Neste documento, Eça de Queirós critica os males da civilização e elogia os valores da natureza. A obra analisa a transformação de Jacinto, um homem rico e educado que se sente tedioso na cidade e só encontra felicidade após um contato com a simplicidade da vida no campo. A natureza é retratada como regeneradora em contraste com os falsos valores da sociedade urbana.