Política nacional de humanização

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  • Olha, os princípios norteadores não se resumem só a isso. Nas cartilhas divulgadas pelo MS, há pelo menos 7.
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Política nacional de humanização

  1. 1. POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO SUS Enfª Priscila Tenório
  2. 2. O humanizaSUS, como também é conhecida a PNH, foi criada em 2003 e aposta na inclusão de trabalhadores, usuários e gestores na produção e gestão do cuidado e dos processos de trabalho
  3. 3. A comunicação entre os três atores provocam inquietações e perturbações. Estes sentimentos são considerados pela PNH como o “Motor” de mudanças.
  4. 4. O programa de humanização surgiu devido a necessidade de: *Ampliar a discussão da saúde pública com servidores e usuários em busca de propostas para melhorar o sistema; *Trazer a gestão para perto das pessoas; *Melhorar os processos de trabalho; *Aumentar a resolutividade
  5. 5. Humanizar se traduz, então, como inclusão das diferenças nos processos de gestão e cuidado. Tais mudanças são construídas de forma coletiva e compartilhada
  6. 6. A PNH se estrutura a partir de: * Princípios; * Diretrizes; * Método; * Dispositivos.
  7. 7. PRINCÍPIOS: Entende-se o que causa ou força a ação, ou que dispara um determinado movimento. *Transversalidade; * Indissociabilidade entre atenção e gestão; *Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos coletivos.
  8. 8. PRINCÍPIOS *Transversalidade: -Aumento do grau de comunicação intra e intergrupos.
  9. 9. *Indissociabilidade entre atenção e gestão: -Alteração dos modos de cuidar inseparável dos modos de gerir e se apropriar do trabalho.
  10. 10. *Protagonismo, corresponsabilidade e autonomia dos sujeitos coletivos: -As mudanças na gestão e na atenção ganham maior efetividade quando produzidas pela afirmação da autonomia dos sujeitos envolvidos, que contratam entre sí responsabilidade compartilhadas nos processos de gerir e de cuidar.
  11. 11. Diretrizes: Entende-se as orientações gerais de determinada política. *Acolhimento; * Gestão participativa e cogestão; *Ambiência; *Clínica ampliada e compartilhada; *Valorização do trabalhador; *Defesa dos direitos do usuários.
  12. 12. Diretrizes *Acolhimento: é dar acolhida, admitir, aceitar, dar ouvidos, dar crédito a, agasalhar, receber, atender, admitir (ferreira,1975). Ou seja, uma atitude de inclusão.
  13. 13. Diretrizes O acolhimento não é um espaço ou um local, mas uma postura ética. Desse modo é que o diferenciamos de triagem, pois ele não se constitui como uma etapa do processo, mas como uma ação que deve ocorrer em todos os locais e momentos do serviço de saúde.
  14. 14. O acolhimento é um modo de operar os processos de trabalho em saúde, de forma a atender a todos que procuram os serviços de saúde. Ou seja, requer prestar um atendimento com resolutividade e responsabilização. Encaminhando para a continuidade da assistência quando necessário e articulando com estes serviços para garantir a eficácia desses encaminhamentos.
  15. 15. O conceito de acolhimento se concretiza no cotidiano das práticas de saúde por meio da escuta qualificada e da capacidade de pactuação entre a demanda do usuário e a possibilidade de resposta do serviço. Todos os profissionais de saúde fazem acolhimento!
  16. 16. Acolhimento com classificação de risco: Tem como objetivo: Adequar o tempo /resposta em que o paciente será visto pelo médico ou outros profissionais através da identificação das prioridades clínicas Facilitar a gestão da clínica de cada paciente e a gestão do serviço como um todo. O método consiste em: 1. Identificar a demanda 2. Identificar o paciente 3. Descrever a situação 4. Avaliar sinais e sintomas 5. Gerar um resultado
  17. 17. Acolhimento com classificação de risco Fluxos de Atendimento x CR Área de Emergência Vermelho: prioridade zero – necessidade de atendimento imediato. Laranja: prioridade 1: sem risco iminente de morte (até 15”) Área de Pronto Atendimento Amarelo: prioridade 3 – urgência, atendimento o mais rápido possível, preferencialmente imediato Verdes: prioridade 4 – atendimento médico por ordem de chegada. Azuis: prioridade 5 – (atendimento por outros profissionais, curativos, medicações, inalação, agendamento de consultas)
  18. 18. Ambiência e Fluxos EMERGÊNCIA Acolhimento Área Vermelha Observação Observação criticos não criticos PRONTO ATENDIMENTO Acolhimento Classificação de Risco Amarelo Verde Azul
  19. 19. Diretrizes *Gestão participativa e Cogestão: é o modo de administrar que inclui o pensar e o fazer coletivo. Para a realização dos objetivos de saúde é necessário incluir trabalhadores, gestores e usuários dos serviços em um pacto de corresponsabilidade.
  20. 20. Diretrizes O modelo de gestão que a PNH propõe é centrado no trabalho em equipe, na construção coletiva(planeja quem executa) e em espaços coletivos que garantem que o poder seja de fato compartilhado, por meio de análises, decisões e avaliações construídas coletivamente.
  21. 21. Diretrizes Cogestão significa a inclusão de novos sujeitos no processo de gestão. Assim ela seria exercida não por poucos ou alguns, mas por um conjunto mais ampliado de sujeitos que compõe a organização. Todos são gestores de seus processos de trabalhos!
  22. 22. Diretrizes A cogestão proporciona uma corresponsabilização, uma vez que as produções de tarefas são derivadas de pactos entre os sujeitos. Isto resulta em melhor e mais produção em saúde.

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