Auditorias Clínicas “Do Auditor ao Auditado”Rubina CorreiaMédica de Família – USF Ria FormosaVice-presidente da APMGFAudit...
Will Rogers( 1879 – 1935)
Definição: Auditoria ClínicaTentativa de melhorar a qualidade dos cuidadosde saúde prestados, avaliando o desempenhodos pr...
AUDITORIA CLÍNICAPermite aos profissionais:Medir o seu desempenhoReconhecer a boa práticaSe necessário, introduzir melhorias
Onde a prática clínica é revista de formasistemática e organizada, ressaltam dadosinesperados e melhorias são alcançadas. ...
PORQUÊ AUDITAR ?• Para se auto-avaliar• Para monitorizar requisitos (exigências)• Para garantir o cumprimento de uma Boa P...
As Auditorias…
NORMA NP ISO 19011Princípios de auditoriaGestão de programas de auditoriasCondução de auditoriasCompetências dos auditores
Auditoria Clínica  Governação ClínicaConstitui um dos componentes da Garantia da Qualidadeque por seu turno, se constitui ...
Auditar NÃO É Inspeccionar• Procura a conformidade• Detecta falhas num processo• Tem um sentido pedagógico
NÃO CONFORMIDADENão satisfação de um requisito especificadoA definição abrange o desvio ou a ausência,relativamente aos re...
Ciclo de Auditoria….
“ Não   basta fazer bem … é preciso registar bem”
Técnica de diagnósticoDEXA ‐ (Osteodensitometria)Locais:• ao nível do fémur proximal e da coluna lombar e devem ser  tidos...
Regras - I2.1. > 65 anos a Osteodensitometria do fémurproximal é a que oferece maiores garantias deprecisão.2.2. DEXA não ...
Regras - II2.4. Mulheres pré-menopausicas e homens < 50anos, saudáveis, não devem ser submetidos aOsteodensitometria.2.5. ...
Regras - III2.7. Doentes osteoporóticos sob terapêutica, arepetição de DEXA não antes de 18 a 24 meses detratamento.2.8. S...
3. Aspetos Operacionais  3.1. Excepções a esta Norma são  obrigatoriamente justificadas e  fundamentadas pelo prescritor n...
Aspetos Operacionais3.2. A Osteodensitometria configura umúnico exame de diagnóstico“Osteodensitometria da Coluna Lombar e...
Aspetos Operacionais3.3. Em alternativa ao exame anterior, e nocaso excepcional, pode ser requerido a“Osteodensitometria d...
CritériosIndicações para a realização de Osteodensitometriaa) mulheres com idade superior a 65 anos e homens com idadesupe...
8. Factores de risco major para OP: a) idade superior a 65 anos; b) fractura vertebral prévia; c) fractura de fragilidade ...
9. Factores de risco minor para OPa) artrite reumatóide;b) história de hipertiroidismo clínico;c) terapêutica crónica com ...
AVALIAÇÃO% de exames de osteode. prescritos a utilizadorescom recomendação (idade)% de exames de DEXA prescritos a utiliza...
AVALIAÇÃORatio de exames de osteod. prescritos porutilizador feminino (população ajustada)Ratio de exames de osteodensitom...
Prática:• Exame pedido e porquê – registar códigos  ICPC na Avaliação• Registar os Factores de risco…• Registar o Frax; ou...
Prática:• Tipo de exame pedido: colo femur e anca –  código certo e não em separado• Respeitar os Tempos de repetição e o ...
Auditorias Clínicas, Auditorias ás NOCs Portugal
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Apresentação no 17º Congresso Nacional de Medicina Geral e Familiar, Setembro 2012
Universidade do Minho , Braga

Publicada em: Saúde e medicina
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  1. 1. Auditorias Clínicas “Do Auditor ao Auditado”Rubina CorreiaMédica de Família – USF Ria FormosaVice-presidente da APMGFAuditora pela Ordem dos Médicos e Departamento da Qualidade em Saúde da DGS
  2. 2. Will Rogers( 1879 – 1935)
  3. 3. Definição: Auditoria ClínicaTentativa de melhorar a qualidade dos cuidadosde saúde prestados, avaliando o desempenhodos prestadores desses cuidados, comparandoo desempenho com padrões desejados epreestabelecidos, e melhorando assim essedesempenho.http://www.uhbristol.nhs.uk/files/nhs-ubht/best_practice_clinical_audit.pdf
  4. 4. AUDITORIA CLÍNICAPermite aos profissionais:Medir o seu desempenhoReconhecer a boa práticaSe necessário, introduzir melhorias
  5. 5. Onde a prática clínica é revista de formasistemática e organizada, ressaltam dadosinesperados e melhorias são alcançadas. “Não sabemos o que fazemos até começarmos a observar”
  6. 6. PORQUÊ AUDITAR ?• Para se auto-avaliar• Para monitorizar requisitos (exigências)• Para garantir o cumprimento de uma Boa Prática• Para prevenir ocorrências ou falhas• Para reduzir custos de não-qualidade• Para melhorar continuamente
  7. 7. As Auditorias…
  8. 8. NORMA NP ISO 19011Princípios de auditoriaGestão de programas de auditoriasCondução de auditoriasCompetências dos auditores
  9. 9. Auditoria Clínica Governação ClínicaConstitui um dos componentes da Garantia da Qualidadeque por seu turno, se constitui como um componenteessencial do processo de Gestão.A Auditoria deve passar a ser entendida e como talintegrada como componente essencial da prática clínica,desenvolvendo-se continuadamente num serviçoprestador de cuidados de saúde que quer manter-seactualizado
  10. 10. Auditar NÃO É Inspeccionar• Procura a conformidade• Detecta falhas num processo• Tem um sentido pedagógico
  11. 11. NÃO CONFORMIDADENão satisfação de um requisito especificadoA definição abrange o desvio ou a ausência,relativamente aos requisitos especificados, deuma ou mais características da qualidade ou deelementos de uma Norma ou do Sistema daQualidade
  12. 12. Ciclo de Auditoria….
