Teoria
da
história
(CORRENTES
HISTORIOGRÁFICAS)
Professor Wilton Silva.
 A Teoria da Historia é um campo de estudo
que busca entender as diversas teorias que envolve o
conhecimento Histórico. Justamente por não ter uma
concepção única de analisar o passado, todas essas
teorias alimentam vários debates entres várias
concepções. As correntes mais famosas, e principais são
elas: Positivismo, Marxismo, Escola dos Annales, Nova
História, Micro história.
Professor Wilton Silva
O Positivismo
 Foi elaborado por Augusto Comte no século XIX. Tal teoria
acreditava que os pesquisadores deveriam encontrar um fator que
determinasse a verdadeira história, ela seria indiscutível e
encontrada nos documentos governamentais, que por isso, nunca
estariam errados. De acordo com esse pensamento, apenas as
histórias politicas teriam importância de serem verificadas. Além
disso, defende a ideia que o conhecimento científico é a única
forma de conhecimento verdadeiro, podendo-se afirmar que uma
teoria é verdadeira apenas se a mesma for comprovada através de
métodos científicos válidos. Assim, os positivistas, excluem tudo o
que se refere a crenças, superstições, ou qualquer outra coisa que
não possa ser comprovada cientificamente. Toda essa devoção à
ciência fez com que com o Positivismo fosse considerado como “a
religião da humanidade”.
Professor Wilton Silva
Escola dos Annales
 É uma corrente historiográfica nascida na França, em
torno da revista “Annales d'histoire économique et
sociale”, e criada por Marc Bloch e Lucien Febvre que
acreditavam que era insuficientes a forma com que a
história era tratada. Apesar disso, não foram os primeiros
a propor novas abordagens a História. Tal corrente se
destaca por incorporar métodos das Ciências Sociais à
História, o que ampliou o quadro das pesquisas históricas
com a incorporação de atividades até então pouco
investigadas, rompendo assim com a compartimentação
das Ciências Sociais (História, Sociologia, Psicologia,
Economia, Geografia) e privilegiando os métodos
pluridisciplinares.
Professor Wilton Silva
Nova História
 É a corrente historiográfica correspondente a terceira
geração da “Escola dos Annales”. Surgiu nos anos de
1970 e seu nome derivou da publicação da obra “Fazer a
História”, organizadas pelos historiógrafos Jacques Le
Goff e Pierre Nova. Tal corrente é acima de tudo a
historia das mentalidades. Seus seguidores propõe que
se estabeleça uma historia serial das estruturas mentais
das sociedades, e cabe ao historiador a análise dos
dados.
Professor Wilton Silva
Microhistoria
 É um gênero historiográfico que surge com a publicação da
coleção “Microstorie”, sob a direção deCarlo
Ginzburg e Giovanni Levi entre 1981 e 1988. A proposta de
análise histórica defende uma delimitação extrema do tema
por parte do historiador (inclusive em termos de espacialidade
e de temporalidade). Com todo esse objeto (tema) bem
delimitado a análise se desenvolve a partir de uma exploração
exaustiva das fontes. O próprio Giovanni Levi conceitua a
microhistoria como se fosse um “zoom” em uma fotografia, o
pesquisador observa um pequeno espaço ampliado, mas, ao
mesmo tempo, tendo em conta o restante da paisagem,
apesar de não estar ampliada.
Professor Wilton Silva
A História Marxista
 É escrita baseando-se em critérios econômicos e
considerando a permanente luta de classes na
sociedade. A escola marxista na escrita da
História dominou durante muito tempo no século
XX. A História Marxista continua recorrente, mas
hoje se considera outras formas de se escrever
História além da visão marxista, como é o caso da
observação cultural, da Micro-História ou da
recente História Aventureira.
Professor Wilton Silva
Questões de processos
seletivos
(Upe 2013) A diversidade dos testemunhos históricos é quase
infinita. Tudo o que o homem diz ou escreve, tudo o que fabrica,
tudo o que toca pode e deve informar sobre ele.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício de historiador. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001, p. 79. (Adaptado).
