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Pr. Luan Almeida
Política é a ciência da governança de um Estado ou Nação
e também uma arte de negociação para compatibilizar
interesses. O termo tem origem no grego politiká, uma
derivação de polis que designa aquilo que é público. O
significado de política é muito abrangente e está, em geral,
relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público.
A política é a manifestação do pensamento do homem.
Ela é necessária nos regimes democráticos porque
politicamente o homem pode expressar a sua vontade,
aliada a vontade do grupo. A maioria partidária leva ao
poder. Ainda que não seja o método mais apropriado não
conhecemos outro e deste modo ele é justo.
▪José interpretou o sonho e em seguida foi nomeado
Governador, tornando-se uma benção para o Egito e mais
tarde para o povo hebreu. (Gn. 41:38-40);
▪Na história de Israel, no Antigo Testamento, há histórias de
reis e rainhas, uns “andando nos preceitos de Davi” (1Rs
3.3), muitos outros corruptos e infiéis.
▪Há intrigas palacianas, golpes de estado sangrentos,
transições políticas conturbadas, acordos sociais e alianças
espúrias. Há tanto a perspectiva dos profetas, que exigem
em nome de Deus conformidade à aliança, quanto o ponto
de vista dos reis e dos palácios.
▪No exílio babilônico, os sobreviventes da destruição de
Judá, que temiam ao Senhor Deus, não se dobraram diante
da “imagem de ouro”, símbolo de uma realeza que
almejava lealdade e controle total (Dn 3.1-30).
▪Daniel foi ricamente abençoado por Deus no meio de um
povo estranho tornando-se príncipe no meio deste povo
estranho (Dn 6.2);
▪No Novo Testamento, o Império Romano foi uma força
sempre presente aos cristãos, que é ridicularizada e
colocada em seu devido lugar (cf. Rm 1.1-32; 13.1-7).
▪Nas Escrituras não há um único texto que apoie a ideia de
que o cristão deva colocar sua esperança no poder do
Estado ou ser servil a um governo autoritário ou
totalitário. A mensagem poderosa do evangelho (Rm 1.16),
que tem poder de produzir uma mudança social profunda,
não depende do poder ou controle do Estado;
▪I Pe 2:13-17.
▪A vontade de Deus permeia e suplanta todos os aspectos
da vida. A vontade de Deus é o que tem precedência sobre
tudo e todos (Mt 6:33);
▪Os planos e propósitos de Deus são fixos, e a Sua vontade
é inviolável. Ele realizará a Sua vontade, a qual nenhum
governo pode contrariar (Dn 4:34-35);
▪Na verdade, é Deus quem "remove reis e estabelece reis"
(Dn 2:21) porque o "Altíssimo tem domínio sobre o reino
dos homens; e o dá a quem quer" (Dn 4:17);
▪A política é apenas um método que Deus usa para realizar
a Sua vontade. Algo já presente em Seus planos eternos.
▪A política é um dom de Deus. É por causa da imagem de
Deus no homem que este é um ser político (Gn 1.26).
▪A participação dos cristãos na vida política é sempre muito
questionada, uma vez que a politicagem do nosso país é
suja, corrupta e desonesta, da campanha à execução do
cargo.
▪A participação do crente na política também tem sido
muito questionada em nossos dias. O que mais chama à
atenção da comunidade cristã no exercício dos cargos
eletivos, é o testemunho daqueles que tem alcançados os
cargos públicos.
▪Muitos escandalizaram o evangelho de tal modo que se
tornaram opróbrio no meio do povo de Deus. Não estavam
aptos para exercerem os cargos eletivos à luz da palavra e
testemunho do evangelho como sal e luz.
Diante disso qual deve ser nosso papel como cristãos?
Isolar-nos e rejeitar todo e qualquer envolvimento político?
Ou será que devemos criar um partido ou nos associar a
candidatos do meio evangélico para defender os interesses
da igreja?
▪O crente pode e deve encarar a carreira política. Mas deve
faze-lo como algo natural, como se fosse uma outra
carreira qualquer, dentro da nossa sociedade e para a
sociedade.
▪Os cargos eletivos e de confiança nos diversos escalões do
governo estão tanto para o ímpio como para o cristão. E, a
Bíblia em nenhum momento menciona a desaprovação de
Deus quanto a fazer acepção de pessoas, para o exercício
do poder.
▪Nossa responsabilidade ao governo é obedecer às leis e
ser bons cidadãos (Rm 13:1-2);
▪Deus estabeleceu toda a autoridade e Ele faz isso para o
nosso benefício, "para louvor dos que praticam o bem" (1
Pe 2:13-15).
▪Paulo nos diz em Rm 13:1-8 que é responsabilidade do
governo exercer autoridade sobre nós, coletar impostos e
manter a paz. Onde temos uma voz e podemos eleger
nossos líderes, devemos exercer esse direito através do
voto para aqueles cujos pontos de vista mais se parecem
com os nossos.
