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Recife, Julho de 2020 - Ano V - nº 61
CH Notícias
Recife, Julho de 2020 - Ano V - nº 61
CH Notícias
Meus queridos amigos e irmãos, ainda em plena pandemia, este mês de julho faz a humanidade recordar a data histórica da
“Queda da Bastilha” (Data magna da Revolução Francesa em 14 de julho de 1789), uma data paradigmática para toda a huma-
nidade!
Mas o 14 de julho, para todos nós da querida Casa dos Humildes, representa o lançamento do nosso querido noticioso, o CH No-
tícias, que veio revolucionar e inaugurar uma nova fase na divulgação da nossa amada instituição!
A Revolução em France só foi possível, também por ser panfletária, com seus tabloides e sua prensa quente e afiada na convicção
mais firme sobre um mundo novo que se iniciava sob o auspício do lema imortal: Libertè, Egalitè, Fraternitè!
Então com muita honra e alegria a Casa dos Humildes comemora o 14 de julho da sua “Revolução”, os 6 anos ininterruptos do
seu “Tabloide do Amor”, um noticioso que nasceu e continua sendo obra do idealismo coletivo de seus membros, movidos pelo
mesmo lema imortal da bandeira desfraldada de antanho: Libertè, Egalitè, Fraternitè!
Que Jesus, nosso Mensageiro Celeste da Boa nova, abençoe ao CH Notícias por mais um ano de vida
Um Beijo n’alma!
Bruno Tavares
Meus queridos amigos e irmãos, ainda em plena pandemia, este mês de julho faz a humanidade recordar a data histórica da
“Queda da Bastilha” (Data magna da Revolução Francesa em 14 de julho de 1789), uma data paradigmática para toda a huma-
nidade!
Mas o 14 de julho, para todos nós da querida Casa dos Humildes, representa o lançamento do nosso querido noticioso, o CH No-
tícias, que veio revolucionar e inaugurar uma nova fase na divulgação da nossa amada instituição!
A Revolução em France só foi possível, também por ser panfletária, com seus tabloides e sua prensa quente e afiada na convicção
mais firme sobre um mundo novo que se iniciava sob o auspício do lema imortal: Libertè, Egalitè, Fraternitè!
Então com muita honra e alegria a Casa dos Humildes comemora o 14 de julho da sua “Revolução”, os 6 anos ininterruptos do
seu “Tabloide do Amor”, um noticioso que nasceu e continua sendo obra do idealismo coletivo de seus membros, movidos pelo
mesmo lema imortal da bandeira desfraldada de antanho: Libertè, Egalitè, Fraternitè!
Que Jesus, nosso Mensageiro Celeste da Boa nova, abençoe ao CH Notícias por mais um ano de vida
Um Beijo n’alma!
Bruno Tavares
Leia todas as edições do CH Notícias no Blog:
blogchnoticias.blogspot.com.br
Amizadeterapia – Joanna de Ângelis
(...)
O ser humano é essencialmente sociável, encontrando, nos rela-
cionamentos proporcionados pela amizade, estímulos e objetivos
para crescer moral e espiritualmente.
Sem dúvida, a amizade é portadora do calor necessário para fazer
germinar os sentimentos que se encontram adormecidos no imo
do ser, ao tempo em que se irradia com energias benéficas em fa-
vor daquele com o qual se relaciona.
(...)
A amizade prolonga a existência física e embeleza as emoções.
(...)
Amigos são bênçãos que devem ser cultivadas com carinho, respei-
to e consideração.
(...)
A amizade pura tem sido responsável por incontáveis glórias do
processo evolutivo da humanidade.
(...)
Sê amigo, doando-te quanto possas, mantendo conversações salu-
tares, joviais e desfrutarás de bem- estar.
A convivência na amizade é razão para evitar o vazio existencial, a
saturação, desde que seja autêntico o sentimento.
A amizade prolonga a alegria de fruir-se a existência física.
Amizade que produz bem-estar e auto realização, é processo tera-
pêutico para uma reencarnação exitosa.
Livro Jesus e Vida de psicografia de Divaldo Pereira Franco, ditado
pelo espírito Joanna de Ângelis
MENSAGEMMENSAGEM
Pág 01
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Pág 03
Pág 05
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Pág 06
Pág 06
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Pág 08
A AMIZADE – Estímulo ao crescimento moral e espiritual
O ser humano é essencialmente sociável,
encontrando, nos relacionamentos proporcionados
pela amizade, estímulos e objetivos para crescer
moral e espiritualmente.
(Joanna de Ângelis)
Nos últimos meses o CH Notícias tratou de algumas relações que favorecem a nossa evolução espiritual, quais sejam: a
relação com os familiares e a relação com o companheiro(a) afetivo(a), todas formas de amor que nos ajudam a formar nossa
identidade espiritual.
Esse mês falaremos de uma outra forma de amar, mais leve, mais prazerosa, que realmente nos faz querer dar algo de bom
que existe em nós: a amizade e a relação de amigos.
O Dicionário Houaiss define amizade como “sentimento de grande afeição, de simpatia por alguém não necessariamente uni-
do por parentesco ou relacionamento sexual”.
Desse modo, fácil perceber que a amizade atende plenamente a dois objetivos do espírito: o bem-estar e o progresso individu-
al, porque o convívio com pessoas amigas preenche nossa fatal necessidade de intercâmbio afetivo; bem como possibilita formas
de crescimento pessoal que talvez não possam ser encontradas em outros tipos de relacionamento.
No capítulo 7, da parte que trata das Leis Morais do Livro dos Espíritos, intitulado “Lei de Sociedade”, as questões 766, 767
e 768 colocadas por Allan Kardec são enfáticas da necessidade da vida social, resumindo Kardec as lições da Espiritualidade, na
seguinte afirmação: “Nenhum homem tem as faculdades completas. Pela união social, eles se completam uns pelos outros para
assegurar seu bem-estar e progredir. Por isso, tendo necessidades uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não iso-
lados”.
Logo deduzimos que é a amizade que irá proporcionar essa convivência e a troca de expe-
riências entre os seres para que possamos progredir na escalada da evolução.
O prisma da amizade pode ser analisado em diversos níveis, sendo necessário reconhecer
suas distinções, para que possamos dar o devido valor a cada experiência:
Há os amigos:
por conveniência – ocorre entre os indivíduos que, rotineiramente, trocam pequenos favo-
res: vizinhos, colegas de trabalho, participantes de um grupo em comum;
por interesses pessoais – acontece entre aqueles que mantêm atividades semelhantes: companheiros do esporte, do estudo,
do trabalho social;
amigos históricos – refere-se a pessoas que desfrutaram de um relacionamento mais intenso na infância ou na adolescência.
Os anos passaram, cada um seguiu o seu caminho, mas o contato, ainda que esporádico, permaneceu;
amigos de gerações diferentes – quando o mais jovem dá ânimo ao mais velho, e este, por sua vez, orienta aquele com sua
experiência de vida;
amigos íntimos – entre aqueles que, emocional e fisicamente (encontrando-se, correspondendo-se, conversando ao telefone)
cultivam uma relação de profunda intimidade, revelando, uns aos outros, muitos de seus mais secretos pensamentos e sentimen-
tos, bem como dificuldades, desejos, temores...
Seja qual for o nível de amizade, inegável que essa experiência exige de nós, dentre tantos sentimentos, o de lealdade e hu-
manidade.
Humanidade em reconhecer que o outro é tão falho quanto nós.
Lealdade em saber ouvir, amparar e até mesmo entender possíveis afastamentos.
Como espíritas, devemos entender que muitas vezes o afastamento físico é uma oportunidade de tecer outras teias de conhe-
cimentos e amizades, alcançando por isso o objetivo maior de construirmos uma sociedade mais solidária, mesmo diante das
muitas diferenças existentes.
No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XI - Amar ao Próximo Como a Si Mesmo, item 9, os Espíritos nos fazem refletir
sobre isso, pois nos vinculamos a um pequeno circulo de amigos e esquecemos que a reencarnação é justamente para aumentar
os laços entre as pessoas, para amarmos a outras pessoas que ainda não estão em nossos vínculos mas que podemos partilhar
o afeto.
