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Patologia do Sistema Respiratório

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Aula da profa. Aline Viott - UFPR - 2011

Patologia do Sistema Respiratório

  1. 1. Sistema Respiratório Prof a Aline Viott Patologia Especial
  2. 2. MORFOLOGIA TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR INFERIOR Traquéia - Brônquios Bronquíolos - Pulmão Narinas à Laringe
  3. 3. MORFOLOGIA TR superior TR inferior
  4. 4. HISTOMORFOLOGIA <ul><li>TR superior </li></ul><ul><li>- Epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado </li></ul><ul><li>TR inferior </li></ul><ul><li>Traquéia- Brônquios - Bronquíolos </li></ul><ul><li>- Epitélio pseudo estratificado ciliado com células caliciformes </li></ul><ul><li>Bronquiolos respirat – Alveolos </li></ul><ul><li>- Pneumócitos Tipo I (HEMATOSE) </li></ul><ul><li>- Pneumócitos Tipo II (Surfactante – Regeneração) </li></ul>
  5. 5. HISTOMORFOLOGIA
  6. 6. PATOLOGIA DO TRATO RESPIRATÓRIO <ul><li>VIA AERÓGENA </li></ul><ul><li>- Mais comum ( Animais de confinamento, gases irritantes NH 3 , H 2 S) </li></ul><ul><li>VIA HEMATÓGENA </li></ul>
  7. 7. MECANISMOS DE DEFESA <ul><li>Lençol Muco- ciliar </li></ul><ul><li>- Recobre toda a superfície das vias respiratórias do TR inferior com exceção dos alvéolos </li></ul><ul><li>O muco se move no sentido da laringe através do batimento dos cílios, </li></ul><ul><li>Deglutição </li></ul><ul><li>Tempo (algumas horas – traquéia/ até 24 bronquíolos) </li></ul>
  8. 8. MECANISMOS DE DEFESA <ul><li>Remoção de partículas: </li></ul><ul><li>Partículas com > 10 µm remoção completa </li></ul><ul><li>Partículas com 1 a 2µm deposita-se na junção bronquíolo- alveolar </li></ul><ul><li>ASBESTO 100µm </li></ul><ul><li>Transporte e difusão de Subst. Humorais </li></ul><ul><li>IgA – Interferon – Lizozima - Lactoferrina </li></ul>
  9. 9. ASBESTO
  10. 10. MECANISMOS DE DEFESA <ul><li>Tecido Linfóide Broncoassociado </li></ul><ul><li>Adjacentes as vias aereas </li></ul><ul><li>Linfocitos T e B (IgE, IgM, IgA, IgG) </li></ul><ul><li>BALT (“Linfoid tissue bronquiolar associated”) </li></ul>
  11. 11. MECANISMOS DE DEFESA <ul><li>Flora bacteriana Saprófita </li></ul><ul><li>Macrófagos Alveolares </li></ul><ul><li>Fontes de interferon </li></ul><ul><li>Rápida fagocitose </li></ul><ul><li>Macrófagos intersticiais e Intravasculares (pulmão) </li></ul><ul><li>5. Tosse </li></ul>
  12. 12. CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS
  13. 13. ANOMALIAS CONGÊNITAS <ul><li>Fenda Palatina – Palatosquise </li></ul>BOV SUI Endogamia Pneumonias
  14. 14. ALTERAÇÕES DO METABOLISMO <ul><li>Amiloidose </li></ul><ul><li>- Ocorre em equinos </li></ul><ul><li>Vestíbulo nasal, porções anteriores do septo nasal e os cornetos nasais </li></ul><ul><li>Conseqüências: comprometimento da performance do cavalo e até estenose com sinais de obstrução </li></ul>
  15. 15. ALTERAÇÕES DO METABOLISMO <ul><li>Amiloidose </li></ul><ul><li>- IMAGEM </li></ul>
  16. 16. ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS <ul><li>HIPEREMIA ATIVA – processos inflamatórios </li></ul><ul><li>EPISTAXE </li></ul><ul><li>Rinorragia (cavidade nasal) </li></ul><ul><li>Hemoptise (pulmão) </li></ul>
  17. 17. ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS <ul><li>Causas de Epistaxe </li></ul><ul><li>TRAUMAS (sonda nasogástrica) </li></ul><ul><li>EXERCÍCIO </li></ul><ul><li>Equinos (Hemorragia pulmonar induzida por exercício) </li></ul><ul><li>75%, mas de 1 a 10% apresentam hemorragia </li></ul><ul><li>Diminuição da perfomance </li></ul>
  18. 19. ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS <ul><li>Causas de Epistaxe </li></ul><ul><li>INFLAMAÇÕES: agudas ou crônicas com erosão. Micoses nas bolsas guturais (equinos) </li></ul><ul><li>4. NEOPLASIAS </li></ul><ul><li>5. DIATESES HEMORRÁGICAS </li></ul><ul><li>Trombocitopenias (erliquiose) </li></ul><ul><li>Defc de VTM K </li></ul><ul><li>Intoxicação por dicumarinicos (warfarin) </li></ul><ul><li>Intox aguda por samambaia (bov) </li></ul><ul><li>Septicemias </li></ul>
  19. 20. Rinorragia
