SlideShare uma empresa Scribd logo
CONTROLE GLICÊMICO ESTRITO
      NA TERAPIA INTENSIVA

              PLINIO N GOMES
            CURSO DE T.I. 2009
O que sabemos
 Estudos corroboram a redução de alterações crônicas
 (rim, neuro, visão): DCCT_ Diabetes Control and
 Complications Trial
 Hiperglicemia inicial ou sustentada era biomarcador de
 gravidade e mau prognóstico (trauma, cirurgia, ave,
 infarto do miocárdio)
 Valores da normalidade por faixa etária:
    Adultos: 80-110 mg/dl; Crianças: 70-100 mg/dl;
    <1ano: 50-80 mg/dl
 Limiar renal para glicosúria: glicemia de 215 mg/dl
Leuven (surgical) Study
 2001: RCT unicêntrico de pts de TI cirúrgica, foi
 pioneiro na modificação da meta do controle
 glicêmico, empregando um protocolo rígido e
 com alto grau de dificuldade com Insulina
 Venosa Contínua
 Redução significativa na IRenalAg, Bacteremia,
 n Transfusões, tempo de condução nervosa
 Mort_TI reduziu de 8% para 4,6% e Mort_Hosp
 reduziu de 10,9% para 7,2%
 N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 5,1% vs 0,8%
Leuven (medical) Study
 2006: RCT unicêntrico de pts de TI clínica,
 empregando mesmo protocolo de 2001
 Redução significativa na IRenalAg, tempo_VM,
 LOS_TI e LOS_hosp
 Mort_Hosp não modificada: 37,3% para 40%
 (em análise de sub-grupo com menos ou mais
 do que 3 dias de TI, houve divergência)
 N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 18,6% vs 3,1%
Glucocontrol Trial
 21 centros de TI médico-cirúrgicas
 A Insulina Venosa Contínua foi implementada até a
 alta da TI
 Meta terapêutica de glicemia entre 80-110 levou ao
 uso de insulina em 66,2% vs 96,3%. O tempo
 mantido na faixa terapêutica alvo foi semelhante.
 Estudo interrompido devido a incidência de
 hipoglicemia: 8,7% vs 2,7%
 Mortalidade na TI foi semelhante nos 2 grupos:
 15,35 vs 17,2%
                      HARM
VISEP (clín-cirúrg) Trial
 2008: RCT multicêntrico de pts de TI clínica-
 cirúrgica, combinando protocolo de insulina e
 tipo de ressuscitação volêmica
 Protocolo de insulina venosa interrompido
 devido ao N Hipoglicemia (<40 mg/dl): 17% vs
 4,1%
 Mort_Hosp_90 dias não-estatisticamente
 significativa: 39,7% vs 35,4%

                    HARM
NICE-SUGAR (clín-cirúrg) Trial
 2009: RCT multicêntrico de 6104 pts de TI clínica-
 cirúrgica, empregando protocolo soft de controle
 glicêmico: tempo sob a curva 115 versus 144 mg/dL
 Mort_Hosp_90 dias maior no grupo-estudo: RR 1,14
 [95% CI 1,02-1,28], 27,5% vs 24,9%
 No sub-grupo cirúrgico, 2232 pts: RR 1,31 [95% CI
 1,07-1,61], 24,4% vs 19,8%
 N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 6,8% vs 0,5%

                     HARM
Baseado no banco de dados da anzics core cpd-
1as 24 hs admissão de 66184 pts (92,5% do total)
   (http://creativecommons.org/licenses/by/2.0)
Imperfeições observadas do
controle glicêmico estrito
 Rigor de treinamento e vigilância pelo staff da TI,
 com aumento do stress profissional- resultados são
 Centro-dependentes
 Benefício limitado a subgrupos de pacientes
 (cirurgia cardíaca, mais de 3 dias de LOS_TI)
 Meta-análise dos estudos anteriores conclui que a
 HIPOGLICEMIA é uma marcador de eventos
 adversos e risco de morte
 Imprecisão dos métodos de análise point-of-care no
 cenário dos distúrbios prevalentes na TI
Imperfeições observadas do
controle glicêmico estrito