“Há pessoas a quem repugna a reencarnação, com a ideia de que outros venham a partilhar das afetuosas simpatias de que
são ciosas. Pobres irmãos! o vosso afeto vos torna egoístas; o vosso amor se restringe a um círculo íntimo de parentes e de ami-
gos, sendo-vos indiferentes os demais. Pois bem! para praticardes a lei de amor, tal como Deus o entende, preciso se faz chegueis
passo a passo a amar a todos os vossos irmãos indistintamente. A tarefa é longa e difícil, mas cumprir-se-á: Deus o quer e a lei
de amor constitui o primeiro e o mais importante preceito da vossa nova doutrina, porque é ela que um dia matará o egoísmo,
qualquer que seja a forma sob que se apresente, dado que, além do egoísmo pessoal, há também o egoísmo de família, de casta,
de nacionalidade. Disse Jesus: “Amai o vosso próximo como a vós mesmos.” Ora, qual o limite com relação ao próximo?”.
O efeito do cultivo da amizade é a paz e a harmonia na convivência. Isso não significa a ausência de momentos de dificuldades
e desprazer. O que ocorre é que, no verdadeiro relacionamento amigo, os momentos de desencontros sempre são superados
pela grandeza de sentimentos e de propósitos que um indivíduo nutre em relação ao outro.
Nesse sentido, o espírito Cairbar Schutel, no livro Fundamentos da Reforma Íntima, pondera sobre a importância de com-
preendermos no que consiste a amizade real, que, como tudo na vida, não nasce pronta; ao contrário, necessita de cuidados e
Joana d’Arc
Joana d’Arc nasceu no vilarejo de Domrémy, na região de Borrois, França, no dia 6 de janeiro de 1412. Filha dos camponeses
Jacques d’Arc e Isabelle Romée, tinha três irmãos e uma irmã.
Joana não aprendeu a ler, nem escrever. Ajudava o pai no trabalho na terra e na criação de carneiros. Foi criada seguindo os
princípios da fé católica e com 12 anos teve sua primeira revelação divina que dizia: “Ides e tudo será feito segundo as vossas
ordens.”
Por onde ela andasse a voz a acompanhava, ordenando, sugerindo e encorajando: “É preciso expulsar os ingleses da França.”
Afirmou ainda ter visto o arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida, que apareceram numa grande luz e cujas vozes
ela também ouvira.
Contexto histórico
A história de Joana d’Arc é parte da história de uma guerra que durou cem anos, entre a França e a Inglaterra, a partir de 1337.
Os ingleses obtiveram uma vitória decisiva e em 1415 foi assinado o Tratado em Troyes.
Segundo o tratado, metade da França passava para o domínio de Henrique V, rei da Inglaterra, ficando a metade francesa sob
o governo de Carlos VI.
Morrendo Carlos VI, foi coroado rei da França, o filho de Henrique V, um inglês, mas para os franceses o rei mesmo era Carlos
VII, filho do falecido monarca.
Joana d’Arc à frente do Exército
Joana d’Arc acreditando na voz e na ordem que ouvia, em 1429, com 16 para 17 anos, saiu
de sua aldeia e dirigiu-se à corte de Carlos VII, que fora nominado “rei de Bourges”, em alusão
às reduzidas proporções de seus domínios.
Joana d’Arc foi recebida pelo capitão Robert de Baudricourt, que convencido pela jovem, a
levou para o castelo de Chinon, onde estava o rei. Joana foi interrogada por bispos e cardeis e
convencera a todos sobre sua missão e suas visões.
Carlos VII ao saber do caso, decidiu por Joana à prova. Na hora da entrevista, vestiu outras
roupas e fez um de seus ministros sentar-se no trono. Joana entra, atravessa todo o salão e
para diante do verdadeiro rei e diz: “Em nome de Deus, sois vós o rei! Se fizeres como vou orde-
nar, os ingleses serão expulsos e vós sereis reconhecido por todos como rei da França.”
Joana ganha confiança de Carlos VII, que lhe entrega o comando de um pequeno exército
para socorrer Orléans, então sitiada pelos ingleses. Chegando à cidade, Joana intimou o ini-
migo a render-se: “Voltai a vosso país. Deus assim o quer! O reino da França não vos cabe, mas a Carlos! Eu sou uma enviada de
Deus e minha tarefa é expulsar-vos daqui! Deus me dará a força necessária para repelir vossos ataques!”
Os soldados ingleses não deram importância e Joana ordenou ao exército que atacasse. Após apenas nove dias de ação, a ba-
talha terminou com um resultado favorável aos franceses e Orleans foi libertada, elevando assim a reputação de Joana a condição
de heroína nacional aos olhos do povo francês.
Seguiu-se uma série de vitórias militares para as forças de Carlos VII, que permitiram sua coroação como rei na Catedral de
Reims em 17 de julho de 1429. Como resultado, a moral da população francesa melhorou e a maré da Guerra dos Cem Anos
começou a virar em favor dos franceses.
Prisão e morte
Em maio de 1430, Joana retoma a campanha militar e tenta libertar a cidade de Compiègne, perto de Paris, que estava domi-
nada pelos borgonheses, aliados dos ingleses. Na batalha, Joana é presa e entregue aos ingleses, com o objetivo de levá-la para
que fosse julgada pela Santa Inquisição, o mais elevado tribunal da Igreja na França.
O tribunal reuniu-se pela primeira vez em fevereiro de 1431, com a presença do Bispo, um partidário do Duque de Borgonha,
aliado à Inglaterra.
atenções:
“Ser amigo é uma arte. Saber ser amigo é um dom. Por que o homem não medita o quão amigo é, ou poderia ser, do seu
semelhante? Entender o que é e o que significa amizade é um bom passo na solução dos problemas cotidianos que o cercam.”
A partir desse entendimento, temos na amizade um sentido superior, calcado na mais pura solidariedade, de tal modo que
o amigo representa aquela pessoa com a qual se pode contar como mão amiga nos momentos difíceis, sem qualquer risco de
desconfiança ou de interesses outros.
Amigo é o companheiro de jornada evolutiva (encarnado ou desencarnado) capaz de contribuir, desinteressadamente, para a
felicidade do outro, obviamente no que diz respeito aos valores reais, não aos transitórios. Segundo Jesus, “ninguém tem maior
amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13)
Ana Paula Macedo
Seu julgamento foi uma verdadeira tortura, acusada de herege e feiticeira, depois de meses de julgamento, Joana foi conde-
nada à fogueira por heresia.
Finalmente, a execução se deu na Praça do Mercado Vermelho, em Roeun, no dia 30 de maio de 1431, com 19 anos. Seu cabelo
foi raspado e, por temerem a reação do povo, 120 homens armados a escoltam até o local.
Ela foi atada a um poste e a fogueira acesa. Quando as chamas a envolveram, ela exclama: “Sim, minhas vozes eram de Deus!
Minhas vozes não me enganaram.” Era a prova inequívoca da mediunidade que lhe guiara a trajetória terrena. Suas cinzas foram
jogadas no rio Sena para evitar adorações.
Depois de 15 anos, o papa Calixto III manda publicar o evidente erro do tribunal e a inocência de Joana d’Arc, que é reabilitada
de todas as acusações e torna-se a primeira heroína da nação francesa. Em 1909, Joana é beatificada por Pio X e canonizada por
Bento XV, no dia 16 de maio de 1920.
Joana d’Arc é atualmente uma dos nove padroeiros da França. Ela permanece
uma figura popular no país e pelo mundo, sendo retratada em inúmeras peças de
literatura, pinturas, esculturas e outras formas de arte, sendo figura central no traba-
lho de vários escritores, artistas, cineastas e compositores famosos.
Joana d´Arc e o Espiritismo
Pode-se dizer que duas obras espíritas dão a verdadeira dimensão do que foi a
vida de Joana d´Arc à luz do espiritismo.
A primeira é o livro Palavras do Infinito de Humberto de Campos, psicografado
por Chico Xavier, onde nos é revelado que Joana foi Judas em sua vida pretérita. Assim nos diz o espírito/repórter ao entrevistar
o espírito de Judas: “...Depois da minha morte trágica submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri
horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus e as minhas provas culminaram em uma fogueira
inquisitorial, onde imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição deixei na Terra os derradeiros
resquícios do meu crime, na Europa do século XV. Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos
e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações
na Terra, sentido na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...”
