INOVAÇÃO PARTICIPATIVA
(CONCEITOS ESTRUTURANTES)
Versão 2.0.0
22.06.15
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Membro da:
Associação Brasileira de Inovação Participativa (ABIP)
Saiba mais.
“Se não criarmos o que vai
matar o Facebook, outra
pessoa vai”.
(Mark Zuckerberg)
“A competição que
mantém um homem de
negócios acordado à
noite não é a dos rivais
baixando preços, mas de
pessoas
empreendedoras
tornando seu produto
obsoleto.”
Pg. 120
Joseph Schumpeter
INOVAÇÃO CONCEITOS GERAIS
Inovação: capacidade
humana de
reinventar sua
maneira de pensar e
agir, alterando
processo, produtos e
serviços.
GESTÃO DA INOVAÇÃO:
Natural: feita sem uma
coordenação;
Incentivada: feita sob
uma coordenação.
TIPOS DE INOVAÇÃO:
Incremental: melhoria em
processos, produtos e
serviços existentes;
Disruptiva: criação de novos
processos, produtos e
serviços.
ESTRATÉGIA E INOVAÇÃO:
Incremental: projetos que
envolvem aspectos
operacionais;
Disruptiva: projetos que
envolvem aspectos estratégicos.
INOVAÇÃO DISRUPTIVA TIPOS:
Não participativa: não incorpora a
nova cultura participativa digital;
Participativa: incorpora a nova cultura
participativa digital.
INOVAÇÃO PARTICIPATIVA (RESUMO):
- Feita sob uma coordenação;
- Visa a criação de novos processos,
produtos e serviços;
- Incorpora a nova cultura
participativa digital.
A inovação é sempre a
superação de alguma
barreira.
Superação de
Barreira Cultural:
capacidade de
enxergar diferente.
Superação de
Barreira Tecnológica:
capacidade de uso
novas ferramentas.
Superação de
Barreira Econômica:
novos recursos.
Superação de
Barreira Cognitiva:
novos cérebros.
INOVAÇÃO
Taxa de Adesão
INOVAÇÃO INCREMENTAL
Impacto Cultural
INOVAÇÃO DISRUPTIVA
Impacto Cultural
INOVAÇÃO DISRUPTIVA
Tempo de implantação
NOVO
CONCEITO
TEMPO DE IMPLANTAÇÃO
A Inovação
Participativa é um
ramo da Inovação
Disruptiva.
A Inovação
Participativa procura
resolver problemas
complexos.
Problemas
complexos são
gerados por grande
volume de dados
aleatórios.
Problemas
complexos são cada
vez maiores devido
ao aumento
demográfico.
A saída para resolver
problemas
complexos de dados
aleatórios é
descentralizar as
decisões.
A descentralização
das decisões não era
eficaz antes da
Revolução Digital.
A Revolução Digital
criou novos modelos
de solução de
problemas
complexos, via
participação.
Um conjunto de
problemas
complexos não é/era
bem equacionado.
Como veremos no
gráfico a seguir.
Organizações
2.0
Repertório
de soluções
Problemas
complexos
Problemas SIM
NÃO
Organizações
3.0
Repertório
de soluções
Problemas
complexos
Problemas SIM
SIM
As organizações 3.0
conseguem resolver
problemas
complexos.
Organização 2.0 não
conseguem!!!
Como as
organizações 3.0
conseguem resolver
problemas
complexos?
ORGANIZAÇÃO 2.0
Modelo atual de solução de problemas
TEMPO - CUSTO
Mudança - presteza
ORGANIZAÇÃO 3.0
Novo modelo de solução
de problemas complexos
TEMPO - CUSTO
ALGORITIMO
Organizações 3.0
mudam o modelo de
Governança!
Organizações 3.0
transferem decisões
para um algoritmo.
O algoritmo recebe
instruções para
decidir pelo gestor.
O algoritmo ganha
velocidade no tempo
de decisão.
O algoritmo
consegue se
aproximar mais das
demandas dos
usuários.
Organizações 3.0
abrem, assim, para a
participação dos
clientes/usuários.
Organizações 3.0
ficam mais próximas
do cliente/usuário.
Organizações 3.0 são
mais ágeis e geram
mais valor.
Organizações 3.0
conseguem, assim,
lidar com o
problemas
complexos,
descentralizando
poder.
Organizações 2.0 não
conseguem passar
para o modelo 3.0,
através de projetos
de inovação
incremental.
São modelos de
Governança
diferentes.
Revoluções Cognitivas
trazem mudanças no
modelo de Governança
da Espécie da
sociedade.
Organizações 2.0 que
não conseguem lidar
com o problemas
complexos perdem
valor.
