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Seminário: Annals of Tourism Research

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Seminário apresentado na disciplina "Hospitalidade e competitividade em organizações", do Programa de Pós-graduação em Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi (Laureate International Universities).

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Seminário: Annals of Tourism Research

  1. 1. Annals of Tourism Research A Social Sciences Journal
  2. 2. Aristides Faria Universidade Anhembi Morumbi PPG em Hospitalidade | 2018.1
  3. 3. Aims & Scope • Annals of Tourism Research is a social sciences journal focusing upon the academic perspectives of tourism. While striving for a balance of theory and application, Annals is ultimately dedicated to developing theoretical constructs. • Its strategies are to invite and encourage offerings from various disciplines; to serve as a forum through which these may interact; and thus to expand frontiers of knowledge in and contribute to the literature on tourism social science. • In this role, Annals both structures and is structured by the research efforts of a multidisciplinary community of scholars.
  4. 4. Annals of Tourism Research • Founding Editor – Jafar Jafari • Editors-in-Chief – Sara Dolnicar – Scott McCabe • Former Editor-in-Chief – John Tribe
  5. 5. Editorial board
  6. 6. Metrics • CiteScore: 3.69 • Impact Factor: 3.194 • 5-Year Impact Factor: 5.544 • Source Normalized Impact per Paper (SNIP): 2.465 • SCImago Journal Rank (SJR): 2.205
  7. 7. Artigos apresentados #5
  8. 8. Pesquisa bibliográfica sistemática • Data: 19 de abril de 2018 • Palavra-chave: destination • Ano: 2018 • Tipo: Research articles • Resultados: 23 • Seleção por meio do título: 08 • Seleção por meio do resumo: 05
  9. 9. #1 Airports as liminal space
  10. 10. Airports as liminal space • Autores: Wei-Jue Huang (a), Honggen Xiao (a) & Sha Wang (b) • Instituições: – (a) School of Hotel and Tourism Management, The Hong Kong Polytechnic University (Hong Kong) – (b) Department of Tourism, Fudan University (China) • Palavras-chave: Airport, Passenger experience, Liminality, Communitas, Consumption rituals.
  11. 11. Airports as liminal space Premissas • Mais que meras instalações do sistema de transportes, os aeroportos servem como espaço multifuncional para interações sociais e experiências individuais/pessoais; • Espaços liminares: compõem a experiência de viagem e têm diferentes significados para os mais diversos usuários. Hong Kong International Airport
  12. 12. Procedimentos metodológicos • Fenomenologia: “É o método apropriado para descrever a essência de um fenômeno como vivido e vivenciado pelos indivíduos - neste caso, como os passageiros experimentam o papel evolutivo dos aeroportos, de uma instalação de trânsito para um espaço turístico e social”; • Fenomenologia transcendental: Método que visa sintetizar experiências individuais para compreender sua “essência”, de modo a desenvolver descrição detalhada sobre como os participantes experimentam o mundo; • Aplicação na pesquisa em Turismo: Comumente usado para descrever as experiências vividas entre turistas e anfitriões, bem como em relação a demais stakeholders do sistema de turismo.
  13. 13. Procedimentos metodológicos • Seleção dos participantes: nas salas de embarque do aeroporto, na fanpage do aeroporto e por meio dos relacionamentos pessoais dos pesquisadores; • Entrevistas semiestruturadas (quatro seções): – Percepção dos ambientes aeroportuários – Padrões de comportamento nos aeroportos – Experiências – Atividades e interação com outros passageiros • Questionários: – Número médio de viagens por avião por ano – Número anual de viagens de negócios e viagens de lazer – Número anual de viagens viajando sozinhas e viajando com outras pessoas – Número total de aeroportos já visitados – Acesso a salas de espera em aeroportos – Experiências de compras e alimentação em aeroportos
  14. 14. Coleta de dados
  15. 15. Resultados • Os resultados sugerem que os passageiros não percebem os aeroportos como destino, mas como um componente do todo; • Ao viajar pela primeira vez em um aeroporto é mais provável que os passageiros caminhem, explorem local. Em aeroportos familiares, no entanto, os passageiros tendem a seguir direto para o salão de embarque; • Na primeira vez em um aeroporto os passageiros tendem a comprar mais lanches e lembranças, enquanto os usuários recorrentes frequentam lojas/restaurantes específicos, que já são parte de uma certa rotina; • Estudos anteriores descobriram que os visitantes de primeira viagem e repetidos em um destino variam em suas motivações e padrões de atividade; • Expatriados: comprar lanches de sua terra natal pode estar “consumindo como integração”, como uma forma de reforçar sua identidade.