Percebemos então pequenas semelhanças na missão de Joana com a vida de Jesus: a salvação de um povo (e nesse caso lite-
ralmente pela espada); a traição daqueles que ela ajudou; seu julgamento sem oportunidade de defesa e seu suplício na fogueira.
De fato vemos aqui o ciclo de causa e efeito, sendo concluído e libertando o espírito de culpas e dores carregadas por milênios.
O outro livro, de autoria de Léon Denis, Joana d´Arc Médium, publicado em Paris, França, em 1912, aborda com impressionante
riqueza de informações os fenômenos mediúnicos de voz direta, de vidência e de premonição na vida missionária de Joana d’Arc.
Inspirado pela própria Joana e com a lucidez que o notabilizou ao longo de mais de 60 anos a serviço da divulgação do Espiri-
tismo, Léon Denis deu à “Donzela de Lorena” sua real dimensão no conturbado período da Guerra dos 100 anos, entre a França
e a Inglaterra.
Na época da publicação do livro existiam contradições gritantes entre os “místicos” e os “históricos”, que estavam desfiguran-
do a grandeza das ações da extraordinária heroína nesse conflito que mudou os rumos da França, preparando-a para os feitos
do futuro, ao propiciar condições para o surgimento, mais tarde, do glorioso período do Iluminismo, que abriria as portas da
liberdade do pensamento, a fim de que a Revelação Consoladora, por intermédio de Allan Kardec, pudesse erguer a bandeira
alvinitente dos tempos novos.
Mais do que uma narrativa biográfica, “Joana d’Arc Médium” objetiva comprovar, de forma inconteste, a presença da Espiritu-
alidade Superior influenciando as decisões da “Virgem Guerreira” nos grandes momentos de sua vida.
Joana d’Arc é uma das grandes figuras da França, que se ergue na História como uma imensa contradição, no entanto, não é um
mistério para os espíritas. É um modelo eminente de quase todas as faculdades mediúnicas, cujos efeitos, como uma porção de
outros fenômenos, se explicam pelos princípios da doutrina, sem que haja necessidade de lhes buscar a causa no sobrenatural.
Ela é a brilhante confirmação do Espiritismo, do qual foi um dos mais eminentes precursores, não por seus ensinamentos, mas
pelos fatos, tanto quanto por suas virtudes, que nela denotam um Espírito superior.
Ao final, para firmar seu compromisso com o Cristianismo Redivivo, no capítulo XXXI de O Livro dos Médiuns, vindo a lume no
ano de 1861, quando o Codificador reúne Dissertações Espíritas, confere à de Joana D’Arc o número 12, onde ela se dirige aos
médiuns, em especial, concitando-os ao exercício da mediunidade. Recomenda-lhes, ainda, que confiem em seu anjo guardião e
que lutem contra o escolho da mediunidade que é o orgulho. Conselhos que ela, em sua vida terrena, na qualidade de médium,
muito bem seguira.
Pesquisa realizada por Ana Paula Macedo
Fontes:
https://www.ebiografia.com/joana_darc/
https://ipeak.net/site/estudo_janela_conteudo.php?origem=6123&idioma=1
http://www.mundoespirita.com.br/?materia=joana-darc-medium
https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Joana-DArc.pdf
NA FRENTE DO BEM
Irmão X
Conta-se que, em certa ocasião, na casa dos apóstolos de Jesus, em Jerusalém, o trabalho de atendimento aos necessita-
dos havia recrudescido. Simão Pedro era o alvo das solicitações e das aflições. Petitórios e queixas. Quantos haviam escutado
referências ao nome de Jesus e aos prodígios de amor que o Mestre realizara, vinham de longe... E suplicavam. E clamavam...
Muitos traziam querelas, outros carreavam perturbações. Não raro, irmãos em demanda familiar, entravam em rixa ali mesmo,
no recinto da fraternidade, trocando injúrias e pescoções. Viajantes em extremo desespero abordavam a generosa moradia,
implorando consolação. Muitas vezes, os rogos se degeneravam em gritaria e palavrão, frustrando a tranquilidade do santuário.
De vez que assumia a direção do grupo, era Pedro quem mais socorria os infelizes, mas, por isso mesmo, era mais intensamente
policiado pelos olhos da crítica. E as censuras contra ele desbordavam, aqui e além. Por que consentia em receber tanta gente
desorientada? Como se entregava a delinquentes, quando se sabia responsável pela instituição? Com que razões articulava tan-
tas gentilezas, em favor de pessoas evidentemente desclassificadas? Por que cercar-se de tantos tipos considerados malfeitores?
Ante a onda de reprovações que se fazia sempre mais alta, Tiago, filho de Alfeu, o lidador do Evangelho mais vigorosamente agar-
rado aos textos antigos, procurou Simão e comunicou-lhe a decisão de afastar-se. Não tolerava a situação que categorizava por
desequilíbrio e desordem. Dali em diante, habitaria um tugúrioi
isolado na saída para Jope. Aspirava à meditação e ao repouso.
Ansiava por sossego na vida espiritual... Simão tentou acalmá-lo, prometeu condições melhores em futuro próximo, apequenou-
se e pediu a reconsideração do companheiro. Tiago, porém, foi inflexível. Em dias rápidos, promoveu a mudança e encasulou-se
em risonha choupana, rodeada de verdura e batida de sol. Ali se confiava ao estudo dos apontamentos evangélicos, tratava de
flores, admirava os insetos e louvava o Senhor, através das orações de hora certa. Escoaram-se os dias, semanas, meses... Tiago,
insulado em quietude e reflexão, recordava Jesus com inexprimível saudade... Tantas vezes, vira o Mestre, gloriosamente redivi-
vo, depois da morte... Por que não lhe reaparecia Jesus, agora que se consagrara a mais profundo recolhimento? Não se achava
ali, plenamente disponível, entre o silêncio e a oração?!... Uma noite surgiu em que a ausência do Mestre mais lhe pesava na
alma... Concentrou-se em rogativas, lembrou-o e chorou... E chorava, quando viu alguém, a se lhe abeirar do refúgio, banhado
de luar... O desconhecido vinha de passo ligeiro, como quem fazia o seu próprio caminho, varando a noite... Extasiado, o apóstolo
reconheceu o itinerante que, afinal, se lhe revelou, aureolado de luz. Era o Cristo de Deus. O discípulo ajoelhou-se e alongou os
braços para recolhê-lo com mais largueza de júbilo. O augusto viajor, no entanto, passou por ele, sem deter-se. O filho de Alfeu
levantou-se, de espírito opresso, correu-lhe no encalço e gritou: -Senhor! Senhor!... Acaso, não me vês o coração mortificado de
saudade? Onde vais que não me vês a necessidade de ti? Jesus voltou, abraçou-o, de leve e comunicou-lhe, num sorriso: - Tiago,
estás a salvo de lutas e tentações... A virtude te abençoa no recanto de paz. Vou ao encontro de Pedro, a fim de aliviar-lhe o fardo
de humilhações e de lágrimas, no amparo aos nossos irmãos!... Dito isso, o Celeste Benfeitor prosseguiu viagem... Tiago, entre-
tanto, naquela mesma noite, reuniu os pertences pobres num carro de mão e retornou ao pouso antigo. Bateu à porta que se lhe
abriu, acolhedora, e abraçando Pedro que lhe veio ao encontro, pode apenas dizer: “Eu estou aqui.”
Fonte: Do livro Fé, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
Imagem captada da internet
Pesquisa feita por Mônica Porto
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i
Tugúrio - habitação pequena e pobre; choupana, choça, casebre, abrigo, refúgio.
Noite Estrelada
Nossa compreensão da natureza humana vem sendo desvendada sutilmente nas últimas décadas. Fenômenos incompreen-
didos são revelados e muitos aspectos de nossas faculdades cognitivas, que antes fugiam do controle da razão, são claramente
explicados pela ótica espírita.
Um quadro muito intrigante e conhecido do grande gênio da pintura Vincent Van
Gogh, Noite Estrelada, vem chamando a atenção de alguns especialistas. Essa pintura, ao
contrário das outras obras do artista, que as confeccionava ao ar livre, foi feita, de memó-
ria, quando o mesmo estava internado em um hospital psiquiátrico no interior da França.
Nela, além de observarmos suas cores brilhantes e intensas é notório como o desenho
do céu foi realizado sob intensas curvas que dão a ideia de movimento circular como um
torvelinho.
