SlideShare uma empresa Scribd logo

Acreditacao hospitalar

Acreditacao hospitalar: definição e outros aspectos.

1 de 56
Baixar para ler offline
Gestão e Gerência em Unidade
Hospitalar
Tema: Acreditação Hospitalar
Equipe:
Alessandra Celly Fernandes Pereira; Cácia Aline Costa Santos; Daiany Maria castro
Nogueira; Francisco Walyson da Silva Batista; Jamila Moura Fraga; Marcela de
Freitas Matos; Mário Incada; Teodora Tchutcho Tavares.
1. O que é acreditação
hospitalar?
Definição
É programa de avaliação externa emerge como possibilidade
de instituir uma cultura de segurança e qualidade no interior de uma
instituição que se empenha em aperfeiçoar continuamente os
processos de cuidado ao paciente e os resultados obtidos,
configurando-se como um caminho para gerenciamento da qualidade
nos serviços de saúde.3
História
O Programa Brasileiro de Acreditação Hospitalar que vem
sendo desenvolvido pelo Ministério da Saúde, dentro do
Programa de Garantia e Aprimoramento da Qualidade em
Saúde, criado pela Portaria GM/MS n.º 1.107, de 14 de junho
de 1995.1
Missão e objetivo
contribuir para assegurar que os cuidados
sejam prestados segundo os melhores padrões
de qualidade, de tomada de decisão e prevenção.
Vale destacar que a acreditação configura-se
como programa essencialmente de educação
continuada e não deve será ser interpretada
como forma de fiscalização.
Diferentes modelos de acreditação hospitalar coexistem no
Brasil, a saber: o modelo da Organização Nacional de
Acreditação (ONA), o proposto pela Joint Commission
International (JCI), o da acreditação canadense e o National
Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO).
Anúncio

Recomendados

Acreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarAcreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarDenise Selegato
 
A Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de Enfermagem
A Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de EnfermagemA Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de Enfermagem
A Qualidade e a Avaliação dos Serviços de Saúde e de EnfermagemCentro Universitário Ages
 
Acreditacao hospitalar pdf
Acreditacao hospitalar pdfAcreditacao hospitalar pdf
Acreditacao hospitalar pdfJuliane Assis
 
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúdeGerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúdeAroldo Gavioli
 
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e PsiquiatriaO papel do enfermeiro em Saúde Mental e Psiquiatria
O papel do enfermeiro em Saúde Mental e PsiquiatriaAliny Lima
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...
Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...
Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...Proqualis
 
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)JONAS ARAUJO
 
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...Maria Stella
 
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptxSocorro Carneiro
 
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeAula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeJesiele Spindler
 
Apresentacao anvisa
Apresentacao anvisaApresentacao anvisa
Apresentacao anvisa07082001
 
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4Aprova Saúde
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)resenfe2013
 
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...Milena de Oliveira Matos Carvalho
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemPedro Miguel
 
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMAula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMLuziane Costa
 
gerenciamento de enfermagem
gerenciamento de enfermagemgerenciamento de enfermagem
gerenciamento de enfermagemjosi uchoa
 

Mais procurados (20)

Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...
Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...
Indicadores para Monitoramento da Qualidade em Saúde - Foco na Segurança do P...
 
Acreditações Hospitalares
Acreditações HospitalaresAcreditações Hospitalares
Acreditações Hospitalares
 
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)
Segurança do paciente e gerencimento de risco (slide)
 
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
 
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
1a Aula- A enfermagem como profissão,_Cnceitos SAE e PE.pptx
 
Sae aula .. (1)
Sae aula .. (1)Sae aula .. (1)
Sae aula .. (1)
 
Auditoria de Enfermagem
Auditoria de EnfermagemAuditoria de Enfermagem
Auditoria de Enfermagem
 
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em SaúdeAula - 1 Processo Trabalho em Saúde
Aula - 1 Processo Trabalho em Saúde
 
Gerência em Enfermagem
Gerência em EnfermagemGerência em Enfermagem
Gerência em Enfermagem
 
Apresentacao anvisa
Apresentacao anvisaApresentacao anvisa
Apresentacao anvisa
 
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4
Teorias de enfermagem e sae atualizado - aula 4
 
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
Diagnósticos de Enfermagem: Uso das Taxonomias (NANDA, NIC, NOC e CIPE)
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
 
Classificação
ClassificaçãoClassificação
Classificação
 
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
 
Qualidade Em SaúDe
Qualidade Em SaúDeQualidade Em SaúDe
Qualidade Em SaúDe
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - Enfermagem
 
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMAula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
 
gerenciamento de enfermagem
gerenciamento de enfermagemgerenciamento de enfermagem
gerenciamento de enfermagem
 