  20. 21. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>RINITE </li></ul><ul><li>Processo inflamatório da mucosa nasal </li></ul><ul><li>Fatores predisponentes </li></ul><ul><li>Gases (amônia) </li></ul><ul><li>Poeira </li></ul><ul><li>Baixa Umidade do ar </li></ul><ul><li>CONSEQUENCIAS </li></ul><ul><li>Discretas – Broncopneumonia aspirativa – Tromboflebite intracranial – Abscessos e Meningites por continuidade </li></ul>
  21. 22. Patologia da Cavidade Nasal e Seios Faciais Alterações Inflamatórias RINITES <ul><li>bov, cão, gato e cavalo </li></ul>Cryptococcus neoformans Pneumocystis carinii Fungos Poeira Pólen Ácaros Insetos Corantes Outros Alérgenos Adenovírus Morbillivirus 1 Influenza virus Virais Pasteurella spp Bordetella bronchiseptica Bacterianas
  22. 23. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>Classificação quanto ao curso </li></ul><ul><li>AGUDAS </li></ul><ul><li>CRÔNICAS (proliferativas – polipos nasais) </li></ul><ul><li>CRÔNICO - ATIVAS </li></ul>
  23. 24. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>Classificação quanto ao exsudato </li></ul><ul><li>- SEROSA (translúcido e liquido com poucas céls inflamt e epiteliais. Predispoem infec bacterianas) </li></ul>
  24. 25. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>Classificação quanto ao exsudato </li></ul><ul><li>CATARRAL (aspecto mais viscoso rico em muco) </li></ul><ul><li>CATARRAL-PURULENTA ou muco purulenta: maior concentração de leucocitos. </li></ul><ul><li>EX. Cinomose </li></ul>
  25. 26. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>Classificação quanto ao exsudato </li></ul><ul><li>PURULENTA ( grande quantidade de neutrofilos e céls epiteliais descamadas, geralmente associada a infec bacterianas. Pode haver ulceração da mucosa) </li></ul><ul><li>Ex. garrotilho S. equi </li></ul><ul><li>HEMORRÁGICA </li></ul><ul><li>FIBRINOSA ( pseudodifterica que corresponde a uma placa de fibrina que contem restos de céls e tecidos aderidos a mucosa integra) </li></ul><ul><li>EX. Rinotraqueite infeciosa bovina (HVB-1) </li></ul>
  26. 27. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>IMAGEM HVB-1 </li></ul>PURULENTA CATARRAL - PURULENTA Fibrinosa pseudo difterica
  27. 28. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>Classificação quanto ao exsudato </li></ul><ul><li>FIBRINO-NECROTICA ( semelhante a fibrinosa mas com ulceração da mucosa) </li></ul><ul><li>EX. Difteria dos bezerros F. necrophorum </li></ul><ul><li>- GRANULOMATOSA ( processo inflamatório crônico, geralmente associado a fibrose. Evolução de processos persistentes) Ex. rinosporidiose, aspergilose, criptococose, tuberculose. </li></ul>
  28. 29. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>F. necrophorum imagem </li></ul>FIBRINO-NECROTICA F. Necrophorum
  29. 30. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>RINITE VIRAL DOS SUÍNOS </li></ul><ul><li>“ Rinite por corpúsculo de inclusão” </li></ul><ul><li>Citomegalovírus (hespesvirus) </li></ul><ul><li>Leitões 1 a 5 semanas </li></ul><ul><li>Causa inflamação seromucosa </li></ul><ul><li>Alta MORB e Baixa MORT </li></ul><ul><li>Porcas gestantes podem apresentar mumificação fetal e natimortalidade </li></ul><ul><li>MICRO: grandes CI intranucleares basofilicos. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>RINITE VIRAL DOS SUÍNOS </li></ul><ul><li>imagem </li></ul>Rinite por corpúsculo de inclusão
  31. 32. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>RINITE ATROFICA DOS SUÍNOS </li></ul><ul><li>Multifatorial </li></ul><ul><li>Assoc da P. multocida (tox. D) e B. bronchiseptica </li></ul><ul><li>Rinite por CI, gases nocivos, defc. de Ca </li></ul><ul><li>Predispoem a pneumonias, bx conversão, refugos </li></ul><ul><li>MACRO: atrofia das conchas nasais, desvio, encurtamento, assimetria, epifóra. </li></ul>
  32. 34. Grau 0 Grau 1 Grau 2 Grau 3
  33. 35. Grau de Rinite Atrófica Suína (Segundo Müller e Abbott, 1986)
  34. 37. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>RINOTRAQUEITE INFECCIOSA BOVINA (IBR) </li></ul><ul><li>HVB-1 (HVB 1.1 inflamação do TRSup e aborto; HVB 1.2ª/b vulvovaginite pustular e aborto </li></ul><ul><li>Confinamento, alta densidade populacional </li></ul><ul><li>HV equino 1 (rinopneumonite viral inflam do TRsup e aborto) </li></ul><ul><li>HV felino 1 ( rinite e conjuntivite assoc ao calicivirus felino) </li></ul>
