Comunicação

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Comunicação

  1. 1. ComunicaçãoInterpessoal 29-03-13 Cristina Abrantes 1
  2. 2. Do Latim “Communicare”“Partilhar algo, pôr em comum” É uma actividade humana básicaÉ uma condição de vida humana e de ordem social 29-03-13 2
  3. 3. Modelo Psicossociológico da Comunicação Estado de Meios de Receptividade transmissão Campo de Atitude Atitude Mensagem RECEPTOR EMISSOR intencional intencional consciência Perdas Seleção da informação FEED - BACK 29-03-13 3 Adaptado de Maarc e Picard(1992,p.26
  4. 4.  implica a emissão de sinais (sons, gestos, indícios, etc.) com a intenção de dar a conhecer uma mensagem. o receptor deve ser capaz de descodificar a mensagem e de a interpretar.o processo reverte-se assim que o receptor responde e passa a ser o emissor (sendo que o emissor original passa a ser o receptor do acto comunicativo). Processo Comunicativo 29-03-13 4
  5. 5. O QUE OS OUTROS O QUE NA O QUE EU GOSTARIAM QUE EU REALIDADE SOU ACREDITO SER FOSSEO QUE SUPONHO EU SOU O QUE QUEREMQUE PENSAM QUE EU SEJAQUE SOU O QUE EU CREIOO QUE EU GOSTARIA QUE OS OUTROS O QUE PENSAM QUEQUE ACREDITASSEM GOSTARIAM QUE ME CONSIDERO SERQUE SOU FOSSE 29-03-13 5
  6. 6. Elementos do Processo de ComunicaçãoEmissor Deve ser capaz de perceber quando e como entra em comunicação com o (s) outro (s). Deve ser capaz de transmitir uma mensagem compreensível para o receptor.Receptor Deve estar sintonizado com o emissor para entender a sua mensagem.Mensagem É o conjunto de sinais com significado.Canal É todo o suporte que serve de veículo a uma mensagem,(ar, a carta, o livro, o cartaz, o telefone, a rádio, a televisão, etc.)Código São sinais com certas regras, que todos entendem, como por exemplo a língua. 29-03-13 6
  7. 7. Verbal Não VerbalComportamentos Comunicacionais 29-03-13 7
  8. 8. Comportamento Verbal Passivo Assertivo Estilos Manipulador ou ComunicacionaisAuto-afirmativo Agressivo ou Autoritário 29-03-13 8
  9. 9. Comportamento assertivopode ser definido como aquele “que envolve aexpressão directa, pela pessoa, das suasnecessidades ou preferências, emoções eopiniões sem que, ao fazê-lo, ela experiencieansiedade indevida ou excessiva, e sem serhostil para o interlocutor. É, por outras palavras,aquele que permite defender os própriosdireitos sem violar os direitos dos outros”. 29-03-13 9
  10. 10. • É preciso dizer algo desagradável a alguém;• Se pretende pedir qualquer coisa de invulgar;• É necessário dizer não àquilo que alguém pede;• Se é criticado;• Se pretende desmascarar uma manipulação. Comportamento assertivo 29-03-13 10
  11. 11. Comportamento Não VerbalCerca de 70% daquilo que o receptor percebe da mensagem é fornecidoatravés do comportamento não verbal doemissor– a linguagem corporal adequadaconfirma e sublinha o que se diz, pelo quedeve ser concordante com o conteúdo damensagem. 29-03-13 11
  12. 12. Comportamento Não Verbal Espaço Pessoal 29-03-13 12
  13. 13. Comportamento Não VerbalPostura Corporal-Estável e descontraída – direita mas não rígida ou «pendurada»Expressão Facial- Concordante com aquilo que estás a dizer e,particularmente, com os sentimentos que estás a expressar – se estás zangado, mostra-te zangado,se estás feliz, sorri. 29-03-13 13
  14. 14. Gestos-Expressivos mas não excessivos. Evitar os gestosdistractivos como tamborilar e roer as unhas, e osgestos que perturbam a comunicação, comocolocar a mão à frente da boca ou cruzar osbraços.Contacto Visual-Directo mas não excessivo – evitar fugir aocontacto visual, mas não ficar a olhar fixamente,com um ar «embasbacado» ou hostil, para o outro.Comportamento Não Verbal 29-03-13 14
