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A PESQUISA EM RELAÇÕES
PÚBLICAS E
BOAS PRÁTICAS ACADÊMICAS
Disciplina: Introdução ao Campo da Comunicação
– CCA 0321
Prof. Dr. Richard Romancini
TEXTOS PARA DISCUSSÃO
 O Processo de Pesquisa em Relações Públicas –
Cláudia Peixoto de Moura (2011)
 Indica e discute os principais aspectos envolvidos no
desenvolvimento de um projeto de pesquisa em RP
 A pesquisa qualitativa como instrumento
Fundamental para Relações Públicas – Rosane
Palacci dos Santos (2011)
 Destaca a importância da investigação qualitativa
envolvendo as RP
 Código de Boas Práticas – FAPESP (2014)
 Aborda a investigação científica sobre o prisma da ética,
indicando práticas condenáveis, que devem ser evitadas.
• Como na pesquisa em qualquer
outra área, em RP, uma
investigação iniciável, com um
conjunto de perguntas clássicas: o
quê, por quê, onde, como, etc.?
• Assim, são sistematizados os
tópicos centrais do projeto, como:
Tema
Problema
Justificativa
Objetivos
Justificativa
O PROCESSO DE PESQUISA (MOURA,
2011)
MODELO DE PROJETO DE PESQUISA –
I (ECA)
Capa
Deverá conter as seguintes informações:
Título explicativo
Nível do projeto (Mestrado ou Doutorado)
Área de Concentração
Linha de Pesquisa
Página 01
Título e Resumo do Projeto (Até 05 linhas, somente em
português)
 
Projeto de Pesquisa
1. Introdução
2. Objeto
Assunto e problema de pesquisa
Justificativa do estudo quanto à relevância e
Trajetória e
conhecimento do autor
MODELO DE PROJETO DE PESQUISA –
II (ECA)
3. Quadro Teórico de Referência
Inserção do projeto dentro das pesquisas existentes e
revisão da bibliografia fundamental
4. Objetivos
Gerais e específicos; teóricos e práticos.
5. Procedimentos Metodológicos
Explicitação dos métodos e técnicas de investigação; sua
adequação ao projeto
6. Considerações Finais
7. Sumário de Pesquisa
Esquematização do projeto em partes, capítulos, tópicos
MODELO DE PROJETO DE PESQUISA –
III (ECA)
8. Referências Bibliográficas
Usar normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas) – Ver: https://goo.gl/rus4ej
Máximo de 3 páginas
Fonte: http://www3.eca.usp.br/pos/ppgcom/alunos/bolsa-
de-estudos/normas-para-apresentacao-de-projeto
Observação: conforme a eventual candidatura (a um
processo seletivo ou bolsa), observar se o “modelo” do
projeto é diferente.
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO
ACADÊMICO – I
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO
ACADÊMICO – II (ECA)
• A Norma da ABNT basicamente se restringe
aos aspectos formais do trabalho. Ela é
importante, e deve ser conhecida, mas não deve
assustar e nem ser vista como a essência de um
trabalho científico por ninguém.
Uma boa notícia
NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO
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As normas só existem para que
isso não aconteça
Fonte: https://goo.gl/VR53hQ
CATEGORIAS DE PESQUISA (MOURA,
2011)
 Como a autora explica é
possível classificar (e, na
verdade, escolher um modelo
prévio) as pesquisa conforme
diferentes critérios:
• Objetivos (exploratória,
descritiva, explicativa)
• Finalidade (básica, aplicada)
• Metodologia (experimental, não
experimental, qualitativa, quantitativa
• Tipo de questão (Bibliográfica,
documental, histórica, levantamento,
avaliação, etc.)• Pesquisa-ação
ENFOQUES DE PESQUISA (MOURA, 2011)
 Da mesma forma, a autora observa a
possibilidades das pesquisa terem
diferentes enfoques:
Empírico-analítico
Fenomenológico
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• DESAFIO: como esses enfoques relacionam-se
com os paradigmas sociológicos clássicos
QTR E PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS DA PESQUISA
(MOURA, 2011)
 O referencial teórico, bem os
procedimentos metodológicos
(amostragem e técnicas de
pesquisa escolhidas) relacionam-se
com as escolhas do pesquisador
e com sua provável contribuição
para elucidar a indagação de pesquisa que o move
 E, como conclui Moura, a “pesquisa a respeito de
temáticas de Relações Públicas necessita de uma
integração teórico-metodológica considerando as
interfaces com outras área de conhecimento
A PESQUISA QUANTITATIVA VS.
QUALITATIVA - I
A PESQUISA QUANTITATIVA VS.
QUALITATIVA - II
RELEVÂNCIA DA ABORDAGEM
QUALITATIVA PARA AS RP (SANTOS,
2011)
 “A relevância específica da pesquisa
qualitativa para o estudo das Relações
Públicas deve-se ao fato da plurização das
esferas da vida” (Flick, 2004)
 E ?????