Sae
SaeSae
Sae
 

Semelhante a Acreditacao hospitalar

Acreditação hospitalar
Acreditação hospitalarAcreditação hospitalar
Acreditação hospitalarRodrigo Sousa
 
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...JlioAlmeida21
 
Sistemas de Qualidade em Radioterapia
Sistemas de Qualidade em RadioterapiaSistemas de Qualidade em Radioterapia
Sistemas de Qualidade em RadioterapiaRui P Rodrigues
 
Qualidade e Avaliação dos Serviços de Saúde
Qualidade e  Avaliação dos Serviços de SaúdeQualidade e  Avaliação dos Serviços de Saúde
Qualidade e Avaliação dos Serviços de SaúdeOsmarino Gomes Pereira
 
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinicoGarantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinicoBnb Percussionista
 
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analitica
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analiticaQualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analitica
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analiticaCarina Moita
 
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...Ana Aragão
 
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA AB
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA ABAUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA AB
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA ABEvertonMonteiro19
 
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidade
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidadeCit orientacoes-sistema-gestao-qualidade
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidadesobrinhop
 
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...Senior Consulting
 
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdf
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdfAula-16-Qualidade-em-Saúde.pdf
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdfNSPSoCamiloMacap
 
Apresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_NormasApresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_NormasFatima Morais
 
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na Saúde
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na SaúdeSGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na Saúde
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na SaúdeSGS Portugal
 
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001Adriano Pereira
 

Semelhante a Acreditacao hospitalar (20)

Acreditação hospitalar
Acreditação hospitalarAcreditação hospitalar
Acreditação hospitalar
 
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
 
Sistemas de Qualidade em Radioterapia
Sistemas de Qualidade em RadioterapiaSistemas de Qualidade em Radioterapia
Sistemas de Qualidade em Radioterapia
 
Trabalho da marlene
Trabalho da marleneTrabalho da marlene
Trabalho da marlene
 
Qualidade e Avaliação dos Serviços de Saúde
Qualidade e  Avaliação dos Serviços de SaúdeQualidade e  Avaliação dos Serviços de Saúde
Qualidade e Avaliação dos Serviços de Saúde
 
Acreditacao
AcreditacaoAcreditacao
Acreditacao
 
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinicoGarantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
 
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analitica
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analiticaQualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analitica
Qualidade em analises clinicas hospitalares indicadores da fase analitica
 
ONA
ONAONA
ONA
 
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...
A mensuração da qualidade da assistência de enfermagem realizada por meio da ...
 
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA AB
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA ABAUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA AB
AUDITORIA EM SERVIÇO DE SAÚDE PUBLICA AB
 
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidade
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidadeCit orientacoes-sistema-gestao-qualidade
Cit orientacoes-sistema-gestao-qualidade
 
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...
Como Processos e Protocolos Padronizados Impulsionam o Crescimento de Clínica...
 
ISO 9001
ISO 9001ISO 9001
ISO 9001
 
AULA_Qualidade.ppt
AULA_Qualidade.pptAULA_Qualidade.ppt
AULA_Qualidade.ppt
 
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdf
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdfAula-16-Qualidade-em-Saúde.pdf
Aula-16-Qualidade-em-Saúde.pdf
 
Apresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_NormasApresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_Normas
 
AULA 1 GESTÃO.ppt
AULA 1 GESTÃO.pptAULA 1 GESTÃO.ppt
AULA 1 GESTÃO.ppt
 
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na Saúde
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na SaúdeSGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na Saúde
SGS Academy - Pós-Graduação Qualidade na Saúde
 
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001
BENEFÍCIOS ORGANIZACIONAIS ATRAVÉS DA ISO 9001
 

Último

Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...
Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...
Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...cancela
 
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdf
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdfInstrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdf
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdfalexmeloliveira
 
Rochas e minerais. ( conceito, classificação)pptx
Rochas  e minerais. ( conceito, classificação)pptxRochas  e minerais. ( conceito, classificação)pptx
Rochas e minerais. ( conceito, classificação)pptxrickriordan
 
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...cancela
 
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLARRITADECASSIABONASSI
 
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdf
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdfMatemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdf
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdfcarlos204935
 
Origens Historicas da psicologia experimental.ppt
Origens Historicas da psicologia experimental.pptOrigens Historicas da psicologia experimental.ppt
Origens Historicas da psicologia experimental.pptcleisonpereirapsi
 

Último (7)

Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...
Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...
Identificação de minerais e suas propriedades, 11º ano de escolaridade de bio...
 
