Este documento discute a construção histórica dos Estados modernos absolutistas no mundo ocidental. Resume que a transição do mundo medieval teocêntrico para o moderno cosmos homocêntrico estruturado pela racionalidade levou ao surgimento dos Estados laicos e soberanos após as guerras religiosas. Também observa que as incipientes igrejas patrocinaram guerras em defesa do seu deus único, e que só a paz poderia ser estabelecida quando o homem voltasse ao seu devido lugar e comando.