Coletivo Ativista 19 e 20 de fevereiro de 2011




A Construção do Público

 O nosso papel como cidadão
“A sociedade se torna coesa e se projeta
quando é capaz de entender quais são os
     desafios que se deve superar
           coletivamente.”

                         (Bernado Toro)
DIREITOS E DIGNIDADE
• Vida DIGNA:
Tornar possíveis e cotidianos os direitos humanos.


• O que torna um sujeito cidadão?
Sua capacidade de gerenciar ou modificar a ordem social.



PARCERIA: organizações -> atores sociais
DIREITOS E DIGNIDADE
• “A alma da fome é política”        (Hebert de Souza)

• Um dos indicadores de pobreza mais graves é
  não estar organizado – ausência de atores sociais
  – PARCERIA.
  – Sem organização não há proteção social.
JUSTIÇA SOCIAL

• A finalidade da justiça social é garantir à sociedade os
  direitos fundamentais, civis, políticos, econômicos,
  culturais, coletivos e difusos: os Direitos Humanos
  são o norte ético da justiça social.
• O exercício pleno e a proteção aos Direitos
  Humanos dependem da capacidade de associação e
  organização que tenha a sociedade. A associação
  organizada produz auto-regulação e garante os
  Direitos Humanos.
JUSTIÇA SOCIAL
               (Bernado Toro)

• “Se entendermos por cidadão a pessoa que
   é capaz de criar ou transformar a ordem
  social, em cooperação com os outros, para
   viabilizar a dignidade de todos, podemos
      então, dizer que, nas democracias, o
   público se constrói a partir da sociedade
       civil. São cidadãos que delimitam e
  definem o que é necessário a população de
                 forma igualitária.”
PARCERIA - PARTICIPAÇÃO
PÚBLICO X ESTATAL
                        (Bernado Toro)
• “...se define o público como aqueles bens que satisfazem a todos
  da mesma forma para a sua dignidade. Por exemplo, a educação
  é pública quando é de igual qualidade para as pessoas. Se um
  país aceita ter uma educação de boa qualidade para alguns
  setores e outra de menor qualidade para outros, nesse país a
  educação não é pública, ainda que paga com dinheiro do
  Estado. Um bem social é público quando é de igual acesso e
  qualidade para todos os cidadãos, mesmo que seja prestado por
  uma instituição privada. Quando um bem público é de uma
  qualidade para uns e de outra para outros, diz-se que existe
  desigualdade ou corporativismo. O público é um conceito que
  ultrapassa o estatal, sem desconhecer que as instituições públicas
  por excelência devem ser o Estado e as leis.”
DEMOCRACIA

• “Não se pode pensar em ser democrata enquanto
         não se tiver experimentado o valor da
   solidariedade, do altruísmo, da responsabilidade
    social, do espírito cívico, do respeito por todos
   os bens comuns e, antes de tudo, o respeito pela
              pessoa humana”. (Daniel Herrera)

• “Democracia serve para todos ou não serve para
               nada” (Hebert de Souza)
CONTROLE SOCIAL
                 (Ester Scheffer)
• “O ESTADO tem o poder de regulamentar e
  interferir para o bem e para o mal em todos
  os setores da sociedade. Só o cidadão através
  do CONTROLE SOCIAL e responsabilização
  dos agentes públicos, é quem tem o poder de
  fazer que os representantes de cada setor
  atuem de acordo com suas funções e não nas
  distorções.

• O Combate à Corrupção!
PARTICIPAÇÃO
CIDADÃ
• “Quem quer um mundo melhor tem que
  começar fazendo esse mundo.” – os
  incomodados que mudem o mundo!
• ASSOCIAÇÃO:
   – ONGS – Rede de Controle Social
   – Organização, associação, oxigenação, soma.
• “Não creio mais em salvadores. Creio em
  cidadania” (Hebert de Souza)
Hino da Cidadania
Carta da Terra
• PREÂMBULO
• Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa
  época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida
  que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o
  futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança.
  Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma
  magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família
  humana e uma comunidade terrestre com um destino comum.
  Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global
  fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais,
  na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este
  propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa
  responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade
  de vida e com as futuras gerações.

