
• Os autores analisam o destino Parnaíba (PI), onde há carência de
políticas públicas “voltadas para divulgação/comunicação tanto em
âmbito estadual [moradores de cidades próximas] quanto municipal
[moradores da própria localidade]” (SOTERO; PERINOTTO, 2016, p.
138).
• Destaque: Pressupostos
– Análise das ações promocionais consorciadas entre os stakeholders do setor
de viagens e turismo em vista de aumentar a competitividade do destino
como um todo.
Gestão pública setorial do turismo
• O artigo apresenta, em perspectiva comparada, a evolução do setor de
viagens e turismo na Argentina e no Brasil, identificando os principais
aspectos que têm influenciado seu desenvolvimento (CUMBRERA;
LEÓN; BRAÇE, 2016).
• Destaque: Justificativa
– A comparação mostra-se relevante por que ambos os países têm importantes
atrativos turísticos, crescimento econômico estável, desequilíbrios territoriais
relevantes e altos níveis de insegurança, além de uma complexa
interdependência de fluxos turísticos entre si – em ambos os sentidos.
Aplicação de novas tecnologias
• O artigo aborda as tecnologias da informação e comunicação (TICs) na
gestão de destinos turísticos a partir de duas abordagens possíveis
(TRIBE; LIBURD, 2016):
1. Prática social de compartilhar informação e conhecimento; e
2. Uso passivo, baseado na visualização e no donwload de conteúdo.
• Destaque: Pressupostos
– A web 2.0 permite “novas” formas de conhecimento e de troca simultânea de
saberes por meio da colaboração aberta e permeável, dinâmica e espaço
como para cocriação.
Aplicação de novas tecnologias
• O estudo discute a evolução das TICs e seu impacto sobre o
planejamento das viagens sem intermediários (MORALES; AGÜERA;
CUADRA, 2015).
• Destaque: Resultados
– Os resultados apontam para o valor das experiências autênticas e o
inesperado, ou seja, as vivências não programadas (...).
Referencial teórico
• Pavan, Biz e Thomaz (2015) discutem a gestão de destinos turísticos,
que é tema central do projeto de pesquisa proposto.
• Os resultados apontaram que a gestão do turismo ainda está
concentrada nas mãos do poder público.
• Destaque: Referencial teórico
– Bornhorst, Ritchie & Sheehan (2010)
– Volgger & Pechlaner (2014)
– OMT (2007)
– Viana (2012)
Objeto de estudo: Santos (SP)
• O artigo é um estudo de caso sobre o Programa de Revitalização e
Desenvolvimento da. Região Central Histórica de Santos (Alegra
Centro) (SANTOS; GUIZI; CAVENAGHI, 2014).
• Destaque: Resultados
– Verificou-se que a ação ou a inércia do poder público municipal tem o poder
de fomentar ou desestimular os negócios atuantes no setor de viagens e
turismo em nível local e regional.
Competitividade de destinos turísticos
• Estudo de caso: Foz do Iguaçu (PR) (GANDARA; MIKI-CHIM; RUIZ; BIZ,
2013). Análise das aspectos que influenciam sobre a competitividade
do destino turístico.
• Destaque: emprego de um modelo metodológico
– É empregada a teoria de Dwyer & Kim (2003) (Integrative model) para se
proceder análise de políticas de gestão de destino, a partir da perspectiva dos
determinantes da competitividade.
Sobre competitividade de destinos turísticos
• Neste artigo discute-se a competitividade dos destinos turísticos
(RUIZ; ANJOS; ANJOS, 2013).
• Destaque: proposição de um modelo a partir da pesquisa
– Determinou-se uma matriz de indicadores de competitividade, a qual foi
aplicada no estudo do município-objeto de estudo (Foz do Iguaçu/PR).
Qualificação da força de trabalho
• O estudo trata do caso de um programa de qualificação profissional
desenvolvido no município de Blumenau (SC), cujo público-alvo foi
composto por jovens de 15 a 24 anos, estudantes de escolas públicas,
de comunidades carentes daquela cidade (DREHER; CARRION;
SILVEIRA, 2013).
• Destaque: Pressupostos e Resultados
– A investigação trata de um dos principais aspectos que impactam sobre a
competitividade dos destinos turísticos: competências acumuladas pela força
de trabalho do território em questão.