 Accu-Check
 (Roche)
 Precision (Abbott)
 Optium (Abbott) ...
Imperfeições observadas do
controle glicêmico estrito
Glucose meters are considerably less
precise than blood gas analyzers or    The most widely accepted criteria
central laboratory analyzers. The      for adequate glucose-meter
coefficients of variation among 17     performance are that 95% of the
glucose meter types were 12–14%,       time the result should be within ±
with bias between two types as high
                                       20% of the 'true' glucose value at ≥
as 41%. Bias of 41% at a glucose
concentration of 8.0 mmol/l is         4.2 mmol/l and within ± 0.83 mmol/l
equivalent to 3.2 mmol/l, which is     at glucose concentrations < 4.2
twice the difference (1.6 mmol/l) in   mmol/l.[10] If a patient has a real
mean blood glucose concentrations      glucose concentration of 5.3
between the intensive and              mmol/l, the acceptable range for a
conventional groups observed in        meter would be 4.3–6.4 mmol/l
NICE-SUGAR. If a glucose meter has     (note that 5% of the time the results
high bias (that is, consistently       could be outside this range.) These
reports higher values than the
                                       values exceed the range for the
patient's actual glucose
concentration), the patient will       intensive control target of 4.5–6.0
receive too much insulin and might     mmol/l set by the NICE-SUGAR
develop hypoglycemia.                  investigators.
Recomendações para 2010
 Meta do controle glicêmico:
   <150 mg/dl- SSCampaign 2008
   140-180 mg/dl – AACE/ADA Consensus 2009
 Protocolo de insulina venosa que contemple
 fatores críticos de hipoglicemia
   Estado nutricional e tipo de terapia nutricional
   Disfunção Renal, Hepática
   Método dialítico e Corticoterapia

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIOMANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
Yuri Assis
 
Avaliação pré anestésica 2017
Avaliação pré anestésica 2017Avaliação pré anestésica 2017
Avaliação pré anestésica 2017
Fabricio Mendonca
 
Perioperative Medication Management
Perioperative Medication ManagementPerioperative Medication Management
Perioperative Medication Management
Carlos D A Bersot
 
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardio
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardioEstresse farmacologico na cintilografia do miocardio
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardio
Joao Bruno Oliveira
 
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
Joao Bruno Oliveira
 
Monitorização hemodinâmica e os estados de choque
Monitorização hemodinâmica e os estados de choqueMonitorização hemodinâmica e os estados de choque
Monitorização hemodinâmica e os estados de choque
Martfreddie
 
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
Rodrigo Ponte
 
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
Fabricio Mendonca
 
Revisao teste de caminhada de 6 minutos
Revisao teste de caminhada de 6 minutosRevisao teste de caminhada de 6 minutos
Revisao teste de caminhada de 6 minutos
Flávia Salame
 
Metástases hepáticas tratamento atual
Metástases hepáticas tratamento atualMetástases hepáticas tratamento atual
Metástases hepáticas tratamento atual
Cirurgia Online
 
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensivaRelevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
IAPES - Instituto Amazonense de Aprimoramento e Ensino em Saúde
 
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
Fabricio Mendonca
 
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
Joao Bruno Oliveira
 
Fast Hug
Fast HugFast Hug
Fast Hug
galegoo
 
Avaliação pré anestésica 2016
Avaliação pré anestésica 2016Avaliação pré anestésica 2016
Avaliação pré anestésica 2016
Fabricio Mendonca
 
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
Yuri Assis
 
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem ColorretalTratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Ozimo Gama
 
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitáriaAvaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
Cassyano Correr
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Cirurgia Online
 
Equipamentos 2017
Equipamentos 2017Equipamentos 2017
Equipamentos 2017
Fabricio Mendonca
 

Mais procurados (20)

MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIOMANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
MANEJO HÍDRICO PÓS OPERATÓRIO
 
Avaliação pré anestésica 2017
Avaliação pré anestésica 2017Avaliação pré anestésica 2017
Avaliação pré anestésica 2017
 
Perioperative Medication Management
Perioperative Medication ManagementPerioperative Medication Management
Perioperative Medication Management
 
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardio
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardioEstresse farmacologico na cintilografia do miocardio
Estresse farmacologico na cintilografia do miocardio
 
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
Papel da CPM (cintilografia de perfusão do miocárdio) na síndrome coronariana...
 
