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A prática científica e 
a religião durante o 
Empirismo e o 
Iluminismo. 
CARLOS AUGUSTO RIBEIRO
Análise do Livro "Sociedade 
e Estado no apoio à Ciência 
e à Tecnologia”. 
AMILCAR BAIARDI.
Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio 
à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi). 
 O bloqueio do desenvolvimento científico na Itália e a autonomia 
inglesa no desenvolvimento de ciência. 
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 O autor coloca Bacon como "o maior ideólogo do experimentalismo 
na ciência", pois sem ele não teria existido figuras como Newton, e 
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 Criou vários projetos que defendia que "o saber é capaz de fornecer o 
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 O Iluminismo buscava planos radicais de melhora o desenvolvimento 
intelectual e político separando de vez dos preceitos escoláticos.
Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio 
à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi). 
 Enciclopedia de Diderot e d'Alembert democratizando e difundindo o 
conhecimento. 
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 Guerra Civil em 1649 no qual o partido saiu vitorioso sob o comando de 
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objetivo de transformar a ciência com instrumento de busca de um “Novo 
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tinham como irracional a proibição das escrituras sagradas aos menos 
favorecidos.
Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio 
à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi). 
“O avanço do saber se dá no limite da 
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coisas úteis e para a ação”. 
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Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio 
à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi). 
 Outro fator que ajudou a organizar a ciência moderna foi a 
constituição dos grupos de Cambridge e Oxford, que tinha o 
objetivo “aprofundar conhecimento dos objetos naturais e das 
artes através do experimento para a glória de Deus o criador e 
aplicação do saber à sociedade”. 
 Pode-se dizer que a Royal Society fez a passagem da idade 
puritana até a reestruturação, graças a Igreja Anglicana, pois na 
sua visão, uma derrota da forma radical e utópica pagã, 
alimentaria a crença de um Novo Paraíso e que os sócios da Royal 
Society denominaram como “o triunfo da razão”.
Análise do Livro “História das 
Ciências”. 
CARLOS AUGUSTO DE PROENÇA ROSA.
Análise do Livro “História das Ciências”. 
(Carlos Augusto de Proença Rosa). 
 Apesar de ter havido um extraordinário desenvolvimento cultural e 
científico na Europa Ocidental nos séculos XV e XVI, a sociedade 
renascentista não teve uma evolução mental durante a transição 
da época medieval para a modernidade. 
 A justificativa da ciência moderna surgiria como resultante da 
constatação de erros e equívocos na interpretação dos fenômenos 
e na explicação do mundo natural. (Bases para a Ciência Moderna 
– Astronomia, Física e Química). 
 Evolução da pesquisa e em paralelo evolução do número de 
filósofos naturais nas quais legitimava as afirmações científicas. 
 O papel fundamental da ciência moderna foi confrontar a visão 
do mundo, separando a ciência da “tutela” religiosa. (racionalismo 
X fé, razão X revelação, realismo X idealismo).
Análise do Livro “História das Ciências”. 
(Carlos Augusto de Proença Rosa). 
 Exemplo de concepção racionalista da época em que a resposta 
de Laplace à Napoleão de não ter incluído Deus em seu sistema 
de mundo: “Não necessito de tal hipótese”. 
 Na metade do Sec. XVIII seria denominado de um conjunto de 
pensamentos filosóficos que abrangeram doutrinas judaicas, a 
reflexão científica e a expressão artística. 
 Vários ramos da ciência tiveram um extraordinário desenvolvimento 
no Sec. XVIII como a matemática, astronomia, a física, a química e 
a história natural. Assim como Galileu criou a física moderna no 
meado do Sec. XVII, Lavoisier criaria a química moderna na 
segunda metado do Sec. XVIII. 
 A ampliação da rede de ensino universitário, a disseminação da 
academia, aguçaram a curiosidade do povo leigo a se dedicar a 
pesquisa científica.
Análise do Livro “História das Ciências”. 
(Carlos Augusto de Proença Rosa). 
 Crescente secularização da ciência através de pesquisadores 
laicos, com mentalidade critica, inquisitiva, menos dogmáticas e 
mais aberta a disseminação do conhecimento. 
