Curso de recepção mofra - pps

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Curso desenvolvido na XXIV Semana da Fraternidade em Belo Horizonte 2011

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Curso de recepção mofra - pps

  1. 1. CURSO DE RECEPÇÃO
  2. 2. Introdução• Temos notado que principalmente nestes últimos 2 anos o espiritismo está cada vez mais em destaque na mídia que vem explorando temas espíritas em novelas, filmes, minisséries (A cura), Nosso Lar, E a Vida Continua(André Luiz) , As Mães de Chico Xavier, teatros com peças lotadas há vários anos em São Paulo.• Isto faz com que as pessoas fiquem “curiosas” (sabemos que nada é por acaso!) e procurem cada vez mais as Casas Espíritas.
  3. 3. IntroduçãoA necessidade de informação é cada vez maior;São maiores as exigência das pessoas;Há um grande desejo de saber mais;Existe o medo de fraudes e mistificações;Todos querem participar, se envolver.Aí entra a TAREFA-AMOR.
  4. 4. O MOFRA – MOVIMENTO DA FRATERNIDADEFraternidade é a prática do “Amai-vos uns aosOutros” Jo 13:34Objetivos:Os objetivos do Movimento da Fraternidade sãoa evangelização, a espiritualização e oaprimoramento do Espírito em evolução,encarnado e desencarnado, em sintonia com aEspiritualidade Maior e efetivamenteparticipando na construção do “Brasil, Coraçãodo Mundo, Pátria do Evangelho”.
  5. 5. O MOFRA – MOVIMENTO DA FRATERNIDADEA ação do Movimento da Fraternidade estáfundamentada na Proposta de Trabalho trazida pelaEspiritualidade em 16 de outubro de 1949 e sintetizadano PROGRAMA DE TRABALHO PERMANENTE - PTP.Este Programa, em sua essência, alerta e sinaliza parauma compreensão mais espiritualizante dos deveres daCasa Espírita.O MOVIMENTO DA FRATERNIDADE - MOFRA, sob aCoordenação da OSCAL, é o somatório dos Grupos daFraternidade Espírita, da Cidade da Fraternidade e dasdemais associações de caráter filantrópico e culturalfiliadas, obedecendo aos fundamentos daautossuficiência.
  6. 6. OSCAL Seu propósito é coordenar e orientar asatividades dos Grupos da Fraternidade naimplantação do Programa de Trabalho Permanente -PTP, mantendo-os em constante contato econduzindo a todos para um grande programa deimplantação da fraternidade nos corações e para aconstrução espiritual da Cidade da Fraternidade. Sua missão é unir criaturas conscientes que,sob a égide de Jesus Cristo, se propõem a espalhar,à luz da Doutrina Espírita, a verdade do Evangelho ea praticá-la junto aos irmãos em humanidade.
  7. 7. REGIÕES FRATERNASOs Grupos das Fraternidades Espíritas (GFE)afins ao Movimento da Fraternidade - MOFRAencontram-se divididos em 13 RegiõesFraternas.Exemplos:Grupo Scheilla está na 4ª RFGFE Irmã Veneranda está na 5ª RF
  8. 8. PTP – Programa de Trabalho Permanente da OSCAL* Estudo, divulgação e Ensino da DoutrinaEspírita e do Evangelho;* Assistência Social Espírita;* Tarefa de Passes;* Formação de Ambientes Espiritualizantes.
  9. 9. COORDENAÇÃO DE INTEGRAÇÃO FRATERNA - FRA1. Ajustamento recíproco e dinâmico dos fraternistas do GFE;2. Organização de atividades culturais, eventos e reuniões comemorativas;3. Divulgação do Movimento da Fraternidade junto aos fraternistas do GFE;4. Publicação de informações e de notícias do GFE e do Movimento da Fraternidade;5. Relacionamento do GFE com o Grupo Coordenador da Região Fraterna a que pertença;6. Integração com outros Grupos de Fraternidade Espírita (GFE) locais (da mesmaregião fraterna) e inter-regionais;7. Representação da Cidade da Fraternidade junto aos fraternistas do Grupo;8. Presença do GFE em encontros regionais do Movimento da Fraternidade, bem como emoutros encontros espíritas;9. Organização de caravanas do Grupo aos encontros nacionais dos GFE e da Semana daFraternidade;10. Encaminhar, à Cidade da Fraternidade, fraternistas dispostos a integrarem àquelacomunidade, aceitando suas normas, diretrizes e regulamento;11. Secretaria executiva da Região Fraterna, quando o Grupo estiver investido dasfunções de Coordenador da respectiva região;12. Participação nas atividades de unificação do espiritismo local.