Monitorização hemodinâmica e os estados de choque
Monitorização hemodinâmica e os estados de choqueMonitorização hemodinâmica e os estados de choque
Monitorização hemodinâmica e os estados de choque
 
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
Au1 hdg4u8mfv huk9nkk5gbi7o1u8
 
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
Anestesia para revascularização do miocárdio 2016
 
Revisao teste de caminhada de 6 minutos
Revisao teste de caminhada de 6 minutosRevisao teste de caminhada de 6 minutos
Revisao teste de caminhada de 6 minutos
 
Metástases hepáticas tratamento atual
Metástases hepáticas tratamento atualMetástases hepáticas tratamento atual
Metástases hepáticas tratamento atual
 
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensivaRelevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
Relevância do hemograma na conduta fisioterapêutica em terapia intensiva
 
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
Anestesia para revascularização do miocárdio 2017
 
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
Evolução de pacientes com depressão do segmento ST induzido pela adenosina e ...
 
Fast Hug
Fast HugFast Hug
Fast Hug
 
Avaliação pré anestésica 2016
Avaliação pré anestésica 2016Avaliação pré anestésica 2016
Avaliação pré anestésica 2016
 
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
Reposição volêmica no paciente cirúrgico: diferentes soluções, diferentes res...
 
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem ColorretalTratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
Tratamento Cirúrgico das Metástases Hepáticas de Origem Colorretal
 
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitáriaAvaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
Avaliação da glicemia capilar na farmácia comunitária
 
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi spCondutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
Condutas para tornar a metastase hepatica colorretal ressecavel sanofi sp
 
Equipamentos 2017
Equipamentos 2017Equipamentos 2017
Equipamentos 2017
 

Destaque

Monitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTIMonitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTI
Fábio Falcão
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Will Nunes
 
Monitorização Hemodinamica
Monitorização HemodinamicaMonitorização Hemodinamica
Monitorização Hemodinamica
Rodrigo Biondi
 
Hist rico uti
Hist rico utiHist rico uti
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
galegoo
 
Curso UTI adulto
Curso UTI adulto Curso UTI adulto
Curso UTI adulto
Quézia Barcelar
 
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica Glicemia
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica   Glicemia2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica   Glicemia
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica Glicemia
Jose Eduardo
 
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edisonAula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Edison Santos
 
MonitorizaçãO HemodinâMica
MonitorizaçãO HemodinâMicaMonitorizaçãO HemodinâMica
MonitorizaçãO HemodinâMica
galegoo
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
resenfe2013
 
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTI
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTIAVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTI
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
Tezin Maciel
 
Uti
UtiUti
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa uti
Elisama Cruz
 
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI SlidesHumanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
Cleiton Ribeiro Alves
 
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
Mateus Camargo
 

Destaque (16)

Monitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTIMonitorização do paciente na UTI
Monitorização do paciente na UTI
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
Monitorização Hemodinamica
Monitorização HemodinamicaMonitorização Hemodinamica
Monitorização Hemodinamica
 
Hist rico uti
Hist rico utiHist rico uti
Hist rico uti
 
Terapia Nutricional Em Uti Final
Terapia Nutricional Em Uti    FinalTerapia Nutricional Em Uti    Final
Terapia Nutricional Em Uti Final
 
