IRENE DIAS RIBEIRO EÇA DE QUEIRÓS Ana Carolina Mota de Lima  Regiane C. Baricali 3º D  -  2011
BIOGRAFIA José Maria Eça de Queiroz. Seu nome muitas vezes foi de forma equivocada , grafado como Eça de Queiroz.  Nasceu na cidade de Póvoa de Varzim, no dia 25 de novembro de 1845. Diplomata e escritor, considerado um dos maiores escritores de todos os tempos.
BIOGRAFIA   Abordava em sua obras diversos temas, mas tinhas características comuns em seus romances como: pessimismo, ironia, humor e temas cotidianos. Morreu em Paris na França, no dia 16 de Agosto de 1900 Seu funeral foi feito em Lisboa no dia 17 de Agosto do mesmo ano.
BIOGRAFIA A Cidade e as Serras  A Ilustre Casa de Ramires A Relíquia A Tragédia da Rua das Flores As Farpas Contos de Prosas Bárbaras O Crime do Padre Amaro O Mandarim O Mistério da Estrada de Sintra  O Primo Basílio Os Maias Uma Campanha Alegre
ANÁLISE DA OBRA O romance a cidade e as serras foi desenvolvido a partir da idéia central contida no conto civilização. É um romance denso, belo, e ao longo da obra o autor ironiza ferrenhamente os males da civilização, fazendo elogios aos valores da natureza.
RESUMO Nesta obra o autor conta a história de JACINTO TORRES, um ferrenho adepto do progresso e da civilização, repleto de comodidades provenientes do progresso tecnológico pelo mundo natural, selvagem, primitivo e pouco confortável. No sentido de caracterizar a vida urbana moderna, mas só encontra a felicidade mudando radicalmente de opinião.
RESUMO A obra preconiza uma relação entre as elites e as classes subalternas, que promovem estas socialmente. Que Jacinto ao reformar a sua propriedade no campo e melhorar as condições de vida dos trabalhadores rurais,. Jacinto Torres representa a elite portuguesa, e a obra critica-lhe o estilo de vida afrancesado e desprovido de autenticidade, que enaltece o progresso urbano e industrial e desenraiza o solo e a cultura do país.
RESUMO Na obra não se confunde o elogio da mesmice e da mediocridade da vida da vida campestre de Portugal. Muito pelo contrário ele retrata o espírito Lusitano, em seu caráter ativo e trabalhador. O protagonista procura o equilíbrio que vem da racionalização e da modernização da vida no campo. Jacinto sente uni irresistível ímpeto empreendedor, que luta incansavelmente contra a resistência dos empregados ao trabalho.
RESUMO Concluindo, Jacinto Torres, ao buscar a felicidade, empreendeu uma viajem que se reencontrou consigo mesmo e com seu país.  Essa viajem abarca a pátria portuguesa e se reveste de uma significação particular, pode ser lida como um processo de auto-conhecimento: um novo Portugal e um novo português se percebem nas serras que querem utilizam da cidade o necessário para se civilizarem sem se corromperem .
PERSONAGENS Jacinto Torres : é chamado pelo narrador de Príncipe da Grã-Ventura, nasceu e foi criado em Paris, é filho de uma família de Fidalgos Portugueses. Odeia a vida no campo, mas acaba mudando de idéia quando vais a Portugal promover o translado dos ossos dos avós . José Fernandes : é um homem rústico nascido na serra, não se deixa contaminar pelas idéias do amigo, mas aproveita-se do luxo e do conforto cultivados por ele.
PERSONAGENS Joaninha : moça simples e boa, nascida na serra. É prima de José Fernandes. E Jacinto se casa com ela. Tia Vicência : tia de José Fernandes, é uma senhora simples, boa e religiosa. Sua excelência na cozinha não agrada só o sobrinho mas também Jacinto.
PERSONAGENS Grilo : criado de Jacinto, desde que era menino, aceitava todas as decisões do patrão sem reclamar. Simples e ignorante, mas sempre consegue definir os estados de alma de Jacinto. Outros personagens de Paris : Madame de Oriol, Madame de Trèves, Grão-Duque Casimiro, Efraim, etc. Outros personagens da serra : D. Teotônio Silvério, Melchior, Ana Vaqueira, Ricardo Veloso, Dr. Alípio , Melo Rebelo, Gertrudes, tio Adrião, etc.
TEMPO O tempo é  CRONOLÓGICO , estabelecido num período de 1866, momento em que Jacinto e José Fernandes se conhecem em Paris. E 1899, aproximadamente quando José Fernandes retorna a Tormes depois de um passeio a Paris.