  10. 10. O RECEPCIONISTA E O GFE ORGANOGRAMA
  11. 11. AGF – CRA – CAD – COORDENAÇÕES – funções e responsabilidadesAGF – CRA – COM – CAD – organização do GrupoEDU – ASE – MED – CG – coordenações das diversas áreas de atuaçãoFRA – INTEGRAÇÃO FRATERNAO COLEGIADO DA FRA É O SEGUINTE:• CIF – INTEGRAÇÃO DE FRATERNISTAS – ATIVIDADES CULTURAIS,EVENTOS E COMEMORAÇÕES, SEMINÁRIOS, ETC.• CIMO – INTEGRAÇAO COM O MOFRA -• CIA – INTEGRAÇÃO ARTÍSTICA• EVENTOS• COMUNICAÇÃO E JORNAL – CARTAZES, BANNERS, SITE• RECEPÇÃOTrabalhamos unidos em todas as atividades: num evento – cartazes,música, comunicação c/MOFRA, recepção.
  12. 12. Regimento InternoFINALIDADE DO REGIMENTO INTERNO• Padronizar a sistemática de elaboração, aprovação, emissão, controle e revisão de regimentos internos (Ris) no GFEIS.• Registro – Documento que evidencia a execução de uma determinada atividade, trazendo dados sobre a mesma.• Associado ou Fraternista: Trabalhador do GFEIS devidamente cadastrado nos termos do Estatuto Social.
  13. 13. A Recepção na Casa Espírita Importância do AfetoTeoria das Necessidades Humanas:A cada dia sentimos a solidão, o isolamentotomar conta de nossas vidas. Nesteencarceramento íntimo, deixamos de conviver enos tornamos tristes, amargos, desanimados,depressivos, abrindo espaço, inclusive parainfluências espirituais negativas.Na busca de resolver este estado de espíritoprocuramos a Casa Espírita.
  14. 14. A Recepção na Casa Espírita Importância do AfetoTRATAMENTO DIFERENCIADOPesquisas realizadas pela Psicologia Social demonstramque as pessoas sentem necessidade de serem tratadascomo únicas. Muitas vezes, o que leva a um atendimentoinadequado, não é a falta de conhecimento destaatividade específica, nem a ausência de conceitosteóricos do comportamento, mas sim uma percepçãodistorcida das pessoas, das situações e até de sipróprio. Quem define recepção como trabalho de rotinaerra na base do conceito, reduzindo uma função vital amero aglomerado de regras e procedimentos que nãoacompanham a dinâmica do processo.
  15. 15. A Recepção na Casa Espírita Importância do AfetoComo receber estas pessoas? Como tratá-las comafeto, respeito, carinho?O Movimento da Fraternidade estabeleceexatamente este amor fraterno entre irmãos. Agrande responsabilidade dos GFE no acolhimentodas pessoas, sejam tarefeiros, frequentadorese/ou assistidos.A partir do momento que deixamos o afeto tomarconta de nossos corações, a alegria se instala, nossoser ganha novo ânimo (“Tenha bom Animo” – Jesus)e queremos dar o nosso melhor ao nosso irmão. Istoé fraternidade. Esta é a tarefa do GFE.
  16. 16. Afeto – Objetivos EspecíficosConsigo mesmo: estou sendo afetuoso comigo?Afeto X CondescendênciaCom a família: núcleo aonde trabalhamos emprimeiro lugar o afeto.Na Sociedade: no dia a dia (trabalho, escola,familiares, amigos) como está nossa demonstraçãode afeto?No GFE: como colocar afeto em nossas tarefas, notrato com o público frequentador e assistido.Com o Planeta: tenho colocado afeto em minhasatitudes com o planeta, material e espiritualmente?
  17. 17. AMOR – Alimento das AlmasO afeto é um dos pilares do desenvolvimentohumano saudável. Uma habilidade que abrelargas portas para a entrada do Amor, porqueser afetivo é laborar com o sentir.Aprender a amar é pois a competência essencialque deveria fundamentar quaisquer conteúdosde nossas escolas espirituais. Aprender a amarao próximo, aprender a amar a si, aprendera amar a Deus.
