A infância e sua singularidade

        O texto a infância e sua singularidade é o primeiro capitulo do livro:
ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS, publicado pelo ministério da
educação e secretaria da educação básica. Esse livro foi desenvolvido no
intuito de orientar na inclusão da criança de seis anos de idade no ensino
fundamental. Em seu primeiro capitulo discursa sobre a singularidade da
infância.

       O texto está distribuído em nove páginas e organizado em alguns
subtítulos importantes: As crianças e a cultura infantil; Direitos das crianças:
educação infantil e ensino fundamental: desafios.

       A defesa do texto esta nos direitos das crianças em manter a sua
unicidade na infância, isto é preservar suas brincadeiras, histórias, criação,
imaginação e fantasias mesmo estando mais cedo no ambiente escolar. As
unidades escolares precisam se preparar de acordo com a idade da criança, e
não esquecer-se de que a criança no seu desenvolvimento tem necessidades
de brincar, correr, divertir-se e sentir-se satisfeitas nessa nova fase da vida.

      A infância é entendida de um lado como categoria social, ou seja, de
acordo com o contexto social em que está inserido. Os profissionais de
educação enfrentam cada vez mais desafios em relação às politicas
econômicas e pobreza da nossa população, levando a necessidade de refletir
profundamente sobre condições de planejar o trabalho no ambiente escolar.
Como vivemos numa sociedade desigual, as crianças também desempenham
papéis diferentes dependendo do contexto em que está inserida.

        Por outro lado a infância é entendida como período de historia de cada
um, desde o nascimento até os dez anos de idade. A ideia de infância surgiu
em meio aos avanços da ciência e mudanças econômicas, pois ainda em
países como o Brasil, não é assegurado o direito de brincar, de não trabalhar.
Esse trabalho infantil que existe até hoje nas diversas populações mundial,
infantiliza jovens e adultos empurrando a maturidade e ao mesmo tempo os
adultiza deixando pra trás a pequena etapa da infância.

        A criança representa o que será no futuro, por isso que a sua formação
inicia na infância, e desse convívio, experiências e tratamentos que se cria sua
identidade. São caracterizadas por suas brincadeiras, viram as coisas do
avesso e assim aguçam sua capacidade de criar, deste modo é possível
aprender com as crianças.

      Ao falar dos direitos das crianças, o texto traz os desafios como de que
para a criança o ensino fundamental não é fragmento ao ensino fundamental, e
os profissionais da educação devem aprender a trabalhar de modo que não
comprometam essa necessidade da criança de desenvolver-se de acordo com
sua idade. O objetivo da educação infantil é garantir o direito de todos, do
acesso a creches escolas com vaga disponíveis, portanto na gestão escolar
temos que olhar para os educandos como crianças não apenas com
estudantes.

       O texto trás a reflexão do que é ser criança e da importância da infância
para a construção do sujeito, é preciso ter cautela ao ensinar e ter a ideia que
ensinar crianças também se aprende com elas. O dialogo vem como
ferramenta de interação com a criança facilitando esse abismo entre criança e
adultos. As praticas pedagógicas tem que levar em conta as diferenças
étnicas, religiosas, costumes, e experiências de cultura como museu, teatro
cinema, brinquedos junto da literatura.

      Contudo podemos concluir que a infância com fase primordial na vida do
ser humano deve ser repensada, e oferecida dentro do ambiente escolar
condições e acessos mais amplos dos que já existem, proporcionando assim
um ensino mais próximo da realidade social do estudante.

       KRAMER, Sônia é professora da universidade federal do Rio de Janeiro,
tem muitas obras em que ela participa e muitas outras de autoria própria:
Infância; Fios e Desafios da Pesquisa; A Politica do Pré-escolar no Brasil;
Profissionais de Educação Infantil.

     Aline Cinquini acadêmica do curso de pedagogia da faculdade UNIESP
de Sumaré, interior de São Paulo.

A infância e sua singularidade aline

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    A infância esua singularidade O texto a infância e sua singularidade é o primeiro capitulo do livro: ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS, publicado pelo ministério da educação e secretaria da educação básica. Esse livro foi desenvolvido no intuito de orientar na inclusão da criança de seis anos de idade no ensino fundamental. Em seu primeiro capitulo discursa sobre a singularidade da infância. O texto está distribuído em nove páginas e organizado em alguns subtítulos importantes: As crianças e a cultura infantil; Direitos das crianças: educação infantil e ensino fundamental: desafios. A defesa do texto esta nos direitos das crianças em manter a sua unicidade na infância, isto é preservar suas brincadeiras, histórias, criação, imaginação e fantasias mesmo estando mais cedo no ambiente escolar. As unidades escolares precisam se preparar de acordo com a idade da criança, e não esquecer-se de que a criança no seu desenvolvimento tem necessidades de brincar, correr, divertir-se e sentir-se satisfeitas nessa nova fase da vida. A infância é entendida de um lado como categoria social, ou seja, de acordo com o contexto social em que está inserido. Os profissionais de educação enfrentam cada vez mais desafios em relação às politicas econômicas e pobreza da nossa população, levando a necessidade de refletir profundamente sobre condições de planejar o trabalho no ambiente escolar. Como vivemos numa sociedade desigual, as crianças também desempenham papéis diferentes dependendo do contexto em que está inserida. Por outro lado a infância é entendida como período de historia de cada um, desde o nascimento até os dez anos de idade. A ideia de infância surgiu em meio aos avanços da ciência e mudanças econômicas, pois ainda em países como o Brasil, não é assegurado o direito de brincar, de não trabalhar. Esse trabalho infantil que existe até hoje nas diversas populações mundial, infantiliza jovens e adultos empurrando a maturidade e ao mesmo tempo os adultiza deixando pra trás a pequena etapa da infância. A criança representa o que será no futuro, por isso que a sua formação inicia na infância, e desse convívio, experiências e tratamentos que se cria sua identidade. São caracterizadas por suas brincadeiras, viram as coisas do avesso e assim aguçam sua capacidade de criar, deste modo é possível aprender com as crianças. Ao falar dos direitos das crianças, o texto traz os desafios como de que para a criança o ensino fundamental não é fragmento ao ensino fundamental, e os profissionais da educação devem aprender a trabalhar de modo que não comprometam essa necessidade da criança de desenvolver-se de acordo com
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    sua idade. Oobjetivo da educação infantil é garantir o direito de todos, do acesso a creches escolas com vaga disponíveis, portanto na gestão escolar temos que olhar para os educandos como crianças não apenas com estudantes. O texto trás a reflexão do que é ser criança e da importância da infância para a construção do sujeito, é preciso ter cautela ao ensinar e ter a ideia que ensinar crianças também se aprende com elas. O dialogo vem como ferramenta de interação com a criança facilitando esse abismo entre criança e adultos. As praticas pedagógicas tem que levar em conta as diferenças étnicas, religiosas, costumes, e experiências de cultura como museu, teatro cinema, brinquedos junto da literatura. Contudo podemos concluir que a infância com fase primordial na vida do ser humano deve ser repensada, e oferecida dentro do ambiente escolar condições e acessos mais amplos dos que já existem, proporcionando assim um ensino mais próximo da realidade social do estudante. KRAMER, Sônia é professora da universidade federal do Rio de Janeiro, tem muitas obras em que ela participa e muitas outras de autoria própria: Infância; Fios e Desafios da Pesquisa; A Politica do Pré-escolar no Brasil; Profissionais de Educação Infantil. Aline Cinquini acadêmica do curso de pedagogia da faculdade UNIESP de Sumaré, interior de São Paulo.