Sobre as fontes históricas, com base no texto acima, assinale a
alternativa CORRETA.
 a) O pensamento marxista aboliu a utilização de fontes escritas
nas pesquisas históricas.
 b) A afirmação do texto sintetiza a nova perspectiva
historiográfica sobre as fontes históricas.
 c) Os utensílios produzidos pelo homem se enquadram como
registros arqueológicos e não como fontes para o historiador.
 d) Marc Bloch, no texto, defende a primazia das fontes escritas.
 e) A escola positivista foi a primeira a fazer uso da chamada
história oral.
Professor Wilton Silva
 b) A afirmação do texto sintetiza a nova
perspectiva historiográfica sobre as fontes
históricas.
Professor Wilton Silva
(Unicamp 2011) A história de todas as sociedades tem sido a história das
lutas de classe. Classe oprimida pelo despotismo feudal, a burguesia
conquistou a soberania política no Estado moderno, no qual uma
exploração aberta e direta substituiu a exploração velada por ilusões
religiosas.
A estrutura econômica da sociedade condiciona as suas formas jurídicas,
políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas. Não é a consciência do
homem que determina o seu ser, mas, ao contrário, são as relações de
produção que ele contrai que determinam a sua consciência.
(Adaptado de K. Marx e F. Engels, Obras escolhidas. São Paulo:
AlfaÔmega, s./d., vol 1, p. 21-23, 301-302.0)
As proposições dos enunciados acima podem ser associadas ao
pensamento conhecido como
 a) materialismo histórico, que compreende as sociedades humanas a
partir de ideias universais independentes da realidade histórica e social.
 b) materialismo histórico, que concebe a história a partir da luta de
classes e da determinação das formas ideológicas pelas relações de
produção.
 c) socialismo utópico, que propõe a destruição do capitalismo por meio
de uma revolução e a implantação de uma ditadura do proletariado.
 d) socialismo utópico, que defende a reforma do capitalismo, com o
fim da exploração econômica e a abolição do Estado por meio da
ação direta.
Professor Wilton Silva
 b) materialismo histórico, que concebe a
história a partir da luta de classes e da
determinação das formas ideológicas
pelas relações de produção.
Professor Wilton Silva
(Upe 2011) A História é uma área do conhecimento, que
sofreu várias inovações metodológicas no século XX. Essas
inovações provocaram mudanças que estão ligadas à
eclosão da Escola dos Annales. Nessa perspectiva, é
correto afirmar que
 a) a Escola dos Annales reafirmou os postulados
positivistas, reforçando uma história política como a única
perspectiva de análise da sociedade.
 b) a produção cultural humana assim como as
mentalidades, o imaginário, o cotidiano e a cultura
popular foram vistos como novos interesses de estudo dos
historiadores.
 c) a análise econômica desaparece da pauta de
temáticas estudadas pela História após o advento dos
Annales.
 d) a única preocupação dos historiadores influenciados
pelo pensamento dos Annales se refere à cultura.
 e) não existem ainda hoje ecos do pensamento dos
Annales nos estudos sobre a história do Brasil.
Professor Wilton Silva
 b) a produção cultural humana assim
como as mentalidades, o imaginário, o
cotidiano e a cultura popular foram vistos
como novos interesses de estudo dos
historiadores.
Professor Wilton Silva
(Ufc 2010) “A maneira como os indivíduos manifestam sua vida reflete
exatamente o que são. O que eles são coincide, pois, com sua
produção, isto é, tanto com o que eles produzem quanto com a
maneira como produzem. O que os indivíduos são depende, portanto,
das condições materiais da sua produção.”
MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Martins
Fontes, 1989, p. 13.
