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ORGANIZAÇÃO: PR. LUAN ALMEIDA
“Portanto, ninguém vos julgue
pelo comer, ou pelo beber, ou
por causa dos dias de festa, ou
da lua nova, ou dos sábados,”
Colossenses 2:16
Igreja Adventista do Sétimo Dia
A Igreja Adventista do Sétimo Dia
tem estado sobre o palco do
mundo (desde 1844) por mais de
100 anos. Ela tem conquistado
muitas pessoas e construído
muitos templos e outras
organizações que têm
impressionado a muitos. É
atualmente o maior dos vários
grupos Adventistas que surgiram a
partir do Movimento Millerita, no
Segundo Grande Despertamento
Dados:
Conta atualmente com
participação em 206 países;
Possui um número de 17 milhões
de fiéis;
No Brasil, são 2.034.305
adventistas; 21.633
congregações;
155 habitantes para cada
adventista.
História
No início do século XIX, um batista chamado
William Miller, em Nova Iorque, Estados Unidos,
“baseando-se” em Dn. 8:13,14, proclamou que
Cristo voltaria à Terra em 1843.
Diante do fracasso, Miller efetuou novos cálculos
e concluiu que havia cometido um pequeno
equívoco, e a nova data prevista para a vinda de
Cristo à Terra, seria o dia 21/03/1844.
Diante do novo fracasso, a próxima data foi o dia 22 de
outubro daquele mesmo ano. Ao sofrer mais essa
decepção, Miller reconheceu que estava equivocado e,
arrependido, voltou à sua igreja, onde permaneceu fiel ao
Senhor até à sua morte, aos 67 anos de idade, em
20/12/1849.
Calculando que cada um dos 2.300 dias
da profecia de Daniel representava um
ano, Miller tomou o regresso de Esdras do
cativeiro no ano 457 a.C. como ponto de
partida para o cálculo de que Cristo
voltaria à Terra, em pessoa, no ano de
1844. Esta previsão fora feita em 1818.
História
"Acerca da falha da minha data,
expresso francamente o meu
desapontamento... Esperamos
naquele dia a chegada pessoal de
Cristo; e agora, dizer que não
erramos é desonesto! Nunca
devemos ter vergonha de confessar
nossos erros abertamente"
(A História da Mensagem Adventista, p. 410)
História
Quando as três previsões de
Miller falharam e ele
reconheceu seu erro
publicamente, os seus cem
mil adeptos se debandaram
quase todos (Grande
desapontamento). Porém,
alguns se uniram e, em 28 de
setembro de 1860
organizaram a comunidade
que hoje se conhece pelo
nome de Igreja Adventista
História
Joseph Bates, Hiram Edson
e James White concluíram
que as contas de Miller
estavam certas, apenas ele
havia se enganado quando
ao que aconteceria em 1844.
Eles entenderam que o texto
falava que Jesus purificava o
santuário após os 2300
anos. Porém algo aconteceu
no céu em 1844, uma
purificação celeste.
História
É então, que entra em cena Ellen G. White
(1827-1915). Esposa de James White.
Ela participou de todo esse novo rumo dado ao
movimento. Disse ter recebido 2000 sonhos e
visões. Escreveu cem mil páginas a respeito
da fé adventistas. Muitos adventistas aceitam
que ela seja uma profetiza praticamente
infalível.
Numa de suas visões, ela viu o quarto
mandamento em destaque no decálogo.
Entendeu, portanto, que Deus estava
revelando que o sábado precisava ser
resgatado na igreja!
História
Desse movimento Millerista
nasceram outros grupos
religiosos, dos quais, a Igreja
Adventista do Sétimo Dia é o
mais próspero. E desta “igreja”:
Igreja Adventista da Promessa,
Igreja Adventista do 7º Dia
(Movimento de Reforma), Igreja
Adventista do Sétimo Dia
(Movimento de Completa
Reforma), Igreja Adventista do
Sétimo Dia Remanescente, etc.
História
A Igreja Adventista já se apresentou com os seguintes
nomes:
Igreja Cristã Adventista, 1855;
Adventistas do Sétimo Dia, 1860;
União da Vida e Advento, 1864;
Igreja de Deus Adventista, 1866;
Igreja de Deus e de Jesus Cristo Adventista, 1921;
Igreja Adventista do Sétimo Dia, década de 1950.
História
Não é exorbitante afirmar que
a seita Testemunhas de Jeová
também nasceu do movimento
Millerista, visto que Russell,
após romper com a Igreja
Presbiteriana (onde nascera) e
ir para a Igreja Congregacional,
emigrou-se para a Igreja Cristã
do Advento (uma das
ramificações do Movimento
Millerista), de onde também
saiu para fundar a sua própria
GUARDA DO SÁBADO
A guarda do sábado:
A guarda do sábado é sem dúvida o principal ponto de
controvérsia da doutrina do Adventismo do Sétimo Dia.
O próprio complemento do nome desta seita, "Sétimo
Dia", mostra quanta afinidade existe entre o
adventismo e o sábado. O Adventismo ensina que o
crente deve observar o sábado como o dia de repouso,
e não o domingo.
Creem que os que guardam o domingo aceitarão a
"marca da besta" sob o governo do Anticristo. Helen
White ensina que a observância do sábado é o selo de
Deus; enquanto o domingo será o selo do Anticristo.
Os principais argumentos sabatistas
O grande apelo do movimento sabatista é o antigo
testamento. É simples: há centenas de textos no AT
descrevendo e exigindo a guarda do sábado, o sétimo
dia.
Isso está estabelecido na criação (Gn 2.3);
Isso está estabelecido nos dez mandamentos (Ex
20.8-11);
Isso foi estabelecido como algo perpétuo para o povo
de Israel (Ex 31.16, Lv 16.31);
Na interpretação dos adventistas o inimigo mudaria os
tempos e a lei (Dn 7.25).
Os principais argumentos sabatistas
Dizem eles:
“Santificar o Sábado ao Senhor importa
em salvação eterna”.
(Livro: Testemunhos Seletos, vol. III
pág.22, EGW ed1956).
Por que os cristãos não o guardam?
Não guardamos o sábado porque ele faz parte de um
pacto de Deus com o povo de Israel (Ex 31.16, Lv
16.31 – Filhos de Israel ou Israelitas);
Porque antes do Sinai Deus nunca ordenou a alguém
que guardasse o sábado;
Porque ele não é uma instituição perpétua (Ex 31.16-
17; 12.14; Lv 23.21);
Porque se quisermos fazer a concordância entre o
calendário atual e o calendário bíblico, chegaremos a
conclusão que o sábado não é um dia fixo** (Lv 16.31);
Por que os cristãos não o guardam?
Não guardamos o sábado porque estamos num novo
concerto (Hb 8.6-13; 10.7-9; Gl 3.17; Rm 8.1,2; 1 Co
14.33);
Não há nenhuma ordem no Novo Testamento para se
guardar o sábado, embora Jesus e os discípulos o
guardassem, pois não poderia fazer diferente, sendo
todos eles judeus. Jesus nunca mandou ninguém
guarda-lo; o apóstolo Paulo também nada ensinou
acerca da guarda do sábado;
Não guardamos porque o Concílio de Jerusalém não
pediu aos gentios que observassem o shabbat (At
Por que os cristãos não o guardam?