 O desenvolvimento da ciência no Sec. XIX acentuaria ainda mais o 
distanciamento das influências religiosas e a liberdade da 
investigação científica sem pressupor metafísicos e teólogos. 
 A criação de novas ciências fundamentais (Biologia e Sociologia) e 
o surgimento de novos campos de pesquisa (Astrofísica, 
termodinâmica, eletromagnetismo, radioatividade, etc.). 
 A expansão das enciclopédias sem apelo das considerações 
teológicas ou finalistas às nações de caráter absoluto.
Análise do Livro “História do 
Pensamento Ocidental”. 
BERTRAND RUSSEL
Análise do Livro “História do Pensamento 
Ocidental”. (Bertrand Russel). 
 Aspecto relevante do movimento empirista britânico foi a busca 
por um sistema laico e que essa tolerância fosse difundido em toda 
a sociedade inclusive os “papistas”, embora alguns filósofos eram 
contra a forma de imposição do catolicismo romano. 
 O Iluminismo foi uma força que não conheceu limites políticos 
como tais, ainda que países como a Itália e a Espanha ele não 
tenha podido florescer ao lado do catolicismo. 
 Considera a Nação como uma pessoa de grande escala, dota de 
vontade própria. 
 Enciclopedia de Diderot e d'Alembert democratizando e 
difundindo o conhecimento.
Análise do Livro “História do Pensamento 
Ocidental”. (Bertrand Russel). 
 Contudo as enciclopédias não foram irreligiosos no sentido mais 
amplo do termo e Voltarie (1694-1778) contribuiu dizendo que “(...) 
se Deus não existisse, teríamos que inventá-lo”. 
 Os materialistas franceses foram muito mais extremados na sua 
rejeição à religião (ateísmo) 
 Para Descartes o único ato realmente verdadeiro e que é 
produzido pela mente é o pensamento, sendo todo o resto, 
inclusive o mundo material, passível de dúvida, ou seja, tudo que 
vemos, sentimos, tocamos, pode ser fruto de nossa imaginação, 
não existindo realmente. Apenas o pensamento tem força e prova 
de verdade e que Deus na visão de Laplace mais tarde denominou 
de “hipótese desnecessária.
Análise do Livro “História do Pensamento 
Ocidental”. (Bertrand Russel). 
 Uso da religião como forma de imposição política aos ignorantes, 
fazendo com que os materialistas tentassem mostrar à humanidade o 
caminho do paraíso terrestre (Caminho da ciência e da razão). 
 Simbolizam a enciclopédia como símbolo do Iluminismo. (Primado da 
razão). 
 Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade. 
 Vários ramos da ciência tiveram um extraordinário desenvolvimento no 
Sec. XVIII como a matemática, astronomia, a física, a química e a 
história natural. Assim como Galileu criou a física moderna no meado 
do Sec. XVII, Lavoisier criaria a química moderna na segunda metado 
do Sec. XVIII. 
 A ampliação da rede de ensino universitário, a disseminação da 
academia, aguçaram a curiosidade do povo leigo a se dedicar a 
pesquisa científica.
Analise do Livro “Science 
and religion: a very short 
introduction”. 
THOMAS DIXON
Analise do Livro “Science and religion: a very 
short introduction”. (Thomas Dixon). 
 O acordo racional que Galileu fez ao retratar o conhecimento 
exato do mundo através da observação através da natureza e 
também basear suas crenças na bíblia. 
 Galileu defende que o conhecimento é obtido através dos nossos 
sentidos, o poder do pensamento racional, o testemunho dos 
outros e através da memória. 
 Francis Bacon – Razão associado a fé. 
 Robert Boyle / Robert Hooke – Razão para manipular a natureza e 
usurpar o papel de Deus.
Analise do Livro “Science and religion: a very 
short introduction”. (Thomas Dixon). 
 Para Bacon, Deus era o próprio “Plantio”, dando ideia que a melhor 
fonte de conhecimento era Deus e que os seres humanos tiveram 
que adotar certas técnicas para adquirir esse conhecimento. 