ESPAÇO A narrativa apresenta dois espaços principais, que são Paris e Portugal ( Tormes)  O primeiro espaço  é nitidamente urbano, e representa a visão de Jacinto de que a suprema felicidade só pode nascer no máximo de cultura e de progresso. O segundo espaço  inicialmente considerado de forma negativa, revela para o protagonista o lugar ideal, onde há simplicidade no modo de vida e aliada a pessoas verdadeiramente bondosas e compreensivas.
FOCO NARRATIVO É escrito em 1ª pessoa, e como na maioria das obras de Eça de Queiroz há um narrador-personagem José Fernandes, amigo do protagonista Jacinto ,desde os tempos de escola, e conta com admiração a história do amigo a quem chama-o de Príncipe da Grã-Ventura.
ESTILO A prosa de Eça de Queirós reflete a sua forma de pensar e exprime facilmente o seu modo de ver o mundo e a vida. Este soube explorar, a partir de um vocabulário simples, a força evocativa das palavras com o uso de sentidos conotativos e relações combinatórias. Através de processos como: o ritmo da narração, a descrição, o diálogo, monólogos interiores e comentários, Eça conseguiu imprimir nas suas palavras um verdadeiro encanto.
VEROSSIMILHANÇA A Cidade e as Serras , acredita-se na vida simples e rústica, libertando o bucolismo, valorizando os seres simples, a distância da civilização, a pureza da vida campestre na mais sincera contaminação romântica. Volta-se para a descrição das paisagens mais familiares que costumava ver na infância, o primitivo e o apego histórico.
MOVIMENTO LITERÁRIO Pertence ao Realismo e Naturalismo de Portugal, as caracteristicas presentes na obra são: objetivismo (vê o mundo como ele é), descritivismo (dá voracidade á obra), casamento arranjado, ironia (em relação ao comportamento humano), observação e análise (fatos presentes), contemporaneidade (exatidão para localizar o tempo e o espaço).
CONCLUSÃO Neste romance, o autor se dedica a mostrar a futilidade reinante em Paris e a satirizar as idéias positivas que deslumbravam a juventude intelectual da época, que desprezavam as suas raízes e deixavam-se levar pelas tecnologias.
FONTES http://www.sosestudante.com/resumos-a/a-cidade-e-as-serras-2.html http://www.sorocaba.unesp.br/cursinho/Resumos/a_cidade_e_as_serras.pdf

A Cidade e as Serras 3ª D- 2011

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    IRENE DIAS RIBEIROEÇA DE QUEIRÓS Ana Carolina Mota de Lima Regiane C. Baricali 3º D - 2011
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    BIOGRAFIA José MariaEça de Queiroz. Seu nome muitas vezes foi de forma equivocada , grafado como Eça de Queiroz. Nasceu na cidade de Póvoa de Varzim, no dia 25 de novembro de 1845. Diplomata e escritor, considerado um dos maiores escritores de todos os tempos.
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    BIOGRAFIA Abordava em sua obras diversos temas, mas tinhas características comuns em seus romances como: pessimismo, ironia, humor e temas cotidianos. Morreu em Paris na França, no dia 16 de Agosto de 1900 Seu funeral foi feito em Lisboa no dia 17 de Agosto do mesmo ano.
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    BIOGRAFIA A Cidadee as Serras A Ilustre Casa de Ramires A Relíquia A Tragédia da Rua das Flores As Farpas Contos de Prosas Bárbaras O Crime do Padre Amaro O Mandarim O Mistério da Estrada de Sintra O Primo Basílio Os Maias Uma Campanha Alegre
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    ANÁLISE DA OBRAO romance a cidade e as serras foi desenvolvido a partir da idéia central contida no conto civilização. É um romance denso, belo, e ao longo da obra o autor ironiza ferrenhamente os males da civilização, fazendo elogios aos valores da natureza.
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    RESUMO Nesta obrao autor conta a história de JACINTO TORRES, um ferrenho adepto do progresso e da civilização, repleto de comodidades provenientes do progresso tecnológico pelo mundo natural, selvagem, primitivo e pouco confortável. No sentido de caracterizar a vida urbana moderna, mas só encontra a felicidade mudando radicalmente de opinião.
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    RESUMO A obrapreconiza uma relação entre as elites e as classes subalternas, que promovem estas socialmente. Que Jacinto ao reformar a sua propriedade no campo e melhorar as condições de vida dos trabalhadores rurais,. Jacinto Torres representa a elite portuguesa, e a obra critica-lhe o estilo de vida afrancesado e desprovido de autenticidade, que enaltece o progresso urbano e industrial e desenraiza o solo e a cultura do país.