  16. 16. #2 Rethinking post-tourism in the age of social media
  17. 17. Rethinking post-tourism in the age of social media • Autor: AndréJansson • Instituição: – Department of Geography, Media and Communication, Karlstad University (Sweden) • Palavras-chave: Post-tourism, Distinction, Social media, Urban exploration, Reflexivity, Identity
  18. 18. Rethinking post-tourism in the age of social media • Estudo de caso: Exploradores Urbanos (Urban Explorers), Suécia (@uesweden) • O pós-turismo é entendido como uma condição social generalizada que implica a diferenciação entre turismo e outras esferas sociais, bem como um complexo conjunto de reações contra essa tendência predominante.
  19. 19. Urban Explorers Sweden
  20. 20. Urban Explorers Sweden
  21. 21. Urban Explorers Sweden
  22. 22. Procedimentos metodológicos • Oito entrevistas (go-alongs) feitas pessoalmente ou via Skype com pessoas durante suas viagens; • Amostragem: suecos que fazem parte da comunidades online e, em seguida, por meio de snowball sampling – técnica que se mostrou útil, pois era difícil (e demorado) obter respostas ao entrar em contato com indivíduos diretamente via plataformas on-line ou e-mail; • Caracterização da amostra: Embora a posição social dos indivíduos não possa ser tomada como evidência, vale a pena notar que o viés geral da classe média da amostra se encaixa com pesquisas anteriores sobre pós-turismo (discussão).
  23. 23. Resultados 1. Contradição: Os Exploradores Urbanos relataram viver uma contradição, ou seja, o grupo é dependente das mídias sociais para se reunir, mas, já que buscam lugares ermos e abandonados, temem que revelar suas descobertas por meio destes canais poderá ajudar a massificar a visitação aos mesmos (“whether to share or not to share”); 2. Conflitos entre Subgrupos: Enquanto certos membros propagam suas experiências a fim de obter a máxima exposição, outros estão interessados em preservar os limites e a especificidade da “exploração urbana” e tentam manter regras estritas para o que eles publicam (negociação e competição interna).
  24. 24. #3 The temporal evolution of tourism institutions
  25. 25. The temporal evolution of tourism institutions • Autores: Vicky Mellon & Bill Bramwell • Instituição: – Sheffield Business School, Sheffield Hallam University (UK) • Palavras-chave: Temporal analysis, Institutional change, Path dependence, Path creation, Historical institutionalism, Cultural political economy
  26. 26. The temporal evolution of tourism institutions • Estudo de caso (2000-2011) – Stanage Forum (reunião anual) – Stanage Steering Group – Park Authority • Área de abrangência – Peak District National Park – http://www.peakdistrict.gov.uk/
  27. 27. Peak District National Park
  28. 28. Stanage Steering Group • Gerenciamento dos Stakeholders: Os diferentes usos do parque implicam em tensões entre os múltiplos stakeholders, sobretudo, no que tange o binômio conservação e promoção turística; • O parque carece de infraestrutura e não praticamente não há moradores dentro nas imediações, que poderiam ofertar serviços de hospedagem e alimentação.
  29. 29. Procedimentos metodológicos Pesquisa documental Observação participante Pesquisa bibliográfica Entrevistas (2007 e 2011)
  30. 30. Resultados • Sem uma compreensão crítica da formação, continuidade e mudanças históricas das estruturas de governança do Parque, poderíamos interpretar processos e propor políticas inadequados; • O uso combinado de perspectivas históricas de economia política institucionalista e cultural sugeriu que a criação de caminho e dependência de trajetória para as duas instituições não eram categorias binárias e, ao contrário, estavam reciprocamente entrelaçadas e “co-constituintes”; • O estudo também ajudou a revelar o significado tanto do material e social quanto do ideacional e discursivo para as continuidades e mudanças temporais.