  18. 18. Aprender a Amar Amar é uma aprendizagem. Conviver é uma construção. Não existe Amor ou desamor à primeira vista, e sim simpatiaou antipatia. Amor não pode ser confundido com um sentimentoocasional e especialmente dirigido a alguém. Devemos entendê-locomo O Sentimento Divino que alcançamos a partir daconscientização de nossa condição de operários na obra universal,um “estado afetivo de plenitude”, incondicional, imparcial ecrescente. Ninguém ama só de sentir. Amor verdadeiro é vivido. Oatestado de Amor verdadeiro é lavrado nas atitudes de cada dia. Sentir é o passo primeiro, mas se a seguir não vêm as açõestransformadoras, então nosso Amor pode estar sendo confundido comfugazes momentos de felicidade interior, ou com os tenros embriõesdos novos desejos no bem que começamos a acalentar recentemente. Amor não é empréstimo Divino para o homem e sim aquisiçãode cada dia na aprendizagem intensiva de construir relacionamentospropiciadores de felicidade e paz.
  19. 19. Aprender a Amar Espíritas que somos temos bons motivos para crerna força do Amor, enquanto a falta de razõesconvincentes tem induzido multidões de distraídos aosprecipícios da dor, porque palmilham em decidida quedapara as furnas do desrespeito, da lascividade, dainfidelidade, da vingança e da injustiça, em decrépitasformas de desamor. A terapêutica do Amor é, sem dúvida, a melhor emais profilática medicação do Pai para seus filhos nacriação. Compete-nos, aos que nos encontramos à míngua depaz, experimentá-la em nossos dias, gerando fatosabundantes de Amor, vibrando em uníssono com as sábiasdeterminações cósmicas estatuídas para a felicidade do serna aquisição do glorioso e definitivo título de Filhos de Deus.
  20. 20. Educação do Afeto• Conhecer os sentimentos.• Adquirir o controle sobre as reações emocionais.• Saber conviver harmoniosamente com os sentimentos maus.• Saber revelar seus sentimentos com assertividade: é a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto, de modo a não violar o direito das outras pessoas.• Exercitar a sensibilidade.• Expressar o afeto na convivência.
  21. 21. A Caridade Abracemos cada “pedinte” como nosso filhoou irmão, e ofereçamo-lhe a oportunidade deintegrar a nossa família espírita, fazendo parte danossa família espiritual, refestelando-se conoscodos banquetes de luz e Amor que o Espiritismo nospropicia, fortalecendo-o para regressar maisanimado e esperançoso em dias melhores junto aosseus. Passemo-lo o nosso bem-estar, contando ashistórias felizes que inclinaram-nos às diretrizesespíritas.
  22. 22. A Caridade• Recepciona-os, valorizando.• Atende-os, orientando.• Integra-os, promovendo.Valorização, orientação e promoção constituem umprograma educacional de amplas possibilidades, equando conseguimos vencer tais etapas sob oamplexo do afeto fraternal, ensejamos aos novostrabalhadores a coragem para o recomeço, para o“batismo” de um novo homem, para “reencarnar naencarnação” retomando seu planejamento originalantes de seu regresso ao corpo carnal, resgatandoseus sonhos...
  23. 23. Importância do afeto e da disponibilidade em ajudar – Recepção FraternaGrupos harmonizados entre si têm o coração aberto aos quechegam, e tornam-se “convites vivos” para que outrosparticipem dos ágapes de sua instituição, já constituindo essapostura afetiva um benefício expressivo no atendimento àsdores alheias.Nessa hora da existência surge o centro espírita qual“salva­vidas” no tempestuoso mar das provações,apresentando uma proposta preenchedora de paz e estímulo anovos caminhos. A alma então começa procurar a si mesma.Travando o contato doloroso com sua intimidade, dilacerada,pobre, doente. Por isso, as instituições espíritas, na pessoa deseus dirigentes e trabalhadores, devem se dar conta daresponsabilidade que é receber e encaminhar os corações quelhe batem à porta, famintos de luz e apoio.
  24. 24. Importância do afeto e da disponibilidade em ajudar – Recepção Fraterna O passo inicial para a composição de grupos fraternaisocorre naquele momento da recepção amiga e fraterna. Alideixamos a primeira impressão de nossa família, de nossogrupamento. Nesse instante, estamos confortando a dor do peitooprimido e a um só tempo cativando o desabrochar do futurotrabalhador. Os elos da confiança se estabelecem e, daí para aamizade, basta somente um gesto de ternura. Receber bem no centro espírita é nossa obrigação comoespíritas, faz parte da moral cristã de abraçar a todos comoirmãos e amigos, e, sobretudo, é o dever de qualquer instituiçãoque se digna a prestar serviços junto a sociedade. Valorizar o atendido é exprimir afeto e confiança, o quevalerá por mil palavras. Além do que essa postura vai auxiliá-lo naautoconfiança em vencer suas mazelas que o levaram ao centroespírita.