Não guardamos o sábado porque ele faz parte da Lei,
que foi cumprida em Cristo (Cl 2.14, 16, 17; 2 Co 3.3-
14; Hb 7.18);
No entender de Paulo, os cristãos gentios que
viessem a guardar o sábado e outras festividades
judaicas, poderiam desviar do caminho (Gl 4.10,11; Rm
14.5);
Guardamos o domingo porque Jesus ressuscitou no
primeiro dia da semana (Jo 20.1);
Porque Jesus apareceu aos discípulos no primeiro dia
da semana, esperou mais uma semana para aparecer
novamente a eles no primeiro dia da semana (Jo
20.19,26);
Por que os cristãos não o guardam?
Guardamos o domingo porque a promessa do Espírito
Santo cumpriu-se no primeiro dia da semana (Lv
23.16);
Porque, embora Paulo sempre fosse à Sinagoga aos
sábados para leitura do AT e orações, vemos
claramente que quando ele ia se reunir com os
cristãos, o dia de culto era o primeiro da semana (At
20.6-7);
Paulo instruiu os cristãos a fazerem contribuição no
primeiro dia da semana (1 Co 16.2);
Porque o domingo é chamado de “O dia do Senhor”
em Ap 1.10, conforme comprova o Didaquê, a Epístola
de Barnabé e as cartas de Inácio de Antioquia
A Didaqué ou Doutrina dos doze apóstolos (65 - 80 D.C.)
“Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e
agradecer após ter confessado seus pecados, para que
o sacrifício seja puro.”
(Didaqué XIV 1)
A EPÍSTOLA DE BARNABÉ (96 - 98 D.C.)
“Ele finalmente lhes disse: “Não suporto vossas
neomênias e vossos sábados”. Vede como ele diz: não
são os sábados atuais que me agradam, mas aquele
que eu fiz e no qual, depois de ter levado todas as
coisas ao repouso, farei o início do oitavo dia**, isto é, o
começo de outro mundo. Eis por que celebramos como
festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos
mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus.”
(Epístola de Barnabé 15, 6-8)
INÁCIO DE ANTIOQUÍA (107 D.C.)
“Se, então, aqueles que eram educados na antiga
ordem das coisas se apossaram da nova esperança,
não mais observando o sábado [μηκέτι σαββατίζοντες],
mas observando o Dia do Senhor, no qual também a
nossa vida foi libertada por Ele e por Sua morte - alguns
negam que por tal mistério obtemos a fé e nele
perseveramos para que ser contados como discípulos
de Jesus Cristo, nosso único Mestre como seremos
capazes de viver longe Dele, cujos discípulos e os
próprios profetas esperaram no Espírito para que Ele
fosse o Instrutor deles? Era Ele que certamente
esperavam, pois vindo, os libertou da morte.”
(Inácio de Antioquia – Carta aos Magnésios IX)
JUSTINO MÁRTIR (100 – 165 D.C.)
“No dia que se chama do sol [domingo] se celebra uma
reunião de todos os que moram nas cidades e nos
campos, e ali é lido, enquanto o tempo o permite, as
recordações dos apóstolos ou os escritos dos profetas.
Depois, quando o leitor termina, o presidente, fala, e faz
uma exortação e convite a que imitemos estes belos
exemplos. Em seguida nos levantamos todos e
elevamos nossas preces, e quando terminamos, como
já dissemos, se oferece pão, vinho e água, e o
presidente, segundo suas forças, faz igualmente subir a
Deus suas preces e ações de graças, e todo o povo
exclama dizendo: “amém”
(Justino Mártir, Apología I, 67)
Por que os cristãos não o guardam?
A igreja primitiva fazia desde o início. O domingo não
foi instituído pelo Papa como dizem os Adventistas,
nem por Constantino. O que Constantino fez foi
simplesmente oficializar algo que existia desde os
primórdios do cristianismo. O imperador decretou a
liberdade de culto no Edito de Milão no ano de 313
d.C, mas já havia testemunhos de mais de 250 anos
antes de que os cristãos celebravam no domingo e não
guardavam o sábado. Na época que isso ocorreu,
nenhum bispo, nenhum pastor, nenhum cristão
reclamou. Se eles estivessem guardando o sábado e
viesse uma lei imposta pelo imperador ou pelo Papa,
fatalmente vários líderes da igreja não teriam aceito.
Mas como era o que faziam desde o começo, ninguém
Por que os cristãos não o guardam?
Pelo testemunho dos pais da igreja, como Inácio,
Tertuliano, Cipriano, Clemente de Alexandria, Hipólito,
Dionísio de Corinto, Melito de Sardes e Eusébio.
“Por que se antes de Abrão não havia necessidade de
circuncisão, nem antes de Moisés o sábado, das festas nem
dos sacrifícios, tampouco há agora, depois de Jesus Cristo,
Filho de Deus, Nascido sem pecado da virgem Maria da
linhagem de Abraão.”
(Justino Mártir, Diálogo com Trifão, 23,4)
O Testemunho da Reforma
Calvino, nas Institutas, destaca o sentido último e
principal do sábado, como um descanso espiritual,
muitas vezes destacado por Jesus ao demonstrar que
a santidade não estava na forma, mas no conteúdo: Mt
12.1-8.
A Confissão de fé batista de 1689
O dia do descanso é santificado ao Senhor quando os
homens preparam devidamente os seus corações para
esse dia e põe em ordem os seus afazeres corriqueiros,
de antemão; quando não apenas obedecem a um
descanso consagrado, durante o dia todo, de seus
próprios trabalhos, palavras e pensamentos,
concernentes a ocupações seculares e recreações,
mas também ocupam o tempo todo em exercício de
adoração a Deus, seja em particular ou em público, e
deveres de necessidade e de misericórdia (Is.58.13).
Com estas palavras, Jesus
defende o princípio moral do
quarto mandamento do
Decálogo, condenando
abertamente o cerimonialismo,
e revela a sua autoridade
divina sobre o sábado, para
cumpri-lo, abolido ou mudá-lo.
O sentimento moral é a
necessidade de se
descansar um dia por
semana, valendo, para esse
fim, qualquer deles (Cl 2.14-
17).
Mc 2.27,28
A ALTERAÇÃO DAS ESCRITURAS
A alteração das Escrituras
Todo movimento sectário usa como artifício de defesa
da sua fé o argumento falacioso de que a Bíblia foi
adulterada. Os Adventistas lançam mão desta mentira
para dizer que os textos do Novo Testamento que
testificam o domingo como dia do Senhor foram
adulterados no século IV pelo imperador Constantino.
Este argumento cai por terra, quando observamos as
cópias mais antigas das Escrituras Sagradas. Existem
documentos como os do Qumran, que são datados de
150 A.C. e 70 D.C. que não possuem nenhuma
alteração com documentos posteriores. As cópias são
fiéis!