Como veremos no
gráfico a seguir.
ORGANIZAÇÃO 2.0 x 3.0
Perda de valor
NOVA SOLUÇÃO
PARA PROBLEMAS COMPLEXOS
COM PARTICIPAÇÃO
VALOR DE MERCADO – TAXA DE COMPETITIVIDADE
INCAPACIDADE DE SOLUÇÃO
PARA PROBLEMAS
COMPLEXOS COM PARTICIPAÇÃO
REVOLUÇÃO DIGITAL
2004
Organizações 2.0 vão
perdendo o valor
com o tempo.
Organizações 2.0 perdem
valor rapidamente onde
concorrentes conseguem
adotar mais rapidamente
o novo modelo.
O principal problema
das Organizações 2.0
é não conseguir criar
projetos de Inovação
Participativa.
Projetos de Inovação
Participativa
implicam em mudar
o modelo de
Governança da
Organização.
Projetos de Inovação
Participativa
implicam clareza
estratégica.
Projetos de Inovação
Participativa
demandam a criação
de área separada para
começar a
experimentar a nova
Governança.
Como veremos no
gráfico a seguir.
ORGANIZAÇÃO 2.0
Resgatando valor
NOVA SOLUÇÃO
PARA PROBLEMAS COMPLEXOS
COM PARTICIPAÇÃO
VALOR DE MERCADO
– TAXA DE COMPETITIVIDADE
CRIAR CAPACIDADE DE SOLUÇÃO
PARA PROBLEMAS
COMPLEXOS COM PARTICIPAÇÃO
INÍCIO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO
PARTICIPATIVA
A base conceitual da
Inovação
Participativa são
algumas teorias
produzidas pela
Antropologia
Cognitiva.
A base conceitual da
Antropologia
Cognitiva é a
Filosofia da
Tecnologia.
É uma Inovação
Disruptiva que visa
absorver a Cultura
Digital.
A Cultura Digital tem
como base a
Participação de
Massa.
A Participação de
Massa muda o
modelo de
Governança da
Espécie.
A Governança da
Espécie muda com o
tempo, conforme o
aumento
demográfico e as
mudanças de mídias.
É tempo de mudança
da Governança da
Espécie.
A nova Governança
da Espécie provoca
um cenário
disruptivo.
Um cenário
disruptivo pede
Inovação Disruptiva.
Um cenário
disruptivo Digital
Inovação
Participativa.
As organizações
precisam seguir a
tendência da
sociedade.
A Inovação
Participativa seria
uma Inovação
Disruptiva com um
foco específico.
A Inovação
Participativa tem
uma análise de
cenário
determinada.
A Inovação
Participativa acredita
que a macro
tendência do século
é a Participação
Digital.
Inovação Participativa
pode, ou não estar
dentro de um projeto
maior de inovação
incremental de uma
organização.
Inovação Participativa
deve estar dentro de
iniciativas disruptivas
dentro de uma
organização.
Inovação Participativa
tem que fazer parte do
projeto estratégico de
médio e longo prazo da
organização.
Inovação Participativa
por sua característica
tem um forte viés de
mudança cultural.
Inovação Participativa
precisa de um forte
trabalho contínuo de
capacitação cultural.
Inovação Participativa
fica melhor embasada
com as teorias da
Escola Canadense de
Comunicação.
A Escola Canadense de
Comunicação dá origem
a uma corrente teórica
denominada
Antropologia Cognitiva.
A Antropologia
Cognitiva estuda as
rupturas de mídia no
passado e no presente.
O estudo das rupturas
de mídia no passado e
no presente é útil para
compor um cenário
estratégico mais eficaz
diante da chegada da
Internet.
Inovação Participativa
incorpora um novo
modelo de Governança
da Espécie para solução
de problemas.
Governança da Espécie
é um conceito dentro
da Antropologia
Cognitiva.
A capacitação para a
Inovação Participativa
passa pelo estudo da
Antropologia Cognitiva.
A Associação Brasileira
de Inovação
Participativa (ABIP) tem
como marco teórico a
Antropologia Cognitiva.
Inovação Participativa
muda o modelo mental
que temos para solução
de problemas.
Inovação Participativa
exige a criação de área
separada na
organização para poder
expandir a nova
cultura.
A área separada na
organização para poder
expandir a nova cultura
evita o choque cultural.
A área separada na
organização impede
que os atuais
processos, produtos e
serviços sejam
prejudicados.
A área separada na
organização permite um
melhor controle por parte
da organização no ritmo
de desenvolvimento da
Inovação Participativa.
A área separada na
organização permite
redução de custos de
desenvolvimento de
novos projetos.
Inovação Participativa
trabalha com a
Metodologia de
Laboratórios de
Inovação Participativa.