Curso UTI adulto
Curso UTI adulto Curso UTI adulto
Curso UTI adulto
 
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica Glicemia
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica   Glicemia2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica   Glicemia
2o Ano.Bioquimica.Seminario De Pratica Glicemia
 
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edisonAula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
Aula atendimento ao_paciente_critico.ppt-iraja edison
 
MonitorizaçãO HemodinâMica
MonitorizaçãO HemodinâMicaMonitorizaçãO HemodinâMica
MonitorizaçãO HemodinâMica
 
Monitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leitoMonitorização a beira do leito
Monitorização a beira do leito
 
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTI
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTIAVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTI
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM UTI
 
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
Humanização na Unidade de terapia intensiva (UTI)
 
Uti
UtiUti
Uti
 
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa uti
 
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI SlidesHumanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
Humanização em Unidade de Terapia Intensiva UTI Slides
 
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
15118905 monitorizacao-invasiva-e-nao-invasiva
 

Semelhante a Controle GlicêMico Estrito Na Ti

Ciclo eTertuliAZ - 3
Ciclo eTertuliAZ - 3Ciclo eTertuliAZ - 3
Ciclo eTertuliAZ - 3
Mgfamiliar Net
 
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
REBRATSoficial
 
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.PediátricaArtigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
Paulo Sérgio
 
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque sépticoArtigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Erick Bragato
 
Doença Renal Crônica - Laboratório
Doença Renal Crônica - LaboratórioDoença Renal Crônica - Laboratório
Doença Renal Crônica - Laboratório
Helivelton Rocha Azevedo
 
Nefropatia Diabética
Nefropatia DiabéticaNefropatia Diabética
Nefropatia Diabética
Liga Acadêmica de Diabetes
 
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptxProtocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
LucasBarbosa334905
 
diabetes
diabetesdiabetes
diabetes
Rogerio Troian
 
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
Magali Barros
 
aula bia.ppt
aula bia.pptaula bia.ppt
aula bia.ppt
EnfermeiroEdgarJunio
 
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticosAula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
Jaqueline Almeida
 
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
YasminBittar
 
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
sedis-suporte
 
Samuel_Exames_rotina
Samuel_Exames_rotinaSamuel_Exames_rotina
Samuel_Exames_rotina
comunidadedepraticas
 
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
SMS - Petrópolis
 
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptxWebpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
natansilva624689
 
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
Laboratório de Ciencia do Exercicio
 
Bh Abril 2006
Bh Abril 2006Bh Abril 2006
Bh Abril 2006
Carlos Frederico Pinto
 
Hepatite alcoolica
Hepatite alcoolicaHepatite alcoolica
Hepatite alcoolica
janinemagalhaes
 
Curso Cardiology4All - Módulo 3
Curso Cardiology4All - Módulo 3Curso Cardiology4All - Módulo 3
Curso Cardiology4All - Módulo 3
Mgfamiliar Net
 

Semelhante a Controle GlicêMico Estrito Na Ti (20)

Ciclo eTertuliAZ - 3
Ciclo eTertuliAZ - 3Ciclo eTertuliAZ - 3
Ciclo eTertuliAZ - 3
 
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
Efetividade clínica comparativa e custo-efetividade do análogo de insulina Gl...
 
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.PediátricaArtigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
Artigo_SVcO2 e lactato na CEC_Associação c/ resultados C.C.Pediátrica
 
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque sépticoArtigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
 
Doença Renal Crônica - Laboratório
Doença Renal Crônica - LaboratórioDoença Renal Crônica - Laboratório
Doença Renal Crônica - Laboratório
 
Nefropatia Diabética
Nefropatia DiabéticaNefropatia Diabética
Nefropatia Diabética
 
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptxProtocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
Protocolo-Hiperglicemia HU 2018.pptx
 
diabetes
diabetesdiabetes
diabetes
 
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
Aulasepsisuti 6ano-130130065348-phpapp01
 
aula bia.ppt
aula bia.pptaula bia.ppt
aula bia.ppt
 
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticosAula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
Aula de Instrumentação Biomédica sobre erros pre analiticos
 
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
SLIDE- A Randomized Trial of Intensive versus Standard Blood-Pressure Control...
 