A alteração das Escrituras
Recentemente, por
exemplo, foram
encontrados
fragmentos do
Evangelho de Marcos,
em uma máscara de
múmia egípcia, datado
de antes do ano 90
d.C.. Mais uma vez,
nota-se o cuidado de
Deus em preservar
Sua Escritura (Ap
O SONO DA ALMA
O sono da alma
Os adventistas ensinam que as almas dos justos
dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono
da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira
inconsciência. Baseiam esta crença principalmente em
Eclesiastes 9.5;
"O que o homem possui é o 'fôlego da vida' (o que dá
animação ao corpo), que lhe é retirado por Deus,
quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por
Deus, mas não é entidade consciente ou homem real
como querem os imortalistas"
(Sutilezas do Erro, p. 217)
O sono da alma
O contexto de Ec 9 demonstra
que o autor deste versículo
está falando sobre a relação
dos mortos com a vida terrena
e não sobre o estado da alma
depois da morte. Leia os
versículos 4 a 10 desse
capítulo.
Este ensino contradiz vários
textos das Escrituras, dentre os
quais destacam-se Lucas
16.22-30 e Apocalipse 6.9,10.
O sono da alma
O primeiro texto registra a história do rico e Lázaro logo
após a morte, e mostra que o rico, estando no inferno:
a. levantou os olhos e viu Lázaro no seio de Abraão
(v.23);
b. clamou por misericórdia (v.24);
c. teve sede (v.24);
d. sentiu-se atormentado (v.24);
e. rogou em favor dos seus irmãos (v.27);
f. ainda tinha seus irmãos em lembrança (v.28);
g. persistiu em rogar a favor dos seus entes queridos
O sono da alma
Já o texto de Apocalipse 6.9,10 trata da abertura do
quinto selo, quando João viu debaixo do altar “as almas
daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra
de Deus e por causa do testemunho que sustentavam”.
Segundo o registro de João, elas:
a. clamavam com grande voz (v.10);
b. inquiriram o Senhor (v.10);
c. reconheceram a soberania do Senhor (v.10);
d. lembravam-se de acontecimentos da Terra (v.10);
e. clamavam por vingança divina contra os ímpios (v.
10)
O sono da alma
As expressões dormir ou sono usadas na Bíblia para tipificar
a morte falam da indiferença dos mortos para com os
acontecimentos normais da Terra e nunca para com aquilo
que faz parte do ambiente onde estão as almas
desencarnadas. Assim como o subconsciente continua ativo
enquanto o corpo dorme, a alma do homem não cessa sua
atividade quando o corpo morre (Jo 11.11-13).
A palavra de Cristo na cruz ao ladrão arrependido: Lc 23.43,
é uma prova da consciência da alma imediatamente após a
morte.
No momento da transfiguração de Cristo, Moisés não estava
inconsciente e silencioso enquanto falava com Cristo sobre
a sua morte iminente (Mt 17.1-6). Ver também: Fp 1.23,24;
O DESTINO FINAL DE ÍMPIOS E JUSTOS
O Destino Final dos Ímpios e Satanás
Os adventistas ensinam que Satanás, seus
demônios, e todos os pecadores serão
aniquilados, completamente destruídos. A
senhora White diz que a doutrina do castigo
eterno é "uma das doutrinas falsas que
constituem o vinho das abominações da
Babilônia".
Spicer, um dos mais lidos escritores adventistas,
escreve: “O ensino positivo da Sagrada Escritura
é que o pecado e os pecadores serão
exterminados para não mais existirem. Haverá de
novo um Universo limpo, quando estiver
O Destino Final dos Ímpios e Satanás
É evidente que este ensino entra em
contradição com as seguintes
passagens: Daniel 12.2; Mateus 25.46;
João 5.29 e Apocalipse 20.10.
Daniel 12.2 e Mateus 25.46 estão de
acordo ao afirmar que:
a. Os justos ressuscitarão para a vida e
gozo eternos;
b. Os ímpios ressuscitarão para
vergonha e horror igualmente eternos.
O Destino Final dos Ímpios e Satanás
Aqui, “vergonha e horror eterno” não significa
destruição ou aniquilamento. Estas palavras falam do
estado de separação entre Deus e o ímpio após a sua
morte. Se for certo que o ímpio será destruído, por que
então terá ele de ressuscitar e depois ser lançado no
Lago de Fogo? (Mt 25.41). Ap 14.10,11 diz que os
adoradores do Anticristo serão atormentados “e a
fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos
séculos”. Isto não é aniquilamento. Quanto à pessoa de
Satanás, Apocalipse 20.10 diz que ele, o Anticristo e o
Falso Profeta, “serão atormentados no Lago de Fogo
pelos séculos dos séculos”, para sempre. Isto não é
aniquilamento. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15
MIGUEL É UM TÍTULO A JESUS
Miguel é um título a Jesus
Os adventistas dizem: Sempre que Miguel é
mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus
como Comandante dos exércitos celestiais em direta
disputa com Satanás e os anjos maus¹.
Miguel é um título a Jesus
Entretanto, o arcanjo Miguel é mencionado cinco vezes
na Bíblia (Dn 10.13-21; Jd 9: Ap 12.7). Em nenhuma
dessas citações Miguel é apontado como sendo Jesus.
A bíblia mostra a diferença entre Jesus e Miguel:
1) Jesus é Criador (Jo 1.3), Miguel é criatura (Cl 1.16);
2) Jesus é adorado pelos anjos, inclusive por Miguel
(Hb 1.6), que, assim como os demais anjos, não pode
ser adorado (Ap 22.8,9);
3) Jesus é Senhor (Ap 17.14), Miguel é príncipe (Dn
10.13);
4) Jesus é o Rei dos reis (1 Tm 6.15), Miguel é o
príncipe dos judeus (Dn 10.13).
Miguel é um título a Jesus
O texto de Judas 1.9 nos mostra também algo
interessante:
Observe que nessa disputa entre Miguel e o Diabo,
Miguel disse a Ele que o Senhor o repreenderia.
Sabemos que Jesus Cristo é o Senhor. Se Miguel fosse
Jesus, por que razão iria dizer ao diabo que o Senhor o
repreenderia, se Jesus é o Senhor? Ele mesmo teria
autoridade para repreender o diabo, assim como fez na
tentação no deserto (Mateus 4.10).
Fica claro que Miguel falava de alguém que está acima
dele e que tem o poder de julgar. Logo, Miguel não é
Jesus também nesse texto.
A PROIBIÇÃO DE ALIMENTOS
A proibição de alimentos
O adventista acredita que Deus proibiu o
consumo de determinados tipos de
alimentos, baseando-se em Lv 11 e Is
65.4. Alguns chegam a adotar uma dieta
vegana, abolindo o consumo de leite e
derivados animais.
Entretanto, Deus não proibiu que
comessem carnes, Ele liberou algumas
para servirem de alimento entre todas as
impuras, pois com a Queda, toda a terra
tornou-se maldita. Era uma questão
sanitária, não espiritual.
A proibição de alimentos
Além disso, os animais vetados
por Deus representavam a
contaminação do pecado do
homem, mas estes deixaram de
ser impuros, quando Cristo
reconciliou todas as coisas (Cl
1.20).