Van Gogh, foi um artista atormentado em sua maturidade, mas antes disso, passou por
um período de intensa atividade religiosa, entrando em íntimo contato com as escrituras
sagradas, a exemplo de seu pai, um pastor protestante. Era de uma personalidade altruísta e desprendida, que em determinada
fase de sua vida viveu a vida dos mineiros do carvão para ensinar a palavra de Deus e até certo ponto se desprendeu dos seus
bens para alimentar essa tão sofrida classe.
Em 2004, imagens do telescópio espacial Hubble, constataram formas turbulentas em redemoinho de poeira e gás cósmicos.
Essas imagens chamaram a atenção de alguns físicos e matemáticos que encontraram semelhanças com o referido quadro de
Vincent. Esses estudiosos buscaram uma relação matemática entre as turbulências dos fenômenos naturais e as criações de Van
Gogh, para isso usaram a propriedade de luminância, luminância, muito frequente nas obras impressionistas, e as compararam
com as relacionadas aos fenômenos de turbulência da natureza, incluindo as dos gases e líquidos e descobriram que a pintura
pintura de Van Gogh obedece essa mesma lei de construção em escalas, algo muito à frente de seu tempo.
Na questão 401 de O Livro dos Espíritos, nos é esclarecido que o “Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os
laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais di-
reta com os outros Espíritos.” Conclusões a parte, e levando nossa compreensão a luz espírita, nos deparamos com uma provável
explicação de emancipação da alma e reprodução de suas viagens. Nessa época Vincent vivia num processo patológico mental
distópico, entre episódios de alucinações e sanidade. Sua incompreendida sensibilidade era retratada pela sua arte em reproduzir
a natureza e a beleza das cores, como uma forma de expressar a obra de Deus em seus quadros. “Sua obra ilustra um arquétipo
universal, em que o luminoso transcende a tela e o pincel do artista vira expressão do poder criador do cosmo.”
Guttemberg A. C. Cruz
ORAÇÃO NOSSA
Senhor, ensina-nos:
a orar em esquecer o trabalho,
a dar sem olhar a quem,
a servir sem perguntar até quando,
a sofrer sem magoar seja a quem for,
a progredir sem perder a simplicidade,
a semear o bem sem pensar nos resultados,
a desculpar sem condições,
a marchar para frente sem contar os obstáculos,
a ver sem malícia,
a escutar sem corromper os assuntos,
a falar sem ferir,
a compreender o próximo sem exigir entendimento,
a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração,
a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento.
Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como
precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós.
Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente,
aquela de cumprir-Te os desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre.
Emmanuel
Fonte: Preces e Orações – Chico Xavier / Espíritos Diversos
Amizade e Reencarnação
“Não fazemos amigos, reconhecemo-os.” (Vinícius de Moraes)
Em julho é celebrado o dia da amizade, esse sentimento tão sublime que podemos construir ao nos relacionar com nosso
próximo, olhando-o mais de perto, reconhecendo suas imperfeições, que muitas vezes se assemelham as nossas, exercitando a
benevolência sem obrigações impostas por laços consanguíneos. Com o estudo da doutrina espírita, compreendemos que por
sermos Espíritos imortais, com diversas passagens pela matéria, ao longo dessas passagens, vamos criando também laços de
afeição.
No livro II, capítulo II do Livro dos Espíritos, Kardec indaga aos Espíritos na pergunta 132, qual o objetivo da encarnação, rece-
bendo a resposta: “Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. (...)”. E como não poderia ser de
outra forma, dentro de sua infinita sabedoria, Deus nos permite o reencontro com os seres que cativamos, e que nos cativaram
para que possamos nos auxiliar mutuamente, na trilha do desenvolvimento de nossa perfeição.
Assim como disse um dado autor: “nos tornamos eternamente responsáveis por aqueles os quais cativarmos”, eis então a
necessidade de vivência do evangelho a cada instante de nossa existência. Com os entes mais próximos agimos com mais autenti-
cidade, nem sempre sendo amáveis e, portanto, com a possibilidade de magoá-los, podendo vir a criar situações difíceis de serem
solucionadas e que podem levar ao surgimento de processos obsessivos desencadeados pela mágoa. Logo, desenvolvamos a
consciência de nossa responsabilidade cristã com o amor que despertarmos.
Ingrid Cavalcanti
Bibliografia do Pentateuco
05 livros fundamentais na Doutrina Espírita
Por Allan Kardec
Bruno Tavares Expositor Espírita
www.blogdobrunotavares.wordpress.com
Associação Espírita Casa dos Humildes
www.casadoshumildes.com
Presidente: Ivaneide Amorim.
Vice-Presidente: Iale de Oliveira.
Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares.
Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho.
Edição: Ana Paula Macedo, Bruno Tavares, Gut-
temberg Cruz e Mônica Porto.
Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti.
EXPEDIENTE
CH Notícias
Nº 61 – Circulação mensal
Distribuição on-line
Recife-PE, 25/Junho/2020
CONTATO
Rua Henrique Machado, nº 110
Casa Forte - Recife/PE
(81) 30485922
casadoshumildes.com
blogchnoticias.blogspot.com.br
chnoticias@yahoo.com.br
chnoticias2015@gmail.com
O mundo e a sociedade têm avançado bastante e de muitas formas, seja na
ciência e tecnologia, como no pensamento ético e sociológico, ampliando
cada vez mais os horizontes da vida e enriquecendo o ser humano de conhe-
cimentos valiosos.
Entretanto, essas evoluções vieram acompanhadas de grandes problemas,
como o aquecimento global, que prejudica as diversas formas de vida, as
ambições por poder e prazer, a perda de valores espirituais.
Nestas páginas, psicografadas por Divaldo Franco, a mentora Joanna de Ân-
gelis discorre sobre esses temas e apresenta, com a clareza e humildade de
sempre, mensagens inspiradas nas palavras de Jesus, o Sábio Pedagogo para
o comportamento ideal diante desses acontecimentos, o Caminho, a Verda-
de e a Vida.
Com base em sua vasta experiência no intercâmbio com o plano espiritual,
Hermínio Corrêa de Miranda contribui, de forma inestimável, para todos os
que se dedicam ou planejam se dedicar aos irmãos sofredores, seja como
médiuns, seja como esclarecedores.
O autor dedica esta obra aos leitores que participam de sessões mediúnicas
e desempenham funções no trabalho de assistência fraternal aos Espíritos
desencarnados, sugerindo técnicas e recursos eficazes para o desenvolvi-
mento do diálogo entre o comunicante e o esclarecedor.
Oferece, ainda, orientações sobre a formação do grupo, o preparo e a edu-
cação de seus componentes encarnados.
Boa Leitura!
Segunda-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Curso de Passe
Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM
Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade
Terça-feira
(a cada 15 dias)
19 h 45 min
EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita
Quarta-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo
Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação
Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação
Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual.
Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”.
Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais.
Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão.
Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa.
Sexta-feira
19 h 30
Reunião Pública de Estudos Espíritas:
1ª Sexta do mês: André Luiz;
2ª Sexta: Emmanuel;
3ª sexta: Allan Kardec;
4ª sexta: Bezerra de Menezes.
Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita.
Domingo 16 h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.
ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA
Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. Todos os domingos – 8 h.
Evangelização Infanto-Juvenil
Habilidades na área de educação e de ativi-
dades lúdicas. Boa interação com crianças
e jovens.
Domingo – 16 h.
Passes e vibração Ter feito o curso de passes.
Segundas antes das reuniões
públicas;
Terças, Quartas e Sextas após as reuniões;
Domingos antes e depois das reuniões.
Recepção e atendimento fraterno
Ter feito o curso de passes e ser doutrina-
dor.
Segunda e Quarta – 19 h;
Domingo – 16 h.
Assistência a gestantes
Querer compartilhar saberes e acolher o
próximo.
Quarta – 13 h 30 min e
Um Domingo no mês.
Trabalho mediúnico e doutrinário
Ter feito todos os cursos
básicos e o de passes.
Segunda e Quarta – 19 h 45 min;
Domingo – 16 h
Instrutor e dirigente de reunião
Ter feito os cursos básicos e de passes. Para
instrutor, experiência e comunicação.
Nos dias de curso e de reunião no auditó-
rio.