Gestão pública setorial do turismo
• Objetivos:
– Identificar as políticas públicas voltadas para o fomento ao turismo em nível
local; e Verificar se estas conseguem atingir as mais variadas camadas da
sociedade por meio da distribuição de receitas de maneira equitativa (DIAS,
2012).
• Destaque: Objeto de estudo (Itanhaém/SP)
– O estudo abordou, ainda, os impactos ecológicos, sociais e culturais oriundos
do desenvolvimento da atividade turística que devem ser considerados no
processo de planejamento turístico na localidade e em sua região de
entorno.
Relações entre os stakeholders
• Objetivo: Demonstrar que o turismo pode ser fator de
desenvolvimento regional (AULICINO, 2011).
• Destaque: Pressupostos
– A atividade turística pode se constituir em fator de desenvolvimento regional
e para confirmá-la, selecionou-se dois conjuntos de municípios do Estado de
São Paulo, diferenciados pela presença ou não da atividade turística.
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• Artigo oriundo de dissertação de mestrado em Gestão de Negócios da
Universidade Católica de Santos (CLARO; SOUZA, 2009).
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– Em Santos, destaca-se “(...) pontos históricos de importância nacional, belezas
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que fazem de Santos um destino possível de ser visitado durante todo o ano,
ao contrário do que preconiza o modelo sazonal do Turismo de Sol e Praia.
Posicionamento de mercado e competitividade
• O artigo trata da formação da imagem turística [ou identidade] de um
país e sua importância no processo de escolha deste país enquanto
destino de viagem (DUCALLÍN; MAGO; RENGEL, 2006).
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– Objeto de estudo: seis destinos turísticos de relevância internacional
• México, Cuba, Venezuela, República Dominicana, Brasil e a região da América Central
– Como técnica de coleta de dados foi aplicado questionário com uma amostra
de 1.000 pessoas na cidade de Madrid, na Espanha (na origem dos turistas).
• Resultados: verificou-se que países latino-americanos em geral são considerados pelo
mercado espanhol como “amigos”, “feliz”, “acolhedor”, “ensolarado”, “tempo bom”,
entre outros, mas também foram percebidos como “inseguros”, “pouco desenvolvidos”
e com “instabilidade política”, além de “pobres”.
REFERÊNCIAS
Relação de artigos analisados
Referências
• AULICINO, M. P. Turismo e desenvolvimento regional: um estudo no
estado de São Paulo. Revista Turismo em Análise, v. 22, n. 1, p. 220-
234, 2011.
• CLARO, J. A. S.; SOUZA, R. P. A infraestrutura para eventos e turismo de
negócios na cidade de Santos. Patrimônio: Lazer & Turismo, v. 6, n. 6,
p. 88-105, abril/junho, 2009.
• CUMBRERA, M. G.; LEÓN, C. A. F.; BRAÇE, O. Comparación de la
industria turística en potencias emergentes (Argentina y Brasil): de
larivalidad a la interdependencia. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 38, p.
191-202, 2016.
Referências
• DIAS, W. A. O turismo como desenvolvimento econômico de
Itanhaém (SP). Monografia. Especialização em Gestão Pública
Municipal. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2012.
• DREHER, M. T.; CARRION, R. S. M.; SILVEIRA, A. P. K. Ocupación en el
sector turístico: inclusión social y prejuicios. Cuadernos de Turismo, v.
1, n. 32, p. 343-346, 2013.
• DUCALLÍN, E. J. R.; MAGO, K. E. R.; RENGEL, J. F. M. Imagen turística de
los países latinoamericanos en el mercado español. Cuadernos de
Turismo, v. 1, n. 17, p. 189-199, 2006.
Referências
• GANDARA, J. M.; MIKI-CHIM, A. F.; RUIZ, T. C. D.; BIZ, A. A. La
competitividad turística de Foz do Iguaçu segpun los determinantes del
“Integrative Model” de Dwyer & Kim: analizando la estrategia de
construcción del futuro. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 31, p. 105-129,
2013.
• MENEGUEL, C. R. A.; CORDEIRO, G. T. R. F.; DEUS, P. S. Baixada Santista ou
Costa da Mata Atlântica? Eis a questão: identificação da percepção do
visitante sobre a marca Costa da Mata Atlântica. Revista Turismo em
Análise, v. 24, n. 3, p. 500-523, 2016.