 Com base nessa citação do livro A ideologia alemã, que trata da
teoria marxista para a interpretação da sociedade, é correto afirmar
que:
 a) o capitalismo teve origem no modo de produção socialista, a
partir de uma revolução burguesa.
 b) o capitalismo teve origem em ideias religiosas, a partir do
Renascimento, e no crescimento da burguesia.
 c) a produção de ideias na vida social, no decorrer da história, está
separada da produção da vida material.
 d) a perspectiva de análise marxista examina a sociedade levando
em consideração as relações sociais estabelecias no modo de
produção.
 e) o pensamento marxista surgiu no início da revolução francesa,
com a defesa da igualdade e da fraternidade entre todos os seres
humanos.
Professor Wilton Silva
 d) a perspectiva de análise marxista
examina a sociedade levando em
consideração as relações sociais
estabelecias no modo de produção.
Professor Wilton Silva
(Enem 2010)
Quem construiu a Tebas de sete portas?
Nos livros estão nomes de reis.
Arrastaram eles os blocos de pedra?
E a Babilônia várias vezes destruída. Quem a reconstruiu tantas vezes?
Em que casas da Lima dourada moravam os construtores?
Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo.
Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os césares?
BRECHT, B. Perguntas de um trabalhador que lê.
Partindo das reflexões de um trabalhador que lê um livro de História, o autor censura a
memória construída sobre determinados monumentos e acontecimentos históricos.
A crítica refere-se ao fato de que
 a) os agentes históricos de uma determinada sociedade deveriam ser aqueles que
realizaram feitos heroicos ou grandiosos e, por isso, ficaram na memória.
 b) a História deveria se preocupar em memorizar os nomes de reis ou dos governantes
das civilizações que se desenvolveram ao longo do tempo.
 c) grandes monumentos históricos foram construídos por trabalhadores, mas sua
memória está vinculada aos governantes das sociedades que os construíram.
 d) os trabalhadores consideram que a História é uma ciência de difícil compreensão,
pois trata de sociedades antigas e distantes no tempo.
 e) as civilizações citadas no texto, embora muito importantes, permanecem sem
terem sido alvos de pesquisas históricas.
Professor Wilton Silva
c) grandes monumentos históricos
foram construídos por
trabalhadores, mas sua memória
está vinculada aos governantes
das sociedades que os
construíram.
Professor Wilton Silva
(Enem 2010) Substitui-se então uma história crítica, profunda, por uma
crônica de detalhes onde o patriotismo e a bravura dos nossos soldados
encobrem a vilania dos motivos que levaram a Inglaterra a armar brasileiros
e argentinos para a destruição da mais gloriosa república que já se viu na
América Latina, a do Paraguai.
CHIAVENATTO, J. J. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai. São Paulo:
Brasiliense, 1979 (adaptado).
O imperialismo inglês, “destruindo o Paraguai, mantém o status o na América
Meridional, impedindo a ascensão do seu único Estado economicamente
livre”.
Essa teoria conspiratória vai contra a realidade dos fatos e não tem provas
documentais. Contudo essa teoria tem alguma repercussão.
(DORATIOTO. F. Maldita guerra: nova historia da Guerra do Paraguai. São
Paulo: Cia. das Letras, 2002 (adaptado).
Uma leitura dessas narrativas divergentes demonstra que ambas estão
refletindo sobre
 a) a carência de fontes para a pesquisa sobre os reais motivos dessa
Guerra.
 b) o caráter positivista das diferentes versões sobre essa Guerra.
 c) o resultado das intervenções britânicas nos cenários de batalha.
 d) a dificuldade de elaborar explicações convincentes sobre os motivos
dessa Guerra.
 e) o nível de crueldade das ações do exército brasileiro e argentino
durante o conflito.
Professor Wilton Silva
d) a dificuldade de elaborar
explicações convincentes
sobre os motivos dessa
Guerra.
