“O individuo interpreta a dor
normalmente como de origem física.
Mas é necessário compreender que a
dor, mesmo quando física, é
proveniente da alma.”
Livro Reconstruindo Emoções - Iraci Campos Noronha – pelo espírito Nise da
Silveira
OBSESSÃO E ENFERMIDADES MENTAIS
IRPICANÇO – ESDE Irmã Scheilla
Tomo único – Módulo VI – Roteiro 3
OBSESSÃO E
ENFERMIDADES MENTAIS
Objetivos:
• Possibilitar entendimento da
obsessão e da desobsessão sob a
ótica espírita.
• Estabelecer relação entre obsessão
e enfermidades mentais
Bibliografia:
Após o
estudo,
estaremos
aptos a
responder:
Questões para debate
1. A loucura é sempre resultado de uma lesão
cerebral?
2. A obsessão pode levar o indivíduo à loucura?
3. Qual é basicamente a diferença entre loucura e
obsessão?
4. A ação persistente do obsessor pode produzir
lesões em sua vítima?
5. Por que Jesus conseguia com uma simples
ordem desfazer os casos de obsessão relatados
pelos evangelistas?
CONCEITO
DE
DOENÇAS
MENTAIS
SEGUNDO
A OMS
• Conjunto de sintomas que geralmente
envolvem sofrimento pessoal e
interferência das funções que o
indivíduo necessita exercer na sua
vida.
• São operações do funcionamento da
mente que prejudicam o desempenho
do indivíduo na vida familiar, social, o
trabalho, nos estudos, na
compreensão de si e dos outros, na
tolerância aos problemas e na
possibilidade de ter prazer na vida
CONCEITO DE DOENÇA
MENTAL SEGUNDO A
DOUTRINA ESPIRITA
AS
ENFERMIDA
DES
MENTAIS
DESDE OS
TEMPOS DE
JESUS
A GÊNESE – CAP XV – ITEM 35
A GÊNESE – CAP XIV – ITEM 49
ORIGENS
DE
DOENÇAS
MENTAIS
GRAVES
Livro O Consolador – Emmanuel - Questão 395
Pode a obsessão transformar-se em loucura? -Qualquer obsessão pode
transformar-se em loucura, não só quando a lei das provações assim o exige, como
também na hipótese de o obsidiado entregar-se voluntariamente ao assédio das
forças noviças que o cercam, preferindo esse gênero de experiências.
LM 221
A GÊNESE – Cap XIV – itens 47
LM CAP XXIII – 254 – ITEM 6
LIVRO O CONSOLADOR - 393 –Como entender a
obsessão? É prova, inevitável, ou acidente que
se possa afastar facilmente, anulando-se os
efeitos?
•A obsessão é sempre uma prova, nunca um acontecimento eventual. No seu exame,
contudo, precisamos considerar os méritos da vítima e a dispensa da misericórdia
divina a todos os que sofrem. Para atenuar ou afastar os seus efeitos, é imprescindível
o sentimento do amor universal no coração daquele que fala em nome de Jesus. Não
bastarão as fórmulas doutrinárias. É indispensável a dedicação, pela fraternidade mais
pura. Os que se entregam à tarefa da cura das obsessões precisam ponderar, antes de
tudo, a necessidade de iluminação interior do médium perturbado, porquanto na sua
educação espiritual reside a própria cura. Se a execução desse esforço não se efetua,
tende cuidado, porque, então, os efeitos serão extensivos a todos os centros de força
orgânica e psíquica. O obsidiado que entrega o corpo, sem resistência moral, as
entidades ignorantes e perturbadas, é como o artista que entregasse seu violino
precioso a um malfeitor, o qual, um dia, poderá renunciar à posse do instrumento que
lhe não pertence, deixando-o esfacelado, sem que o legítimo, mas imprevidente
dono, possa utiliza-lo nas finalidades sagradas da vida.
Fonte: SITE GUIA HEU
• A loucura é um campo doloroso de redenção humana. Dificilmente encontraríamos
noutra parte tantos dramas angustiosos e problemas tão complexos.
• Com exceção de raríssimos casos, todas as anomalias de ordem mental se derivam
dos desequilíbrios da alma. Estamos longe de contar com o número suficiente de
servidores treinados para socorrer eficazmente os encarcerados na cadeia
das obsessões terríveis e amargurosas.