  31. 31. #4 Cultural Political Economy and urban heritage tourism
  32. 32. Cultural Political Economy and urban heritage tourism • Autores: Rui Su (a), Bill Bramwell (b) & Peter A. Whalley (b) • Instituições: – (a) Middlesex Business School, Middlesex University, UK – (b) Sheffield Business School, Sheffield Hallam University, UK • Palavras-chave: Heritage, Urban, Research framing, Cultural political economy, Meaning-making, Representations
  33. 33. Cultural political economy and urban heritage tourism • Turismo Patrimonial no contexto urbano • Estudo de caso: Nanjing, China – “Você vai encontrar Nanjing cercada por uma grande muralha que dá a impressão de ser uma cidade pequena. – Dentro está a "Cidade dos Lagos" e orgulhosa capital da província de Jiangsu. Evidentemente, é uma excelente mistura do antigo e do novo. – Há ótimos restaurantes, vida noturna agitada e a cidade está se desenvolvendo continuamente em uma metrópole moderna” – (http://www.indigoguide.co.uk/destinati ons/china/nanjing).
  34. 34. Nanjing, China
  35. 35. Cultural political economy and urban heritage tourism • O “Turismo Patrimonial” na China tem sido afetado por grandes mudanças nas últimas décadas na economia, sociedade e política do país. • A mercantilização tornou-se importante, juntamente com a força contínua do setor estatal e do Partido Comunista Chinês. Consumismo e estratificação social também vêm aumentando. • Contradições – O turismo doméstico da China cresceu acentuadamente, incentivado pela mercantilização, aumentando a renda e aumentando as aspirações de consumir experiências turísticas. – Ao mesmo tempo, o estado às vezes continuou a disseminar mensagens de apoio ao Partido Comunista Chinês, inclusive através do turismo de patrimônio. – 2011: 79 milhões de turistas internos e 1,07 milhão de turistas internacionais
  36. 36. Procedimentos metodológicos • Pesquisa documental: análise de políticas públicas (planos e relatórios anuais), sites oficiais, materiais promocionais e jornais; • Observação: observações etnográficas foram feitas em sítios patrimoniais, incluindo por meio de fotografias; • Análise de Conteúdo: comentários dos turistas nos sites do Weibo (http://tw.weibo.com/) sobre atrações históricas e no TripAdvisor (https://www.tripadvisor.com/); • Entrevistas semiestruturadas: – 1ª fase: 32 gestores públicos e 31 turistas – 2ª fase: 14 gestores de organizações públicas e privadas e 8 turistas
  37. 37. Resultados • A abordagem do CPE para a interpretação do “Turismo Patrimonial” em contextos urbanos adotada foi baseada em uma visão relacional entre cultura e aspectos econômico e político, que são co- constituintes.
  38. 38. #5 Changing perceptions and reasoning process: Comparison of residents’ pre- and post-event attitudes
  39. 39. Changing perceptions and reasoning process: Comparison of residents’ pre- and post-event attitudes • Autores: Christina Geng-Qing Chi (a, b), Zhe Ouyang (a) & Xun Xu (c) • Instituições: – (a) School of Hospitality Business Management, Washington State University, (USA) – (b) School of Tourism and Hospitality, University of Johannesburg, South Africa – (c) Department of Management, Operations, and Marketing, California State University (USA) • Palavras-chave: Temporal change, Confirmation bias, Tourism impacts, Event attachment, Political trust
  40. 40. Changing perceptions and reasoning process • Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 • Host cities – Rio de Janeiro (8 jogos) – Brasília (7) – Salvador (6) – Belo Horizonte (6) – Fortaleza (6)
  41. 41. Hipóteses
  42. 42. Hipóteses (pré) • H1: As percepções dos residentes sobre o impacto positivo do evento influenciam positivamente seu apoio ao megaevento. • H2: As percepções dos residentes sobre o impacto negativo do evento influenciam negativamente seu apoio ao megaevento. • H3: A confiança dos residentes no governo influencia positivamente seu apoio ao megaevento. • H4: A confiança dos residentes no (s) governo (s) influencia positivamente suas percepções sobre os impactos positivos do megaevento. • H5: A confiança dos residentes no (s) governo (s) influencia negativamente suas percepções sobre os impactos negativos do megaevento. • H6: O apego dos residentes ao megaevento influencia positivamente seu apoio ao megaevento. • H7: O apego dos residentes ao megaevento influencia positivamente suas percepções sobre os impactos positivos do evento. • H8: A ligação do residente ao megaevento influencia negativamente a percepção dos impactos negativos do evento.