Professor Wilton Silva
Fontes:
 http://chumanas.com/uncategorized/historiografi
a-e-teoria-da-historia-questoes-de-vestibulares-2/
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Microhist%C3%B3ria
 http://www.suapesquisa.com/o_que_e/positivism
o.htm
 http://educacao.uol.com.br/filosofia/ult3323u30.jh
tm
Professor Wilton Silva

Teoria da hitória aula basica

  • 1.
  • 2.
     A Teoriada Historia é um campo de estudo que busca entender as diversas teorias que envolve o conhecimento Histórico. Justamente por não ter uma concepção única de analisar o passado, todas essas teorias alimentam vários debates entres várias concepções. As correntes mais famosas, e principais são elas: Positivismo, Marxismo, Escola dos Annales, Nova História, Micro história. Professor Wilton Silva
  • 3.
    O Positivismo  Foielaborado por Augusto Comte no século XIX. Tal teoria acreditava que os pesquisadores deveriam encontrar um fator que determinasse a verdadeira história, ela seria indiscutível e encontrada nos documentos governamentais, que por isso, nunca estariam errados. De acordo com esse pensamento, apenas as histórias politicas teriam importância de serem verificadas. Além disso, defende a ideia que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro, podendo-se afirmar que uma teoria é verdadeira apenas se a mesma for comprovada através de métodos científicos válidos. Assim, os positivistas, excluem tudo o que se refere a crenças, superstições, ou qualquer outra coisa que não possa ser comprovada cientificamente. Toda essa devoção à ciência fez com que com o Positivismo fosse considerado como “a religião da humanidade”. Professor Wilton Silva
  • 4.
    Escola dos Annales É uma corrente historiográfica nascida na França, em torno da revista “Annales d'histoire économique et sociale”, e criada por Marc Bloch e Lucien Febvre que acreditavam que era insuficientes a forma com que a história era tratada. Apesar disso, não foram os primeiros a propor novas abordagens a História. Tal corrente se destaca por incorporar métodos das Ciências Sociais à História, o que ampliou o quadro das pesquisas históricas com a incorporação de atividades até então pouco investigadas, rompendo assim com a compartimentação das Ciências Sociais (História, Sociologia, Psicologia, Economia, Geografia) e privilegiando os métodos pluridisciplinares. Professor Wilton Silva
  • 5.
    Nova História  Éa corrente historiográfica correspondente a terceira geração da “Escola dos Annales”. Surgiu nos anos de 1970 e seu nome derivou da publicação da obra “Fazer a História”, organizadas pelos historiógrafos Jacques Le Goff e Pierre Nova. Tal corrente é acima de tudo a historia das mentalidades. Seus seguidores propõe que se estabeleça uma historia serial das estruturas mentais das sociedades, e cabe ao historiador a análise dos dados. Professor Wilton Silva
  • 6.
    Microhistoria  É umgênero historiográfico que surge com a publicação da coleção “Microstorie”, sob a direção deCarlo Ginzburg e Giovanni Levi entre 1981 e 1988. A proposta de análise histórica defende uma delimitação extrema do tema por parte do historiador (inclusive em termos de espacialidade e de temporalidade). Com todo esse objeto (tema) bem delimitado a análise se desenvolve a partir de uma exploração exaustiva das fontes. O próprio Giovanni Levi conceitua a microhistoria como se fosse um “zoom” em uma fotografia, o pesquisador observa um pequeno espaço ampliado, mas, ao mesmo tempo, tendo em conta o restante da paisagem, apesar de não estar ampliada. Professor Wilton Silva
  • 7.
    A História Marxista É escrita baseando-se em critérios econômicos e considerando a permanente luta de classes na sociedade. A escola marxista na escrita da História dominou durante muito tempo no século XX. A História Marxista continua recorrente, mas hoje se considera outras formas de se escrever História além da visão marxista, como é o caso da observação cultural, da Micro-História ou da recente História Aventureira. Professor Wilton Silva
  • 8.
