O documento discute a relação entre ciência e fé, argumentando que a religião cristã não é obscurantista e que a suposta guerra entre ciência e igreja é um mito. Ele examina a história do conflito, utilizando casos como Galileu e Copérnico para ilustrar a colaboração da igreja com a ciência. O autor também analisa objeções ao cristianismo, ressaltando a compatibilidade entre fé e razão.