  35. 38. MACRO: rinotraqueite sero mucosa as vezes conjuntivite. Casos graves exsudato mucopurulento, erosões, ulcerações. Pode afetar nasofaringe, laringe e traquéia
  36. 39. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>GARROTILHO </li></ul><ul><li>Contagiosa S. equi subs zooepidermicus </li></ul><ul><li>Inflam do TR sup com abscedação dos linfonodos regionais </li></ul><ul><li>Aderência e internalização do patogeno em céls epiteliais </li></ul><ul><li>Febre, tosse, descarga purulenta nasal,otites por extensão, lesões em nervos cranianos (VII, IX, X, XI e XII) </li></ul>
  37. 40. MACRO: empiema assoc a linfoadenomegalia local
  38. 41. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>MORMO </li></ul><ul><li>Doença de equideos </li></ul><ul><li>Burkholderia mallei </li></ul><ul><li>MACRO: lesões nodulares e ulcerativas na mucosa nasal e pele e nódulos granulomatosos no pulmão </li></ul>
  39. 42. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Principais doenças que cursam com Rinite <ul><li>CRIPTOCOCOSE </li></ul><ul><li>Comum em felinos “nariz de palhaço” </li></ul><ul><li>Cryptococos neoformans </li></ul><ul><li>MACRO: nódulos polipoides ou massas difusas </li></ul><ul><li>RINOSPORIDIOSE </li></ul><ul><li>Rinosporidium seeberi </li></ul><ul><li>Polipos unicos ou bilaterais pedunculados </li></ul><ul><li>Aspecto de couve-flor </li></ul>
  40. 44. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Sinusite <ul><li>SINUSITE </li></ul><ul><li>Inflamação dos seios paranasais </li></ul><ul><li>Dificilmente é detectada clinicamente, a não ser que haja deformidade da face ou formação de fistulas nos ossos ou pele </li></ul><ul><li>CONSEQUENCIAS: Mucocele </li></ul><ul><li>Empiema </li></ul><ul><li>Meningite </li></ul>
  41. 45. ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS Sinusite <ul><li>SINUSITE </li></ul><ul><li>CAUSAS </li></ul><ul><li>RINITE oclusão da drenagem dos seios paranasais </li></ul><ul><li>LARVAS DE OESTRUS OVIS </li></ul><ul><li>PERIODONTITES comum em equinos </li></ul><ul><li>DESCORNA E FRATURAS DE OSSOS DO CRÂNIO </li></ul>
  42. 48. NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS <ul><li>EPITELIAIS </li></ul><ul><li>CARCINOMAS DE CÉLS ESCAMOSAS </li></ul><ul><li>Felinos e equinos </li></ul><ul><li>Origem no seio maxilar </li></ul><ul><li>TUMOR ETMOIDAL ENZOOTICO </li></ul><ul><li>Ovinos, caprinos e bovinos </li></ul><ul><li>Adenocarcinoma </li></ul><ul><li>Causa desconhecida (Retrovirus ?) </li></ul>
  43. 49. NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS MACRO: origem na região etmoidal, massas amareladas, flácidas, friaveis e fétidas que destroem as estruturas adjacentes
  44. 50. NEOPLASIAS DA CAVIDADE NASAL E SEIOS PARANASAIS <ul><li>Mesenquimais </li></ul><ul><li>Fibromas /Fibrossarcomas ( Mais frequentes) </li></ul><ul><li>Condromas/Condrossarcomas </li></ul><ul><li>Osteoma (bovinos e equinos)/Osteossarcomas (cães, gatos) </li></ul>
  45. 51. FARINGE E BOLSAS GUTURAIS
  46. 52. Alterações Inflamatórias <ul><li>Garrotilho </li></ul><ul><li>Faringite crônica dos equinos com hiperplasia linfóide </li></ul><ul><li>Na jovens <5 anos </li></ul><ul><li>PSI </li></ul><ul><li>S. zooepidermicos </li></ul><ul><li>Sem sinais clínicos (bx rendimento) </li></ul>
  47. 55. LARINGE E TRAQUEIA
  48. 56. ALTERAÇÕES CONGÊNITAS Laringe e Traquéia <ul><li>COLAPSO TRAQUEAL </li></ul><ul><li>Achatamento dorso ventral dos arcos traqueais, </li></ul><ul><li>Cães miniaturas </li></ul>
  49. 57. <ul><li>HEMIPLEGIA LARINGEA EQUINA </li></ul><ul><li>- Paralisia da laringe </li></ul><ul><li>- É uma doença característica de eqüinos </li></ul><ul><li>- Caracterizada por uma lesão no nervo laringo-recurrente, devido a um traumatismo ou compressão </li></ul><ul><li>Doença do cavalo roncador </li></ul>ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS Laringe e Traquéia
  50. 58. Lesão no N. Laringo-recurrente Perda local de inervação Atrofia muscular (m. cricoaritenoideo) Prolapso da corda vocal Na maioria dos casos, do lado esquerdo! Causa: trauma(?), compressão(?)