• Proporciona percepções e compreensões
sobre um fenômeno e seu contexto
• Possibilitam tentar desvendar os
cotidianos e as subjetividades daqueles
com os quais se busca construir
relacionamentos, daí perceber não ditos
PESQUISA ACADÊMICA – III (KUNSCH,
2008 E 2009)
 Periodizando a pesquisa, Kunsch
observa dois momentos:
Até 1970, com uma sistematização de
práticas profissionais, assim, uma pesquisa
mais voltada para o “como fazer”
E, a partir dos anos 2000, um salto de
qualidade com perspectivas mais teóricas e
críticas
Porém, em ambos os momentos, há a
preocupação com a aplicabilidade de
resultados e conhecimentos produzidos
CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP,
2014)
• Más condutas graves mais comuns:
(a) A fabricação, ou afirmação de que foram
obtidos ou conduzidos dados, procedimentos ou
resultados que realmente não o foram.
(b) A falsificação, ou apresentação de dados,
procedimentos ou resultados de pesquisa de
maneira relevantemente modificada, imprecisa
ou incompleta, a ponto de poder interferir na
avaliação do peso científico que realmente
conferem às conclusões que deles se extraem.
(c) O plágio, ou a utilização de ideias ou
formulações verbais, orais ou escritas de outrem
sem dar-lhe por elas, expressa e claramente, o
devido crédito, de modo a gerar razoavelmente a
percepção de que sejam ideias ou formulações de
autoria própria.
Fonte:
https://goo.gl/39
yAYr
CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP,
2014)
• Plágio: Booth e colaboradores fazem crítica incisiva
ao plágio, notando que:
Quem plagia intencionalmente rouba mais do que simples
palavras. Não identificando uma fonte, o plagiador rouba
parte da pequena recompensa que a comunidade
acadêmica tem a oferecer, o respeito que um pesquisador
passa a vida inteira tentando conseguir. [...] Quando
prefere não aprender as técnicas que a pesquisa pode
ensinar, o plagiador não só compromete sua educação,
como também rouba da sociedade em geral, [...]. Mais
importante ainda, o plágio, assim como o roubo entre
amigos, transforma em farrapos o tecido da comunidade.
Quando o furto intelectual torna-se comum, a comunidade
enche-se de suspeitas, depois fica desconfiada e por fim
cínica – Quem se importa? Todo mundo faz mesmo. (2005,
328)
CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP,
2014)
Plágio
•Remédio simples: citar o que fui utilizado
(com bom senso, aquilo que é de domínio
público não precisa ser citado)
•Evitar a falsa paráfrase (quando apenas
são mudadas algumas palavras de outro autor,
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A pesquisa em Relações Públicas e Boas práticas acadêmicas

  • 1. A PESQUISA EM RELAÇÕES PÚBLICAS E BOAS PRÁTICAS ACADÊMICAS Disciplina: Introdução ao Campo da Comunicação – CCA 0321 Prof. Dr. Richard Romancini
  • 2. TEXTOS PARA DISCUSSÃO  O Processo de Pesquisa em Relações Públicas – Cláudia Peixoto de Moura (2011)  Indica e discute os principais aspectos envolvidos no desenvolvimento de um projeto de pesquisa em RP  A pesquisa qualitativa como instrumento Fundamental para Relações Públicas – Rosane Palacci dos Santos (2011)  Destaca a importância da investigação qualitativa envolvendo as RP  Código de Boas Práticas – FAPESP (2014)  Aborda a investigação científica sobre o prisma da ética, indicando práticas condenáveis, que devem ser evitadas.
  • 3. • Como na pesquisa em qualquer outra área, em RP, uma investigação iniciável, com um conjunto de perguntas clássicas: o quê, por quê, onde, como, etc.? • Assim, são sistematizados os tópicos centrais do projeto, como: Tema Problema Justificativa Objetivos Justificativa O PROCESSO DE PESQUISA (MOURA, 2011)
  • 4. MODELO DE PROJETO DE PESQUISA – I (ECA) Capa Deverá conter as seguintes informações: Título explicativo Nível do projeto (Mestrado ou Doutorado) Área de Concentração Linha de Pesquisa Página 01 Título e Resumo do Projeto (Até 05 linhas, somente em português)   Projeto de Pesquisa 1. Introdução 2. Objeto Assunto e problema de pesquisa Justificativa do estudo quanto à relevância e Trajetória e conhecimento do autor
  • 5. MODELO DE PROJETO DE PESQUISA – II (ECA) 3. Quadro Teórico de Referência Inserção do projeto dentro das pesquisas existentes e revisão da bibliografia fundamental 4. Objetivos Gerais e específicos; teóricos e práticos. 5. Procedimentos Metodológicos Explicitação dos métodos e técnicas de investigação; sua adequação ao projeto 6. Considerações Finais 7. Sumário de Pesquisa Esquematização do projeto em partes, capítulos, tópicos
  • 6. MODELO DE PROJETO DE PESQUISA – III (ECA) 8. Referências Bibliográficas Usar normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) – Ver: https://goo.gl/rus4ej Máximo de 3 páginas Fonte: http://www3.eca.usp.br/pos/ppgcom/alunos/bolsa- de-estudos/normas-para-apresentacao-de-projeto Observação: conforme a eventual candidatura (a um processo seletivo ou bolsa), observar se o “modelo” do projeto é diferente.