• É tão grande a quantidade de doentes, nesse particular, que não sobra outro recurso
além da resignação. Continuamos, desse modo, a atender superficialmente, esperando,
acima de tudo, da Providência Divina. Nos casos de perseguição sistemática das entidades
Vingativas e cruéis do plano inacessível às percepções do homem vulgar, temos,
invariavelmente, uma tragédia iniciada no presente com a imprevidência dos interessados
ou que vem do pretérito próximo ou remoto, através de pesados compromissos. Se
os psiquiatras modernos penetrassem o segredo de semelhantes fatos, iniciariam a
aplicação de nova terapêutica à base dos sentimentos cristãos, antes de qualquer recurso
à hormonioterapia e à eletricidade. Examinei alguns casos torturantes de obsessão e
possessão que me impressionaram, sobremaneira, pela quase completa ligação mental,
entre os verdugos e as vítimas. É a terrível história viva dos crimes cometidos, em
movimentação permanente...
LIVRO OBREIROS DA VIDA ETERNA
ANDRÉ LUIZ
• LE – INTRODUCAO ITEM XV –
PARAGRAF 4 E 5
A DOUTRINA ESPÍRITA E A
FÉ RACIOCINADA
1. A loucura é sempre resultado de uma lesão cerebral?
R.: Não. A perturbação mental se manifesta de duas maneiras diferentes:
com e sem lesão cerebral. Bezerra de Menezes, no livro "A Loucura sob Novo
Prisma", sugere que, para casos distintos, tratamentos distintos. Se o
problema não é orgânico-cerebral, é preciso levar em conta as causas
extrafísicas atuantes.
2. A obsessão pode levar o indivíduo à loucura?
R.: Sim. Sua progressão para estágios mais adiantados, e sem o devido
tratamento, pode levar a casos de loucura.
3. Qual é basicamente a diferença entre loucura e obsessão?
R.: Tanto na loucura como na obsessão verifica-se uma irregularidade na
transmissão ou manifestação do pensamento. Essa irregularidade é devida,
no primeiro caso (loucura), à incapacidade material do cérebro para receber
e transmitir fielmente as cogitações da alma do paciente. No segundo caso
(obsessão), tudo se limita a não poderem tais cogitações chegar
integralmente ao cérebro, tendo em vista a interposição de fluidos irradiados
pelo perseguidor espiritual.
4. A ação persistente do obsessor pode produzir lesões em sua vítima?
R.: Sim. Os evangelistas Marcos, Lucas e Mateus narram inúmeros casos de
possessão que impunham ao enfermo uma incapacidade física qualquer,
como cegueira, crises epilépticas, mudez, que cessavam quando o paciente
era libertado
5. Por que Jesus conseguia com uma simples ordem desfazer os casos de
obsessão relatados pelos evangelistas?
R.: Tal fato se devia a sua imensa superioridade sobre todas as demais
pessoas, tanto os obsidiados quanto os chamados obsessores.
Respostas às
questões
propostas

Enfermidades mentais e obsessão--_v2.pptx

  • 1.
    “O individuo interpretaa dor normalmente como de origem física. Mas é necessário compreender que a dor, mesmo quando física, é proveniente da alma.” Livro Reconstruindo Emoções - Iraci Campos Noronha – pelo espírito Nise da Silveira
  • 2.
    OBSESSÃO E ENFERMIDADESMENTAIS IRPICANÇO – ESDE Irmã Scheilla Tomo único – Módulo VI – Roteiro 3
  • 3.
    OBSESSÃO E ENFERMIDADES MENTAIS Objetivos: •Possibilitar entendimento da obsessão e da desobsessão sob a ótica espírita. • Estabelecer relação entre obsessão e enfermidades mentais Bibliografia:
  • 4.
    Após o estudo, estaremos aptos a responder: Questõespara debate 1. A loucura é sempre resultado de uma lesão cerebral? 2. A obsessão pode levar o indivíduo à loucura? 3. Qual é basicamente a diferença entre loucura e obsessão? 4. A ação persistente do obsessor pode produzir lesões em sua vítima? 5. Por que Jesus conseguia com uma simples ordem desfazer os casos de obsessão relatados pelos evangelistas?
  • 5.
    CONCEITO DE DOENÇAS MENTAIS SEGUNDO A OMS • Conjuntode sintomas que geralmente envolvem sofrimento pessoal e interferência das funções que o indivíduo necessita exercer na sua vida. • São operações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho do indivíduo na vida familiar, social, o trabalho, nos estudos, na compreensão de si e dos outros, na tolerância aos problemas e na possibilidade de ter prazer na vida
  • 6.
    CONCEITO DE DOENÇA MENTALSEGUNDO A DOUTRINA ESPIRITA
  • 7.
    AS ENFERMIDA DES MENTAIS DESDE OS TEMPOS DE JESUS AGÊNESE – CAP XV – ITEM 35 A GÊNESE – CAP XIV – ITEM 49
  • 9.