    Questões de processos seletivos (Upe2013) A diversidade dos testemunhos históricos é quase infinita. Tudo o que o homem diz ou escreve, tudo o que fabrica, tudo o que toca pode e deve informar sobre ele. BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001, p. 79. (Adaptado). Sobre as fontes históricas, com base no texto acima, assinale a alternativa CORRETA.  a) O pensamento marxista aboliu a utilização de fontes escritas nas pesquisas históricas.  b) A afirmação do texto sintetiza a nova perspectiva historiográfica sobre as fontes históricas.  c) Os utensílios produzidos pelo homem se enquadram como registros arqueológicos e não como fontes para o historiador.  d) Marc Bloch, no texto, defende a primazia das fontes escritas.  e) A escola positivista foi a primeira a fazer uso da chamada história oral. Professor Wilton Silva
  • 9.
     b) Aafirmação do texto sintetiza a nova perspectiva historiográfica sobre as fontes históricas. Professor Wilton Silva
  • 10.
    (Unicamp 2011) Ahistória de todas as sociedades tem sido a história das lutas de classe. Classe oprimida pelo despotismo feudal, a burguesia conquistou a soberania política no Estado moderno, no qual uma exploração aberta e direta substituiu a exploração velada por ilusões religiosas. A estrutura econômica da sociedade condiciona as suas formas jurídicas, políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas. Não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas, ao contrário, são as relações de produção que ele contrai que determinam a sua consciência. (Adaptado de K. Marx e F. Engels, Obras escolhidas. São Paulo: AlfaÔmega, s./d., vol 1, p. 21-23, 301-302.0) As proposições dos enunciados acima podem ser associadas ao pensamento conhecido como  a) materialismo histórico, que compreende as sociedades humanas a partir de ideias universais independentes da realidade histórica e social.  b) materialismo histórico, que concebe a história a partir da luta de classes e da determinação das formas ideológicas pelas relações de produção.  c) socialismo utópico, que propõe a destruição do capitalismo por meio de uma revolução e a implantação de uma ditadura do proletariado.  d) socialismo utópico, que defende a reforma do capitalismo, com o fim da exploração econômica e a abolição do Estado por meio da ação direta. Professor Wilton Silva
  • 11.
     b) materialismohistórico, que concebe a história a partir da luta de classes e da determinação das formas ideológicas pelas relações de produção. Professor Wilton Silva
  • 12.
    (Upe 2011) AHistória é uma área do conhecimento, que sofreu várias inovações metodológicas no século XX. Essas inovações provocaram mudanças que estão ligadas à eclosão da Escola dos Annales. Nessa perspectiva, é correto afirmar que  a) a Escola dos Annales reafirmou os postulados positivistas, reforçando uma história política como a única perspectiva de análise da sociedade.  b) a produção cultural humana assim como as mentalidades, o imaginário, o cotidiano e a cultura popular foram vistos como novos interesses de estudo dos historiadores.  c) a análise econômica desaparece da pauta de temáticas estudadas pela História após o advento dos Annales.  d) a única preocupação dos historiadores influenciados pelo pensamento dos Annales se refere à cultura.  e) não existem ainda hoje ecos do pensamento dos Annales nos estudos sobre a história do Brasil. Professor Wilton Silva
  • 13.
     b) aprodução cultural humana assim como as mentalidades, o imaginário, o cotidiano e a cultura popular foram vistos como novos interesses de estudo dos historiadores. Professor Wilton Silva
  • 14.