Na verdade, o Novo Testamento
mostra que todos os animais
agora são puros e podem ser
comidos pelo homem (Mc 7.19; At
10.10-15; Rm 14.1-3; Lc 10.8; Cl
SATANÁS, O BODE EXPIATÓRIO
Os adventistas ensinam que o bode
emissário (ou bode para azazel) de
Levítico 16.22,26 simboliza Satanás.
Todas as nossas iniquidades serão
carregadas pelo diabo. Segundo eles,
durante o milênio, Satanás, levará
sobre si a culpa dos pecados que fez o
povo de Deus cometer, e será
confinado a esta terra desolada e sem
habitantes. Isto faria o diabo nosso co-
salvador com Cristo, a expiação de
nossos pecados seria realizada em
parte por Cristo e em parte por
A verdadeira interpretação sobre a passagem é que
ambos os bodes representam duas fases da obra
expiatória de Cristo: O imolado representa a expiação
dos pecados e o enviado representa a remoção
completa dos pecados.
Se estes animais representassem dois aspectos
diferentes, teriam sido simbolizados por dois animais
diferentes. Ademais, os animais deveriam ser sem
defeito, como Satanás poderia ser representado por
um animal sem mácula?
Veja: Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; Jo 19.30; 2 Co 5.21;
Rm 8.32.
Satanás, o bode expiatório
A DOUTRINA DA EXPIAÇÃO
Segundo o Adventismo do Sétimo Dia, a doutrina da
expiação é explicada partindo do seguinte raciocínio:
a. Em 1844, Cristo começou a purificação do santuário
celestial, realizando o chamado “juízo investigativo”.
b. O céu é a réplica do santuário típico sobre a Terra,
com dois compartimentos: o lugar santo e o santo dos
santos.
c. No primeiro compartimento do santuário celestial,
Cristo intercedeu durante dezoito séculos (do ano 33
ao ano 1844), em prol dos pecadores penitentes,
“entretanto seus pecados permaneciam ainda no livro
A doutrina da Expiação
d. A expiação de Cristo permanecera inacabada, pois
havia ainda uma tarefa a ser realizada, a saber: a
remoção de pecados do santuário no céu.
e. A doutrina do santuário levou o Adventismo do
Sétimo Dia finalmente a declarar:
“Nós discordamos da opinião de que a expiação foi
efetuada na cruz, conforme geralmente se admite”.
A doutrina da Expiação
“Em 1844 iniciou-se a obra de investigação e
apagamento dos pecados. Todos os que já
professaram o nome de Cristo serão submetidos
àquele perscrutador escrutínio. Tanto os vivos como os
mortos devem ser julgados... Todo nome é
mencionado, cada caso minuciosamente investigado.
Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes... Assim o
grande plano de redenção (salvação) atingirá seu
cumprimento na extirpação final do pecado... Cristo
porá todos esses pecados sobre Satanás... de igual
modo Satanás, levando a culpa de todos os
pecados...”
(Grande Conflito, pg 489 e 486)
A doutrina da Expiação
Este ensino não pode manter-se de pé, primeiramente
porque foi concebido por uma pessoa (a senhora
White) de exagerado fanatismo e falsa profetiza; e
segundo, porque é incoerente com o tratamento do
assunto nas Escrituras. A Bíblia ensina que:
a. A obra expiatória de Cristo é perfeita (Hb 7.27;
10.12,14).
b. A salvação do crente é perfeita e imediata (Jo 5.24;
8.36; Rm 8.1; 1 Jo 1.7)
A doutrina da Expiação
A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é
simplesmente uma denominação cristã
com alguns erros, mas uma seita herética.
Devemos tomar cuidado com o modo sutil
pelo qual o movimento adventista vem
introduzindo suas heresias na mente de
cristãos sinceros.
Alertemos nossos irmãos para o fato de
que a “Igreja da TV Novo Tempo” nega a
doutrina bíblica da Trindade, a inerrância
bíblica, além de defender a inspiração de
escritos extra bíblicos e ensinar uma
doutrina da salvação que pode ser
considerada semi-pelagiana (Mt 7.15).
CONCLUSÃO
Eles ensinam que a Bíblia contém erros reais, além de
afirmar que os escritos da profetisa Ellen White são tão
inspirados quanto as Escrituras:
“Nós cremos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito
Santo e que seus escritos, um produto dessa
inspiração, são aplicáveis e autoritativos,
especialmente aos Adventistas do Sétimo Dia.” “Nós
não cremos que a qualidade ou nível de inspiração nos
escritos de Ellen White são diferentes daqueles
encontrados nas Escrituras.”
CONCLUSÃO
Deus, mediante a Bíblia, nos dá certos critérios para o
julgamento de um profeta. Em Dt 18.20-22 e 13.1-3,
Deus mostra que pode-se reconhecer o falso profeta
por duas maneiras:
a) Quando a palavra que ele proferir não se cumprir;
b) Quando a palavra que ele proferir se cumprir, mas,
prevalecendo-se ele disso, conduzir as pessoas a
se afastarem do verdadeiro Deus e a seguirem
deuses ou pessoas.
Ellen G. White se enquadra nas duas descrições
acima.
CONCLUSÃO
O discutir com os adventistas não dá nenhum bom
resultado. Estão bastante preparados para discutir e
convidam a discussão. Recorde-se que as discussões
somente fazem que a pessoa resolva defender melhor
a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista
citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos
guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes
quais são os andamentos de Deus no Novo
Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29;
Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap
22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de
Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo-
os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da
salvação.
CONCLUSÃO
Referências:
Ministério CACP: Os Adventistas do Sétimo Dia são Cristãos?
http://www.cacp.org.br/os-adventistas-do-setimo-dia-sao-cristaos/
PR. JOEL SANTANA APOLOGISTA: Livro: Igreja Adventista do Sétimo Dia, Que Seita é
Essa?
http://prjoelapologista.blogspot.com.br/2015/06/livro-igreja-adventista-do-setimo-dia.html
Sola Scriptura TT: É A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA UMA SEITA?
http://solascriptura-tt.org/Seitas/EhAIgrejaAdventistaSetimoDiaSeita-PCristiano-
JFMartinez.htm
Wikipedia: Igreja Adventista do Sétimo Dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Adventista_do_S%C3%A9timo_Dia
Apologistas Católicos: Sábado e domingo na Igreja Primitiva
http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/controversias/580-sabado-e-
domingo-na-igreja-primitiva
LIVRO: Seitas e Heresias do Nosso Tempo – Jaziel Guerreiro Martins. Editora A.D. Santos.
2000. Curitiba-PR. 2ª Edição.
Referências:
Monergismo: Confissão de fé Batista de 1689
http://www.monergismo.com/textos/credos/1689.htm
Citação ¹: http://novotempo.com/bibliafacil/quem-e-miguel/.