• MORALES; P. C.; AGÜERA, F. O.; CUADRA, S. M. Reputación online de los
hoteles de sol y playa em la República Dominicana. Revista de Cultura e
Turismo, a. 9, n. 3, p. 87-100, outubro, 2015.
Referências
• PAVAN, C. S.; BIZ, A. A.; THOMAZ, G. M. Estudo comparativo dos modelos
de gestão de destinos turísticos. Anais eletrônicos... XII Seminário da
Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Turismo: Natal, 2015.
• RUIZ, T. C. D.; ANJOS, F. A.; ANJOS, S. J. G. Competitividad de destinos
turísticos: estudio de caso de Foz do Iguaçu (Paraná, Brasil). Cuadernos de
Turismo, v. 1, n. 31, p. 83-103, 2013.
• SANTOS, A. F. L.; GUIZI, A. A.; CAVENAGHI, A. J. Análisis sobre el “Programa
de Revitalización y Desarrollo de la Región Central Histórica de Santos”, San
Pablo, Brasil (Alegra Centro). Anais... Congreso Internacional de
Investigación en Turismo. Bogotá (Colômbia): Universidad Externado de
Colombia, 2014.
Referências
• SOTERO, J. A.; PERINOTTO, A. R. C. Análise histórica da comunicação
turística em Parnaíba (PI): o poder público em questão. Revista
Hospitalidade, v. 13, p. 110-142, agosto, 2016.
• TRIBE, J.; LIBURD, J. J. The tourism knowledge system. Annals of
Tourism Research, n. 57, p. 44-61, 2016.

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Relações entre stakeholders e competitividade turística

  • 1. Elaboração do referencial bibliográfico Aristides Faria Lopes dos Santos
  • 2. PROJETO DE PESQUISA Problema de pesquisa e Objetivo geral
  • 3. Projeto de pesquisa em desenvolvimento • Problema – Por que as relações de hospitalidade e hostilidade entre os stakeholders do setor de serviços pode interferir sobre a competitividade do turismo brasileiro? • Objetivo geral – Determinar os fatores que influenciam sobre as relações de hospitalidade e hostilidade entre os stakeholders atuantes no setor de viagens e turismo, identificando em que medida estes impactam.
  • 6. Objeto de estudo: litoral paulista • Meneguel, Cordeiro e Deus (2016) desenvolveram estudo de caso sobre a Região Metropolitana da Baixada Santista e discutiram o posicionamento do destino no mercado turístico nacional. • Destaque: Procedimentos metodológicos – Como técnica de coleta de dados foram empregados questionários semiabertos junto a turistas em viagem, pesquisa bibliográfica e pesquisa documental.
  • 7. Posicionamento de mercado e competitividade • Os autores analisam o destino Parnaíba (PI), onde há carência de políticas públicas “voltadas para divulgação/comunicação tanto em âmbito estadual [moradores de cidades próximas] quanto municipal [moradores da própria localidade]” (SOTERO; PERINOTTO, 2016, p. 138). • Destaque: Pressupostos – Análise das ações promocionais consorciadas entre os stakeholders do setor de viagens e turismo em vista de aumentar a competitividade do destino como um todo.
  • 8. Gestão pública setorial do turismo • O artigo apresenta, em perspectiva comparada, a evolução do setor de viagens e turismo na Argentina e no Brasil, identificando os principais aspectos que têm influenciado seu desenvolvimento (CUMBRERA; LEÓN; BRAÇE, 2016). • Destaque: Justificativa – A comparação mostra-se relevante por que ambos os países têm importantes atrativos turísticos, crescimento econômico estável, desequilíbrios territoriais relevantes e altos níveis de insegurança, além de uma complexa interdependência de fluxos turísticos entre si – em ambos os sentidos.
  • 9. Aplicação de novas tecnologias • O artigo aborda as tecnologias da informação e comunicação (TICs) na gestão de destinos turísticos a partir de duas abordagens possíveis (TRIBE; LIBURD, 2016): 1. Prática social de compartilhar informação e conhecimento; e 2. Uso passivo, baseado na visualização e no donwload de conteúdo. • Destaque: Pressupostos – A web 2.0 permite “novas” formas de conhecimento e de troca simultânea de saberes por meio da colaboração aberta e permeável, dinâmica e espaço como para cocriação.