  51. 59. Hemiplegia Laringeana Eqüina
  52. 60. Hemiplegia Laringeana Eqüina
  53. 61. <ul><li>Edema </li></ul><ul><li>Anafilaxia (Hipersensibilidade do tipo I) </li></ul><ul><li>Alergenos – MASTOCITOS - histamina </li></ul>ALTERAÇÕES CIRCULATÓRIAS Laringe e Traquéia
  54. 62. BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS
  55. 63. BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS <ul><li>CORPOS ESTRANHOS </li></ul><ul><li>Materiais solidos (madeira, espinhos, espigas de trigo, capim etc) </li></ul><ul><li>Poeiras </li></ul><ul><li>Sangue (abate) </li></ul><ul><li>Conteudo estomacal e ruminal </li></ul><ul><li>Conseqüências: Bronquites, bronquiolites e Pneumonias </li></ul>
  56. 64. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Sinônimos: Bronquite/Bronquiolite Crônica Enfisema Pulmonar Crônico Obstrução Recorrente de Vias Aéreas BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS
  57. 66. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  58. 67. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
  59. 68. <ul><li>TRAQUEOBRONQUITE INFECCIOSA DOS CAES </li></ul><ul><li>“ Tosse dos canis” </li></ul><ul><li>Etiologia complexa: </li></ul><ul><li>Parainfluenza tipo II </li></ul><ul><li>Adenovirus Canino tipo II </li></ul><ul><li>Cinomose </li></ul><ul><li>Bordetella bronchiseptica </li></ul><ul><li>Baixa letalidade </li></ul><ul><li>Tosse seca </li></ul><ul><li>Predisposição a broncopneumonias em filhotes </li></ul>BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
  60. 70. <ul><li>Classificação de exsudato segue o das rinites </li></ul><ul><li>CONSEQUENCIAS </li></ul><ul><li>- Broncopneumonias </li></ul><ul><li>Broncoestenose </li></ul><ul><li>Bronquiectasia </li></ul><ul><li>Insuficiência respiratória </li></ul>BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Inflamatórias
  61. 71. <ul><li>BROCOESTENOSE </li></ul><ul><li>Estreitamento do Lúmen bronquial </li></ul><ul><li>ETIOLOGIAS </li></ul><ul><li>Bronquites </li></ul><ul><li>Compressões externas (linfon, neoplasias) </li></ul><ul><li>Contração da musculatura lisa (parasitas pulmonares) </li></ul>BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA ENFISEMA
  62. 72. <ul><li>BRONQUIECTASIA </li></ul><ul><li>Dilatação do Lúmen bronquial - BOV </li></ul><ul><li>CAUSAS </li></ul><ul><li>- Acumulo de exsudato no lúmen com enfraquecimento ou destruição da parede bronquial </li></ul>BRÔNQUIOS E BRONQUIOLOS Alterações Diâmetro ATELECTASIA PIOTORAX Broncopneumonia
  63. 73. PULMÕES
  64. 74. Pulmões Alterações post morten <ul><li>Hipostase </li></ul>
  65. 75. Pulmões Pigmentação Anormal <ul><li>MELANOSE – Acumulo de pigmento endogeno “tabuleiro de xadrez” </li></ul>
  66. 76. Pulmões ANTRACOSE <ul><li>ANTRACOSE – Particulas de carvão </li></ul><ul><li>- Pigmento endogeno </li></ul><ul><li>- Grandes áreas urbanas </li></ul><ul><li>- Envolvimento dos linfonodos </li></ul>
  67. 77. Pulmões ANTRACOSE
  68. 78. Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões <ul><li>ATELECTASIA </li></ul><ul><li>Expansão incompleta do pulmão </li></ul><ul><li>LOCALIZADA GENERALIZADA </li></ul><ul><li>* Congênita </li></ul><ul><li>* Adquirida </li></ul>
  69. 79. Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões <ul><li>ATELECTASIA CONGÊNITA </li></ul><ul><li>Natimorto </li></ul><ul><li>Neonatos com movimentos respiratórios fracos </li></ul><ul><li>FOCAL </li></ul><ul><li>MULTIFOCAL </li></ul><ul><li>GENERALIZADA </li></ul>
  70. 80. MACROSCOPIA