Esboçando Ideias: É verdade que o arcanjo Miguel é Jesus Cristo?
https://www.esbocandoideias.com/2015/01/e-verdade-que-o-arcanjo-miguel-e-jesus-
cristo.html
Sola Scriptura.tt: O Adventismo do 7º Dia
http://solascriptura-tt.org/Seitas/Advent7Dia-PlanetaEv.htm
Bereanos: Refutando as Seitas, parte 2 – Adventismo
https://bereianos.blogspot.com.br/2016/12/refutando-as-seitas-parte-2-adventismo.html
A fé explicada: Refutando a doutrina adventista
https://afeexplicada.wordpress.com/2013/11/28/refutando-a-doutrina-adventista/
Sola Scriptura.tt – Será bíblica a salvação proclamada pela Igreja Adventista?
http://solascriptura-tt.org/Seitas/SeraBiblicaSalvacaoAdventista-PFM.htm

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Adventistas do Sétimo Dia - Seitas e Heresias

  • 2. “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,” Colossenses 2:16
  • 3. Igreja Adventista do Sétimo Dia A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem estado sobre o palco do mundo (desde 1844) por mais de 100 anos. Ela tem conquistado muitas pessoas e construído muitos templos e outras organizações que têm impressionado a muitos. É atualmente o maior dos vários grupos Adventistas que surgiram a partir do Movimento Millerita, no Segundo Grande Despertamento
  • 4. Dados: Conta atualmente com participação em 206 países; Possui um número de 17 milhões de fiéis; No Brasil, são 2.034.305 adventistas; 21.633 congregações; 155 habitantes para cada adventista.
  • 5.
  • 6. História No início do século XIX, um batista chamado William Miller, em Nova Iorque, Estados Unidos, “baseando-se” em Dn. 8:13,14, proclamou que Cristo voltaria à Terra em 1843. Diante do fracasso, Miller efetuou novos cálculos e concluiu que havia cometido um pequeno equívoco, e a nova data prevista para a vinda de Cristo à Terra, seria o dia 21/03/1844. Diante do novo fracasso, a próxima data foi o dia 22 de outubro daquele mesmo ano. Ao sofrer mais essa decepção, Miller reconheceu que estava equivocado e, arrependido, voltou à sua igreja, onde permaneceu fiel ao Senhor até à sua morte, aos 67 anos de idade, em 20/12/1849. Calculando que cada um dos 2.300 dias da profecia de Daniel representava um ano, Miller tomou o regresso de Esdras do cativeiro no ano 457 a.C. como ponto de partida para o cálculo de que Cristo voltaria à Terra, em pessoa, no ano de 1844. Esta previsão fora feita em 1818.
  • 7. História "Acerca da falha da minha data, expresso francamente o meu desapontamento... Esperamos naquele dia a chegada pessoal de Cristo; e agora, dizer que não erramos é desonesto! Nunca devemos ter vergonha de confessar nossos erros abertamente" (A História da Mensagem Adventista, p. 410)
  • 8. História Quando as três previsões de Miller falharam e ele reconheceu seu erro publicamente, os seus cem mil adeptos se debandaram quase todos (Grande desapontamento). Porém, alguns se uniram e, em 28 de setembro de 1860 organizaram a comunidade que hoje se conhece pelo nome de Igreja Adventista
  • 9. História Joseph Bates, Hiram Edson e James White concluíram que as contas de Miller estavam certas, apenas ele havia se enganado quando ao que aconteceria em 1844. Eles entenderam que o texto falava que Jesus purificava o santuário após os 2300 anos. Porém algo aconteceu no céu em 1844, uma purificação celeste.
  • 10. História É então, que entra em cena Ellen G. White (1827-1915). Esposa de James White. Ela participou de todo esse novo rumo dado ao movimento. Disse ter recebido 2000 sonhos e visões. Escreveu cem mil páginas a respeito da fé adventistas. Muitos adventistas aceitam que ela seja uma profetiza praticamente infalível. Numa de suas visões, ela viu o quarto mandamento em destaque no decálogo. Entendeu, portanto, que Deus estava revelando que o sábado precisava ser resgatado na igreja!
  • 11. História Desse movimento Millerista nasceram outros grupos religiosos, dos quais, a Igreja Adventista do Sétimo Dia é o mais próspero. E desta “igreja”: Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do 7º Dia (Movimento de Reforma), Igreja Adventista do Sétimo Dia (Movimento de Completa Reforma), Igreja Adventista do Sétimo Dia Remanescente, etc.
  • 12. História A Igreja Adventista já se apresentou com os seguintes nomes: Igreja Cristã Adventista, 1855; Adventistas do Sétimo Dia, 1860; União da Vida e Advento, 1864; Igreja de Deus Adventista, 1866; Igreja de Deus e de Jesus Cristo Adventista, 1921; Igreja Adventista do Sétimo Dia, década de 1950.
  • 13. História Não é exorbitante afirmar que a seita Testemunhas de Jeová também nasceu do movimento Millerista, visto que Russell, após romper com a Igreja Presbiteriana (onde nascera) e ir para a Igreja Congregacional, emigrou-se para a Igreja Cristã do Advento (uma das ramificações do Movimento Millerista), de onde também saiu para fundar a sua própria
  • 14.
  • 16. A guarda do sábado: A guarda do sábado é sem dúvida o principal ponto de controvérsia da doutrina do Adventismo do Sétimo Dia. O próprio complemento do nome desta seita, "Sétimo Dia", mostra quanta afinidade existe entre o adventismo e o sábado. O Adventismo ensina que o crente deve observar o sábado como o dia de repouso, e não o domingo. Creem que os que guardam o domingo aceitarão a "marca da besta" sob o governo do Anticristo. Helen White ensina que a observância do sábado é o selo de Deus; enquanto o domingo será o selo do Anticristo.
  • 17. Os principais argumentos sabatistas O grande apelo do movimento sabatista é o antigo testamento. É simples: há centenas de textos no AT descrevendo e exigindo a guarda do sábado, o sétimo dia. Isso está estabelecido na criação (Gn 2.3); Isso está estabelecido nos dez mandamentos (Ex 20.8-11); Isso foi estabelecido como algo perpétuo para o povo de Israel (Ex 31.16, Lv 16.31); Na interpretação dos adventistas o inimigo mudaria os tempos e a lei (Dn 7.25).