Laboratórios de
Inovação Participativa
visam criar um “celeiro”
para desenvolvimento
de novos projetos
participativos.
Laboratórios de
Inovação Participativa
têm diferentes fases
graduais de
implantação.
Segue uma tabela
detalhando as fases de
implantação de um
Laboratório.
FASES - LABORATÓRIO DE INOVAÇÃO PARTICIPATIVA
NOME
ACULTURAÇÃO PROPOSIÇÃO INCUBAÇÃO PRODUÇÃO
RESULTADOS
Absorção,
monitoramento e
difusão do
conhecimento.
Identificação de
problemas complexos
com solução
participativa
Geração de ideias e
protótipo.
Novos produtos e
serviços
INVESTIMENTO
Capacitação e
tempo para
aprendizado e
troca.
Reuniões periódicas
para propor sugestões
Possíveis novos
equipamentos,
desenvolvimento de códigos
e gerenciamento
administrativo e conceitual.
Servidor, link e equipe
permanente.
GOVERNANÇA
Aprovação de
capacitação.
Aprovação dos
conceitos
Aprovação de protótipos. Aprovação de projetos.
FINANCIAMENTO Interno Interno
Interno com perspectiva de
apoio externo, fundos de
inovação, parcerias, etc.
Interno com perspectiva
de poio externo, fundos
de inovação, parcerias,
etc.
Segue uma tabela
detalhando as fases de
implantação de um
projeto que entra em
produção.
FASES – DE PROJETOS PARTICIPATIVOS EM PRODUÇÃO
NOME COLABORATIVA TRANSPARENTE PARTICIPATIVA
RESULTADOS
Usuário passa a avaliar
produtos e serviços.
A avaliação dos produtos
e serviços ainda não fica
disponível para a
sociedade.
A avaliação dos produtos
e serviços ainda não
permitem que o
algoritmo tome decisões
diretas, a partir das
definições do gestor.
A avaliação dos produtos
e serviços passa a ficar
disponível para a
sociedade.
A avaliação dos produtos
e serviços passam a
permitir que o algoritmo
tome decisões diretas, a
partir das definições do
gestor.
PILOTOS
Pilotos primários
testam a fase
transparente.
Pilotos primários
testam a fase
participativa.
Projeto se expande para
não-pilotos.
Projetos participativos
em produção pedem
área separada para
ação.
Segue uma tabela,
comparando o atual
setor de produção 2.0
com o novo 3.0
COMPARATIVO ENTRE ÁREA PRODUÇÃO TRADICIONAL VERSUS PARTICIPATIVA
NOME
TRADICIONAL
2.0
PARTICIPATIVA
3.0
DADOS CONTROLADOS DESCONTROLADOS
RESULTADOS FECHADOS ABERTOS
ESCOPO LIDA COM DADOS
LIDA COM DADOS E
PESSOAS
IMPACTO CULTURAL
DENTRO DA MESMA
CULTURA DE
GOVERNANÇA
TRAZ OUTRA CULTURA
DE GOVERNANÇA
Projetos participativos
pedem Plataformas
Digitais Participativas.
Plataformas Digitais
Participativas têm três
agentes que se
relacionam.
PLATAFORMAS DIGITAIS PARTICIPATIVAS
ALGORITIMO
GESTOR
COLABORADOR
ROBÔ
UNIDADES DE
EXCELÊNCIA
-----
UNIDADES MÉDIAS
-----
UNIDADES COM
PROBLEMA
BIGDATA 3.0 - PARTICIPATIVO
Visão online dos gestores das unidades
disponível para o cidadão – visão geral
Visão online dos gestores das unidades
disponível para o cidadão – visão de cada unidade
UNIDADES DE
EXCELÊNCIA
-----
UNIDADES MÉDIAS
-----
UNIDADES COM
PROBLEMA
MELHORIA
CONTINUADA
Métrica de avaliação –
reduzir custos e
aumentar benefícios.
ATORES DA PLATAFORMA COLABORATIVA DIGITAL
NOME GESTOR COLABORADOR ROBÔ
FUNÇÃO
Equipe coordenadora da
Plataforma, que cuida
para que se aumente a
relevância da
colaboração, reduza-se
fraudes e vandalismo,
através da melhoria
contínua dos códigos,
incluindo o algoritmo .
Usuário que fornece
dados involuntários, com
ações na Plataforma,
compra, venda,
compartilhamento,
impressão, download,
etc.
Usuário que fornece
dados voluntários, com
ações na Plataforma, tais
como avaliações,
comentários, estrelas,
curtiu/não curtiu.
Agentes inumanos que
informam dados para a
plataforma, tais como
GPS, chips em produtos,
sensores de todos os
tipos, etc.