  71. 81. Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões <ul><li>ATELECTASIA ADQUIRIDA </li></ul><ul><li>Obstrução </li></ul><ul><li>Compressão do parênquima pulmonar </li></ul><ul><li>FOCAL - neoplasias </li></ul><ul><li>MULTIFOCAL – Broncoestenose </li></ul><ul><li>GENERALIZADA - Pneumotorax </li></ul>
  72. 82. <ul><li>MACRO: </li></ul><ul><li>Área afetada é deprimida com coloração vermelho escura </li></ul>
  73. 83. <ul><li>ENFISEMA </li></ul><ul><li>“ Distensão excessiva e anormal dos alvéolos associado a destruição de paredes alveolares o que caracteriza o excesso de ar nos pulmões” </li></ul><ul><li>PRIMARIO - homem </li></ul><ul><li>SECUNDÁRIO – an. Domésticos </li></ul><ul><li>Alveolar </li></ul><ul><li>Intersticial </li></ul>Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões
  74. 84. Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões <ul><li>ENFISEMA ALVEOLAR </li></ul><ul><li>- Obstrução parcial </li></ul><ul><li>- Comum em animais velhos </li></ul><ul><li>Inspiração – ATIVA </li></ul><ul><li>Expiração – PASSIVA </li></ul><ul><li>MACRO: área aumentada de volume, hipercrepitante, consistência fofa </li></ul>Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - Equinos
  75. 86. Pulmão Alterações do conteúdo de ar nos pulmões <ul><li>ENFISEMA INTERSTICIAL </li></ul><ul><li>- Acumulo de ar nos septos intersticiais </li></ul><ul><li>- Espécies com pulmões septados (Bovinos) </li></ul><ul><li>- Morte agônica (esforço da respiração) </li></ul><ul><li>MACRO: Bolhas de ar nos septos intersticiais (Tipo rosário) </li></ul>
  76. 88. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>CONGESTÃO PASSIVA </li></ul><ul><li>- ICC esquerda </li></ul><ul><li>- Edema pulmonar grave </li></ul><ul><li>- Células da falha cardiaca </li></ul>
  77. 89. Patogenia da ICE: Coração Esquerdo Insuficiente Miocárdio – Vál. Mitral Congestão Pulmonar  Pressão Hidrostática EDEMA PULMONAR
  78. 90. Congestão e Edema pulmonar
  79. 91. Células da Falha Cardíaca
  80. 92. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>EDEMA PULMONAR </li></ul><ul><li>- Acumulo de liquido nos alveolos pulmonares proveniente dos vasos sanguineos </li></ul><ul><li>CAUSAS </li></ul>
  81. 93. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>↑ da Pressão hidrostática </li></ul><ul><li>Edema Cardiogênico </li></ul><ul><li>Hipervolemia </li></ul><ul><li>Edema neurogênico – Lesão do hipotálamo com vaso constrição periférica </li></ul>
  82. 94. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>↑ da Permeabilidade Vascular </li></ul><ul><li>Inalação de gases corrosivos </li></ul><ul><li>Toxemia </li></ul><ul><li>Pneumonias (inflamação) </li></ul>
  83. 95. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>↓ da Pressão oncotica </li></ul><ul><li>Hipoalbuminemia </li></ul><ul><li>Hepatopatias, nefropatias e enteropatias </li></ul><ul><li>Obstrução linfática (rara) </li></ul><ul><li>a) Linfadenites, linfossarcomas </li></ul>
  84. 97. MACRO E MICROSCOPIA
  85. 98. Pulmão Alterações Circulatórias <ul><li>HEMORRAGIA – Septicemias, rupturas de aneurisma, traumas migração de larvas </li></ul>Suíno – SALMONELLA CHOLERASUIS
  86. 99. PULMÕES - ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS <ul><li>PNEUMONIA </li></ul><ul><li>Classificação </li></ul><ul><li>Quanto ao curso: </li></ul><ul><li>Superaguda, aguda, subaguda, crônica </li></ul><ul><li>Quanto ao exsudato </li></ul><ul><li>Catarral, fibrinoso, purulenta, hemorrágica, necrotica, granulomatosa </li></ul><ul><li>- Quanto ao local de inicio do processo </li></ul>BRONCOPNEUMONIA – que se inicia na junção bronquíolo alveolar PNEUMONIA LOBAR – também se inicia na junção bronquíolo alveolar, porém com evolução rápida PNEUMONIA INTERSTICIAL – que se inicia no interstício