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    RESUMO Na obranão se confunde o elogio da mesmice e da mediocridade da vida da vida campestre de Portugal. Muito pelo contrário ele retrata o espírito Lusitano, em seu caráter ativo e trabalhador. O protagonista procura o equilíbrio que vem da racionalização e da modernização da vida no campo. Jacinto sente uni irresistível ímpeto empreendedor, que luta incansavelmente contra a resistência dos empregados ao trabalho.
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    RESUMO Concluindo, JacintoTorres, ao buscar a felicidade, empreendeu uma viajem que se reencontrou consigo mesmo e com seu país. Essa viajem abarca a pátria portuguesa e se reveste de uma significação particular, pode ser lida como um processo de auto-conhecimento: um novo Portugal e um novo português se percebem nas serras que querem utilizam da cidade o necessário para se civilizarem sem se corromperem .
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    PERSONAGENS Jacinto Torres: é chamado pelo narrador de Príncipe da Grã-Ventura, nasceu e foi criado em Paris, é filho de uma família de Fidalgos Portugueses. Odeia a vida no campo, mas acaba mudando de idéia quando vais a Portugal promover o translado dos ossos dos avós . José Fernandes : é um homem rústico nascido na serra, não se deixa contaminar pelas idéias do amigo, mas aproveita-se do luxo e do conforto cultivados por ele.
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    PERSONAGENS Joaninha :moça simples e boa, nascida na serra. É prima de José Fernandes. E Jacinto se casa com ela. Tia Vicência : tia de José Fernandes, é uma senhora simples, boa e religiosa. Sua excelência na cozinha não agrada só o sobrinho mas também Jacinto.
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    PERSONAGENS Grilo :criado de Jacinto, desde que era menino, aceitava todas as decisões do patrão sem reclamar. Simples e ignorante, mas sempre consegue definir os estados de alma de Jacinto. Outros personagens de Paris : Madame de Oriol, Madame de Trèves, Grão-Duque Casimiro, Efraim, etc. Outros personagens da serra : D. Teotônio Silvério, Melchior, Ana Vaqueira, Ricardo Veloso, Dr. Alípio , Melo Rebelo, Gertrudes, tio Adrião, etc.
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    TEMPO O tempoé CRONOLÓGICO , estabelecido num período de 1866, momento em que Jacinto e José Fernandes se conhecem em Paris. E 1899, aproximadamente quando José Fernandes retorna a Tormes depois de um passeio a Paris.
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    ESPAÇO A narrativaapresenta dois espaços principais, que são Paris e Portugal ( Tormes) O primeiro espaço é nitidamente urbano, e representa a visão de Jacinto de que a suprema felicidade só pode nascer no máximo de cultura e de progresso. O segundo espaço inicialmente considerado de forma negativa, revela para o protagonista o lugar ideal, onde há simplicidade no modo de vida e aliada a pessoas verdadeiramente bondosas e compreensivas.
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    FOCO NARRATIVO Éescrito em 1ª pessoa, e como na maioria das obras de Eça de Queiroz há um narrador-personagem José Fernandes, amigo do protagonista Jacinto ,desde os tempos de escola, e conta com admiração a história do amigo a quem chama-o de Príncipe da Grã-Ventura.
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    ESTILO A prosade Eça de Queirós reflete a sua forma de pensar e exprime facilmente o seu modo de ver o mundo e a vida. Este soube explorar, a partir de um vocabulário simples, a força evocativa das palavras com o uso de sentidos conotativos e relações combinatórias. Através de processos como: o ritmo da narração, a descrição, o diálogo, monólogos interiores e comentários, Eça conseguiu imprimir nas suas palavras um verdadeiro encanto.
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    VEROSSIMILHANÇA A Cidadee as Serras , acredita-se na vida simples e rústica, libertando o bucolismo, valorizando os seres simples, a distância da civilização, a pureza da vida campestre na mais sincera contaminação romântica. Volta-se para a descrição das paisagens mais familiares que costumava ver na infância, o primitivo e o apego histórico.
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    MOVIMENTO LITERÁRIO Pertenceao Realismo e Naturalismo de Portugal, as caracteristicas presentes na obra são: objetivismo (vê o mundo como ele é), descritivismo (dá voracidade á obra), casamento arranjado, ironia (em relação ao comportamento humano), observação e análise (fatos presentes), contemporaneidade (exatidão para localizar o tempo e o espaço).
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    CONCLUSÃO Neste romance,o autor se dedica a mostrar a futilidade reinante em Paris e a satirizar as idéias positivas que deslumbravam a juventude intelectual da época, que desprezavam as suas raízes e deixavam-se levar pelas tecnologias.
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