Restauração da Independência 
1 de dezembro de 1640 
Beatriz Alves, Carolina Pessoa, Matilde Marques e 
Rita Madeira
Os Anos Que Antecederam a Revolução 
D. Sebastião 
O rei D. Sebastião morreu em 1578, 
na batalha de Alcácer Quibir, sem deixar 
descendentes. Seguiram-se anos muito difíceis para 
a coroa portuguesa. Primeiro sucedeu-lhe o Cardeal 
D. Henrique e depois de algumas batalhas, Filipe 
II de Espanha foi aclamado rei de Portugal, nas 
Cortes de Tomar. 
D. Sebastião
A Dinastia Filipina 
Filipe II 
A dinastia filipina durou 60 anos e teve início com 
Filipe II (1581-1598), seguiu-se Filipe III (1598-1621) e, por 
último, Filipe IV (1621-1640). 
D. Filipe II prometeu manter a moeda, a língua, e 
os costumes portugueses; entregar a portugueses todos os cargos de 
governo e administração de Portugal. Prometeu também que o 
comércio da Índia, da África e do Brasil continuaria a ser feito 
pelos portugueses.
A Restauração da Independência 
As razões da revolta 
O Povo 
O descontentamento dos portugueses foi crescendo porque as promessas 
iniciais de Filipe II de respeitar os interesses de Portugal não foram cumpridas. 
Espanha estava em guerra com outros países e obrigava Portugal a participar 
com homens, armas e cobrando pesados impostos. 
O povo estava a pagar cada vez mais impostos e surgiram várias 
revoltas por todo o país, entre elas, o “Motim das Maçarocas” e a “Revolta do 
Manuelinho”. 
Revolta do Manuelinho
As razões da revolta 
A Burguesia 
A burguesia portuguesa, que pensava vir a beneficiar com 
o alinhamento com Castela, viu a sua atividade comercial fortemente 
prejudicada e os lucros diminuírem. 
Os inimigos de Espanha não só atacavam e roubavam os 
barcos portugueses que transportavam os produtos vindos dos territórios 
colonizados como também atacavam e ocupavam esses territórios. 
Aspeto do Terreiro do Paço no período da restauração
As razões da revolta 
A Nobreza 
A nobreza, que no início tinha apoiado o rei 
de Espanha esperando obter privilégios e riqueza, viu os 
seus cargos ocupados por espanhóis. 
Os nobres portugueses eram obrigados a 
alistar-se no exército castelhano e a suportar todas as 
despesas começando, também eles, a empobrecer sem 
receber nenhumas das regalias que esperavam. 
A Nobreza numa batalha no período da Restauração
Os Quarenta Conjurados 
Foi então que um grupo de nobres, cerca de quarenta, se começou a 
reunir secretamente para organizar uma revolta contra Filipe IV. 
Um nobre, D. João, Duque de Bragança, reunia as condições 
necessárias para suceder ao trono de Portugal, quer pela sua linhagem - era 
neto de D. Catarina de Bragança - quer pela sua fortuna, uma vez que era 
considerado o homem mais rico da península ibérica e por isso era muito 
poderoso. 
D. João IV
O Dia 1 de Dezembro 
No dia 1 de Dezembro os Restauradores invadiram de surpresa o Palácio 
Real, no Terreiro do Paço, prenderam a espanhola Duquesa de Mântua, que era a 
representante do rei espanhol, e obrigaram-na a dar ordens às suas tropas para se 
renderem. 
Em seguida, mataram o português D. Miguel de Vasconcelos, seu 
Secretário de Estado, e atiraram-no pela janela, ou seja, foi defenestrado.
A Revolta destes nobres foi apoiada por todos 
os portugueses. 
No dia 15 de dezembro de 1640, as Cortes em 
Lisboa reuniram-se e aclamaram D. João IV, duque de 
Bragança, rei de Portugal. 
Com D. João IV inicia-se a quarta dinastia 
chamada Dinastia de Bragança. 
D. João IV 
Aclamação de D. João IV
Guerra da Restauração 
Contudo, e durante os próximos vinte e oito anos, os 
portugueses ainda vão ter que lutar pela sua independência, quer pela via 
militar quer pela via diplomática. Portugal teve também de reconquistar 
muitos territórios colonizados que tinham sido ocupados por inimigos de 
Espanha. 
A luta pela independência só terminou em 1668 com a 
assinatura do Tratado de Lisboa, um tratado de paz entre Portugal e 
Espanha durante o reinado de D. Pedro II. 
D. Pedro II
Bibliografia 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Restaura%C3%A7%C3%A3o_da_Independ%C3%AAncia 
http://www.areamilitar.net/HistBCR.aspx?N=82 
http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=365 
História e Geografia de Portugal – 5º ano 
Fátima Costa e AntónioMarques 
Porto Editora

1 de dezembro de 1640 power point

  • 1.
