O documento analisa o auto 'O Enforcado' de Gil Vicente, onde um ladrão condenado à forca acredita que irá para o céu, enganado por Garcia Moniz. A peça apresenta críticas à hipocrisia das autoridades e ao destino dos que se suicidam, além de simbolismos como a corda que representa o pecado. A caracterização do enforcado revela sua ingenuidade e falta de vontade própria, refletindo a linguagem corrente utilizada pelos personagens.