  15. 15. Utilização da Voz- Discurso seguro e fluente, num ritmo adequado eestável e num tom suficientemente alto para serperceptível mas não tão alto que se torne irritante.Entoação consistente com o conteúdo verbal.Procurar responder à outra pessoa com rapidez, masnão demasiada, ou seja, sem hesitar durante muitotempo mas também sem a atropelar. Fazer silênciosquando for adequado ou enquanto se pensar no quese vai dizer, e não preenchas as pausas com não-palavras como «hãããã», «pronto» (ou «prontos»),«`tás a ver», etc.Comportamento Não Verbal 29-03-13 15
  16. 16. “Falar é uma necessidade, escutar é umaarte” (Goethe). 29-03-13 16
  17. 17. Curiosidades Ouvimos 4 ou 5 vezes mais depressa do que falamos Falamos em média 90 a 120 palavras por minuto 80% do nosso tempo gastamos em comunicação: - Lendo 4% - Escrevendo 11% - Falando 22% - Ouvindo 63% 29-03-13 17
  18. 18. HABILIDADES AUDITIVAS1 - Escuta ativaA chave para essa escuta ativa ou eficaz é a vontade e acapacidade de escutar a mensagem inteira (verbal,simbólica enão-verbal), e responder apropriadamente aoconteúdo e à intenção (sentimentos, emoções etc.)da mensagem.2 - Empatia.A escuta ativa exige uma certa sensibilidade às pessoascom quem estamos tentando comunicar. Em sua essência,empatia significa colocar-se na posição ou situação da outrapessoa, num esforço para entendê-la. 29-03-13 18
  19. 19. 3 – Reflexão Uma das formas de se aplicar a escuta ativa é reformularsempre a mensagem que tenha recebido. A chave érefletir sobre o que foi dito sem incluir um julgamento,apenas para testar o seu entendimento da mensagem4 - FeedbackComo a comunicação eficaz é um processo de trocabidirecional, o uso de feedback é mais uma maneira de sereduzir falhas de comunicação e distorçõesHABILIDADES AUDITIVAS 29-03-13 19
  20. 20. Barreiras à Comunicação Falta de à vontade e de espontaneidade provocada pelas convenções sociais ou pressões morais; Dificuldade de expressar, de forma clara, simples e concisa, determinada ideia; Inadequação da linguagem ao universo sócio-cultural do interlocutor; Utilização de termos desconhecidos pelo receptor (p. e. estrangeirismos) e de abreviaturas e siglas (p. e. IBJC); Falta de consideração pelos valores – políticos, culturais, sociais, religiosos, étnicos, entre outros, – do interlocutor; Incapacidade para exteriorizar emoções e afectos; 29-03-13 20
  21. 21.  Alheamento e desinteresse manifestados em relação à mensagem recebida; Falta de oportunidade da mensagem por não ser tida em conta determinada situação com ela relacionada, vivenciada pelo interlocutor; Avaliações prematuras e infundadas sobre as intenções do outro, como se as conhecesse melhor do que ele (Sei perfeitamente o que está a pensar); Interrupção inesperada e brusca, impedindo o interlocutor de apresentar até ao fim a sua ideia (Não diga mais! Já percebi tudo!); Omissão consciente do que gostaria de dizer ou fazer, para assim preservar a imagem; Recorrer a voz agressiva e provocadora com a intenção de amedrontar o interlocutor; 29-03-13 21
  22. 22.  Manipulação do interlocutor com o objectivo de o levar a colocar em causa a validade do que pensa, sente e diz; Rejeição imediata de tudo o que não vai de encontro ao que se gostaria de ouvir; Imposição de ideias, experiências e opções, não admitindo qualquer abertura ao debate; Tentativa de, utilizando todos os meios, arrastar o interlocutor para os seus pontos de vista, de forma a poder melhor dominá-lo; Situações de stress e/ou fadiga, responsáveis por afirmações imprecisas e inoportunas; Utilização de linguagem abstracta e exageradamente técnica, para inferiorizar o receptor. 29-03-13 22
  23. 23. 29-03-13 23

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