    Restauração da Independência 1 de dezembro de 1640 Beatriz Alves, Carolina Pessoa, Matilde Marques e Rita Madeira
  • 2.
    Os Anos QueAntecederam a Revolução D. Sebastião O rei D. Sebastião morreu em 1578, na batalha de Alcácer Quibir, sem deixar descendentes. Seguiram-se anos muito difíceis para a coroa portuguesa. Primeiro sucedeu-lhe o Cardeal D. Henrique e depois de algumas batalhas, Filipe II de Espanha foi aclamado rei de Portugal, nas Cortes de Tomar. D. Sebastião
  • 3.
    A Dinastia Filipina Filipe II A dinastia filipina durou 60 anos e teve início com Filipe II (1581-1598), seguiu-se Filipe III (1598-1621) e, por último, Filipe IV (1621-1640). D. Filipe II prometeu manter a moeda, a língua, e os costumes portugueses; entregar a portugueses todos os cargos de governo e administração de Portugal. Prometeu também que o comércio da Índia, da África e do Brasil continuaria a ser feito pelos portugueses.
  • 4.
    A Restauração daIndependência As razões da revolta O Povo O descontentamento dos portugueses foi crescendo porque as promessas iniciais de Filipe II de respeitar os interesses de Portugal não foram cumpridas. Espanha estava em guerra com outros países e obrigava Portugal a participar com homens, armas e cobrando pesados impostos. O povo estava a pagar cada vez mais impostos e surgiram várias revoltas por todo o país, entre elas, o “Motim das Maçarocas” e a “Revolta do Manuelinho”. Revolta do Manuelinho
  • 5.
    As razões darevolta A Burguesia A burguesia portuguesa, que pensava vir a beneficiar com o alinhamento com Castela, viu a sua atividade comercial fortemente prejudicada e os lucros diminuírem. Os inimigos de Espanha não só atacavam e roubavam os barcos portugueses que transportavam os produtos vindos dos territórios colonizados como também atacavam e ocupavam esses territórios. Aspeto do Terreiro do Paço no período da restauração
  • 6.
    As razões darevolta A Nobreza A nobreza, que no início tinha apoiado o rei de Espanha esperando obter privilégios e riqueza, viu os seus cargos ocupados por espanhóis. Os nobres portugueses eram obrigados a alistar-se no exército castelhano e a suportar todas as despesas começando, também eles, a empobrecer sem receber nenhumas das regalias que esperavam. A Nobreza numa batalha no período da Restauração
  • 7.
    Os Quarenta Conjurados Foi então que um grupo de nobres, cerca de quarenta, se começou a reunir secretamente para organizar uma revolta contra Filipe IV. Um nobre, D. João, Duque de Bragança, reunia as condições necessárias para suceder ao trono de Portugal, quer pela sua linhagem - era neto de D. Catarina de Bragança - quer pela sua fortuna, uma vez que era considerado o homem mais rico da península ibérica e por isso era muito poderoso. D. João IV
  • 8.
    O Dia 1de Dezembro No dia 1 de Dezembro os Restauradores invadiram de surpresa o Palácio Real, no Terreiro do Paço, prenderam a espanhola Duquesa de Mântua, que era a representante do rei espanhol, e obrigaram-na a dar ordens às suas tropas para se renderem. Em seguida, mataram o português D. Miguel de Vasconcelos, seu Secretário de Estado, e atiraram-no pela janela, ou seja, foi defenestrado.
  • 9.
    A Revolta destesnobres foi apoiada por todos os portugueses. No dia 15 de dezembro de 1640, as Cortes em Lisboa reuniram-se e aclamaram D. João IV, duque de Bragança, rei de Portugal. Com D. João IV inicia-se a quarta dinastia chamada Dinastia de Bragança. D. João IV Aclamação de D. João IV
  • 10.
    Guerra da Restauração Contudo, e durante os próximos vinte e oito anos, os portugueses ainda vão ter que lutar pela sua independência, quer pela via militar quer pela via diplomática. Portugal teve também de reconquistar muitos territórios colonizados que tinham sido ocupados por inimigos de Espanha. A luta pela independência só terminou em 1668 com a assinatura do Tratado de Lisboa, um tratado de paz entre Portugal e Espanha durante o reinado de D. Pedro II. D. Pedro II
  • 11.
    Bibliografia http://pt.wikipedia.org/wiki/Restaura%C3%A7%C3%A3o_da_Independ%C3%AAncia http://www.areamilitar.net/HistBCR.aspx?N=82 http://www.junior.te.pt/servlets/Bairro?P=Portugal&ID=365 História e Geografia de Portugal – 5º ano Fátima Costa e AntónioMarques Porto Editora