  • 18. Os principais argumentos sabatistas Dizem eles: “Santificar o Sábado ao Senhor importa em salvação eterna”. (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
  • 19. Por que os cristãos não o guardam? Não guardamos o sábado porque ele faz parte de um pacto de Deus com o povo de Israel (Ex 31.16, Lv 16.31 – Filhos de Israel ou Israelitas); Porque antes do Sinai Deus nunca ordenou a alguém que guardasse o sábado; Porque ele não é uma instituição perpétua (Ex 31.16- 17; 12.14; Lv 23.21); Porque se quisermos fazer a concordância entre o calendário atual e o calendário bíblico, chegaremos a conclusão que o sábado não é um dia fixo** (Lv 16.31);
  • 20. Por que os cristãos não o guardam? Não guardamos o sábado porque estamos num novo concerto (Hb 8.6-13; 10.7-9; Gl 3.17; Rm 8.1,2; 1 Co 14.33); Não há nenhuma ordem no Novo Testamento para se guardar o sábado, embora Jesus e os discípulos o guardassem, pois não poderia fazer diferente, sendo todos eles judeus. Jesus nunca mandou ninguém guarda-lo; o apóstolo Paulo também nada ensinou acerca da guarda do sábado; Não guardamos porque o Concílio de Jerusalém não pediu aos gentios que observassem o shabbat (At
  • 21. Por que os cristãos não o guardam? Não guardamos o sábado porque ele faz parte da Lei, que foi cumprida em Cristo (Cl 2.14, 16, 17; 2 Co 3.3- 14; Hb 7.18); No entender de Paulo, os cristãos gentios que viessem a guardar o sábado e outras festividades judaicas, poderiam desviar do caminho (Gl 4.10,11; Rm 14.5); Guardamos o domingo porque Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana (Jo 20.1); Porque Jesus apareceu aos discípulos no primeiro dia da semana, esperou mais uma semana para aparecer novamente a eles no primeiro dia da semana (Jo 20.19,26);
  • 22. Por que os cristãos não o guardam? Guardamos o domingo porque a promessa do Espírito Santo cumpriu-se no primeiro dia da semana (Lv 23.16); Porque, embora Paulo sempre fosse à Sinagoga aos sábados para leitura do AT e orações, vemos claramente que quando ele ia se reunir com os cristãos, o dia de culto era o primeiro da semana (At 20.6-7); Paulo instruiu os cristãos a fazerem contribuição no primeiro dia da semana (1 Co 16.2); Porque o domingo é chamado de “O dia do Senhor” em Ap 1.10, conforme comprova o Didaquê, a Epístola de Barnabé e as cartas de Inácio de Antioquia
  • 23. A Didaqué ou Doutrina dos doze apóstolos (65 - 80 D.C.) “Reúna-se no dia do Senhor para partir o pão e agradecer após ter confessado seus pecados, para que o sacrifício seja puro.” (Didaqué XIV 1)
  • 24. A EPÍSTOLA DE BARNABÉ (96 - 98 D.C.) “Ele finalmente lhes disse: “Não suporto vossas neomênias e vossos sábados”. Vede como ele diz: não são os sábados atuais que me agradam, mas aquele que eu fiz e no qual, depois de ter levado todas as coisas ao repouso, farei o início do oitavo dia**, isto é, o começo de outro mundo. Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus.” (Epístola de Barnabé 15, 6-8)
  • 25. INÁCIO DE ANTIOQUÍA (107 D.C.) “Se, então, aqueles que eram educados na antiga ordem das coisas se apossaram da nova esperança, não mais observando o sábado [μηκέτι σαββατίζοντες], mas observando o Dia do Senhor, no qual também a nossa vida foi libertada por Ele e por Sua morte - alguns negam que por tal mistério obtemos a fé e nele perseveramos para que ser contados como discípulos de Jesus Cristo, nosso único Mestre como seremos capazes de viver longe Dele, cujos discípulos e os próprios profetas esperaram no Espírito para que Ele fosse o Instrutor deles? Era Ele que certamente esperavam, pois vindo, os libertou da morte.” (Inácio de Antioquia – Carta aos Magnésios IX)
  • 26. JUSTINO MÁRTIR (100 – 165 D.C.) “No dia que se chama do sol [domingo] se celebra uma reunião de todos os que moram nas cidades e nos campos, e ali é lido, enquanto o tempo o permite, as recordações dos apóstolos ou os escritos dos profetas. Depois, quando o leitor termina, o presidente, fala, e faz uma exortação e convite a que imitemos estes belos exemplos. Em seguida nos levantamos todos e elevamos nossas preces, e quando terminamos, como já dissemos, se oferece pão, vinho e água, e o presidente, segundo suas forças, faz igualmente subir a Deus suas preces e ações de graças, e todo o povo exclama dizendo: “amém” (Justino Mártir, Apología I, 67)
  • 27. Por que os cristãos não o guardam? A igreja primitiva fazia desde o início. O domingo não foi instituído pelo Papa como dizem os Adventistas, nem por Constantino. O que Constantino fez foi simplesmente oficializar algo que existia desde os primórdios do cristianismo. O imperador decretou a liberdade de culto no Edito de Milão no ano de 313 d.C, mas já havia testemunhos de mais de 250 anos antes de que os cristãos celebravam no domingo e não guardavam o sábado. Na época que isso ocorreu, nenhum bispo, nenhum pastor, nenhum cristão reclamou. Se eles estivessem guardando o sábado e viesse uma lei imposta pelo imperador ou pelo Papa, fatalmente vários líderes da igreja não teriam aceito. Mas como era o que faziam desde o começo, ninguém
  • 28. Por que os cristãos não o guardam? Pelo testemunho dos pais da igreja, como Inácio, Tertuliano, Cipriano, Clemente de Alexandria, Hipólito, Dionísio de Corinto, Melito de Sardes e Eusébio. “Por que se antes de Abrão não havia necessidade de circuncisão, nem antes de Moisés o sábado, das festas nem dos sacrifícios, tampouco há agora, depois de Jesus Cristo, Filho de Deus, Nascido sem pecado da virgem Maria da linhagem de Abraão.” (Justino Mártir, Diálogo com Trifão, 23,4)
  • 29. O Testemunho da Reforma Calvino, nas Institutas, destaca o sentido último e principal do sábado, como um descanso espiritual, muitas vezes destacado por Jesus ao demonstrar que a santidade não estava na forma, mas no conteúdo: Mt 12.1-8.
  • 30. A Confissão de fé batista de 1689 O dia do descanso é santificado ao Senhor quando os homens preparam devidamente os seus corações para esse dia e põe em ordem os seus afazeres corriqueiros, de antemão; quando não apenas obedecem a um descanso consagrado, durante o dia todo, de seus próprios trabalhos, palavras e pensamentos, concernentes a ocupações seculares e recreações, mas também ocupam o tempo todo em exercício de adoração a Deus, seja em particular ou em público, e deveres de necessidade e de misericórdia (Is.58.13).
  • 31. Com estas palavras, Jesus defende o princípio moral do quarto mandamento do Decálogo, condenando abertamente o cerimonialismo, e revela a sua autoridade divina sobre o sábado, para cumpri-lo, abolido ou mudá-lo. O sentimento moral é a necessidade de se descansar um dia por semana, valendo, para esse fim, qualquer deles (Cl 2.14- 17). Mc 2.27,28
  • 32. A ALTERAÇÃO DAS ESCRITURAS
  • 33. A alteração das Escrituras Todo movimento sectário usa como artifício de defesa da sua fé o argumento falacioso de que a Bíblia foi adulterada. Os Adventistas lançam mão desta mentira para dizer que os textos do Novo Testamento que testificam o domingo como dia do Senhor foram adulterados no século IV pelo imperador Constantino. Este argumento cai por terra, quando observamos as cópias mais antigas das Escrituras Sagradas. Existem documentos como os do Qumran, que são datados de 150 A.C. e 70 D.C. que não possuem nenhuma alteração com documentos posteriores. As cópias são fiéis!
  • 34. A alteração das Escrituras Recentemente, por exemplo, foram encontrados fragmentos do Evangelho de Marcos, em uma máscara de múmia egípcia, datado de antes do ano 90 d.C.. Mais uma vez, nota-se o cuidado de Deus em preservar Sua Escritura (Ap
  • 35. O SONO DA ALMA
  • 36. O sono da alma Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência. Baseiam esta crença principalmente em Eclesiastes 9.5; "O que o homem possui é o 'fôlego da vida' (o que dá animação ao corpo), que lhe é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus, mas não é entidade consciente ou homem real como querem os imortalistas" (Sutilezas do Erro, p. 217)
  • 37. O sono da alma O contexto de Ec 9 demonstra que o autor deste versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Leia os versículos 4 a 10 desse capítulo. Este ensino contradiz vários textos das Escrituras, dentre os quais destacam-se Lucas 16.22-30 e Apocalipse 6.9,10.