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
Exames de rotina_para_o_paciente_com_diabetes_tipo_2_
 
Samuel_Exames_rotina
Samuel_Exames_rotinaSamuel_Exames_rotina
Samuel_Exames_rotina
 
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
Aula de Doenças Hipertensiva Específica da Gestação (Dheg)
 
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptxWebpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
Webpalestra_DoençaRenalCrônica.pptx
 
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
2010 05 24 - decreased number and impaired functionality of endothelial proge...
 
Bh Abril 2006
Bh Abril 2006Bh Abril 2006
Bh Abril 2006
 
Hepatite alcoolica
Hepatite alcoolicaHepatite alcoolica
Hepatite alcoolica
 
Curso Cardiology4All - Módulo 3
Curso Cardiology4All - Módulo 3Curso Cardiology4All - Módulo 3
Curso Cardiology4All - Módulo 3
 

Mais de Rodrigo Biondi

Pcr Academicos 2009
Pcr Academicos 2009Pcr Academicos 2009
Pcr Academicos 2009
Rodrigo Biondi
 
Reposicao Volemica E Drogas Vasoativas Na Uti
Reposicao Volemica  E Drogas Vasoativas Na UtiReposicao Volemica  E Drogas Vasoativas Na Uti
Reposicao Volemica E Drogas Vasoativas Na Uti
Rodrigo Biondi
 
SedaçãO Em Cti
SedaçãO Em CtiSedaçãO Em Cti
SedaçãO Em Cti
Rodrigo Biondi
 
Sepse Academicos 2009
Sepse Academicos 2009Sepse Academicos 2009
Sepse Academicos 2009
Rodrigo Biondi
 
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãOSepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
Rodrigo Biondi
 
SíNdrome Compartimental Abdominal
SíNdrome Compartimental AbdominalSíNdrome Compartimental Abdominal
SíNdrome Compartimental Abdominal
Rodrigo Biondi
 
MonitorizaçãO Neuro
MonitorizaçãO NeuroMonitorizaçãO Neuro
MonitorizaçãO Neuro
Rodrigo Biondi
 
Manejo Da Via Aérea
Manejo Da Via AéreaManejo Da Via Aérea
Manejo Da Via Aérea
Rodrigo Biondi
 
Insuficiência Hepática Aguda
Insuficiência Hepática AgudaInsuficiência Hepática Aguda
Insuficiência Hepática Aguda
Rodrigo Biondi
 
Hemorragia Digestiva 2
Hemorragia Digestiva 2Hemorragia Digestiva 2
Hemorragia Digestiva 2
Rodrigo Biondi
 
Embolia Pulmonar
Embolia PulmonarEmbolia Pulmonar
Embolia Pulmonar
Rodrigo Biondi
 
DoençAs Neuromusculares
DoençAs NeuromuscularesDoençAs Neuromusculares
DoençAs Neuromusculares
Rodrigo Biondi
 
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSicoDistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
Rodrigo Biondi
 
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma HiperosmolarCetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Rodrigo Biondi
 
IRenal Aguda e Métodos Dialíticos
IRenal Aguda e Métodos DialíticosIRenal Aguda e Métodos Dialíticos
IRenal Aguda e Métodos Dialíticos
Rodrigo Biondi
 
Aula CCIH/CTI
Aula CCIH/CTIAula CCIH/CTI
Aula CCIH/CTI
Rodrigo Biondi
 
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTicoSuporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
Rodrigo Biondi
 

Mais de Rodrigo Biondi (17)

Pcr Academicos 2009
Pcr Academicos 2009Pcr Academicos 2009
Pcr Academicos 2009
 
Reposicao Volemica E Drogas Vasoativas Na Uti
Reposicao Volemica  E Drogas Vasoativas Na UtiReposicao Volemica  E Drogas Vasoativas Na Uti
Reposicao Volemica E Drogas Vasoativas Na Uti
 