 Para o autor existiam dois livros muito complexos: o livro da 
natureza e o livro das Escrituras Sagradas. 
 Quinta visão do conhecimento – a revelação, defendida por 
judeus, cristãos e mulçumanos. 
 Debate sobre qual conhecimento tinha mais autoridade sobre o 
mundo (Natureza ou Escritura Sagrada). 
 Galileu buscava a harmonia entre a bíblia e a ciência da natureza.
Analise do Livro “Science and religion: a very 
short introduction”. (Thomas Dixon). 
 A igreja não se preocupava com o ato das pesquisas em si, mas 
como os pesquisadores iriam interpretar a natureza e as Escrituras 
Sagradas e não acreditava que Galileu poderia desafiar os limites 
das Escrituras Sagradas. 
 Galileu defendia a astronomia de Copérnico era uma descrição 
precisa do Universo, desafiando a ciência Aristotélica. 
 Aprimorou a invenção de Ptolomeu e publicou dois livros: “ O 
Mensageiro Estrelado (1610) e suas “Cartas sobre Manchas Solares” 
(1616) elevando a sua reputação como brilhante astrônomo/ 
filosofo da Europa. 
 A tamanha proporção de suas teses despertou interesses das 
objeções teológicas.
Analise do Livro “Science and religion: a very 
short introduction”. (Thomas Dixon). 
 Várias passagens do antigo testamento ia contra suas ideias (Sol e 
Lua) e em 1615 enviou uma carta à Duquesa Christina. 
 Em paralelo a carta, já se via uma ascensão da crise da Revolta 
Protestante no início do Sec. XVI na Inglaterra e na Alemanha, 
tendo como principal luta que cada indivíduo leia a bíblia em seu 
idioma. 
 A igreja convoca Galileu para dar explicações sobre a Teoria 
Coperniana à inquisição e em 1616, ficou proibido de publicar 
estas teorias a sociedade. 
 1623 o cardeal Marfeo Borberini foi nomeado papa Urbano VI e 
que tinha afinidade com a Teoria Coperniana, mas defendia que 
Deus era Unipotente e que poderia mudar totalmente estas teses.
Analise do Livro “Science and religion: a very 
short introduction”. (Thomas Dixon). 
 Em 1632 Galileu escreve o livro “Diálogo sobre os dois máximos 
sistemas do mundo”, mas as pessoas que leram o livro perceberam 
que o livro se tornava tendencioso ao falar da Teoria Copérnica. 
 Em 1633 o papa Urbano VI estava em transição de fidelidade do 
francês para o espanhol e precisava mostrar sua autoridade a fé, 
intimando Galileu e condenando-o por promover a herética visão 
copernica e por violação da violação expressa em 1616.
Análise do Livro “The 
sociology of science: 
theoretical and empirical 
investigations”. 
MERTON, R. K..
Análise do Livro “The sociology of science: 
theoretical and empirical investigations”. 
(MERTON, R. K.). 
 Ética protestante se transformou numa expressão direta de 
dominação e uma fonte independete de dominação. 
 E quando encontravam a verdade, sua vida era postada a prêmio 
de sobrevivência caso suas teses chegassem a sociedade. 
 A cultura era uma das variáveis da ciência e por isso deve-se 
considerar a religião como meio de articulação. O puritanismo 
atesta o teorema de que as noções lógicas com uma referência 
transcendental pode, contudo, exercer uma influência 
considerada sobre o comportamento prático. 
 Os sentimentos puritanos favoreceram a ciência uma vez que 
grande parte dos puritanos vieram da classe em ascensão à 
burguesia.
Análise do Livro “The sociology of science: 
theoretical and empirical investigations”. 
(MERTON, R. K.). 
 A criação da Royal Society estimulando o avanço científico. 
 A ciência torna-se firmemente fonte para o desenvolvimento 
econômico, criando oportunidades para sociedade e criando 
novos produtos culturais. 
 “Muitas almas emancipadas, acostumados a uma clivagem radical 
entre religião e ciência e convencido da insignificância social 
relativo da religião para o mundo ocidental moderno, tendem a 
generalizar este estado de coisas”. 