  87. 100. BRONCOPNEUMONIA <ul><li>Via de infecção </li></ul><ul><li>AEROGÊNA </li></ul><ul><li>Localização – Crânio Ventral </li></ul><ul><li>Maior turbilhonamento do ar </li></ul><ul><li>Gravidade </li></ul>
  88. 101. BRONCOPNEUMONIA <ul><li>FATORES PREDISPONENTES </li></ul><ul><li>a) Agrupamento de animais – diferentes origens, diferentes status imunitários, maior pressão de infecção; </li></ul><ul><li>b) Comprometimento das defesas pulmonares </li></ul><ul><li>Desidratação </li></ul><ul><li>Frio excessivo </li></ul><ul><li>Infecções virais </li></ul><ul><li>Gases tóxicos (NH 3 , H 2 S) </li></ul><ul><li>Doenças crônicas no pulmão </li></ul><ul><li>An muito jovens ou senis </li></ul><ul><li>Inanição </li></ul>
  89. 102. BRONCOPNEUMONIA CAUSAS Mannheimia haemolytica - Corynebacterium pyogenes-Parainfluenza 3 P.multocida - B. bronchiseptica S.choleraesuis – M.pneumoniae B.bronchiseptica – Klebsiella sp – Streptococcus sp – Staphylococcus sp – E. coli - Cinomose Streptococcus sp – Rhodococcus equi Micoplasma gallisepticum- Newcastle – Bronquite infecciosa – Aspergillus fumigatus
  90. 103. <ul><li>Consolidação ou hepatização pulmonar e ao corte flui exsudato (purulento, muco-purulento) </li></ul><ul><li>FASES </li></ul><ul><li>Congestão </li></ul><ul><li>Hepatização vermelha </li></ul><ul><li>Hepatização Cinzenta </li></ul><ul><li>Resolução (Regeneração) </li></ul>BRONCOPNEUMONIA MACROSCOPIA
  91. 104. FASE DE CONGESTÃO
  92. 105. FASE DE HEPATIZAÇÃO VERMELHA Pneumonia enzootica suína
  93. 106. FASE DE HEPATIZAÇÃO CINZENTA
  94. 107. BRONCOPNEUMONIA Problemas na fase de resolução <ul><li>Aderência </li></ul><ul><li>Atelectasia </li></ul><ul><li>Bronquiectasia </li></ul><ul><li>Abscessos </li></ul><ul><li>Pleurites </li></ul>
  95. 108. BRONCOPNEUMONIA Problemas na fase de resolução ADERÊNCIA
  96. 109. BRONQUIECTASIA
  97. 110. PLEURITE
  98. 112. PNEUMONIA LOBAR <ul><li>Semelhante a broncopneumonia mas, a evolução é mais rápida e o processo é mais extenso. Um lobo ou um hemiorgão inteiramente afetado </li></ul><ul><li>Curso </li></ul><ul><li>Superagudo Agudo </li></ul><ul><li>Exsudato </li></ul><ul><li>Fibrinoso , fibrinopurulento, necro hemorragico </li></ul>BOVINO STRESS - FEBRE DO TRANSPORTE ( M. haemolitica )
  99. 113. PNEUMONIA LOBAR
  100. 114. <ul><li>Foto do gato e coelho </li></ul>
  101. 116. PNEUMONIA LOBAR Complicações <ul><li>São muito frequentes e mais letais que na bronquiopneumonia </li></ul><ul><li>Formação de abscessos disseminados </li></ul><ul><li>Pericardite, peritonite </li></ul><ul><li>Endocardite </li></ul><ul><li>Poliartrite, meningite </li></ul><ul><li>Toxemia e MORTE </li></ul>
  102. 117. PNEUMONIA LOBAR CAUSAS Mannheimia haemolytica Actinobacillus pleuropneumoniae Streptococcus sp Pasteurella multocida
  103. 118. PERICARDITE ABSCESSOS
  104. 119. PNEUMONIA INTERSTICIAL <ul><li>Inicio do processo é nos septos alveolares </li></ul><ul><li>Via Hematogena </li></ul><ul><li>O curso é geralmente crônico </li></ul>
  105. 120. PNEUMONIA INTERSTICIAL Causas <ul><li>INFECCIOSAS </li></ul><ul><li>Viremias, septicemias e parasitemias </li></ul><ul><li>Vírus da cinomose </li></ul><ul><li>Peritonite infecciosa felina </li></ul><ul><li>Salmonelose septicemica (leitões e bov) </li></ul><ul><li>Toxoplasmose </li></ul><ul><li>Migração de larvas de A. suum </li></ul><ul><li>Químicas </li></ul><ul><li>Fumaça </li></ul><ul><li>Toximas endógenas </li></ul><ul><li>Metabolitos urémicos </li></ul><ul><li>Acidose metabolica </li></ul><ul><li>Casos de pancreatite </li></ul>