▪Os cristãos, que buscam confessar sua fé em submissão às
Escrituras, creem que há um só Senhor e Rei, o único Deus
todo-poderoso. Os cristãos são súditos do “bendito e único
Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm
6.15). E esperam a “pátria [que] está nos céus”, de onde
aguardam “o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20), o
único que traz o juízo e a salvação para toda a sociedade.
▪Os cristãos não dividem sua lealdade com um
Estado/partido/governo que requer fidelidade religiosa,
pois os cristãos sabem que tal lealdade é idolatria, uma
quebra do primeiro mandamento (At 5.29).
▪Um evangélico não deve votar em um candidato apenas
pelo fato dele se afirmar irmão. Não há sentido bíblico ou
lógico em votar em uma pessoa apenas pelo fato dela
professar a mesma fé. Nem todo aquele que se diz cristão
o é em verdade. Nem todo irmão está preparado para vida
pública.
▪Um evangélico não deve votar em um candidato que
prometa benefícios para sua vida, família ou igreja. Esse
princípio egoísta de escolha é o mesmo que faz o político
desviar verbas e favorecer determinados grupos, o que as
vezes gera problemas para os evangélicos. Devemos votar
em indivíduos que governaram para a sociedade, não
apenas para determinado grupo.
▪Um evangélico não deve votar em quem o líder exigir.
Pastor não é guru. Eles não têm o direito, muito menos o
dever de determinar em quem você vai votar. Triste porém
é constatar que muitos anseiam por isso pela ausência do
mínimo senso de cidadania.
▪Um evangélico não deve votar em um candidato que é
pastor. Se Deus chamou um indivíduo para ser pastor, uma
tarefa tão excelente e árdua, não presumo ser possível a
qualquer homem coincidir o ministério com outra tarefa
sobremaneira exigente.
▪As pesquisas eleitorais não devem ser consideradas
como método de escolha de candidato.
▪Executivo e Legislativo (Eles definem leis sobre aborto,
casamento homossexual, ensino de ideologia de gênero
nas escolas, etc.);
▪Não se deixe levar pelas propagandas fúteis do Horário
Eleitoral;
▪Não se deixe levar por paixões partidárias, mas por
propostas e sua convicção baseada na Bíblia.
O cristão e a política
▪Um cristão deve se envolver em política?
R: Sim, o cristão informado deve se envolver em política (Tg
1.27).
▪Em quem o cristão deve votar?
R: O cristão deve votar em quem acredita que vai fazer o
melhor para a sua sociedade.
▪Cristão pode ser político?
R: Sim, um cristão pode ser político, se esse for o seu
chamado.
▪Livro: Política Segundo a Bíblia.
Wayne Gruden. Ed. Vida Nova.

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O cristão e a política

  • 2. Política é a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses. O termo tem origem no grego politiká, uma derivação de polis que designa aquilo que é público. O significado de política é muito abrangente e está, em geral, relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público. A política é a manifestação do pensamento do homem. Ela é necessária nos regimes democráticos porque politicamente o homem pode expressar a sua vontade, aliada a vontade do grupo. A maioria partidária leva ao poder. Ainda que não seja o método mais apropriado não conhecemos outro e deste modo ele é justo.
  • 3. ▪José interpretou o sonho e em seguida foi nomeado Governador, tornando-se uma benção para o Egito e mais tarde para o povo hebreu. (Gn. 41:38-40); ▪Na história de Israel, no Antigo Testamento, há histórias de reis e rainhas, uns “andando nos preceitos de Davi” (1Rs 3.3), muitos outros corruptos e infiéis. ▪Há intrigas palacianas, golpes de estado sangrentos, transições políticas conturbadas, acordos sociais e alianças espúrias. Há tanto a perspectiva dos profetas, que exigem em nome de Deus conformidade à aliança, quanto o ponto de vista dos reis e dos palácios.
  • 4. ▪No exílio babilônico, os sobreviventes da destruição de Judá, que temiam ao Senhor Deus, não se dobraram diante da “imagem de ouro”, símbolo de uma realeza que almejava lealdade e controle total (Dn 3.1-30). ▪Daniel foi ricamente abençoado por Deus no meio de um povo estranho tornando-se príncipe no meio deste povo estranho (Dn 6.2);
  • 5. ▪No Novo Testamento, o Império Romano foi uma força sempre presente aos cristãos, que é ridicularizada e colocada em seu devido lugar (cf. Rm 1.1-32; 13.1-7). ▪Nas Escrituras não há um único texto que apoie a ideia de que o cristão deva colocar sua esperança no poder do Estado ou ser servil a um governo autoritário ou totalitário. A mensagem poderosa do evangelho (Rm 1.16), que tem poder de produzir uma mudança social profunda, não depende do poder ou controle do Estado; ▪I Pe 2:13-17.