  • 10.
    Livro O Consolador– Emmanuel - Questão 395 Pode a obsessão transformar-se em loucura? -Qualquer obsessão pode transformar-se em loucura, não só quando a lei das provações assim o exige, como também na hipótese de o obsidiado entregar-se voluntariamente ao assédio das forças noviças que o cercam, preferindo esse gênero de experiências. LM 221 A GÊNESE – Cap XIV – itens 47 LM CAP XXIII – 254 – ITEM 6
  • 13.
    LIVRO O CONSOLADOR- 393 –Como entender a obsessão? É prova, inevitável, ou acidente que se possa afastar facilmente, anulando-se os efeitos? •A obsessão é sempre uma prova, nunca um acontecimento eventual. No seu exame, contudo, precisamos considerar os méritos da vítima e a dispensa da misericórdia divina a todos os que sofrem. Para atenuar ou afastar os seus efeitos, é imprescindível o sentimento do amor universal no coração daquele que fala em nome de Jesus. Não bastarão as fórmulas doutrinárias. É indispensável a dedicação, pela fraternidade mais pura. Os que se entregam à tarefa da cura das obsessões precisam ponderar, antes de tudo, a necessidade de iluminação interior do médium perturbado, porquanto na sua educação espiritual reside a própria cura. Se a execução desse esforço não se efetua, tende cuidado, porque, então, os efeitos serão extensivos a todos os centros de força orgânica e psíquica. O obsidiado que entrega o corpo, sem resistência moral, as entidades ignorantes e perturbadas, é como o artista que entregasse seu violino precioso a um malfeitor, o qual, um dia, poderá renunciar à posse do instrumento que lhe não pertence, deixando-o esfacelado, sem que o legítimo, mas imprevidente dono, possa utiliza-lo nas finalidades sagradas da vida.
  • 14.
  • 15.
    • A loucuraé um campo doloroso de redenção humana. Dificilmente encontraríamos noutra parte tantos dramas angustiosos e problemas tão complexos. • Com exceção de raríssimos casos, todas as anomalias de ordem mental se derivam dos desequilíbrios da alma. Estamos longe de contar com o número suficiente de servidores treinados para socorrer eficazmente os encarcerados na cadeia das obsessões terríveis e amargurosas. • É tão grande a quantidade de doentes, nesse particular, que não sobra outro recurso além da resignação. Continuamos, desse modo, a atender superficialmente, esperando, acima de tudo, da Providência Divina. Nos casos de perseguição sistemática das entidades Vingativas e cruéis do plano inacessível às percepções do homem vulgar, temos, invariavelmente, uma tragédia iniciada no presente com a imprevidência dos interessados ou que vem do pretérito próximo ou remoto, através de pesados compromissos. Se os psiquiatras modernos penetrassem o segredo de semelhantes fatos, iniciariam a aplicação de nova terapêutica à base dos sentimentos cristãos, antes de qualquer recurso à hormonioterapia e à eletricidade. Examinei alguns casos torturantes de obsessão e possessão que me impressionaram, sobremaneira, pela quase completa ligação mental, entre os verdugos e as vítimas. É a terrível história viva dos crimes cometidos, em movimentação permanente... LIVRO OBREIROS DA VIDA ETERNA ANDRÉ LUIZ
  • 16.
    • LE –INTRODUCAO ITEM XV – PARAGRAF 4 E 5 A DOUTRINA ESPÍRITA E A FÉ RACIOCINADA
  • 19.