Dicas para a
capacitação.
Perfis dos participantes
do projeto.
INOVAÇÃO
Entusiastas
Adeptos
Indiferentes
Aderem
Com
facilidade
Resistentes
Indiferentes
Líderes:
adoram e se tornam multiplicadores.
Apoiadores:
gostam e estão dispostos a ajudar.
Apoiadores de segunda ordem:
tanto faz, esperam as circunstâncias.
Resistentes
militantes
Podem aderir mais adiante:
não gostariam, mas não fazem nada
para atrapalhar.
Devem se manter afastado do projeto:
passam a ser agentes contra a Inovação
proposta.
INOVAÇÃO
Entusiastas Adoram e se tornam multiplicadores.
São aqueles que devem liderar projeto e estruturar
a parte estratégica do projeto.
• É uma pessoa sempre inquieta, que sugeria coisas novas;
• Percebe a oportunidade de ter uma motivação na vida;
• Tem facilidade de abandonar os valores que estão mudando com a inovação;
• Não são prejudicados com as mudanças, ou não se incomodam em perder algo;
• Tem mais facilidade de ver no médio e longo prazo;
• São pessoas inquietas e inconformadas;
• São mais estratégicos, mas precisam de outros perfis para tornar o projeto
mais pragmático.
INOVAÇÃO
Aderem
Com
facilidade
Gostam e estão dispostos a ajudar.
São aqueles que devem apoiar o projeto e
estruturar a parte estratégica-operacional.
• São pessoas mais contidas, mas que gostam de entrar na onda;
• Geralmente mais pragmáticos, ajudam muito a traçar
• metas mais tangíveis;
• Aumenta a quantidade de apoio ao projeto;
• Servem como um apoio para a chegada
em setores mais conservadores.
INOVAÇÃO
São aqueles que devem apoiar o projeto
quando ele está melhor estruturado e revisar
detalhes.
• Pessoas que ajudam a revisar detalhes do projeto;
• Ampliam o leque de aceitação;
• E já tornam o projeto mais tangível.
Adeptos
Indiferentes
Apoiadores de segunda ordem:
tanto faz, esperam as circunstâncias.
INOVAÇÃO
São aqueles que entram com o projeto mais
amadurecido
• Pessoas que vão aderir já com alguns resultados;
• Podem ajudar a criticar alguns pontos ainda não visíveis.
Resistentes
Indiferentes
Podem aderir mais adiante:
não gostariam, mas não fazem nada
para atrapalhar.
INOVAÇÃO
São aqueles que nunca vão aceitar o projeto.
• Pessoas que não vão aderir;
• Podem estar na ala dos prejudicados;
• Terão uma atitude permanente de boicote ao projeto;
• Promoverão críticas sem argumentos lógicos;
• Farão campanha sistemática ao projeto.
Resistentes
militantes
Devem se manter afastado do projeto:
passam a ser agentes contra a Inovação
proposta.
Métricas a serem
alcançadas.
Por quê uma
organização deve ter
projetos de Inovação
Participativa?
1- um cenário
disruptivo pede ações
disruptivas;
2- a macrotendência
do século XXI é a
participação;
3- o objetivo é se
manter competitivo.
4 - o objetivo é
consegur resolver
problemas complexos,
via participação.
6- solução de
problemas complexos
com menor custo e
maior benefício;
7- capacidade de criar
canais diretos com o
cliente;
8 - criar ambientes
mais próximos do que
virá no século XXI;
Uma organização sem
projeto de Inovação
Participativa pode
perder muito valor no
futuro ou mesmo
fechar.
Mais reflexões
sobre Inovação
Filosofia da inovação;
Inovação Participativa -
Conceitos Estruturantes
Inovação disruptiva –
Conceitos Estruturantes
Um breve portfólio/
consultoria:
Um breve portfólio
/aulas:
Como posso ler mais sobre as
ideias de Nepomuceno?
Leia o livro.
Recomendação do livro:
CAPACITAÇÃO
FORMAÇÃO DE
ANALISTA ESTRATÉGICO
PARA INOVAÇÃO
PARTICIPATIVA
FORMAÇÃO DE ANALISTA ESTRATÉGICO
PARA INOVAÇÃO PARTICIPATIVA
MODALIDADE: ONLINE (FACEBOOK E
SKYPE)
TEMPO: 9 semanas
CONSULTORIA E
CAPACITAÇÃO
CRIAÇÃO DE PROJETOS
DE INOVAÇÃO
PARTICIPATIVA
CONSULTORIA E
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INOVAÇÃO
PARTICIPATIVA EM SUA
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Inovação Participativa - Conceitos Estruturantes