A Construção do Público

  • 1.
    Coletivo Ativista 19e 20 de fevereiro de 2011 A Construção do Público O nosso papel como cidadão
  • 2.
    “A sociedade setorna coesa e se projeta quando é capaz de entender quais são os desafios que se deve superar coletivamente.” (Bernado Toro)
  • 3.
    DIREITOS E DIGNIDADE •Vida DIGNA: Tornar possíveis e cotidianos os direitos humanos. • O que torna um sujeito cidadão? Sua capacidade de gerenciar ou modificar a ordem social. PARCERIA: organizações -> atores sociais
  • 4.
    DIREITOS E DIGNIDADE •“A alma da fome é política” (Hebert de Souza) • Um dos indicadores de pobreza mais graves é não estar organizado – ausência de atores sociais – PARCERIA. – Sem organização não há proteção social.
  • 5.
    JUSTIÇA SOCIAL • Afinalidade da justiça social é garantir à sociedade os direitos fundamentais, civis, políticos, econômicos, culturais, coletivos e difusos: os Direitos Humanos são o norte ético da justiça social. • O exercício pleno e a proteção aos Direitos Humanos dependem da capacidade de associação e organização que tenha a sociedade. A associação organizada produz auto-regulação e garante os Direitos Humanos.
  • 6.
    JUSTIÇA SOCIAL (Bernado Toro) • “Se entendermos por cidadão a pessoa que é capaz de criar ou transformar a ordem social, em cooperação com os outros, para viabilizar a dignidade de todos, podemos então, dizer que, nas democracias, o público se constrói a partir da sociedade civil. São cidadãos que delimitam e definem o que é necessário a população de forma igualitária.”
  • 7.
  • 8.
    PÚBLICO X ESTATAL (Bernado Toro) • “...se define o público como aqueles bens que satisfazem a todos da mesma forma para a sua dignidade. Por exemplo, a educação é pública quando é de igual qualidade para as pessoas. Se um país aceita ter uma educação de boa qualidade para alguns setores e outra de menor qualidade para outros, nesse país a educação não é pública, ainda que paga com dinheiro do Estado. Um bem social é público quando é de igual acesso e qualidade para todos os cidadãos, mesmo que seja prestado por uma instituição privada. Quando um bem público é de uma qualidade para uns e de outra para outros, diz-se que existe desigualdade ou corporativismo. O público é um conceito que ultrapassa o estatal, sem desconhecer que as instituições públicas por excelência devem ser o Estado e as leis.”
  • 9.
    DEMOCRACIA • “Não sepode pensar em ser democrata enquanto não se tiver experimentado o valor da solidariedade, do altruísmo, da responsabilidade social, do espírito cívico, do respeito por todos os bens comuns e, antes de tudo, o respeito pela pessoa humana”. (Daniel Herrera) • “Democracia serve para todos ou não serve para nada” (Hebert de Souza)
  • 10.
    CONTROLE SOCIAL (Ester Scheffer) • “O ESTADO tem o poder de regulamentar e interferir para o bem e para o mal em todos os setores da sociedade. Só o cidadão através do CONTROLE SOCIAL e responsabilização dos agentes públicos, é quem tem o poder de fazer que os representantes de cada setor atuem de acordo com suas funções e não nas distorções. • O Combate à Corrupção!
  • 11.
    PARTICIPAÇÃO CIDADÃ • “Quem querum mundo melhor tem que começar fazendo esse mundo.” – os incomodados que mudem o mundo! • ASSOCIAÇÃO: – ONGS – Rede de Controle Social – Organização, associação, oxigenação, soma. • “Não creio mais em salvadores. Creio em cidadania” (Hebert de Souza)
  • 12.
  • 13.
    Carta da Terra •PREÂMBULO • Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.