    (Ufc 2010) “Amaneira como os indivíduos manifestam sua vida reflete exatamente o que são. O que eles são coincide, pois, com sua produção, isto é, tanto com o que eles produzem quanto com a maneira como produzem. O que os indivíduos são depende, portanto, das condições materiais da sua produção.” MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1989, p. 13.  Com base nessa citação do livro A ideologia alemã, que trata da teoria marxista para a interpretação da sociedade, é correto afirmar que:  a) o capitalismo teve origem no modo de produção socialista, a partir de uma revolução burguesa.  b) o capitalismo teve origem em ideias religiosas, a partir do Renascimento, e no crescimento da burguesia.  c) a produção de ideias na vida social, no decorrer da história, está separada da produção da vida material.  d) a perspectiva de análise marxista examina a sociedade levando em consideração as relações sociais estabelecias no modo de produção.  e) o pensamento marxista surgiu no início da revolução francesa, com a defesa da igualdade e da fraternidade entre todos os seres humanos. Professor Wilton Silva
  • 15.
     d) aperspectiva de análise marxista examina a sociedade levando em consideração as relações sociais estabelecias no modo de produção. Professor Wilton Silva
  • 16.
    (Enem 2010) Quem construiua Tebas de sete portas? Nos livros estão nomes de reis. Arrastaram eles os blocos de pedra? E a Babilônia várias vezes destruída. Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas da Lima dourada moravam os construtores? Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta? A grande Roma está cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os césares? BRECHT, B. Perguntas de um trabalhador que lê. Partindo das reflexões de um trabalhador que lê um livro de História, o autor censura a memória construída sobre determinados monumentos e acontecimentos históricos. A crítica refere-se ao fato de que  a) os agentes históricos de uma determinada sociedade deveriam ser aqueles que realizaram feitos heroicos ou grandiosos e, por isso, ficaram na memória.  b) a História deveria se preocupar em memorizar os nomes de reis ou dos governantes das civilizações que se desenvolveram ao longo do tempo.  c) grandes monumentos históricos foram construídos por trabalhadores, mas sua memória está vinculada aos governantes das sociedades que os construíram.  d) os trabalhadores consideram que a História é uma ciência de difícil compreensão, pois trata de sociedades antigas e distantes no tempo.  e) as civilizações citadas no texto, embora muito importantes, permanecem sem terem sido alvos de pesquisas históricas. Professor Wilton Silva
  • 17.
    c) grandes monumentoshistóricos foram construídos por trabalhadores, mas sua memória está vinculada aos governantes das sociedades que os construíram. Professor Wilton Silva
  • 18.
    (Enem 2010) Substitui-seentão uma história crítica, profunda, por uma crônica de detalhes onde o patriotismo e a bravura dos nossos soldados encobrem a vilania dos motivos que levaram a Inglaterra a armar brasileiros e argentinos para a destruição da mais gloriosa república que já se viu na América Latina, a do Paraguai. CHIAVENATTO, J. J. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai. São Paulo: Brasiliense, 1979 (adaptado). O imperialismo inglês, “destruindo o Paraguai, mantém o status o na América Meridional, impedindo a ascensão do seu único Estado economicamente livre”. Essa teoria conspiratória vai contra a realidade dos fatos e não tem provas documentais. Contudo essa teoria tem alguma repercussão. (DORATIOTO. F. Maldita guerra: nova historia da Guerra do Paraguai. São Paulo: Cia. das Letras, 2002 (adaptado). Uma leitura dessas narrativas divergentes demonstra que ambas estão refletindo sobre  a) a carência de fontes para a pesquisa sobre os reais motivos dessa Guerra.  b) o caráter positivista das diferentes versões sobre essa Guerra.  c) o resultado das intervenções britânicas nos cenários de batalha.  d) a dificuldade de elaborar explicações convincentes sobre os motivos dessa Guerra.  e) o nível de crueldade das ações do exército brasileiro e argentino durante o conflito. Professor Wilton Silva
  • 19.
    d) a dificuldadede elaborar explicações convincentes sobre os motivos dessa Guerra. Professor Wilton Silva
  • 20.
    Fontes:  http://chumanas.com/uncategorized/historiografi a-e-teoria-da-historia-questoes-de-vestibulares-2/  http://pt.wikipedia.org/wiki/Microhist%C3%B3ria http://www.suapesquisa.com/o_que_e/positivism o.htm  http://educacao.uol.com.br/filosofia/ult3323u30.jh tm Professor Wilton Silva