  • 10. Aplicação de novas tecnologias • O estudo discute a evolução das TICs e seu impacto sobre o planejamento das viagens sem intermediários (MORALES; AGÜERA; CUADRA, 2015). • Destaque: Resultados – Os resultados apontam para o valor das experiências autênticas e o inesperado, ou seja, as vivências não programadas (...).
  • 11. Referencial teórico • Pavan, Biz e Thomaz (2015) discutem a gestão de destinos turísticos, que é tema central do projeto de pesquisa proposto. • Os resultados apontaram que a gestão do turismo ainda está concentrada nas mãos do poder público. • Destaque: Referencial teórico – Bornhorst, Ritchie & Sheehan (2010) – Volgger & Pechlaner (2014) – OMT (2007) – Viana (2012)
  • 12. Objeto de estudo: Santos (SP) • O artigo é um estudo de caso sobre o Programa de Revitalização e Desenvolvimento da. Região Central Histórica de Santos (Alegra Centro) (SANTOS; GUIZI; CAVENAGHI, 2014). • Destaque: Resultados – Verificou-se que a ação ou a inércia do poder público municipal tem o poder de fomentar ou desestimular os negócios atuantes no setor de viagens e turismo em nível local e regional.
  • 13. Competitividade de destinos turísticos • Estudo de caso: Foz do Iguaçu (PR) (GANDARA; MIKI-CHIM; RUIZ; BIZ, 2013). Análise das aspectos que influenciam sobre a competitividade do destino turístico. • Destaque: emprego de um modelo metodológico – É empregada a teoria de Dwyer & Kim (2003) (Integrative model) para se proceder análise de políticas de gestão de destino, a partir da perspectiva dos determinantes da competitividade.
  • 14. Sobre competitividade de destinos turísticos • Neste artigo discute-se a competitividade dos destinos turísticos (RUIZ; ANJOS; ANJOS, 2013). • Destaque: proposição de um modelo a partir da pesquisa – Determinou-se uma matriz de indicadores de competitividade, a qual foi aplicada no estudo do município-objeto de estudo (Foz do Iguaçu/PR).
  • 15. Qualificação da força de trabalho • O estudo trata do caso de um programa de qualificação profissional desenvolvido no município de Blumenau (SC), cujo público-alvo foi composto por jovens de 15 a 24 anos, estudantes de escolas públicas, de comunidades carentes daquela cidade (DREHER; CARRION; SILVEIRA, 2013). • Destaque: Pressupostos e Resultados – A investigação trata de um dos principais aspectos que impactam sobre a competitividade dos destinos turísticos: competências acumuladas pela força de trabalho do território em questão.
  • 16. Gestão pública setorial do turismo • Objetivos: – Identificar as políticas públicas voltadas para o fomento ao turismo em nível local; e Verificar se estas conseguem atingir as mais variadas camadas da sociedade por meio da distribuição de receitas de maneira equitativa (DIAS, 2012). • Destaque: Objeto de estudo (Itanhaém/SP) – O estudo abordou, ainda, os impactos ecológicos, sociais e culturais oriundos do desenvolvimento da atividade turística que devem ser considerados no processo de planejamento turístico na localidade e em sua região de entorno.
  • 17. Relações entre os stakeholders • Objetivo: Demonstrar que o turismo pode ser fator de desenvolvimento regional (AULICINO, 2011). • Destaque: Pressupostos – A atividade turística pode se constituir em fator de desenvolvimento regional e para confirmá-la, selecionou-se dois conjuntos de municípios do Estado de São Paulo, diferenciados pela presença ou não da atividade turística.
  • 18. Objeto de estudo: Santos e região • Artigo oriundo de dissertação de mestrado em Gestão de Negócios da Universidade Católica de Santos (CLARO; SOUZA, 2009). • Destaque: Referencial bibliográfico – Em Santos, destaca-se “(...) pontos históricos de importância nacional, belezas naturais, atrações culturais, diversão e uma excelente estrutura de serviços” que fazem de Santos um destino possível de ser visitado durante todo o ano, ao contrário do que preconiza o modelo sazonal do Turismo de Sol e Praia.