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdf
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdfInstrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdf
Instrucoes-de-Instalacao-Software-de-Selecao-VRF-Midea.pdf
 
Rochas e minerais. ( conceito, classificação)pptx
Rochas  e minerais. ( conceito, classificação)pptxRochas  e minerais. ( conceito, classificação)pptx
Rochas e minerais. ( conceito, classificação)pptx
 
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...
quem sou eu_minerais, cartões de pesquisa sobre minerais, 11º ano de escolari...
 
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR
2 ano - Biologia - aula 2 - RADIAÇÃO SOLAR
 
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdf
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdfMatemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdf
Matemática 10 ano apresentação Funções PPT.pdf
 
Origens Historicas da psicologia experimental.ppt
Origens Historicas da psicologia experimental.pptOrigens Historicas da psicologia experimental.ppt
Origens Historicas da psicologia experimental.ppt
 

Acreditacao hospitalar

  • 1. Gestão e Gerência em Unidade Hospitalar Tema: Acreditação Hospitalar Equipe: Alessandra Celly Fernandes Pereira; Cácia Aline Costa Santos; Daiany Maria castro Nogueira; Francisco Walyson da Silva Batista; Jamila Moura Fraga; Marcela de Freitas Matos; Mário Incada; Teodora Tchutcho Tavares.
  • 2. 1. O que é acreditação hospitalar?
  • 3. Definição É programa de avaliação externa emerge como possibilidade de instituir uma cultura de segurança e qualidade no interior de uma instituição que se empenha em aperfeiçoar continuamente os processos de cuidado ao paciente e os resultados obtidos, configurando-se como um caminho para gerenciamento da qualidade nos serviços de saúde.3
  • 4. História O Programa Brasileiro de Acreditação Hospitalar que vem sendo desenvolvido pelo Ministério da Saúde, dentro do Programa de Garantia e Aprimoramento da Qualidade em Saúde, criado pela Portaria GM/MS n.º 1.107, de 14 de junho de 1995.1
  • 5. Missão e objetivo contribuir para assegurar que os cuidados sejam prestados segundo os melhores padrões de qualidade, de tomada de decisão e prevenção. Vale destacar que a acreditação configura-se como programa essencialmente de educação continuada e não deve será ser interpretada como forma de fiscalização.
  • 6. Diferentes modelos de acreditação hospitalar coexistem no Brasil, a saber: o modelo da Organização Nacional de Acreditação (ONA), o proposto pela Joint Commission International (JCI), o da acreditação canadense e o National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO).
  • 8. Princípios Gerais ◆ Organização hospitalar = sistema complexo. Funcionamento de um componente interfere em todo o conjunto e no resultado final ◆ Não se pode avaliar um setor ou departamento isoladamente.
  • 9. Princípios Gerais O processo de Acreditação Hospitalar é um método de: Consenso Racionalização Ordenação das Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares Educação permanente dos profissionais
  • 10. Princípios Gerais Para avaliar a qualidade assistencial da Organização Prestadora de Serviços Hospitalares: Instrumento de avaliação específico Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar 3ª Edição Assegurando o enfoque sistêmico e a avaliação global da Organização.
  • 11. Diretrizes Gerais 1. INSCRIÇÃO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO E CONTRATAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ACREDITADORA Solicitação de informações para o processo de avaliação ◆A Organização Prestadora de Serviços de Saúde manifesta interesse para ser avaliada junto à Instituição Acreditadora; ◆A Instituição Acreditadora coleta as informações necessárias da Organização Prestadora de Serviços de Saúde para formular a proposta; ◆A Instituição Acreditadora encaminha proposta à Organização Prestadora de Serviços de Saúde; ◆A Organização Prestadora de Serviços de Saúde analisa as propostas recebidas.
  • 12. Diretrizes Gerais 2. CONTRATAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ACREDITADORA Solicitação de informações para o processo de avaliação ◆A Organização Prestadora de Serviços de Saúde seleciona uma Instituição Acreditadora. ◆A Instituição Acreditadora envia um questionário preliminar (definido pela Instituição) à Organização Prestadora de Serviços de Saúde e solicita os seguintes documentos: ◇Alvará de funcionamento da Organização Prestadora de Serviços de Saúde; Licença sanitária; Registro do responsável técnico no Conselho Regional de Medicina (CRM). Os custos totais da visita para a Acreditação serão integralmente pagos pela Organização Prestadora de Serviços de Saúde à Instituição Acreditadora.