Assistência às vovozinhas da Casa
dos Humildes
Formação na área da saúde. Para lazer,
nenhum requisito.
De acordo com a disponibilidade.
Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas.
TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.
Durante a corrente pandemia, em 2020, as reuniões públicas estarão sendo realizadas online pelo Canal Associação Espírita Casa dos Hu-
mildes - no YouTube. Acesse: <https://www.youtube.com/channel/UC00-dTR-57uAcBHFeCpAyRg>
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  • 1. Recife, Julho de 2020 - Ano V - nº 61 CH Notícias Recife, Julho de 2020 - Ano V - nº 61 CH Notícias Meus queridos amigos e irmãos, ainda em plena pandemia, este mês de julho faz a humanidade recordar a data histórica da “Queda da Bastilha” (Data magna da Revolução Francesa em 14 de julho de 1789), uma data paradigmática para toda a huma- nidade! Mas o 14 de julho, para todos nós da querida Casa dos Humildes, representa o lançamento do nosso querido noticioso, o CH No- tícias, que veio revolucionar e inaugurar uma nova fase na divulgação da nossa amada instituição! A Revolução em France só foi possível, também por ser panfletária, com seus tabloides e sua prensa quente e afiada na convicção mais firme sobre um mundo novo que se iniciava sob o auspício do lema imortal: Libertè, Egalitè, Fraternitè! Então com muita honra e alegria a Casa dos Humildes comemora o 14 de julho da sua “Revolução”, os 6 anos ininterruptos do seu “Tabloide do Amor”, um noticioso que nasceu e continua sendo obra do idealismo coletivo de seus membros, movidos pelo mesmo lema imortal da bandeira desfraldada de antanho: Libertè, Egalitè, Fraternitè! Que Jesus, nosso Mensageiro Celeste da Boa nova, abençoe ao CH Notícias por mais um ano de vida Um Beijo n’alma! Bruno Tavares Meus queridos amigos e irmãos, ainda em plena pandemia, este mês de julho faz a humanidade recordar a data histórica da “Queda da Bastilha” (Data magna da Revolução Francesa em 14 de julho de 1789), uma data paradigmática para toda a huma- nidade! Mas o 14 de julho, para todos nós da querida Casa dos Humildes, representa o lançamento do nosso querido noticioso, o CH No- tícias, que veio revolucionar e inaugurar uma nova fase na divulgação da nossa amada instituição! A Revolução em France só foi possível, também por ser panfletária, com seus tabloides e sua prensa quente e afiada na convicção mais firme sobre um mundo novo que se iniciava sob o auspício do lema imortal: Libertè, Egalitè, Fraternitè! Então com muita honra e alegria a Casa dos Humildes comemora o 14 de julho da sua “Revolução”, os 6 anos ininterruptos do seu “Tabloide do Amor”, um noticioso que nasceu e continua sendo obra do idealismo coletivo de seus membros, movidos pelo mesmo lema imortal da bandeira desfraldada de antanho: Libertè, Egalitè, Fraternitè! Que Jesus, nosso Mensageiro Celeste da Boa nova, abençoe ao CH Notícias por mais um ano de vida Um Beijo n’alma! Bruno Tavares Leia todas as edições do CH Notícias no Blog: blogchnoticias.blogspot.com.br Amizadeterapia – Joanna de Ângelis (...) O ser humano é essencialmente sociável, encontrando, nos rela- cionamentos proporcionados pela amizade, estímulos e objetivos para crescer moral e espiritualmente. Sem dúvida, a amizade é portadora do calor necessário para fazer germinar os sentimentos que se encontram adormecidos no imo do ser, ao tempo em que se irradia com energias benéficas em fa- vor daquele com o qual se relaciona. (...) A amizade prolonga a existência física e embeleza as emoções. (...) Amigos são bênçãos que devem ser cultivadas com carinho, respei- to e consideração. (...) A amizade pura tem sido responsável por incontáveis glórias do processo evolutivo da humanidade. (...) Sê amigo, doando-te quanto possas, mantendo conversações salu- tares, joviais e desfrutarás de bem- estar. A convivência na amizade é razão para evitar o vazio existencial, a saturação, desde que seja autêntico o sentimento. A amizade prolonga a alegria de fruir-se a existência física. Amizade que produz bem-estar e auto realização, é processo tera- pêutico para uma reencarnação exitosa. Livro Jesus e Vida de psicografia de Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joanna de Ângelis MENSAGEMMENSAGEM Pág 01 Pág 01 Pág 02 Pág 03 Pág 05 Pág 05 Pág 05 Pág 06 Pág 06 Pág 07 Pág 08
  • 2. A AMIZADE – Estímulo ao crescimento moral e espiritual O ser humano é essencialmente sociável, encontrando, nos relacionamentos proporcionados pela amizade, estímulos e objetivos para crescer moral e espiritualmente. (Joanna de Ângelis) Nos últimos meses o CH Notícias tratou de algumas relações que favorecem a nossa evolução espiritual, quais sejam: a relação com os familiares e a relação com o companheiro(a) afetivo(a), todas formas de amor que nos ajudam a formar nossa identidade espiritual. Esse mês falaremos de uma outra forma de amar, mais leve, mais prazerosa, que realmente nos faz querer dar algo de bom que existe em nós: a amizade e a relação de amigos. O Dicionário Houaiss define amizade como “sentimento de grande afeição, de simpatia por alguém não necessariamente uni- do por parentesco ou relacionamento sexual”. Desse modo, fácil perceber que a amizade atende plenamente a dois objetivos do espírito: o bem-estar e o progresso individu- al, porque o convívio com pessoas amigas preenche nossa fatal necessidade de intercâmbio afetivo; bem como possibilita formas de crescimento pessoal que talvez não possam ser encontradas em outros tipos de relacionamento. No capítulo 7, da parte que trata das Leis Morais do Livro dos Espíritos, intitulado “Lei de Sociedade”, as questões 766, 767 e 768 colocadas por Allan Kardec são enfáticas da necessidade da vida social, resumindo Kardec as lições da Espiritualidade, na seguinte afirmação: “Nenhum homem tem as faculdades completas. Pela união social, eles se completam uns pelos outros para assegurar seu bem-estar e progredir. Por isso, tendo necessidades uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não iso- lados”. Logo deduzimos que é a amizade que irá proporcionar essa convivência e a troca de expe- riências entre os seres para que possamos progredir na escalada da evolução. O prisma da amizade pode ser analisado em diversos níveis, sendo necessário reconhecer suas distinções, para que possamos dar o devido valor a cada experiência: Há os amigos: por conveniência – ocorre entre os indivíduos que, rotineiramente, trocam pequenos favo- res: vizinhos, colegas de trabalho, participantes de um grupo em comum; por interesses pessoais – acontece entre aqueles que mantêm atividades semelhantes: companheiros do esporte, do estudo, do trabalho social; amigos históricos – refere-se a pessoas que desfrutaram de um relacionamento mais intenso na infância ou na adolescência. Os anos passaram, cada um seguiu o seu caminho, mas o contato, ainda que esporádico, permaneceu; amigos de gerações diferentes – quando o mais jovem dá ânimo ao mais velho, e este, por sua vez, orienta aquele com sua experiência de vida; amigos íntimos – entre aqueles que, emocional e fisicamente (encontrando-se, correspondendo-se, conversando ao telefone) cultivam uma relação de profunda intimidade, revelando, uns aos outros, muitos de seus mais secretos pensamentos e sentimen- tos, bem como dificuldades, desejos, temores... Seja qual for o nível de amizade, inegável que essa experiência exige de nós, dentre tantos sentimentos, o de lealdade e hu- manidade. Humanidade em reconhecer que o outro é tão falho quanto nós. Lealdade em saber ouvir, amparar e até mesmo entender possíveis afastamentos. Como espíritas, devemos entender que muitas vezes o afastamento físico é uma oportunidade de tecer outras teias de conhe- cimentos e amizades, alcançando por isso o objetivo maior de construirmos uma sociedade mais solidária, mesmo diante das muitas diferenças existentes. No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XI - Amar ao Próximo Como a Si Mesmo, item 9, os Espíritos nos fazem refletir sobre isso, pois nos vinculamos a um pequeno circulo de amigos e esquecemos que a reencarnação é justamente para aumentar os laços entre as pessoas, para amarmos a outras pessoas que ainda não estão em nossos vínculos mas que podemos partilhar o afeto. “Há pessoas a quem repugna a reencarnação, com a ideia de que outros venham a partilhar das afetuosas simpatias de que são ciosas. Pobres irmãos! o vosso afeto vos torna egoístas; o vosso amor se restringe a um círculo íntimo de parentes e de ami- gos, sendo-vos indiferentes os demais. Pois bem! para praticardes a lei de amor, tal como Deus o entende, preciso se faz chegueis passo a passo a amar a todos os vossos irmãos indistintamente. A tarefa é longa e difícil, mas cumprir-se-á: Deus o quer e a lei de amor constitui o primeiro e o mais importante preceito da vossa nova doutrina, porque é ela que um dia matará o egoísmo, qualquer que seja a forma sob que se apresente, dado que, além do egoísmo pessoal, há também o egoísmo de família, de casta, de nacionalidade. Disse Jesus: “Amai o vosso próximo como a vós mesmos.” Ora, qual o limite com relação ao próximo?”