 Essa interpretação só é possível sobre a base de uma extrapolação 
injustificada de crenças e atitudes do século XX para a sociedade 
do século XVII.
Análise do Livro “The sociology of science: 
theoretical and empirical investigations”. 
(MERTON, R. K.). 
 Transformação da religião em política concreta. 
 Início do Estudo da Ciência Social e Aplicada. 
 A batalha entre Bacon x Boyle. A ciência era para ser promovida e 
alimentada como líder para a melhoria do lote do homem na terra, 
facilitando a invenção tecnológica. A Royal Society, nos é dito pelo 
seu historiador digno, "não tem intenção de parar em algum 
benefício particular, mas vai à raiz de todas as ideias nobres.“ 
 Em suma, a ciência incorpora padrões de comportamento que são 
agradável ao gosto puritanos. Acima de tudo, abraça dois valores 
altamente valorizados: o utilitarismo e o empirismo.
Análise do Livro “Rocks of 
Ages: Science and Religion 
in the Fullness of Life”. 
STEPHEN JAY GOULD
Análise do Livro “Rocks of Ages: Science and 
Religion in the Fullness of Life”. (Stephen Jay 
Gould) 
 queriam que sua doutrina religiosa sobressair a origem da vida - 
uma leitura literal da Bíblia- fosse adotada como uma teoria 
científica rival à filosofia da natureza. 
 Defende que religião e ciência são esferas de conhecimento 
"complementares“ e que essa separação implica que nenhuma 
teoria científica constitui ameaça à religião 
 Para o autor, os dois campos estão totalmente separados -a 
ciência é a busca do conhecimento factual sobre o mundo 
natural, e a religião é a procura de sentido espiritual e de valores 
éticos.
Análise do Livro “Rocks of Ages: Science and 
Religion in the Fullness of Life”. (Stephen Jay 
Gould) 
 A relação entre a igreja (com seus dogmas e a ciência difundindo 
o conhecimento da vida humana). 
 A ciência mostra todo o sentido empírico das coisas: do que ele é 
feito e por que ele funciona assim. 
 Enquanto que a religião se estende sobre questões de sentido 
moral e valor.

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A prática científica e a religião durante o Empirismo e o Iluminismo.

  • 1. A prática científica e a religião durante o Empirismo e o Iluminismo. CARLOS AUGUSTO RIBEIRO
  • 2. Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à Tecnologia”. AMILCAR BAIARDI.
  • 3. Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi).  O bloqueio do desenvolvimento científico na Itália e a autonomia inglesa no desenvolvimento de ciência.  Bacon dando uma nova visão a filosofia da natureza.  O autor coloca Bacon como "o maior ideólogo do experimentalismo na ciência", pois sem ele não teria existido figuras como Newton, e outros daquela época.  Criou vários projetos que defendia que "o saber é capaz de fornecer o papel necessário para fazer o homem progredir e ser feliz". (Boas, 1973).  Bacon se interessou exclusivamente pela alquimia transcendental, dividindo o conhecimento em três esferas: conhecimento de Deus, da natureza e do homem. E as ciências por sua vez divididas em: História Natural, Física, Metafísica e Lei Suprema da Natureza.  O Iluminismo buscava planos radicais de melhora o desenvolvimento intelectual e político separando de vez dos preceitos escoláticos.
  • 4. Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi).  Enciclopedia de Diderot e d'Alembert democratizando e difundindo o conhecimento.  1626 - Criação do partido de oposição / Morte de Bacon.  Revolta Puritana - 1626-1642 - Revolução filosófica (Mutatis Mutandis)  Guerra Civil em 1649 no qual o partido saiu vitorioso sob o comando de Olivier Cromwell e passaram a exigir do Estado que incentivasse o povo para a ciência e pesquisa para acelerar o progresso de que eles chamavam de “Novo Paraíso Terrestre”.  Da filiação religiosa, os puritanos tiravam, como resultado prático, o objetivo de transformar a ciência com instrumento de busca de um “Novo Paraíso”, negando a corrupção pagã se baseando em experimentos.  A ideia Milenarista estavam atrelados a renovação do saber e com isso tinham como irracional a proibição das escrituras sagradas aos menos favorecidos.