  106. 121. PNEUMONIA INTERSTICIAL MACRO <ul><li>Consolidação difusa em todo o pulmão principalmente nas porções dorso caudais, consistência elástica. “Pulmão inflado” Impressão das costelas. </li></ul><ul><li>MICRO: presença de células inflamatorias nos septos interalveolares. Lesão predominantemente proliferativa </li></ul>
  107. 123. PNEUMONIA GRANULOMATOSA <ul><li>Doença mais relacionada é a Tuberculose </li></ul><ul><li>Aspergillus sp., Histoplasma capsulatum </li></ul><ul><li>Via broncogênica inicia na junção bronquiolo alveolar </li></ul><ul><li>Bov </li></ul><ul><li>M. bovis; M. tuberculosis. M. avium </li></ul>
  108. 124. Prevalência da Tuberculose Bovina no Brasil determinada através da prova da tuberculina LANGENEGGER, J. et al. Tratamento massal da tuberculose bovina com isoniazida. Pesquisa Veterinária Brasileira . v.11, p.21-23, 1991. Rio Grande do Norte 409 em 932 (43,9%) COELHO, H.E. et al. Tuberculose em bovinos diagnosticada em Uberlândia-MG durante 10 anos (1986-1995). Higiene Alimentar . v.11, p.9-10, 1997. Minas Gerais 65 em 1.131 (5,0%) WANDERLEY, M.S. Produtores e técnicos controlam tuberculose e deixam lição de como enfrentá-la. Balde Branco . p.38-41, janeiro, 1998. São Paulo 4.388 em 6.770 (64,8%) LILENBAUN, W. et al. Tuberculose bovina. Prevalência e estudo epidemiológico em treze propriedades de diferentes sistemas de produção na região dos lagos do Estado do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Medicina Veterinária . v.20, p.120-123, 1998. Rio de Janeiro 207 em 1.632 (12,7%) LEITE, R.M.H. & LAGE, A.P. Controle da tuberculose bovina em bovinos da raça Sindi pelo tratamento com isoniazida: avaliação e análise de custo. Ciências Veterinárias nos Trópicos . v.2, p.21-28, 1999. Paraíba 27 em 107 (25,2%)
  109. 125. A Tuberculose como Zoonose 2,9 milhões óbitos/ano
  110. 126. Necrose caseosa
  111. 129. Pneumonia Trombo-Embolica <ul><li>Consequência da fixação de trombos septicos proveniente de processos infecciosos em outros órgãos </li></ul><ul><li>Bovinos, suínos e caninos </li></ul><ul><li>Causas: endocardite, linfadenite caseosa, </li></ul>
  112. 132. Classificação das Pneumonias Tipo Porta de entrada Distribuição das Lesões Consistência do pulmão Broncopneumonia aerógena Consolidação Crânio- ventral firmes Lobar aerógena Consolidação Crânio- ventral firmes Intersticial Hemátogena Principalmente Consolidação difusa (+ lobos caudais) elástica Granulomatosa Aerógena ou Hematógena Focal ou Multifocal firmes nos granulomas Embólica Hematógena Focal ou Multifocal Dependente do êmbolo
  113. 133. Pneumonias Especiais Pneumonia por ASPIRAÇÃO <ul><li>Grande quantidade de material (liquido) é aspirado e atinge o parênquima pulmonar, </li></ul><ul><li>Patogenicidade do processo depende </li></ul><ul><li>Natureza do material (+ ou – irritativo) </li></ul><ul><li>Grau de patogenicidade (+ ou – bact) </li></ul><ul><li>Distribuição e quantidade de material aspirado </li></ul><ul><li>Broncopneumonia - Pn Lobar – Pn Grangrenosa </li></ul>
  114. 134. Pneumonias Especiais Pneumonia por ASPIRAÇÃO <ul><li>Aspiração de leite (bezerros aliment por balde) </li></ul><ul><li>Aspiração de liquido ruminal </li></ul><ul><li>Aspiração de Exsudato (rinites, traqueites) </li></ul><ul><li>Vômito – morte por espasmo laringo traqueal </li></ul><ul><li>Aspiração de material oleoso (óleo mineral não induz reflexo da tosse) </li></ul>
  115. 137. Pneumonias Especiais Pneumonia HIPOSTATICA <ul><li>Decúbito lateral prolongado </li></ul><ul><li>Congestão hipostatica -> ↑PH -> Edema -> </li></ul><ul><li>↓ Defesas locais ->Infecção por bacterias do TRSuperior </li></ul><ul><li>O hemiórgão como um todo é afetado </li></ul>