. O efeito do cultivo da amizade é a paz e a harmonia na convivência. Isso não significa a ausência de momentos de dificuldades e desprazer. O que ocorre é que, no verdadeiro relacionamento amigo, os momentos de desencontros sempre são superados pela grandeza de sentimentos e de propósitos que um indivíduo nutre em relação ao outro. Nesse sentido, o espírito Cairbar Schutel, no livro Fundamentos da Reforma Íntima, pondera sobre a importância de com- preendermos no que consiste a amizade real, que, como tudo na vida, não nasce pronta; ao contrário, necessita de cuidados e
  • 3. Joana d’Arc Joana d’Arc nasceu no vilarejo de Domrémy, na região de Borrois, França, no dia 6 de janeiro de 1412. Filha dos camponeses Jacques d’Arc e Isabelle Romée, tinha três irmãos e uma irmã. Joana não aprendeu a ler, nem escrever. Ajudava o pai no trabalho na terra e na criação de carneiros. Foi criada seguindo os princípios da fé católica e com 12 anos teve sua primeira revelação divina que dizia: “Ides e tudo será feito segundo as vossas ordens.” Por onde ela andasse a voz a acompanhava, ordenando, sugerindo e encorajando: “É preciso expulsar os ingleses da França.” Afirmou ainda ter visto o arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida, que apareceram numa grande luz e cujas vozes ela também ouvira. Contexto histórico A história de Joana d’Arc é parte da história de uma guerra que durou cem anos, entre a França e a Inglaterra, a partir de 1337. Os ingleses obtiveram uma vitória decisiva e em 1415 foi assinado o Tratado em Troyes. Segundo o tratado, metade da França passava para o domínio de Henrique V, rei da Inglaterra, ficando a metade francesa sob o governo de Carlos VI. Morrendo Carlos VI, foi coroado rei da França, o filho de Henrique V, um inglês, mas para os franceses o rei mesmo era Carlos VII, filho do falecido monarca. Joana d’Arc à frente do Exército Joana d’Arc acreditando na voz e na ordem que ouvia, em 1429, com 16 para 17 anos, saiu de sua aldeia e dirigiu-se à corte de Carlos VII, que fora nominado “rei de Bourges”, em alusão às reduzidas proporções de seus domínios. Joana d’Arc foi recebida pelo capitão Robert de Baudricourt, que convencido pela jovem, a levou para o castelo de Chinon, onde estava o rei. Joana foi interrogada por bispos e cardeis e convencera a todos sobre sua missão e suas visões. Carlos VII ao saber do caso, decidiu por Joana à prova. Na hora da entrevista, vestiu outras roupas e fez um de seus ministros sentar-se no trono. Joana entra, atravessa todo o salão e para diante do verdadeiro rei e diz: “Em nome de Deus, sois vós o rei! Se fizeres como vou orde- nar, os ingleses serão expulsos e vós sereis reconhecido por todos como rei da França.” Joana ganha confiança de Carlos VII, que lhe entrega o comando de um pequeno exército para socorrer Orléans, então sitiada pelos ingleses. Chegando à cidade, Joana intimou o ini- migo a render-se: “Voltai a vosso país. Deus assim o quer! O reino da França não vos cabe, mas a Carlos! Eu sou uma enviada de Deus e minha tarefa é expulsar-vos daqui! Deus me dará a força necessária para repelir vossos ataques!” Os soldados ingleses não deram importância e Joana ordenou ao exército que atacasse. Após apenas nove dias de ação, a ba- talha terminou com um resultado favorável aos franceses e Orleans foi libertada, elevando assim a reputação de Joana a condição de heroína nacional aos olhos do povo francês. Seguiu-se uma série de vitórias militares para as forças de Carlos VII, que permitiram sua coroação como rei na Catedral de Reims em 17 de julho de 1429. Como resultado, a moral da população francesa melhorou e a maré da Guerra dos Cem Anos começou a virar em favor dos franceses. Prisão e morte Em maio de 1430, Joana retoma a campanha militar e tenta libertar a cidade de Compiègne, perto de Paris, que estava domi- nada pelos borgonheses, aliados dos ingleses. Na batalha, Joana é presa e entregue aos ingleses, com o objetivo de levá-la para que fosse julgada pela Santa Inquisição, o mais elevado tribunal da Igreja na França. O tribunal reuniu-se pela primeira vez em fevereiro de 1431, com a presença do Bispo, um partidário do Duque de Borgonha, aliado à Inglaterra. atenções: “Ser amigo é uma arte. Saber ser amigo é um dom. Por que o homem não medita o quão amigo é, ou poderia ser, do seu semelhante? Entender o que é e o que significa amizade é um bom passo na solução dos problemas cotidianos que o cercam.” A partir desse entendimento, temos na amizade um sentido superior, calcado na mais pura solidariedade, de tal modo que o amigo representa aquela pessoa com a qual se pode contar como mão amiga nos momentos difíceis, sem qualquer risco de desconfiança ou de interesses outros. Amigo é o companheiro de jornada evolutiva (encarnado ou desencarnado) capaz de contribuir, desinteressadamente, para a felicidade do outro, obviamente no que diz respeito aos valores reais, não aos transitórios. Segundo Jesus, “ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13) Ana Paula Macedo
  • 4. Seu julgamento foi uma verdadeira tortura, acusada de herege e feiticeira, depois de meses de julgamento, Joana foi conde- nada à fogueira por heresia. Finalmente, a execução se deu na Praça do Mercado Vermelho, em Roeun, no dia 30 de maio de 1431, com 19 anos. Seu cabelo foi raspado e, por temerem a reação do povo, 120 homens armados a escoltam até o local. Ela foi atada a um poste e a fogueira acesa. Quando as chamas a envolveram, ela exclama: “Sim, minhas vozes eram de Deus! Minhas vozes não me enganaram.” Era a prova inequívoca da mediunidade que lhe guiara a trajetória terrena. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena para evitar adorações. Depois de 15 anos, o papa Calixto III manda publicar o evidente erro do tribunal e a inocência de Joana d’Arc, que é reabilitada de todas as acusações e torna-se a primeira heroína da nação francesa. Em 1909, Joana é beatificada por Pio X e canonizada por Bento XV, no dia 16 de maio de 1920. Joana d’Arc é atualmente uma dos nove padroeiros da França. Ela permanece uma figura popular no país e pelo mundo, sendo retratada em inúmeras peças de literatura, pinturas, esculturas e outras formas de arte, sendo figura central no traba- lho de vários escritores, artistas, cineastas e compositores famosos. Joana d´Arc e o Espiritismo Pode-se dizer que duas obras espíritas dão a verdadeira dimensão do que foi a vida de Joana d´Arc à luz do espiritismo. A primeira é o livro Palavras do Infinito de Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier, onde nos é revelado que Joana foi Judas em sua vida pretérita. Assim nos diz o espírito/repórter ao entrevistar o espírito de Judas: “...Depois da minha morte trágica submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV. Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentido na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...” Percebemos então pequenas semelhanças na missão de Joana com a vida de Jesus: a salvação de um povo (e nesse caso lite- ralmente pela espada); a traição daqueles que ela ajudou; seu julgamento sem oportunidade de defesa e seu suplício na fogueira. De fato vemos aqui o ciclo de causa e efeito, sendo concluído e libertando o espírito de culpas e dores carregadas por milênios. O outro livro, de autoria de Léon Denis, Joana d´Arc Médium, publicado em Paris, França, em 1912, aborda com impressionante riqueza de informações os fenômenos mediúnicos de voz direta, de vidência e de premonição na vida missionária de Joana d’Arc. Inspirado pela própria Joana e com a lucidez que o notabilizou ao longo de mais de 60 anos a serviço da divulgação do Espiri- tismo, Léon Denis deu à “Donzela de Lorena” sua real dimensão no conturbado período da Guerra dos 100 anos, entre a França e a Inglaterra. Na época da publicação do livro existiam contradições gritantes entre os “místicos” e os “históricos”, que estavam desfiguran- do a grandeza das ações da extraordinária heroína nesse conflito que mudou os rumos da França, preparando-a para os feitos do futuro, ao propiciar condições para o surgimento, mais tarde, do glorioso período do Iluminismo, que abriria as portas da liberdade do pensamento, a fim de que a Revelação Consoladora, por intermédio de Allan Kardec, pudesse erguer a bandeira alvinitente dos tempos novos. Mais do que uma narrativa biográfica, “Joana d’Arc Médium” objetiva comprovar, de forma inconteste, a presença da Espiritu- alidade Superior influenciando as decisões da “Virgem Guerreira” nos grandes momentos de sua vida. Joana d’Arc é uma das grandes figuras da França, que se ergue na História como uma imensa contradição, no entanto, não é um mistério para os espíritas. É um modelo eminente de quase todas as faculdades mediúnicas, cujos efeitos, como uma porção de outros fenômenos, se explicam pelos princípios da doutrina, sem que haja necessidade de lhes buscar a causa no sobrenatural. Ela é a brilhante confirmação do Espiritismo, do qual foi um dos mais eminentes precursores, não por seus ensinamentos, mas pelos fatos, tanto quanto por suas virtudes, que nela denotam um Espírito superior. Ao final, para firmar seu compromisso com o Cristianismo Redivivo, no capítulo XXXI de O Livro dos Médiuns, vindo a lume no ano de 1861, quando o Codificador reúne Dissertações Espíritas, confere à de Joana D’Arc o número 12, onde ela se dirige aos médiuns, em especial, concitando-os ao exercício da mediunidade. Recomenda-lhes, ainda, que confiem em seu anjo guardião e que lutem contra o escolho da mediunidade que é o orgulho. Conselhos que ela, em sua vida terrena, na qualidade de médium, muito bem seguira. Pesquisa realizada por Ana Paula Macedo Fontes: https://www.ebiografia.com/joana_darc/ https://ipeak.net/site/estudo_janela_conteudo.php?origem=6123&idioma=1 http://www.mundoespirita.com.br/?materia=joana-darc-medium https://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Joana-DArc.pdf
  • 5. NA FRENTE DO BEM Irmão X Conta-se que, em certa ocasião, na casa dos apóstolos de Jesus, em Jerusalém, o trabalho de atendimento aos necessita- dos havia recrudescido. Simão Pedro era o alvo das solicitações e das aflições. Petitórios e queixas. Quantos haviam escutado referências ao nome de Jesus e aos prodígios de amor que o Mestre realizara, vinham de longe... E suplicavam. E clamavam... Muitos traziam querelas, outros carreavam perturbações. Não raro, irmãos em demanda familiar, entravam em rixa ali mesmo, no recinto da fraternidade, trocando injúrias e pescoções. Viajantes em extremo desespero abordavam a generosa moradia, implorando consolação. Muitas vezes, os rogos se degeneravam em gritaria e palavrão, frustrando a tranquilidade do santuário. De vez que assumia a direção do grupo, era Pedro quem mais socorria os infelizes, mas, por isso mesmo, era mais intensamente policiado pelos olhos da crítica. E as censuras contra ele desbordavam, aqui e além. Por que consentia em receber tanta gente desorientada? Como se entregava a delinquentes, quando se sabia responsável pela instituição? Com que razões articulava tan- tas gentilezas, em favor de pessoas evidentemente desclassificadas? Por que cercar-se de tantos tipos considerados malfeitores? Ante a onda de reprovações que se fazia sempre mais alta, Tiago, filho de Alfeu, o lidador do Evangelho mais vigorosamente agar- rado aos textos antigos, procurou Simão e comunicou-lhe a decisão de afastar-se. Não tolerava a situação que categorizava por desequilíbrio e desordem. Dali em diante, habitaria um tugúrioi isolado na saída para Jope. Aspirava à meditação e ao repouso. Ansiava por sossego na vida espiritual... Simão tentou acalmá-lo, prometeu condições melhores em futuro próximo, apequenou- se e pediu a reconsideração do companheiro. Tiago, porém, foi inflexível. Em dias rápidos, promoveu a mudança e encasulou-se em risonha choupana, rodeada de verdura e batida de sol. Ali se confiava ao estudo dos apontamentos evangélicos, tratava de flores, admirava os insetos e louvava o Senhor, através das orações de hora certa. Escoaram-se os dias, semanas, meses... Tiago, insulado em quietude e reflexão, recordava Jesus com inexprimível saudade... Tantas vezes, vira o Mestre, gloriosamente redivi- vo, depois da morte... Por que não lhe reaparecia Jesus, agora que se consagrara a mais profundo recolhimento? Não se achava ali, plenamente disponível, entre o silêncio e a oração?!... Uma noite surgiu em que a ausência do Mestre mais lhe pesava na alma... Concentrou-se em rogativas, lembrou-o e chorou... E chorava, quando viu alguém, a se lhe abeirar do refúgio, banhado de luar... O desconhecido vinha de passo ligeiro, como quem fazia o seu próprio caminho, varando a noite... Extasiado, o apóstolo reconheceu o itinerante que, afinal, se lhe revelou, aureolado de luz. Era o Cristo de Deus. O discípulo ajoelhou-se e alongou os braços para recolhê-lo com mais largueza de júbilo. O augusto viajor, no entanto, passou por ele, sem deter-se. O filho de Alfeu levantou-se, de espírito opresso, correu-lhe no encalço e gritou: -Senhor! Senhor!... Acaso, não me vês o coração mortificado de saudade? Onde vais que não me vês a necessidade de ti? Jesus voltou, abraçou-o, de leve e comunicou-lhe, num sorriso: - Tiago, estás a salvo de lutas e tentações... A virtude te abençoa no recanto de paz. Vou ao encontro de Pedro, a fim de aliviar-lhe o fardo de humilhações e de lágrimas, no amparo aos nossos irmãos!... Dito isso, o Celeste Benfeitor prosseguiu viagem... Tiago, entre- tanto, naquela mesma noite, reuniu os pertences pobres num carro de mão e retornou ao pouso antigo. Bateu à porta que se lhe abriu, acolhedora, e abraçando Pedro que lhe veio ao encontro, pode apenas dizer: “Eu estou aqui.” Fonte: Do livro Fé, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Imagem captada da internet Pesquisa feita por Mônica Porto ______________________________________________________________________________________________________ i Tugúrio - habitação pequena e pobre; choupana, choça, casebre, abrigo, refúgio. Noite Estrelada Nossa compreensão da natureza humana vem sendo desvendada sutilmente nas últimas décadas. Fenômenos incompreen- didos são revelados e muitos aspectos de nossas faculdades cognitivas, que antes fugiam do controle da razão, são claramente explicados pela ótica espírita. Um quadro muito intrigante e conhecido do grande gênio da pintura Vincent Van Gogh, Noite Estrelada, vem chamando a atenção de alguns especialistas. Essa pintura, ao contrário das outras obras do artista, que as confeccionava ao ar livre, foi feita, de memó- ria, quando o mesmo estava internado em um hospital psiquiátrico no interior da França. Nela, além de observarmos suas cores brilhantes e intensas é notório como o desenho do céu foi realizado sob intensas curvas que dão a ideia de movimento circular como um torvelinho. Van Gogh, foi um artista atormentado em sua maturidade, mas antes disso, passou por um período de intensa atividade religiosa, entrando em íntimo contato com as escrituras sagradas, a exemplo de seu pai, um pastor protestante. Era de uma personalidade altruísta e desprendida, que em determinada fase de sua vida viveu a vida dos mineiros do carvão para ensinar a palavra de Deus e até certo ponto se desprendeu dos seus bens para alimentar essa tão sofrida classe. Em 2004, imagens do telescópio espacial Hubble, constataram formas turbulentas em redemoinho de poeira e gás cósmicos. Essas imagens chamaram a atenção de alguns físicos e matemáticos que encontraram semelhanças com o referido quadro de