  • 5. Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi). “O avanço do saber se dá no limite da Religião e que de deve dirigir-se para as coisas úteis e para a ação”. Francis Bacon.
  • 6. Análise do Livro "Sociedade e Estado no apoio à Ciência e à Tecnologia. (Amilcar Baiardi).  Outro fator que ajudou a organizar a ciência moderna foi a constituição dos grupos de Cambridge e Oxford, que tinha o objetivo “aprofundar conhecimento dos objetos naturais e das artes através do experimento para a glória de Deus o criador e aplicação do saber à sociedade”.  Pode-se dizer que a Royal Society fez a passagem da idade puritana até a reestruturação, graças a Igreja Anglicana, pois na sua visão, uma derrota da forma radical e utópica pagã, alimentaria a crença de um Novo Paraíso e que os sócios da Royal Society denominaram como “o triunfo da razão”.
  • 7. Análise do Livro “História das Ciências”. CARLOS AUGUSTO DE PROENÇA ROSA.
  • 8. Análise do Livro “História das Ciências”. (Carlos Augusto de Proença Rosa).  Apesar de ter havido um extraordinário desenvolvimento cultural e científico na Europa Ocidental nos séculos XV e XVI, a sociedade renascentista não teve uma evolução mental durante a transição da época medieval para a modernidade.  A justificativa da ciência moderna surgiria como resultante da constatação de erros e equívocos na interpretação dos fenômenos e na explicação do mundo natural. (Bases para a Ciência Moderna – Astronomia, Física e Química).  Evolução da pesquisa e em paralelo evolução do número de filósofos naturais nas quais legitimava as afirmações científicas.  O papel fundamental da ciência moderna foi confrontar a visão do mundo, separando a ciência da “tutela” religiosa. (racionalismo X fé, razão X revelação, realismo X idealismo).
  • 9. Análise do Livro “História das Ciências”. (Carlos Augusto de Proença Rosa).  Exemplo de concepção racionalista da época em que a resposta de Laplace à Napoleão de não ter incluído Deus em seu sistema de mundo: “Não necessito de tal hipótese”.  Na metade do Sec. XVIII seria denominado de um conjunto de pensamentos filosóficos que abrangeram doutrinas judaicas, a reflexão científica e a expressão artística.  Vários ramos da ciência tiveram um extraordinário desenvolvimento no Sec. XVIII como a matemática, astronomia, a física, a química e a história natural. Assim como Galileu criou a física moderna no meado do Sec. XVII, Lavoisier criaria a química moderna na segunda metado do Sec. XVIII.  A ampliação da rede de ensino universitário, a disseminação da academia, aguçaram a curiosidade do povo leigo a se dedicar a pesquisa científica.
  • 10. Análise do Livro “História das Ciências”. (Carlos Augusto de Proença Rosa).  Crescente secularização da ciência através de pesquisadores laicos, com mentalidade critica, inquisitiva, menos dogmáticas e mais aberta a disseminação do conhecimento.  O desenvolvimento da ciência no Sec. XIX acentuaria ainda mais o distanciamento das influências religiosas e a liberdade da investigação científica sem pressupor metafísicos e teólogos.  A criação de novas ciências fundamentais (Biologia e Sociologia) e o surgimento de novos campos de pesquisa (Astrofísica, termodinâmica, eletromagnetismo, radioatividade, etc.).  A expansão das enciclopédias sem apelo das considerações teológicas ou finalistas às nações de caráter absoluto.
  • 11. Análise do Livro “História do Pensamento Ocidental”. BERTRAND RUSSEL
  • 12. Análise do Livro “História do Pensamento Ocidental”. (Bertrand Russel).  Aspecto relevante do movimento empirista britânico foi a busca por um sistema laico e que essa tolerância fosse difundido em toda a sociedade inclusive os “papistas”, embora alguns filósofos eram contra a forma de imposição do catolicismo romano.  O Iluminismo foi uma força que não conheceu limites políticos como tais, ainda que países como a Itália e a Espanha ele não tenha podido florescer ao lado do catolicismo.  Considera a Nação como uma pessoa de grande escala, dota de vontade própria.  Enciclopedia de Diderot e d'Alembert democratizando e difundindo o conhecimento.