SedaçãO Em Cti
SedaçãO Em CtiSedaçãO Em Cti
SedaçãO Em Cti
 
Sepse Academicos 2009
Sepse Academicos 2009Sepse Academicos 2009
Sepse Academicos 2009
 
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãOSepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
Sepse E DisfunçãO Aguda De óRgãO
 
SíNdrome Compartimental Abdominal
SíNdrome Compartimental AbdominalSíNdrome Compartimental Abdominal
SíNdrome Compartimental Abdominal
 
MonitorizaçãO Neuro
MonitorizaçãO NeuroMonitorizaçãO Neuro
MonitorizaçãO Neuro
 
Manejo Da Via Aérea
Manejo Da Via AéreaManejo Da Via Aérea
Manejo Da Via Aérea
 
Insuficiência Hepática Aguda
Insuficiência Hepática AgudaInsuficiência Hepática Aguda
Insuficiência Hepática Aguda
 
Hemorragia Digestiva 2
Hemorragia Digestiva 2Hemorragia Digestiva 2
Hemorragia Digestiva 2
 
Embolia Pulmonar
Embolia PulmonarEmbolia Pulmonar
Embolia Pulmonar
 
DoençAs Neuromusculares
DoençAs NeuromuscularesDoençAs Neuromusculares
DoençAs Neuromusculares
 
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSicoDistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
DistúRbio HidroeletrolíTico E áCido BáSico
 
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma HiperosmolarCetoacidose E Coma Hiperosmolar
Cetoacidose E Coma Hiperosmolar
 
IRenal Aguda e Métodos Dialíticos
IRenal Aguda e Métodos DialíticosIRenal Aguda e Métodos Dialíticos
IRenal Aguda e Métodos Dialíticos
 
Aula CCIH/CTI
Aula CCIH/CTIAula CCIH/CTI
Aula CCIH/CTI
 
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTicoSuporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
Suporte Enteral E Parenteral No Doente CríTico
 

Último

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
joaovmp3
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
2m Assessoria
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Gabriel de Mattos Faustino
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
Momento da Informática
 
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Danilo Pinotti
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Momento da Informática
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
Momento da Informática
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
TomasSousa7
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
Faga1939
 

Último (10)