  • 13. Avaliador, avaliador- líder e equipe de avaliadores
  • 14. Avaliador, avaliador-líder e equipe de avaliadores AVALIADOR - LÍDER AVALIADOR
  • 15. EQUIPE DE AVALIADORES A Equipe de avaliadores ser composta por: Cada equipe deve ter :
  • 17. PROCESSO DE VISITA Firmado o contrato Recolhimento da taxa de inscrição (ONA) Inicio do processo de visita ➢ Instituição Acreditadora terá um prazo de 30 dias, no máximo, (a contar da data de recolhimento da taxa de inscrição) para iniciar o processo de avaliação.
  • 18. PROCESSO DE VISITA Emissão de Relatório de Avaliação Apresentaçã o do relatório Registro de ciência Prazo- 90 dias Ajuste das não conformidad es Solicitação de nova visita Instituição Acreditador a 30 dias para retornar Entrega do novo relatório
  • 19. COLETA DE EVIDÊNCIAS OBJETIVAS Coleta Documentos Observação de atividades Condições das áreas de interesse Entrevistas As informações obtidas em entrevistas devem ser comprovadas através de outras fontes independentes tais como: observação física, entrevista com profissionais operacionais dos serviços, medições e registros.
  • 20. NÃO CONFORMIDADE Ausência ou incapacidade da instituição de saúde em atender os requisitos do padrão ou a norma toda Grande número de conformidades menores Evidencias objetivas disponíveis Não conformidade maior ➢As não conformidades encontradas durante o processo de avaliação podem ser classificadas em não conformidade maior e não conformidade menor.
  • 21. NÃO CONFORMIDADE Falta de cumprimento de requisitos do sistema de qualidade que não implicará em uma quebra do mesmo Adequação ou não implantação de parte da norma de referência Não conformidade menor Observações- intuição e/ou experiência do avaliador que leva a crer em uma não conformidade futura.
  • 22. Término do processo de avaliação
  • 23. TÉRMINO DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO ➢O Processo termina após: ◆Aprovação de Relatório de Avaliação pela Instituição Acreditadora, emissão do Parecer Final sobre o processo de avaliação entregue à organização avaliada; ◆Certificado e Relatório de Avaliação será encaminhado à ONA para fins de homologação; ◆No caso de divergências entre os resultados, a Instituição Acreditadora deverá justificar o seu parecer à ONA.
  • 24. RECURSO E CÓDIGO DE ÉTICA ➢RECURSO ◆A organização avaliada poderá emitir recurso caso não concorde com o resultado do processo de avaliação; ◆Prazo é de 45 dias após do recebimento do Parecer Final da Instituição Acreditadora. ➢ CÓDIGO DE ÉTICA ◆Normas éticas seguidas pela ONA, pelas Instituições Acreditadoras e pelos Avaliadores. ◆Comissão de Ética da ONA é responsável pela fiscalização do cumprimento deste Código de Ética.
  • 26. Instrumento de avaliação ◆O Instrumento de Avaliação é desenvolvido para medir a qualidade da assistência à saúde em todas as Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares. ◆É referencial nacional para ser utilizado pelas Instituições Acreditadoras, credenciadas pela ONA.
  • 27. ◆O Instrumento de Avaliação é composto por sete seções, são elas: I. Liderança e administração; II. Serviços profissionais e organização de assistência; III. Serviços de atenção ao paciente/cliente; IV. Serviços de apoio ao diagnóstico; V. Serviços de apoio técnico e abastecimento; VI. Serviços de apoio administrativo e infra-estrutura; VII. Ensino e pesquisa;
  • 29. NÍVEL 1 - Acreditado - OURO ➢Princípio: SEGURANÇA ◆Para instituições que atendem aos critérios de segurança do paciente em todas as áreas de atividade, incluindo aspectos estruturais e assistenciais; ◆equipe multidisciplinar bem habilitada e capacitada. OBS: Válido por dois anos.
  • 30. NÍVEL 2- Acreditado Pleno - DIAMANTE ➢Princípios: SEGURANÇA e ORGANIZAÇÃO ◆Para instituições que, além de atender aos critérios de segurança; ◆ apresenta gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida; e ◆ plena comunicação entre as atividades. OBS: Válido por dois anos.
  • 31. NÍVEL 3- Acreditado com Excelência - PLATINA ➢Princípios: SEGURANÇA, ORGANIZAÇÃO E PRÁTICAS DE GESTÃO E QUALIDADE - “excelência em gestão”. ◆Uma Organização ou Programa da Saúde Acreditado com excelência atende aos níveis 1 e 2, além dos requisitos específicos de nível 3; ◆ instituição já deve demonstrar uma cultura organizacional de melhoria contínua com maturidade institucional. OBS: Válido por três anos.
  • 33. Presença na organização prestadora de serviços hospitalares de setores, unidades ou serviços não incluídos no instrumento de avaliação Avaliação, levando em consideração os princípios orientadores dos padrões de cada nível Instituição Acreditadora incluirá na equipe avaliadora especialistas da área em tela