  • 13. Análise do Livro “História do Pensamento Ocidental”. (Bertrand Russel).  Contudo as enciclopédias não foram irreligiosos no sentido mais amplo do termo e Voltarie (1694-1778) contribuiu dizendo que “(...) se Deus não existisse, teríamos que inventá-lo”.  Os materialistas franceses foram muito mais extremados na sua rejeição à religião (ateísmo)  Para Descartes o único ato realmente verdadeiro e que é produzido pela mente é o pensamento, sendo todo o resto, inclusive o mundo material, passível de dúvida, ou seja, tudo que vemos, sentimos, tocamos, pode ser fruto de nossa imaginação, não existindo realmente. Apenas o pensamento tem força e prova de verdade e que Deus na visão de Laplace mais tarde denominou de “hipótese desnecessária.
  • 14. Análise do Livro “História do Pensamento Ocidental”. (Bertrand Russel).  Uso da religião como forma de imposição política aos ignorantes, fazendo com que os materialistas tentassem mostrar à humanidade o caminho do paraíso terrestre (Caminho da ciência e da razão).  Simbolizam a enciclopédia como símbolo do Iluminismo. (Primado da razão).  Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade.  Vários ramos da ciência tiveram um extraordinário desenvolvimento no Sec. XVIII como a matemática, astronomia, a física, a química e a história natural. Assim como Galileu criou a física moderna no meado do Sec. XVII, Lavoisier criaria a química moderna na segunda metado do Sec. XVIII.  A ampliação da rede de ensino universitário, a disseminação da academia, aguçaram a curiosidade do povo leigo a se dedicar a pesquisa científica.
  • 15. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. THOMAS DIXON
  • 16. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. (Thomas Dixon).  O acordo racional que Galileu fez ao retratar o conhecimento exato do mundo através da observação através da natureza e também basear suas crenças na bíblia.  Galileu defende que o conhecimento é obtido através dos nossos sentidos, o poder do pensamento racional, o testemunho dos outros e através da memória.  Francis Bacon – Razão associado a fé.  Robert Boyle / Robert Hooke – Razão para manipular a natureza e usurpar o papel de Deus.
  • 17. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. (Thomas Dixon).  Para Bacon, Deus era o próprio “Plantio”, dando ideia que a melhor fonte de conhecimento era Deus e que os seres humanos tiveram que adotar certas técnicas para adquirir esse conhecimento.  Para o autor existiam dois livros muito complexos: o livro da natureza e o livro das Escrituras Sagradas.  Quinta visão do conhecimento – a revelação, defendida por judeus, cristãos e mulçumanos.  Debate sobre qual conhecimento tinha mais autoridade sobre o mundo (Natureza ou Escritura Sagrada).  Galileu buscava a harmonia entre a bíblia e a ciência da natureza.
  • 18. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. (Thomas Dixon).  A igreja não se preocupava com o ato das pesquisas em si, mas como os pesquisadores iriam interpretar a natureza e as Escrituras Sagradas e não acreditava que Galileu poderia desafiar os limites das Escrituras Sagradas.  Galileu defendia a astronomia de Copérnico era uma descrição precisa do Universo, desafiando a ciência Aristotélica.  Aprimorou a invenção de Ptolomeu e publicou dois livros: “ O Mensageiro Estrelado (1610) e suas “Cartas sobre Manchas Solares” (1616) elevando a sua reputação como brilhante astrônomo/ filosofo da Europa.  A tamanha proporção de suas teses despertou interesses das objeções teológicas.