    1. A loucuraé sempre resultado de uma lesão cerebral? R.: Não. A perturbação mental se manifesta de duas maneiras diferentes: com e sem lesão cerebral. Bezerra de Menezes, no livro "A Loucura sob Novo Prisma", sugere que, para casos distintos, tratamentos distintos. Se o problema não é orgânico-cerebral, é preciso levar em conta as causas extrafísicas atuantes. 2. A obsessão pode levar o indivíduo à loucura? R.: Sim. Sua progressão para estágios mais adiantados, e sem o devido tratamento, pode levar a casos de loucura. 3. Qual é basicamente a diferença entre loucura e obsessão? R.: Tanto na loucura como na obsessão verifica-se uma irregularidade na transmissão ou manifestação do pensamento. Essa irregularidade é devida, no primeiro caso (loucura), à incapacidade material do cérebro para receber e transmitir fielmente as cogitações da alma do paciente. No segundo caso (obsessão), tudo se limita a não poderem tais cogitações chegar integralmente ao cérebro, tendo em vista a interposição de fluidos irradiados pelo perseguidor espiritual. 4. A ação persistente do obsessor pode produzir lesões em sua vítima? R.: Sim. Os evangelistas Marcos, Lucas e Mateus narram inúmeros casos de possessão que impunham ao enfermo uma incapacidade física qualquer, como cegueira, crises epilépticas, mudez, que cessavam quando o paciente era libertado 5. Por que Jesus conseguia com uma simples ordem desfazer os casos de obsessão relatados pelos evangelistas? R.: Tal fato se devia a sua imensa superioridade sobre todas as demais pessoas, tanto os obsidiados quanto os chamados obsessores. Respostas às questões propostas

Notas do Editor

  • #4 DAYANE
  • #5 4
  • #8 DAYANE O FATO É QUE DESDE AOS TEMPOS DE JESUS TEMOS CONHECIMENTOS DE DOENÇAS DA ALMA E AS VEZES SUA CURA. A PASSAGEM DE JESUS, O HOMEM E SEU FILHO LUNÁTICO, ILUSTRA BEM ISSO. Jesus com sua autoridade moral expulsava os espíritos infelizes (obsessores) e também atuando nos obsidiados. LER SLIDE A GÊNESE CAP xv ITEM 35 A GÊNESE cap XIV – item 49
  • #9 DAYANE Como já vimos que toda doença seja física ou mental tem origem no Espírito, mas aqui o que iremos esclarecer é que todas as doenças mentais mesmo aquelas que seja de ordem física em que o cérebro está de fato lesionado, onde a origem não é ação de Espíritos, mesmo aí estarão vinculadas a problemas espirituais porque os Espíritos infelizes acabam se aproximando desse espírito desequilibrado. Temos a compreensão que tudo que envolve o homem, seus sentimentos e emoções envolvem aí Espíritos porque vivemos em uma faixa mental em que milhares de Espíritos dividem conosco seus pensamentos e sentimentos.
  • #10 DAYANE No livro recordações da mediunidade, Bezerra de Menezes fala do remorso, do espírito delituoso em que tendo consciência de seus delitos traz para si o remorso enfermando a sua mente repercutindo em danos em seus corpo perispiritual originando assim sequelas em seu corpo físico, seu cérebro é lesado fisicamente. Dessa situação advem as doenças da mente que não são oriundas de obsessão por outros Espíritos e sim do passado delituoso do Espírito.. O importante é compreendermos que nada é por acaso. Tudo tem um motivo que se não está nessa existência, está em existência passada. ============================ Livro recordações da mediunidade — “As doenças mentais são sempre vinculadas a problemas espirituais (Obsessões)? Mesmo aquelas que têm substrato orgânico?” Resposta do Espírito Dr. Bezerra de Menezes: 1 — “Certamente, meus amigos, com algumas exceções. As exceções podem ser: Fadiga mental, depressões nervosas ocasionadas por algum fator patológico, impurezas do sangue, sífilis e outras de fácil verificação. A própria loucura de origem alcoólica poderá ter causa espiritual, visto  que o alcoólatra poderá ser um obsidiado, ou  atrair afins espirituais que lhe compliquem os distúrbios. Mas nem todas as doenças mentais têm origem na obsessão, embora sejam de origem psíquica. O mundo espiritual é intensíssimo e os homens estão longe de compreender sua intensidade. Por sua vez, o ser  psíquico, o perispírito inclusive, e, acima de tudo, a mente, são  potências inimagináveis para os homens. Assim sendo, os sentimentos de um desencarnado  atingirão intensidades indescritíveis se esse ser não for bastante equilibrado, ou  evoluído, para dirigi­las normalmente. A fim de compreendermos o que se seguirá, porém, devemos ter em mente que o perispírito é ligado ao corpo físico, na encarnação, pela rede de vibrações nervosas, e a este dirige como potência equilibradora. O remorso, por exemplo, que é um dos mais avassaladores sentimentos, e que, no estado de desencarnação de um Espírito, chegará a enlouquecê­lo, poderá levar o Espírito a reencarnar em estado vibratório precário, por excitado, deprimido, alucinado, desesperado, etc. E, assim