  • 38. O sono da alma O primeiro texto registra a história do rico e Lázaro logo após a morte, e mostra que o rico, estando no inferno: a. levantou os olhos e viu Lázaro no seio de Abraão (v.23); b. clamou por misericórdia (v.24); c. teve sede (v.24); d. sentiu-se atormentado (v.24); e. rogou em favor dos seus irmãos (v.27); f. ainda tinha seus irmãos em lembrança (v.28); g. persistiu em rogar a favor dos seus entes queridos
  • 39. O sono da alma Já o texto de Apocalipse 6.9,10 trata da abertura do quinto selo, quando João viu debaixo do altar “as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam”. Segundo o registro de João, elas: a. clamavam com grande voz (v.10); b. inquiriram o Senhor (v.10); c. reconheceram a soberania do Senhor (v.10); d. lembravam-se de acontecimentos da Terra (v.10); e. clamavam por vingança divina contra os ímpios (v. 10)
  • 40. O sono da alma As expressões dormir ou sono usadas na Bíblia para tipificar a morte falam da indiferença dos mortos para com os acontecimentos normais da Terra e nunca para com aquilo que faz parte do ambiente onde estão as almas desencarnadas. Assim como o subconsciente continua ativo enquanto o corpo dorme, a alma do homem não cessa sua atividade quando o corpo morre (Jo 11.11-13). A palavra de Cristo na cruz ao ladrão arrependido: Lc 23.43, é uma prova da consciência da alma imediatamente após a morte. No momento da transfiguração de Cristo, Moisés não estava inconsciente e silencioso enquanto falava com Cristo sobre a sua morte iminente (Mt 17.1-6). Ver também: Fp 1.23,24;
  • 41. O DESTINO FINAL DE ÍMPIOS E JUSTOS
  • 42. O Destino Final dos Ímpios e Satanás Os adventistas ensinam que Satanás, seus demônios, e todos os pecadores serão aniquilados, completamente destruídos. A senhora White diz que a doutrina do castigo eterno é "uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia". Spicer, um dos mais lidos escritores adventistas, escreve: “O ensino positivo da Sagrada Escritura é que o pecado e os pecadores serão exterminados para não mais existirem. Haverá de novo um Universo limpo, quando estiver
  • 43. O Destino Final dos Ímpios e Satanás É evidente que este ensino entra em contradição com as seguintes passagens: Daniel 12.2; Mateus 25.46; João 5.29 e Apocalipse 20.10. Daniel 12.2 e Mateus 25.46 estão de acordo ao afirmar que: a. Os justos ressuscitarão para a vida e gozo eternos; b. Os ímpios ressuscitarão para vergonha e horror igualmente eternos.
  • 44. O Destino Final dos Ímpios e Satanás Aqui, “vergonha e horror eterno” não significa destruição ou aniquilamento. Estas palavras falam do estado de separação entre Deus e o ímpio após a sua morte. Se for certo que o ímpio será destruído, por que então terá ele de ressuscitar e depois ser lançado no Lago de Fogo? (Mt 25.41). Ap 14.10,11 diz que os adoradores do Anticristo serão atormentados “e a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos”. Isto não é aniquilamento. Quanto à pessoa de Satanás, Apocalipse 20.10 diz que ele, o Anticristo e o Falso Profeta, “serão atormentados no Lago de Fogo pelos séculos dos séculos”, para sempre. Isto não é aniquilamento. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15
  • 45. MIGUEL É UM TÍTULO A JESUS
  • 46. Miguel é um título a Jesus Os adventistas dizem: Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus¹.
  • 47. Miguel é um título a Jesus Entretanto, o arcanjo Miguel é mencionado cinco vezes na Bíblia (Dn 10.13-21; Jd 9: Ap 12.7). Em nenhuma dessas citações Miguel é apontado como sendo Jesus. A bíblia mostra a diferença entre Jesus e Miguel: 1) Jesus é Criador (Jo 1.3), Miguel é criatura (Cl 1.16); 2) Jesus é adorado pelos anjos, inclusive por Miguel (Hb 1.6), que, assim como os demais anjos, não pode ser adorado (Ap 22.8,9); 3) Jesus é Senhor (Ap 17.14), Miguel é príncipe (Dn 10.13); 4) Jesus é o Rei dos reis (1 Tm 6.15), Miguel é o príncipe dos judeus (Dn 10.13).
  • 48. Miguel é um título a Jesus O texto de Judas 1.9 nos mostra também algo interessante: Observe que nessa disputa entre Miguel e o Diabo, Miguel disse a Ele que o Senhor o repreenderia. Sabemos que Jesus Cristo é o Senhor. Se Miguel fosse Jesus, por que razão iria dizer ao diabo que o Senhor o repreenderia, se Jesus é o Senhor? Ele mesmo teria autoridade para repreender o diabo, assim como fez na tentação no deserto (Mateus 4.10). Fica claro que Miguel falava de alguém que está acima dele e que tem o poder de julgar. Logo, Miguel não é Jesus também nesse texto.
  • 49. A PROIBIÇÃO DE ALIMENTOS
  • 50. A proibição de alimentos O adventista acredita que Deus proibiu o consumo de determinados tipos de alimentos, baseando-se em Lv 11 e Is 65.4. Alguns chegam a adotar uma dieta vegana, abolindo o consumo de leite e derivados animais. Entretanto, Deus não proibiu que comessem carnes, Ele liberou algumas para servirem de alimento entre todas as impuras, pois com a Queda, toda a terra tornou-se maldita. Era uma questão sanitária, não espiritual.