  13. 13. “ Não basta fazer bem … é preciso registar bem”
  14. 14. Técnica de diagnósticoDEXA ‐ (Osteodensitometria)Locais:• ao nível do fémur proximal e da coluna lombar e devem ser tidos em conta os valores absolutos da DMO e o índice T do colo do fémur, da anca total e da coluna lombar.• Medição no rádio distal reservada para os casos em que a avaliação nas regiões anatómicas anteriores não é possível ou fiável.
  15. 15. Regras - I2.1. > 65 anos a Osteodensitometria do fémurproximal é a que oferece maiores garantias deprecisão.2.2. DEXA não é um método de rastreio universalpara utilizar em todas as mulheres após amenopausa.2.3. A perimenopausa ou a menopausa não são, sópor si, indicações para a realização de DEXA.
  16. 16. Regras - II2.4. Mulheres pré-menopausicas e homens < 50anos, saudáveis, não devem ser submetidos aOsteodensitometria.2.5. >65 anos, c DEXA normal, não é necessáriaa sua repetição.2.6. Mulheres peri-menopáusicas, com primeiraDEXA normal devem repetir o exame só depoisdos 65 anos.
  17. 17. Regras - III2.7. Doentes osteoporóticos sob terapêutica, arepetição de DEXA não antes de 18 a 24 meses detratamento.2.8. Se primeira Osteodensitometria com osteopenia,repetir só depois de 5 anos.
  18. 18. 3. Aspetos Operacionais 3.1. Excepções a esta Norma são obrigatoriamente justificadas e fundamentadas pelo prescritor no processo clínico do doente.
  19. 19. Aspetos Operacionais3.2. A Osteodensitometria configura umúnico exame de diagnóstico“Osteodensitometria da Coluna Lombar edo Colo Femural”, devendo ser prescritoatravés do código 1503.7 da tabela deMCDT do sector convencionado ou docódigo 10955 da tabela de preços do SNS.
  20. 20. Aspetos Operacionais3.3. Em alternativa ao exame anterior, e nocaso excepcional, pode ser requerido a“Osteodensitometria do punho”, código1502.9 da tabela de MCDT do sectorconvencionado ou do código 10935 databela de preços do SNS.
  21. 21. CritériosIndicações para a realização de Osteodensitometriaa) mulheres com idade superior a 65 anos e homens com idadesuperior a 70 anos;b) mulheres pós-menopáusicas < 65 anos e homens com idadesuperior a 50 anos se apresentarem 1 factor de risco major ou2 minor;c) mulheres premenopáusicas e homens < 50 anos apenas secausas conhecidas de OP secundária ou factores de riscomajor.
  22. 22. 8. Factores de risco major para OP: a) idade superior a 65 anos; b) fractura vertebral prévia; c) fractura de fragilidade depois dos 40 anos; d) história de fractura da anca num dos progenitores; e) terapêutica corticóide sistémica com mais de 3 meses de duração; f) menopausa precoce (<40 anos); g) hipogonadismo; h) hiperparatiroidismo primário; i) propensão aumentada para quedas.
  23. 23. 9. Factores de risco minor para OPa) artrite reumatóide;b) história de hipertiroidismo clínico;c) terapêutica crónica com anti‐epilépticos;d) baixo aporte de cálcio na dieta e consumo de cafeína (>3chávenas por dia);e) tabagismo actual;f) consumo de bebidas alcoólicas (>de 3 un.álcool/dia);g) índice de massa corporal menor do que 19 kg/m2;h) perda de peso superior a 10% relativa ao peso aos 25 anos;i) terapêutica crónica com heparina;j) imobilização prolongada.
  24. 24. AVALIAÇÃO% de exames de osteode. prescritos a utilizadorescom recomendação (idade)% de exames de DEXA prescritos a utilizadorescom osteoporoseRatio de exames de osteodensitometria prescritospor utilizador (pop. ajustada)
  25. 25. AVALIAÇÃORatio de exames de osteod. prescritos porutilizador feminino (população ajustada)Ratio de exames de osteodensitometriafacturados por residente (população ajustada)Custo médio com exames de osteode.facturados por utilizador (população ajustada
  26. 26. Prática:• Exame pedido e porquê – registar códigos ICPC na Avaliação• Registar os Factores de risco…• Registar o Frax; ou os valores de T para início de tx
  27. 27. Prática:• Tipo de exame pedido: colo femur e anca – código certo e não em separado• Respeitar os Tempos de repetição e o porquê de repetir o exame• Se segunda via… escrever no processo clinico

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