  • 6. ▪A vontade de Deus permeia e suplanta todos os aspectos da vida. A vontade de Deus é o que tem precedência sobre tudo e todos (Mt 6:33); ▪Os planos e propósitos de Deus são fixos, e a Sua vontade é inviolável. Ele realizará a Sua vontade, a qual nenhum governo pode contrariar (Dn 4:34-35); ▪Na verdade, é Deus quem "remove reis e estabelece reis" (Dn 2:21) porque o "Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer" (Dn 4:17); ▪A política é apenas um método que Deus usa para realizar a Sua vontade. Algo já presente em Seus planos eternos. ▪A política é um dom de Deus. É por causa da imagem de Deus no homem que este é um ser político (Gn 1.26).
  • 7. ▪A participação dos cristãos na vida política é sempre muito questionada, uma vez que a politicagem do nosso país é suja, corrupta e desonesta, da campanha à execução do cargo. ▪A participação do crente na política também tem sido muito questionada em nossos dias. O que mais chama à atenção da comunidade cristã no exercício dos cargos eletivos, é o testemunho daqueles que tem alcançados os cargos públicos. ▪Muitos escandalizaram o evangelho de tal modo que se tornaram opróbrio no meio do povo de Deus. Não estavam aptos para exercerem os cargos eletivos à luz da palavra e testemunho do evangelho como sal e luz.
  • 8. Diante disso qual deve ser nosso papel como cristãos? Isolar-nos e rejeitar todo e qualquer envolvimento político? Ou será que devemos criar um partido ou nos associar a candidatos do meio evangélico para defender os interesses da igreja? ▪O crente pode e deve encarar a carreira política. Mas deve faze-lo como algo natural, como se fosse uma outra carreira qualquer, dentro da nossa sociedade e para a sociedade. ▪Os cargos eletivos e de confiança nos diversos escalões do governo estão tanto para o ímpio como para o cristão. E, a Bíblia em nenhum momento menciona a desaprovação de Deus quanto a fazer acepção de pessoas, para o exercício do poder.
  • 9. ▪Nossa responsabilidade ao governo é obedecer às leis e ser bons cidadãos (Rm 13:1-2); ▪Deus estabeleceu toda a autoridade e Ele faz isso para o nosso benefício, "para louvor dos que praticam o bem" (1 Pe 2:13-15). ▪Paulo nos diz em Rm 13:1-8 que é responsabilidade do governo exercer autoridade sobre nós, coletar impostos e manter a paz. Onde temos uma voz e podemos eleger nossos líderes, devemos exercer esse direito através do voto para aqueles cujos pontos de vista mais se parecem com os nossos.
  • 10. ▪Os cristãos, que buscam confessar sua fé em submissão às Escrituras, creem que há um só Senhor e Rei, o único Deus todo-poderoso. Os cristãos são súditos do “bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores” (1Tm 6.15). E esperam a “pátria [que] está nos céus”, de onde aguardam “o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Fp 3.20), o único que traz o juízo e a salvação para toda a sociedade. ▪Os cristãos não dividem sua lealdade com um Estado/partido/governo que requer fidelidade religiosa, pois os cristãos sabem que tal lealdade é idolatria, uma quebra do primeiro mandamento (At 5.29).
  • 11. ▪Um evangélico não deve votar em um candidato apenas pelo fato dele se afirmar irmão. Não há sentido bíblico ou lógico em votar em uma pessoa apenas pelo fato dela professar a mesma fé. Nem todo aquele que se diz cristão o é em verdade. Nem todo irmão está preparado para vida pública. ▪Um evangélico não deve votar em um candidato que prometa benefícios para sua vida, família ou igreja. Esse princípio egoísta de escolha é o mesmo que faz o político desviar verbas e favorecer determinados grupos, o que as vezes gera problemas para os evangélicos. Devemos votar em indivíduos que governaram para a sociedade, não apenas para determinado grupo.
  • 12. ▪Um evangélico não deve votar em quem o líder exigir. Pastor não é guru. Eles não têm o direito, muito menos o dever de determinar em quem você vai votar. Triste porém é constatar que muitos anseiam por isso pela ausência do mínimo senso de cidadania. ▪Um evangélico não deve votar em um candidato que é pastor. Se Deus chamou um indivíduo para ser pastor, uma tarefa tão excelente e árdua, não presumo ser possível a qualquer homem coincidir o ministério com outra tarefa sobremaneira exigente.
  • 13. ▪As pesquisas eleitorais não devem ser consideradas como método de escolha de candidato. ▪Executivo e Legislativo (Eles definem leis sobre aborto, casamento homossexual, ensino de ideologia de gênero nas escolas, etc.); ▪Não se deixe levar pelas propagandas fúteis do Horário Eleitoral; ▪Não se deixe levar por paixões partidárias, mas por propostas e sua convicção baseada na Bíblia.
  • 15. ▪Um cristão deve se envolver em política? R: Sim, o cristão informado deve se envolver em política (Tg 1.27). ▪Em quem o cristão deve votar? R: O cristão deve votar em quem acredita que vai fazer o melhor para a sua sociedade. ▪Cristão pode ser político? R: Sim, um cristão pode ser político, se esse for o seu chamado.
  • 16. ▪Livro: Política Segundo a Bíblia. Wayne Gruden. Ed. Vida Nova.