  • 51. A proibição de alimentos Além disso, os animais vetados por Deus representavam a contaminação do pecado do homem, mas estes deixaram de ser impuros, quando Cristo reconciliou todas as coisas (Cl 1.20). Na verdade, o Novo Testamento mostra que todos os animais agora são puros e podem ser comidos pelo homem (Mc 7.19; At 10.10-15; Rm 14.1-3; Lc 10.8; Cl
  • 52. SATANÁS, O BODE EXPIATÓRIO
  • 53. Os adventistas ensinam que o bode emissário (ou bode para azazel) de Levítico 16.22,26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniquidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles, durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado a esta terra desolada e sem habitantes. Isto faria o diabo nosso co- salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por
  • 54. A verdadeira interpretação sobre a passagem é que ambos os bodes representam duas fases da obra expiatória de Cristo: O imolado representa a expiação dos pecados e o enviado representa a remoção completa dos pecados. Se estes animais representassem dois aspectos diferentes, teriam sido simbolizados por dois animais diferentes. Ademais, os animais deveriam ser sem defeito, como Satanás poderia ser representado por um animal sem mácula? Veja: Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; Jo 19.30; 2 Co 5.21; Rm 8.32. Satanás, o bode expiatório
  • 55. A DOUTRINA DA EXPIAÇÃO
  • 56. Segundo o Adventismo do Sétimo Dia, a doutrina da expiação é explicada partindo do seguinte raciocínio: a. Em 1844, Cristo começou a purificação do santuário celestial, realizando o chamado “juízo investigativo”. b. O céu é a réplica do santuário típico sobre a Terra, com dois compartimentos: o lugar santo e o santo dos santos. c. No primeiro compartimento do santuário celestial, Cristo intercedeu durante dezoito séculos (do ano 33 ao ano 1844), em prol dos pecadores penitentes, “entretanto seus pecados permaneciam ainda no livro A doutrina da Expiação
  • 57. d. A expiação de Cristo permanecera inacabada, pois havia ainda uma tarefa a ser realizada, a saber: a remoção de pecados do santuário no céu. e. A doutrina do santuário levou o Adventismo do Sétimo Dia finalmente a declarar: “Nós discordamos da opinião de que a expiação foi efetuada na cruz, conforme geralmente se admite”. A doutrina da Expiação
  • 58. “Em 1844 iniciou-se a obra de investigação e apagamento dos pecados. Todos os que já professaram o nome de Cristo serão submetidos àquele perscrutador escrutínio. Tanto os vivos como os mortos devem ser julgados... Todo nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes... Assim o grande plano de redenção (salvação) atingirá seu cumprimento na extirpação final do pecado... Cristo porá todos esses pecados sobre Satanás... de igual modo Satanás, levando a culpa de todos os pecados...” (Grande Conflito, pg 489 e 486) A doutrina da Expiação
  • 59. Este ensino não pode manter-se de pé, primeiramente porque foi concebido por uma pessoa (a senhora White) de exagerado fanatismo e falsa profetiza; e segundo, porque é incoerente com o tratamento do assunto nas Escrituras. A Bíblia ensina que: a. A obra expiatória de Cristo é perfeita (Hb 7.27; 10.12,14). b. A salvação do crente é perfeita e imediata (Jo 5.24; 8.36; Rm 8.1; 1 Jo 1.7) A doutrina da Expiação
  • 60.
  • 61. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é simplesmente uma denominação cristã com alguns erros, mas uma seita herética. Devemos tomar cuidado com o modo sutil pelo qual o movimento adventista vem introduzindo suas heresias na mente de cristãos sinceros. Alertemos nossos irmãos para o fato de que a “Igreja da TV Novo Tempo” nega a doutrina bíblica da Trindade, a inerrância bíblica, além de defender a inspiração de escritos extra bíblicos e ensinar uma doutrina da salvação que pode ser considerada semi-pelagiana (Mt 7.15). CONCLUSÃO
  • 62. Eles ensinam que a Bíblia contém erros reais, além de afirmar que os escritos da profetisa Ellen White são tão inspirados quanto as Escrituras: “Nós cremos que Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e que seus escritos, um produto dessa inspiração, são aplicáveis e autoritativos, especialmente aos Adventistas do Sétimo Dia.” “Nós não cremos que a qualidade ou nível de inspiração nos escritos de Ellen White são diferentes daqueles encontrados nas Escrituras.” CONCLUSÃO
  • 63. Deus, mediante a Bíblia, nos dá certos critérios para o julgamento de um profeta. Em Dt 18.20-22 e 13.1-3, Deus mostra que pode-se reconhecer o falso profeta por duas maneiras: a) Quando a palavra que ele proferir não se cumprir; b) Quando a palavra que ele proferir se cumprir, mas, prevalecendo-se ele disso, conduzir as pessoas a se afastarem do verdadeiro Deus e a seguirem deuses ou pessoas. Ellen G. White se enquadra nas duas descrições acima. CONCLUSÃO
  • 64. O discutir com os adventistas não dá nenhum bom resultado. Estão bastante preparados para discutir e convidam a discussão. Recorde-se que as discussões somente fazem que a pessoa resolva defender melhor a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes quais são os andamentos de Deus no Novo Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29; Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap 22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo- os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da salvação. CONCLUSÃO
  • 65. Referências: Ministério CACP: Os Adventistas do Sétimo Dia são Cristãos? http://www.cacp.org.br/os-adventistas-do-setimo-dia-sao-cristaos/ PR. JOEL SANTANA APOLOGISTA: Livro: Igreja Adventista do Sétimo Dia, Que Seita é Essa? http://prjoelapologista.blogspot.com.br/2015/06/livro-igreja-adventista-do-setimo-dia.html Sola Scriptura TT: É A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA UMA SEITA? http://solascriptura-tt.org/Seitas/EhAIgrejaAdventistaSetimoDiaSeita-PCristiano- JFMartinez.htm Wikipedia: Igreja Adventista do Sétimo Dia https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Adventista_do_S%C3%A9timo_Dia Apologistas Católicos: Sábado e domingo na Igreja Primitiva http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/patristica/controversias/580-sabado-e- domingo-na-igreja-primitiva LIVRO: Seitas e Heresias do Nosso Tempo – Jaziel Guerreiro Martins. Editora A.D. Santos. 2000. Curitiba-PR. 2ª Edição.
  • 66. Referências: Monergismo: Confissão de fé Batista de 1689 http://www.monergismo.com/textos/credos/1689.htm Citação ¹: http://novotempo.com/bibliafacil/quem-e-miguel/. Esboçando Ideias: É verdade que o arcanjo Miguel é Jesus Cristo? https://www.esbocandoideias.com/2015/01/e-verdade-que-o-arcanjo-miguel-e-jesus- cristo.html Sola Scriptura.tt: O Adventismo do 7º Dia http://solascriptura-tt.org/Seitas/Advent7Dia-PlanetaEv.htm Bereanos: Refutando as Seitas, parte 2 – Adventismo https://bereianos.blogspot.com.br/2016/12/refutando-as-seitas-parte-2-adventismo.html A fé explicada: Refutando a doutrina adventista https://afeexplicada.wordpress.com/2013/11/28/refutando-a-doutrina-adventista/ Sola Scriptura.tt – Será bíblica a salvação proclamada pela Igreja Adventista? http://solascriptura-tt.org/Seitas/SeraBiblicaSalvacaoAdventista-PFM.htm

Notas do Editor

  1. **O sábado não era um dia fixo da semana, ele poderia cair numa quarta, quinta, segunda... Como o objetivo da instituição do sábado era o descanso das obras e elevação da confiança do povo em Deus, festas e até anos poderiam ser considerados sábados.
  2. **Para os primeiros cristãos, o Domingo era o primeiro dia da semana, mas também o oitavo dia espiritual simbolizando o mundo criado após a Ressurreição de Jesus. O conceito de 8º Dia, dia do Senhor era tão somente simbólico e não tinha efeito sobre a semana de sete dias em termos de Calendário. Justino Mártir escreveu: “o primeiro dia após o Sabbath, permanecendo como o primeiro de todos os dias, é chamado, porém o oitavo, conforme o número de todos os dias do ciclo e, assim continua sendo o primeiro". Isso realmente não define a semana como tendo oito dias, uma vez que oitavo é também considerado como primeiro do novo ciclo.
  3. http://oladraonanoite.blogspot.com.br/2015/03/fragmentos-do-evangelho-de-marcos.html