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
 
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
 

Controle GlicêMico Estrito Na Ti

  • 1. CONTROLE GLICÊMICO ESTRITO NA TERAPIA INTENSIVA PLINIO N GOMES CURSO DE T.I. 2009
  • 2. O que sabemos Estudos corroboram a redução de alterações crônicas (rim, neuro, visão): DCCT_ Diabetes Control and Complications Trial Hiperglicemia inicial ou sustentada era biomarcador de gravidade e mau prognóstico (trauma, cirurgia, ave, infarto do miocárdio) Valores da normalidade por faixa etária: Adultos: 80-110 mg/dl; Crianças: 70-100 mg/dl; <1ano: 50-80 mg/dl Limiar renal para glicosúria: glicemia de 215 mg/dl
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6. Leuven (surgical) Study 2001: RCT unicêntrico de pts de TI cirúrgica, foi pioneiro na modificação da meta do controle glicêmico, empregando um protocolo rígido e com alto grau de dificuldade com Insulina Venosa Contínua Redução significativa na IRenalAg, Bacteremia, n Transfusões, tempo de condução nervosa Mort_TI reduziu de 8% para 4,6% e Mort_Hosp reduziu de 10,9% para 7,2% N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 5,1% vs 0,8%
  • 7. Leuven (medical) Study 2006: RCT unicêntrico de pts de TI clínica, empregando mesmo protocolo de 2001 Redução significativa na IRenalAg, tempo_VM, LOS_TI e LOS_hosp Mort_Hosp não modificada: 37,3% para 40% (em análise de sub-grupo com menos ou mais do que 3 dias de TI, houve divergência) N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 18,6% vs 3,1%
  • 8. Glucocontrol Trial 21 centros de TI médico-cirúrgicas A Insulina Venosa Contínua foi implementada até a alta da TI Meta terapêutica de glicemia entre 80-110 levou ao uso de insulina em 66,2% vs 96,3%. O tempo mantido na faixa terapêutica alvo foi semelhante. Estudo interrompido devido a incidência de hipoglicemia: 8,7% vs 2,7% Mortalidade na TI foi semelhante nos 2 grupos: 15,35 vs 17,2% HARM
  • 9. VISEP (clín-cirúrg) Trial 2008: RCT multicêntrico de pts de TI clínica- cirúrgica, combinando protocolo de insulina e tipo de ressuscitação volêmica Protocolo de insulina venosa interrompido devido ao N Hipoglicemia (<40 mg/dl): 17% vs 4,1% Mort_Hosp_90 dias não-estatisticamente significativa: 39,7% vs 35,4% HARM
  • 10. NICE-SUGAR (clín-cirúrg) Trial 2009: RCT multicêntrico de 6104 pts de TI clínica- cirúrgica, empregando protocolo soft de controle glicêmico: tempo sob a curva 115 versus 144 mg/dL Mort_Hosp_90 dias maior no grupo-estudo: RR 1,14 [95% CI 1,02-1,28], 27,5% vs 24,9% No sub-grupo cirúrgico, 2232 pts: RR 1,31 [95% CI 1,07-1,61], 24,4% vs 19,8% N Hipoglicemia (<40 mg/dl) de 6,8% vs 0,5% HARM
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14. Baseado no banco de dados da anzics core cpd- 1as 24 hs admissão de 66184 pts (92,5% do total) (http://creativecommons.org/licenses/by/2.0)
  • 15. Imperfeições observadas do controle glicêmico estrito Rigor de treinamento e vigilância pelo staff da TI, com aumento do stress profissional- resultados são Centro-dependentes Benefício limitado a subgrupos de pacientes (cirurgia cardíaca, mais de 3 dias de LOS_TI) Meta-análise dos estudos anteriores conclui que a HIPOGLICEMIA é uma marcador de eventos adversos e risco de morte Imprecisão dos métodos de análise point-of-care no cenário dos distúrbios prevalentes na TI
  • 16. Imperfeições observadas do controle glicêmico estrito Accu-Check (Roche) Precision (Abbott) Optium (Abbott) ...
  • 17. Imperfeições observadas do controle glicêmico estrito Glucose meters are considerably less precise than blood gas analyzers or The most widely accepted criteria central laboratory analyzers. The for adequate glucose-meter coefficients of variation among 17 performance are that 95% of the glucose meter types were 12–14%, time the result should be within ± with bias between two types as high 20% of the 'true' glucose value at ≥ as 41%. Bias of 41% at a glucose concentration of 8.0 mmol/l is 4.2 mmol/l and within ± 0.83 mmol/l equivalent to 3.2 mmol/l, which is at glucose concentrations < 4.2 twice the difference (1.6 mmol/l) in mmol/l.[10] If a patient has a real mean blood glucose concentrations glucose concentration of 5.3 between the intensive and mmol/l, the acceptable range for a conventional groups observed in meter would be 4.3–6.4 mmol/l NICE-SUGAR. If a glucose meter has (note that 5% of the time the results high bias (that is, consistently could be outside this range.) These reports higher values than the values exceed the range for the patient's actual glucose concentration), the patient will intensive control target of 4.5–6.0 receive too much insulin and might mmol/l set by the NICE-SUGAR develop hypoglycemia. investigators.
  • 18.
  • 19.
  • 20. Recomendações para 2010 Meta do controle glicêmico: <150 mg/dl- SSCampaign 2008 140-180 mg/dl – AACE/ADA Consensus 2009 Protocolo de insulina venosa que contemple fatores críticos de hipoglicemia Estado nutricional e tipo de terapia nutricional Disfunção Renal, Hepática Método dialítico e Corticoterapia