  • 19. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. (Thomas Dixon).  Várias passagens do antigo testamento ia contra suas ideias (Sol e Lua) e em 1615 enviou uma carta à Duquesa Christina.  Em paralelo a carta, já se via uma ascensão da crise da Revolta Protestante no início do Sec. XVI na Inglaterra e na Alemanha, tendo como principal luta que cada indivíduo leia a bíblia em seu idioma.  A igreja convoca Galileu para dar explicações sobre a Teoria Coperniana à inquisição e em 1616, ficou proibido de publicar estas teorias a sociedade.  1623 o cardeal Marfeo Borberini foi nomeado papa Urbano VI e que tinha afinidade com a Teoria Coperniana, mas defendia que Deus era Unipotente e que poderia mudar totalmente estas teses.
  • 20. Analise do Livro “Science and religion: a very short introduction”. (Thomas Dixon).  Em 1632 Galileu escreve o livro “Diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo”, mas as pessoas que leram o livro perceberam que o livro se tornava tendencioso ao falar da Teoria Copérnica.  Em 1633 o papa Urbano VI estava em transição de fidelidade do francês para o espanhol e precisava mostrar sua autoridade a fé, intimando Galileu e condenando-o por promover a herética visão copernica e por violação da violação expressa em 1616.
  • 21. Análise do Livro “The sociology of science: theoretical and empirical investigations”. MERTON, R. K..
  • 22. Análise do Livro “The sociology of science: theoretical and empirical investigations”. (MERTON, R. K.).  Ética protestante se transformou numa expressão direta de dominação e uma fonte independete de dominação.  E quando encontravam a verdade, sua vida era postada a prêmio de sobrevivência caso suas teses chegassem a sociedade.  A cultura era uma das variáveis da ciência e por isso deve-se considerar a religião como meio de articulação. O puritanismo atesta o teorema de que as noções lógicas com uma referência transcendental pode, contudo, exercer uma influência considerada sobre o comportamento prático.  Os sentimentos puritanos favoreceram a ciência uma vez que grande parte dos puritanos vieram da classe em ascensão à burguesia.
  • 23. Análise do Livro “The sociology of science: theoretical and empirical investigations”. (MERTON, R. K.).  A criação da Royal Society estimulando o avanço científico.  A ciência torna-se firmemente fonte para o desenvolvimento econômico, criando oportunidades para sociedade e criando novos produtos culturais.  “Muitas almas emancipadas, acostumados a uma clivagem radical entre religião e ciência e convencido da insignificância social relativo da religião para o mundo ocidental moderno, tendem a generalizar este estado de coisas”.  Essa interpretação só é possível sobre a base de uma extrapolação injustificada de crenças e atitudes do século XX para a sociedade do século XVII.
  • 24. Análise do Livro “The sociology of science: theoretical and empirical investigations”. (MERTON, R. K.).  Transformação da religião em política concreta.  Início do Estudo da Ciência Social e Aplicada.  A batalha entre Bacon x Boyle. A ciência era para ser promovida e alimentada como líder para a melhoria do lote do homem na terra, facilitando a invenção tecnológica. A Royal Society, nos é dito pelo seu historiador digno, "não tem intenção de parar em algum benefício particular, mas vai à raiz de todas as ideias nobres.“  Em suma, a ciência incorpora padrões de comportamento que são agradável ao gosto puritanos. Acima de tudo, abraça dois valores altamente valorizados: o utilitarismo e o empirismo.
  • 25. Análise do Livro “Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life”. STEPHEN JAY GOULD
  • 26. Análise do Livro “Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life”. (Stephen Jay Gould)  queriam que sua doutrina religiosa sobressair a origem da vida - uma leitura literal da Bíblia- fosse adotada como uma teoria científica rival à filosofia da natureza.  Defende que religião e ciência são esferas de conhecimento "complementares“ e que essa separação implica que nenhuma teoria científica constitui ameaça à religião  Para o autor, os dois campos estão totalmente separados -a ciência é a busca do conhecimento factual sobre o mundo natural, e a religião é a procura de sentido espiritual e de valores éticos.
  • 27. Análise do Livro “Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life”. (Stephen Jay Gould)  A relação entre a igreja (com seus dogmas e a ciência difundindo o conhecimento da vida humana).  A ciência mostra todo o sentido empírico das coisas: do que ele é feito e por que ele funciona assim.  Enquanto que a religião se estende sobre questões de sentido moral e valor.