sendo, ele carreará para o corpo que habitar predisposições para acentuado desequilíbrio nervoso, intoxicações magnéticas que mais tarde redundarão em doença mental, onde até visões (do passado em que delinquiu) existirão, ao choque de uma possível fadiga mental, de uma emoção forte ou até de excessos de qualquer natureza, inclusive o excesso sexual e até o alimentar. Seu aspecto será o de um obsidiado. No entanto, ele é obsidiado apenas por sua (memória profunda, que vinculou sua personalidade humana. Se houve remorso, houve crime, delinquência. E, se houve crime, a consciência, desarmonizada consigo mesma, desarmonizará todo o ser, e de muitas formas. A mente enferma refletirá sua anormalidade sobre o perispírito, que é dirigido por ela, e este sobre o corpo carnal, que é escravo de ambos, através do sistema nervoso. E eis aí a doença mental com substrato orgânico vinculada a problemas espirituais, mas não  propriamente a obsessão na sua feição comum. (Se se tratar desse paciente, pelas vias espíritas comuns, é provável que ele não se recupere, ou pelo menos que não se recupere com facilidade, visto que não existe um obsessor propriamente dito. E se se evocar um obsessor, insistindo na atração, facultar­se­á a possibilidade da comunicação do próprio Espírito do suposto obsidiado, que será atingido pelas correntes vibratórias atrativas, cairá como que em transe, adormecerá e dará a comunicação. Referir­se­á a «ele», isto é, ao corpo que ocupa como se se tratasse de outra personalidade, pois é sabido que o  Espírito de um vivo, se se comunica em sessões de experimentações, refere­se ao próprio corpo usando a terceira pessoa do singular. Se tais tentativas forem bem planejadas e aplicadas, o tratamento beneficiará o comunicante, visto que ele terá sido  doutrinado, evangelizado, instruído, consolado, etc., pois tal tratamento é usado no mundo  Invisível para encarnados sofredores e desequilibrados, com muito bons resultados. Mas se o  instrutor encarnado, durante a comunicação, entrar a supô­lo um obsessor desencarnado e procurar  convencê­lo de tal, com assertivas que não se amoldem ao caso, confundirá o comunicante, e ele se retirará assaz desgostoso e desorientado. Assim, pois, para evitar tal contratempo, convém que os dirigentes das sessões conheçam bastante o terreno em que estão agindo, que disponham de médiuns assaz seguros para transmitirem as instruções dos dirigentes espirituais, indicando as tentativas a serem feitas. As sessões de estudo doutrinário serão de grande utilidade para tais casos, se o paciente estiver em condições de frequentá­las.
  • #12 DAYANE Quando falamos de obsessão estamos falando de ação de Espíritos maus. Quando problema mental originado por essa ação de Espíritos maus, a situação pode ser reversível através de um trabalho de desobsessão e reforma íntima. Porém, se o indivíduo não é tratado é o ataque dos Espíritos inferiores é muito grande, pode sim acabar lesionando o cérebro fisicamente, mas a causa original não é física e sim espiritual. Desobsessão evangelizando o Espírito obsessor e reforma íntima tratando o obsidiado porque mesmo o obsessor se afastando, outros espíritos podem tomar o seu lugar pois o indivíduo tem uma antena potente com os Espíritos. Mas há situações em que o individuo já reencarna com o corpo físico lesado por questões do passado que propiciam a loucura. A origem do problema não é de fato espiritual e sim o corpo que está lesado. Porém, uma vez que o indivíduo se encontra em desequilíbrio, mesmo por questões de ordem física, pode sim chamar para si Espíritos infelizes que se aproximam do enfermo, dependendo da situação. Quando problema ocasionado por Espíritos obsessores, se a situação se agrava é próprio Espírito que não teve forças em si pra ter domínio sobre sua existência. O Espírito por algum motivo se deixa entregue aos Espíritos inferiores. Enfim, nunca é casual. O indivíduo é vítima de si mesmo.
  • #13 DAYANE Assim, nem todas as doenças são causadas por ações de Espíritos, porém sempre há um elemento espiritual pois a forma de viver do indivíduo´, seja nessa ou em outra existência traz a doença, seja física, seja mental. Porém na doença psiquiátrica, mesmo que a origem não seja ação de espíritos malévolos, há uma questão obsessiva pois a doença em si traz pra si a ação de espíritos inferiores que se sintoniza com a pessoa doente.
  • #16 DAYANE REFORÇAR A IMPORTÃNCIA DE EM SOFRENDO ALGO DO TIPO, PROCURAR OU SUGERIR UM PSIQUIATRA CONHECEDOR DA DOUTRINA ESPÍRITA A FIM DE PODER TAMBÉM TRAZER ORIENTAÇÕES DE ORDEM ESPIRITUAL. NÃO É A TOA QUE EM UM TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO, É TAMBÉM ORIENTADO O TRATAMENTO PSICOLÓGICO, POIS É A MUDANÇA DE ATITUDE QUE PODERÁ AJUDAR DE FATO A PESSOA ADOENTADA.
  • #18 DAYANE