  116. 139. Pneumonias Especiais Pneumonia UREMICA <ul><li>Casos de uremia grave </li></ul><ul><li>Pulmão de “pedra pome” </li></ul><ul><li>Mineralização pulmonar </li></ul>
  117. 140. Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA <ul><li>Cursam com consolidação pulmonar e normalmente se localizam nas porções caudais do pulmão </li></ul><ul><li>Tecido lesado pelo parasita sofre infecção bacteriana secundária </li></ul>
  118. 141. Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA <ul><li>BOVINO </li></ul><ul><li>Dictyocaulus viviparus </li></ul><ul><li>EQUIDEOS Dictyolcaulus arnifield </li></ul><ul><li>SUÍNOS </li></ul><ul><li>Metastrongylus salmi </li></ul><ul><li>CANINOS </li></ul><ul><li>Olerus osleris – Crenosoma vulpis </li></ul><ul><li>FELINOS </li></ul><ul><li>Aelurostrongylus abstrusus </li></ul>
  119. 142. Pneumonias Especiais Pneumonia VERMINOTICA Dictyocaulus viviparus
  120. 143. Aelurostrongylus abstrusus
  121. 144. NEOPLASIAS PULMONARES <ul><li>PRIMARIAS </li></ul><ul><li>Cães e gatos senis </li></ul><ul><li>Carcinoma bronquiolo alveolar </li></ul>
  122. 145. NEOPLASIAS PULMONARES <ul><li>SECUNDÀRIAS </li></ul><ul><li>Metastases – Via hematogena </li></ul><ul><li>Tumores de mama – melanoma – hemangiossarcoma - hepatocarcinoma </li></ul>
  123. 147. PLEURA E CAVIDADE TORACICA
  124. 148. Alterações degenerativas <ul><li>MINERALIZAÇÃO DA PLEURA </li></ul><ul><li>- uremia </li></ul><ul><li>Plantas calcinogenicas </li></ul><ul><li>Solanum malacoxylom </li></ul>
  125. 149. PNEUMOTORAX <ul><li>Acumulo de ar dentro da cavidade toracica </li></ul><ul><li>Perda da pressão negativa </li></ul><ul><li>Causas </li></ul><ul><li>Traumatica </li></ul><ul><li>Espontanea (raros – rupturas de bronquios e bronquiolos por alguma patologia) </li></ul>
  126. 151. HERNIA DIAFRAGMATICA
  127. 152. Efusões pleurais não inflamatórias <ul><li>HIDROTORAX </li></ul><ul><li>Edema na cavidade toracica </li></ul><ul><li>ICCdir, hipoproteinemia </li></ul><ul><li>Obstrução linfatica </li></ul><ul><li>Anemia </li></ul><ul><li>Neoplasias </li></ul><ul><li>CAUSAS: atelectasia compressiva (insuficiência respiratória) </li></ul>
  128. 154. Efusões pleurais não inflamatórias <ul><li>HEMOTORAX </li></ul><ul><li>Traumatismos </li></ul><ul><li>Erosão de vasos por neoplasias </li></ul><ul><li>Aneurismas </li></ul><ul><li>Defeitos na coagulação </li></ul><ul><li>CAUSAS: atelectasia compressiva </li></ul>
  129. 156. Efusões pleurais não inflamatórias <ul><li>QUILOTORAX </li></ul><ul><li>- Acumulo de linfa </li></ul><ul><li>Aspecto de leite </li></ul><ul><li>Causa: ruptura do ducto toracico </li></ul><ul><li>Neoplasias – traumatismos – Tosse severa </li></ul>
  130. 158. PLEURITE <ul><li>Vias de acesso </li></ul><ul><li>Extensão de pneumonias </li></ul><ul><li>hematogênica </li></ul><ul><li>linfática </li></ul><ul><li>Penetração traumática </li></ul><ul><li>Ruptura de abscessos </li></ul><ul><li>Esofagites </li></ul>PIOTORAX – acumulo de exsudato purulento na cavidade torácica
  131. 160. PLEURITE <ul><li>Agentes primarios </li></ul><ul><li>*Felinos – PIF (coronavirus) </li></ul><ul><li>*Cães e gatos – Nocardia, Actinomyces, Bacterioides </li></ul><ul><li>*Equinos – Nocardia </li></ul><ul><li>*Bovinos (fetos) – Brucela abortus </li></ul>
  132. 161. NOCARDIA sp.
  133. 162. NEOPLASIAS <ul><li>MESOTELIOMA (rara) </li></ul><ul><li>Pode ser observada em todos os animais domésticos – Cav toracica e abdominal </li></ul>
  134. 163. FELIZ PÁSCOA E BOM FERIADO!!!

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