  25. 25. Importância do afeto e da disponibilidade em ajudar – Recepção Fraterna• Recebendo com Amor, falamos do Evangelho.• Atendendo com carinho, divulgamos o Espiritismo.• Integrando com respeito, oferecemos à vida a chance de perpetuar o ciclo, multiplicando as fontes de doação.Quanto melhor a acolhida, melhor será aintegração, mais plena de consciência individualquanto aos novéis deveres assumidos, trazendo porconseqüência frutos mais valorosos e alegrias paratodos.
  26. 26. A Recepção e o RecepcionistaRecepção - é o ato de receber a pessoa que procura umainstituição.Recepcionista - é o colaborador encarregado do atendimento.CONCEITO• Ato ou efeito de receber ou acolher pessoas, que aportam à Casa, valorizando integralmente quem chega, mediante fraterna acolhida, orientando-as quanto às possibilidades que a Casa dispõe para atendê-los.“Na verdade, na verdade vos digo que se alguém recebero que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe amim recebe Aquele que me enviou” JESUS – João, 13:20.
  27. 27. A Recepção e o RecepcionistaPreparação do recepcionista: Conhecer e praticaros fundamentos da Doutrina Espírita e doEvangelho de Jesus (oração, leituras edificantes,confiança em Deus). Cultivar a fé, a simplicidade, adiscrição e a boa vontade, não descuidando dareforma íntima.Postura do Recepcionista: uso do crachá, colete,pontualidade e assiduidade, equilíbrio emocionalConhecer bem a funcionalidade do Grupo daFraternidade
  28. 28. Fases da RecepçãoATENDER – envolve desde o cuidado com o ambiente físico ao própriocomportamento de polidez do recepcionista que deverá saber receber, evitandodistância - aproximar-se sem criar superioridade ou formalismo, prestar atenção nosolicitante concentrando-se em ouvir bem, prestando a atenção nas reações dooutro.RESPONDER – não significa tão somente devolver a resposta do que foi perguntado,é identificar e confirmar com o solicitante a sua necessidade principal.PERSONALIZAR – é o momento de destacar o outro no meio de todos. Se você jáatendeu e respondeu adequadamente, personalizar será um sucesso, implantando nooutro o amor e a confiança.ENCAMINHAR (orientar) - é a parte mais fácil se o recepcionista conhece bem aDoutrina e a Casa onde frequenta cabendo-lhe organizar suas informações de formaclara e precisa e a partir daí o solicitante deverá traçar um plano de ação o qualdeverá seguir por conta própria e com a certeza que, diante de qualquer dúvida,poderá voltar ao recepcionista.
  29. 29. Competências do Recepcionista• Percepção• Cortesia• Gentileza• Respeito• Facilidade em se relacionar com pessoas• Sensibilidade• Discrição• Saber ouvir• Fatores que impedem de ouvir
  30. 30. Requisitos para a TarefaTécnicos:• Conhecer bem a função de recepcionista.• Ter senso de organização.• Conhecer bem o Grupo da Fraternidade.• Conhecimento bem estruturado da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus caracterizado pelo firme e reconhecido propósito de vivência dos seus ensinamentos.• Estar atento à sua atividade, a fim de não interferir em outras tarefas da CASA, evitando conversas paralelas
  31. 31. Requisitos para a TarefaAspectos psicológicos• Facilidade de se relacionar com outras pessoas. “Gostar de Gente!”• Memorizar fisionomias e nomes.• Equilíbrio para não se irritar com a agitação dos locais de grande movimento de pessoas.• Discernimento para não se perturbar diante de situações, como as de lidar com pessoas revoltadas, alcoolizadas, obsidiadas.• Conhecimento para não absorver para si problemas alheios, na ânsia de resolvê- los.• Saber ouvir com máximo interesse e toda a paciência o que lhe for exposto, a fim de possibilitar uma criteriosa tomada de posição.• Ser cortês - Atender usando de afabilidade a todos que adentram à Casa independente de raça, credo, cor, posição social.• Abordagem segura - Muitas vezes o frequentador fica inibido diante do Centro Espírita. Deve-se dirigir a ele nos seguintes termos: “Deseja alguma coisa?”, “É a primeira vez que vem a este local?”, “Em que posso servi-lo?”, etc.• Atender de imediato - Lembrar que, para quem espera, um minuto parece muito.