  • 8. NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO – II (ECA) • A Norma da ABNT basicamente se restringe aos aspectos formais do trabalho. Ela é importante, e deve ser conhecida, mas não deve assustar e nem ser vista como a essência de um trabalho científico por ninguém. Uma boa notícia
  • 9. NORMATIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO – III (ECA) As normas só existem para que isso não aconteça Fonte: https://goo.gl/VR53hQ
  • 10. CATEGORIAS DE PESQUISA (MOURA, 2011)  Como a autora explica é possível classificar (e, na verdade, escolher um modelo prévio) as pesquisa conforme diferentes critérios: • Objetivos (exploratória, descritiva, explicativa) • Finalidade (básica, aplicada) • Metodologia (experimental, não experimental, qualitativa, quantitativa • Tipo de questão (Bibliográfica, documental, histórica, levantamento, avaliação, etc.)• Pesquisa-ação
  • 11. ENFOQUES DE PESQUISA (MOURA, 2011)  Da mesma forma, a autora observa a possibilidades das pesquisa terem diferentes enfoques: Empírico-analítico Fenomenológico Crítico-dialético • DESAFIO: como esses enfoques relacionam-se com os paradigmas sociológicos clássicos
  • 12. QTR E PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS DA PESQUISA (MOURA, 2011)  O referencial teórico, bem os procedimentos metodológicos (amostragem e técnicas de pesquisa escolhidas) relacionam-se com as escolhas do pesquisador e com sua provável contribuição para elucidar a indagação de pesquisa que o move  E, como conclui Moura, a “pesquisa a respeito de temáticas de Relações Públicas necessita de uma integração teórico-metodológica considerando as interfaces com outras área de conhecimento
  • 13. A PESQUISA QUANTITATIVA VS. QUALITATIVA - I
  • 14. A PESQUISA QUANTITATIVA VS. QUALITATIVA - II
  • 15. RELEVÂNCIA DA ABORDAGEM QUALITATIVA PARA AS RP (SANTOS, 2011)  “A relevância específica da pesquisa qualitativa para o estudo das Relações Públicas deve-se ao fato da plurização das esferas da vida” (Flick, 2004)  E ????? • Proporciona percepções e compreensões sobre um fenômeno e seu contexto • Possibilitam tentar desvendar os cotidianos e as subjetividades daqueles com os quais se busca construir relacionamentos, daí perceber não ditos
  • 16. PESQUISA ACADÊMICA – III (KUNSCH, 2008 E 2009)  Periodizando a pesquisa, Kunsch observa dois momentos: Até 1970, com uma sistematização de práticas profissionais, assim, uma pesquisa mais voltada para o “como fazer” E, a partir dos anos 2000, um salto de qualidade com perspectivas mais teóricas e críticas Porém, em ambos os momentos, há a preocupação com a aplicabilidade de resultados e conhecimentos produzidos
  • 17. CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP, 2014) • Más condutas graves mais comuns: (a) A fabricação, ou afirmação de que foram obtidos ou conduzidos dados, procedimentos ou resultados que realmente não o foram. (b) A falsificação, ou apresentação de dados, procedimentos ou resultados de pesquisa de maneira relevantemente modificada, imprecisa ou incompleta, a ponto de poder interferir na avaliação do peso científico que realmente conferem às conclusões que deles se extraem. (c) O plágio, ou a utilização de ideias ou formulações verbais, orais ou escritas de outrem sem dar-lhe por elas, expressa e claramente, o devido crédito, de modo a gerar razoavelmente a percepção de que sejam ideias ou formulações de autoria própria. Fonte: https://goo.gl/39 yAYr
  • 18. CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP, 2014) • Plágio: Booth e colaboradores fazem crítica incisiva ao plágio, notando que: Quem plagia intencionalmente rouba mais do que simples palavras. Não identificando uma fonte, o plagiador rouba parte da pequena recompensa que a comunidade acadêmica tem a oferecer, o respeito que um pesquisador passa a vida inteira tentando conseguir. [...] Quando prefere não aprender as técnicas que a pesquisa pode ensinar, o plagiador não só compromete sua educação, como também rouba da sociedade em geral, [...]. Mais importante ainda, o plágio, assim como o roubo entre amigos, transforma em farrapos o tecido da comunidade. Quando o furto intelectual torna-se comum, a comunidade enche-se de suspeitas, depois fica desconfiada e por fim cínica – Quem se importa? Todo mundo faz mesmo. (2005, 328)
  • 19. CONDUTAS DE PESQUISA (FAPESP, 2014) Plágio •Remédio simples: citar o que fui utilizado (com bom senso, aquilo que é de domínio público não precisa ser citado) •Evitar a falsa paráfrase (quando apenas são mudadas algumas palavras de outro autor, e – mesmo se dando crédito a ele – não se usa aspas)