  • 6. Vincent. Esses estudiosos buscaram uma relação matemática entre as turbulências dos fenômenos naturais e as criações de Van Gogh, para isso usaram a propriedade de luminância, luminância, muito frequente nas obras impressionistas, e as compararam com as relacionadas aos fenômenos de turbulência da natureza, incluindo as dos gases e líquidos e descobriram que a pintura pintura de Van Gogh obedece essa mesma lei de construção em escalas, algo muito à frente de seu tempo. Na questão 401 de O Livro dos Espíritos, nos é esclarecido que o “Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais di- reta com os outros Espíritos.” Conclusões a parte, e levando nossa compreensão a luz espírita, nos deparamos com uma provável explicação de emancipação da alma e reprodução de suas viagens. Nessa época Vincent vivia num processo patológico mental distópico, entre episódios de alucinações e sanidade. Sua incompreendida sensibilidade era retratada pela sua arte em reproduzir a natureza e a beleza das cores, como uma forma de expressar a obra de Deus em seus quadros. “Sua obra ilustra um arquétipo universal, em que o luminoso transcende a tela e o pincel do artista vira expressão do poder criador do cosmo.” Guttemberg A. C. Cruz ORAÇÃO NOSSA Senhor, ensina-nos: a orar em esquecer o trabalho, a dar sem olhar a quem, a servir sem perguntar até quando, a sofrer sem magoar seja a quem for, a progredir sem perder a simplicidade, a semear o bem sem pensar nos resultados, a desculpar sem condições, a marchar para frente sem contar os obstáculos, a ver sem malícia, a escutar sem corromper os assuntos, a falar sem ferir, a compreender o próximo sem exigir entendimento, a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração, a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento. Senhor, fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades. Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós. Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente, aquela de cumprir-Te os desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre. Emmanuel Fonte: Preces e Orações – Chico Xavier / Espíritos Diversos Amizade e Reencarnação “Não fazemos amigos, reconhecemo-os.” (Vinícius de Moraes) Em julho é celebrado o dia da amizade, esse sentimento tão sublime que podemos construir ao nos relacionar com nosso próximo, olhando-o mais de perto, reconhecendo suas imperfeições, que muitas vezes se assemelham as nossas, exercitando a benevolência sem obrigações impostas por laços consanguíneos. Com o estudo da doutrina espírita, compreendemos que por sermos Espíritos imortais, com diversas passagens pela matéria, ao longo dessas passagens, vamos criando também laços de afeição. No livro II, capítulo II do Livro dos Espíritos, Kardec indaga aos Espíritos na pergunta 132, qual o objetivo da encarnação, rece- bendo a resposta: “Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-los chegar à perfeição. (...)”. E como não poderia ser de outra forma, dentro de sua infinita sabedoria, Deus nos permite o reencontro com os seres que cativamos, e que nos cativaram para que possamos nos auxiliar mutuamente, na trilha do desenvolvimento de nossa perfeição. Assim como disse um dado autor: “nos tornamos eternamente responsáveis por aqueles os quais cativarmos”, eis então a necessidade de vivência do evangelho a cada instante de nossa existência. Com os entes mais próximos agimos com mais autenti- cidade, nem sempre sendo amáveis e, portanto, com a possibilidade de magoá-los, podendo vir a criar situações difíceis de serem solucionadas e que podem levar ao surgimento de processos obsessivos desencadeados pela mágoa. Logo, desenvolvamos a consciência de nossa responsabilidade cristã com o amor que despertarmos. Ingrid Cavalcanti
  • 7. Bibliografia do Pentateuco 05 livros fundamentais na Doutrina Espírita Por Allan Kardec Bruno Tavares Expositor Espírita www.blogdobrunotavares.wordpress.com Associação Espírita Casa dos Humildes www.casadoshumildes.com Presidente: Ivaneide Amorim. Vice-Presidente: Iale de Oliveira. Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares. Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho. Edição: Ana Paula Macedo, Bruno Tavares, Gut- temberg Cruz e Mônica Porto. Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti. EXPEDIENTE CH Notícias Nº 61 – Circulação mensal Distribuição on-line Recife-PE, 25/Junho/2020 CONTATO Rua Henrique Machado, nº 110 Casa Forte - Recife/PE (81) 30485922 casadoshumildes.com blogchnoticias.blogspot.com.br chnoticias@yahoo.com.br chnoticias2015@gmail.com O mundo e a sociedade têm avançado bastante e de muitas formas, seja na ciência e tecnologia, como no pensamento ético e sociológico, ampliando cada vez mais os horizontes da vida e enriquecendo o ser humano de conhe- cimentos valiosos. Entretanto, essas evoluções vieram acompanhadas de grandes problemas, como o aquecimento global, que prejudica as diversas formas de vida, as ambições por poder e prazer, a perda de valores espirituais. Nestas páginas, psicografadas por Divaldo Franco, a mentora Joanna de Ân- gelis discorre sobre esses temas e apresenta, com a clareza e humildade de sempre, mensagens inspiradas nas palavras de Jesus, o Sábio Pedagogo para o comportamento ideal diante desses acontecimentos, o Caminho, a Verda- de e a Vida. Com base em sua vasta experiência no intercâmbio com o plano espiritual, Hermínio Corrêa de Miranda contribui, de forma inestimável, para todos os que se dedicam ou planejam se dedicar aos irmãos sofredores, seja como médiuns, seja como esclarecedores. O autor dedica esta obra aos leitores que participam de sessões mediúnicas e desempenham funções no trabalho de assistência fraternal aos Espíritos desencarnados, sugerindo técnicas e recursos eficazes para o desenvolvi- mento do diálogo entre o comunicante e o esclarecedor. Oferece, ainda, orientações sobre a formação do grupo, o preparo e a edu- cação de seus componentes encarnados. Boa Leitura!
  • 8. Segunda-feira 19 h 45 min Sala 1 – Curso de Passe Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade Terça-feira (a cada 15 dias) 19 h 45 min EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita Quarta-feira 19 h 45 min Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual. Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais. Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão. Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa. Sexta-feira 19 h 30 Reunião Pública de Estudos Espíritas: 1ª Sexta do mês: André Luiz; 2ª Sexta: Emmanuel; 3ª sexta: Allan Kardec; 4ª sexta: Bezerra de Menezes. Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita. Domingo 16 h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. Todos os domingos – 8 h. Evangelização Infanto-Juvenil Habilidades na área de educação e de ativi- dades lúdicas. Boa interação com crianças e jovens. Domingo – 16 h. Passes e vibração Ter feito o curso de passes. Segundas antes das reuniões públicas; Terças, Quartas e Sextas após as reuniões; Domingos antes e depois das reuniões. Recepção e atendimento fraterno Ter feito o curso de passes e ser doutrina- dor. Segunda e Quarta – 19 h; Domingo – 16 h. Assistência a gestantes Querer compartilhar saberes e acolher o próximo. Quarta – 13 h 30 min e Um Domingo no mês. Trabalho mediúnico e doutrinário Ter feito todos os cursos básicos e o de passes. Segunda e Quarta – 19 h 45 min; Domingo – 16 h Instrutor e dirigente de reunião Ter feito os cursos básicos e de passes. Para instrutor, experiência e comunicação. Nos dias de curso e de reunião no auditó- rio. Assistência às vovozinhas da Casa dos Humildes Formação na área da saúde. Para lazer, nenhum requisito. De acordo com a disponibilidade. Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas. TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas. Durante a corrente pandemia, em 2020, as reuniões públicas estarão sendo realizadas online pelo Canal Associação Espírita Casa dos Hu- mildes - no YouTube. Acesse: <https://www.youtube.com/channel/UC00-dTR-57uAcBHFeCpAyRg> SUSPENSAS ATÉ AVALIAÇÃO DE RETORNO PRESENCIAL PELA DIRETORIA DA CH Cursos presenciais suspensos. Aulas ofertadas online para os trabalhadores do centro.