  32. 32. Requisitos para a TarefaAspectos éticos• Responsabilidade – Lembrar sempre que está representando a Doutrina Espírita.• Pontualidade e Assiduidade - o compromisso assumido na tarefa é fundamental para os dois planos da vida.• Honestidade – Exemplo de amor• Discrição – tanto na fala, como na vestimenta.
  33. 33. O Apoio à Reunião PúblicaDo exercício da tarefa de Apoio à Reunião Pública, o Recepcionistadeverá sempre:• Auxiliar no que for preciso àqueles que sobem escadas, têm dificuldade de locomoção ou têm alguma necessidade especial encaminhando-os silenciosamente a se acomodarem no salão.• Estar atento à harmonia do ambiente: cuidando para que crianças não fiquem batendo as cadeiras ou mesmo conversas paralelas, que acontecem às vezes no fundo do salão e acabam atrapalhando de alguma forma a Reunião Pública. Tudo com muito tato e fraternidade.• Auxiliar a Coordenação da Reunião Pública nas eventualidades ocorridas após o início da Reunião, tais como levar um recado, acender/apagar luzes/ventilador, cuidar das janelas quanto a vento, sol, chuva, etc.
  34. 34. Atendimento TelefônicoAlgumas dicas para ajudar você:• As expressões: “por favor,”, “às ordens”, “muito obrigada” são muito úteis.• Se uma palavra apresentar dificuldade de pronúncia, diga-a devagar, para ter garantia de que foi compreendida.• Procure não variar o volume de sua voz, evitando gritar ou falar baixo demais, o que faria com que o interlocutor tivesse dificuldade para entendê-lo.• Seguro o fone direito, mantendo-o cerca de 5 cm de distância de seus lábios.• Deixe o telefone tocar, no máximo, três vezes. Isso demonstrará sua cortesia para com o outro.• Se alguém ligar errado, você deverá confirmar o nome e o número do GFE para evitar engano. SEJA CORTÊS.• Atenda aos companheiros e tarefeiros da Casa como se fossem “visitas”. Eles também merecem excelente tratamento.• Evite passar telefone e endereço de irmãos tarefeiros e dirigentes do GFE sem a devida autorização dos mesmos, bem como a devida identificação do solicitante. Se o solicitante insistir na solicitação, informe dia e hora que tal tarefeiro possa ser encontrado na Casa e agende o encontro.
  35. 35. BibliografiaBIBLIOGRAFIA CONSULTADA(1) CHILDS, H. L. - Relações Públicas e Opinião Pública. Rio de Janeiro, USAID, 1964.(2) PILARES, N. - Atendimento ao Cliente - O Recurso Esquecido. São Paulo, Livraria Nobel (Livros Sumariados), 1988.(3) FEESP (ÁREA FEDERATIVA). Complemento do Manual RODSE.(4) NASCIMENTO, J. V. E OUTROS. - Apostila para o Curso de Entrevistador Espírita, CEI.(5) BIBLIA SAGRADA – Tradução de João Ferreira de Almeida – Edição Revista e Corrigida(6) O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Alan Kardec – capítulo XI(7) Obras de Emmanuel(8) AMOR, IMBATÍVEL AMOR - Divaldo Franco – Joanna de Ângelis(9) LAÇOS DE AFETO – Wanderley S.de Oliveira – Ermance Dufaux(10) QUEM SABE PODE MUITO. QUEM AMA PODE MAIS – Wanderley S. de Oliveira – José Mário(11) Atendimento Telefônico: Vagner Molina (Internet)
  36. 36. BibliografiaLEITURAS RECOMENDADAS• Movimento da Fraternidade – Célio Alan Kardec de Oliveira – 1998• Site do MOFRA – www.mofra.org.br• Site do Grupo Scheilla – www.gruposcheilla.org.br• Estatuto da OSCAL• Estatuto do Grupo Scheilla• Regimentos Internos das tarefas do Grupo Scheilla.• Obras Póstumas – Alan Kardec - Projeto 1868.• Materializações Luminosas – Rafael Ranieri• Materializações Luminosas – Dante LabareCurso de Capacitação e Atualização de Tarefeiros da Recepção – Esta apostila é uma singelacontribuição do GFE Irmã Scheilla – FRA/COR para o Curso de Preparação do Tarefeiro da Recepção.

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