  • 34. Ausência na organização prestadora de serviços hospitalares de setores, unidades ou serviços incluídos no instrumento de avaliação Assegurar o atendimento aos requisitos técnicos e éticos do processo de acreditação Enfoque sistêmico e avaliação global da organização
  • 35. Presença de setores, serviços ou unidades constantes no instrumento de avaliação e terceirizados pela organização prestadora de serviços hospitalares Serviços terceirizados Verificação in loco Setores, serviços ou unidades de baixo volume (baixo número de procedimentos, pequena expressão no perfil epidemiológico da organização etc.)
  • 36. Guia de referência para avaliação de serviços, setores ou unidades sem seção ou subseção específica
  • 37. PADRÃO Itens de Orientação: • Responsável Técnico habilitado. • Corpo funcional habilitado e dimensionado adequadamente às necessidades do serviço. • Condições estruturais e operacionais, que atendam aos requisitos de segurança para o cliente (interno e externo).
  • 38. Itens de Orientação: • Manual(is) de normas, rotinas e procedimentos do(s) serviço(s), unidade(s) ou setor(es), documento(s), atualizado(s) e disponível(is). • Profissionais do serviço capacitados. • Grupos de trabalho para a melhoria de processos e integração institucional; • Sistema de análise crítica dos casos atendidos, visando a melhoria da técnica, controle de problemas, melhoria de processos e procedimentos, minimização de riscos e efeitos colaterais, etc. • Procedimento(s) de orientação ao cliente/paciente. • Procedimento(s) voltado(s) para a continuidade de cuidados ao cliente e seguimento de casos.
  • 39. Itens de Orientação: • Sistemas de planejamento e melhoria contínua em termos de estrutura, novas tecnologias, atualização técnico-profissional, ações assistenciais e procedimentos. • Ciclos de melhoria com impacto sistêmico. • Sistema de informação baseado em taxas e indicadores que permitem análises e comparações. • Sistema de aferição da satisfação dos clientes (internos e externos).
  • 40. ONA - ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO?
  • 41. Place your screenshot here “A ONA foi fundada em 1999 por entidades públicas e privadas do setor de saúde. Sua criação está ligada às mudanças que ocorreram após a Constituição de 1988, que definiu a saúde como um direito de todo cidadão.”
  • 42. ONA A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO - ONA é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos que certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, com foco na segurança do paciente.
  • 43. Objetivo O objetivo dessa organização é promover um processo constante de avaliação e aprimoramento nos serviços de saúde e, dessa forma, melhorar a qualidade da assistência no País.
  • 46. 01. O que é acreditação hospitalar? a) É um programa de organização, com critérios pré-determinados criado pelo governo federal. b) É programa de avaliação externa emerge como possibilidade de instituir uma cultura de segurança e qualidade, criado pelas organizações não governamentais c) Trata-se de um método de avaliação voluntário, realizado por um corpo externo autorizado de acordo com critérios pré-determinados pelo Ministério da Saúde. d) É programa de avaliação externa emerge como possibilidade de instituir uma cultura de segurança e qualidade no interior de uma instituição que se empenha em aperfeiçoar continuamente os processos de cuidado ao paciente e os resultados obtidos.
  • 47. 02.Cite no mínimo 3 itens do processo que ocorre para visita e/ou na visita.
  • 49. 04.Quem é responsável pela fiscalização do cumprimento de código da ética da ONA?
  • 50. 05.Cite três níveis de Acreditação Hospitalar e seus respectivos anos de validade?
  • 51. 06.Quais peculiaridades podem surgir no processo de avaliação e visita?
  • 52. 07.Para que é utilizado o instrumento de avaliação?
  • 53. 08. A relação entre avaliador e avaliador-líder?
  • 54. 09. A acreditação hospitalar cede ao avaliado um certificado perpétuo?
  • 55. Referências: 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar/Secretaria de Assistência à Saúde. – 3. ed. rev. E atual. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 2. Organização Nacional de Acreditação. Disponível em: https://www.ona.org.br/Inicial/ acesso em: 10 de novembro de 2017 3. CALDANA, Graziela; GABRIEL, Carmen Silvia. Avaliação do Programa de Acreditação Hospitalar: validação de face e conteúdo. Rev. Bras. Enferm., Brasília , v. 70, n. 1, p. 47-53, Feb. 2017 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 71672017000100047&lng=en&nrm=iso>. Access on 13 Nov. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2016-0184.