  • 19. Posicionamento de mercado e competitividade • O artigo trata da formação da imagem turística [ou identidade] de um país e sua importância no processo de escolha deste país enquanto destino de viagem (DUCALLÍN; MAGO; RENGEL, 2006). • Destaque: Procedimentos metodológicos – Objeto de estudo: seis destinos turísticos de relevância internacional • México, Cuba, Venezuela, República Dominicana, Brasil e a região da América Central – Como técnica de coleta de dados foi aplicado questionário com uma amostra de 1.000 pessoas na cidade de Madrid, na Espanha (na origem dos turistas). • Resultados: verificou-se que países latino-americanos em geral são considerados pelo mercado espanhol como “amigos”, “feliz”, “acolhedor”, “ensolarado”, “tempo bom”, entre outros, mas também foram percebidos como “inseguros”, “pouco desenvolvidos” e com “instabilidade política”, além de “pobres”.
  • 21. Referências • AULICINO, M. P. Turismo e desenvolvimento regional: um estudo no estado de São Paulo. Revista Turismo em Análise, v. 22, n. 1, p. 220- 234, 2011. • CLARO, J. A. S.; SOUZA, R. P. A infraestrutura para eventos e turismo de negócios na cidade de Santos. Patrimônio: Lazer & Turismo, v. 6, n. 6, p. 88-105, abril/junho, 2009. • CUMBRERA, M. G.; LEÓN, C. A. F.; BRAÇE, O. Comparación de la industria turística en potencias emergentes (Argentina y Brasil): de larivalidad a la interdependencia. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 38, p. 191-202, 2016.
  • 22. Referências • DIAS, W. A. O turismo como desenvolvimento econômico de Itanhaém (SP). Monografia. Especialização em Gestão Pública Municipal. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2012. • DREHER, M. T.; CARRION, R. S. M.; SILVEIRA, A. P. K. Ocupación en el sector turístico: inclusión social y prejuicios. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 32, p. 343-346, 2013. • DUCALLÍN, E. J. R.; MAGO, K. E. R.; RENGEL, J. F. M. Imagen turística de los países latinoamericanos en el mercado español. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 17, p. 189-199, 2006.
  • 23. Referências • GANDARA, J. M.; MIKI-CHIM, A. F.; RUIZ, T. C. D.; BIZ, A. A. La competitividad turística de Foz do Iguaçu segpun los determinantes del “Integrative Model” de Dwyer & Kim: analizando la estrategia de construcción del futuro. Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 31, p. 105-129, 2013. • MENEGUEL, C. R. A.; CORDEIRO, G. T. R. F.; DEUS, P. S. Baixada Santista ou Costa da Mata Atlântica? Eis a questão: identificação da percepção do visitante sobre a marca Costa da Mata Atlântica. Revista Turismo em Análise, v. 24, n. 3, p. 500-523, 2016. • MORALES; P. C.; AGÜERA, F. O.; CUADRA, S. M. Reputación online de los hoteles de sol y playa em la República Dominicana. Revista de Cultura e Turismo, a. 9, n. 3, p. 87-100, outubro, 2015.
  • 24. Referências • PAVAN, C. S.; BIZ, A. A.; THOMAZ, G. M. Estudo comparativo dos modelos de gestão de destinos turísticos. Anais eletrônicos... XII Seminário da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Turismo: Natal, 2015. • RUIZ, T. C. D.; ANJOS, F. A.; ANJOS, S. J. G. Competitividad de destinos turísticos: estudio de caso de Foz do Iguaçu (Paraná, Brasil). Cuadernos de Turismo, v. 1, n. 31, p. 83-103, 2013. • SANTOS, A. F. L.; GUIZI, A. A.; CAVENAGHI, A. J. Análisis sobre el “Programa de Revitalización y Desarrollo de la Región Central Histórica de Santos”, San Pablo, Brasil (Alegra Centro). Anais... Congreso Internacional de Investigación en Turismo. Bogotá (Colômbia): Universidad Externado de Colombia, 2014.
  • 25. Referências • SOTERO, J. A.; PERINOTTO, A. R. C. Análise histórica da comunicação turística em Parnaíba (PI): o poder público em questão. Revista Hospitalidade, v. 13, p. 110-142, agosto, 2016. • TRIBE, J.; LIBURD, J. J. The tourism knowledge system. Annals of Tourism Research, n. 57, p. 44-61, 2016.