  43. 43. Hipóteses (pós) • H9a: A influência das percepções dos residentes sobre os impactos positivos do megaevento em seu apoio ao evento é mais forte após a realização do evento. • H9b: A influência das percepções dos moradores sobre os impactos negativos do megaevento em seu apoio ao evento é mais forte após a realização do evento. • H9c: A influência da confiança dos residentes no governo em seu apoio ao megaevento é mais forte após a realização do evento. • H9d: A influência da confiança dos residentes no governo em suas percepções sobre os impactos positivos do megaevento é maior após a realização do evento. • H9e: A influência da confiança dos residentes no governo em suas percepções sobre os impactos negativos do megaevento é maior após a realização do evento. • H9f: A influência do apego dos residentes ao megaevento em seu apoio ao evento é mais fraca após a realização do evento. • H9g: A influência do envolvimento dos residentes com o megaevento em suas percepções sobre os impactos positivos do evento é menor após a realização do evento. • H9h: A influência do envolvimento dos residentes com o megaevento em suas percepções sobre os impactos negativos do evento é menor após a realização do evento.
  44. 44. Hipóteses (pós) • H10a: A percepção dos residentes sobre os impactos positivos do megaevento aumentará após a organização do evento. • H10b: As percepções dos residentes sobre os impactos negativos do megaevento diminuirão após a organização do evento. • H10c: A confiança dos residentes no governo aumentará após a realização do megaevento. • H10d: A adesão dos residentes ao megaevento aumentará após a realização do evento. • H10e: O apoio dos residentes para o megaevento aumentará após a realização do evento.
  45. 45. Procedimentos metodológicos • Questionários: número mínimo de 250 respondentes em cada uma das cidades anfitriãs; • Amostragem: aleatória e probabilística; • Processo de amostragem: localização geográfica e características demográficas (gênero e idade); • Importante: tradução do instrumento de coleta de dados! • Pré-teste: foram aplicados dois estudos piloto em São Paulo para validar o instrumento de coleta (Likert). – Confiança no governo, impactos positivos e negativos do mega evento, aderência dos residentes ao evento e manifestações de apoio à realização do mega evento.
  46. 46. Procedimentos metodológicos • Questionários válidos: 1580 (pré) e 1593 (pós) • Amostragem (pré/pós): – Rio de Janeiro (406/410) – Brasília (251/253) – Salvador (308/311) – Belo Horizonte (306/309) – Fortaleza (309/310)
  47. 47. Resultados
  48. 48. Resultados
  49. 49. Resultados • Verificou-se que a experiência direta dos indivíduos com o evento altera suas associações cognitivas, afetivas e atitudinais em relação ao evento após o evento; • Os resultados confirmam o papel crítico da confiança dos residentes no governo em influenciar o apoio dos residentes ao evento, tanto direta quanto indiretamente, por meio dos impactos positivos percebidos do evento; • Os resultados mostraram-se consistentes em relação a estudos anteriores; • A confiança dos residentes no governo produz um efeito positivo sobre os benefícios percebidos (impactos positivos) e um efeito negativo sobre os custos percebidos (impactos negativos) de sediar um megaevento e, assim, afetar seu apoio para a organização do evento.
  50. 50. “...and so what?” Potencial aplicação na tese
  51. 51. Aplicação na tese • Detalhamento na descrição dos procedimentos metodológicos • Métodos mistos (qualitativo e quantitativo) • Combinação de técnicas de coleta de dados • Determinação de modelo teórico • Clareza no estabelecimento do marco teórico referencial • Objetividade em apontar obras-chave e autores clássicos • Profundidade na discussão dos resultados • Distanciamento: carências da pesquisa e perspectivas futuras

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