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Planejamento Estratégico Em Ti

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Planejamento Estratégico Em Ti

  1. 1. Planejamento Estratégico em TI
  2. 2. Planejamento Estratégico em TI <ul><li>Objetiva garantir que as metas e objetivos da TI estejam totalmente vinculados aos objetivos do negócio e as metas da organização. </li></ul><ul><li>Deve estar alinhado com o planejamento estratégico da organização. </li></ul><ul><li>É um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégica, tática e operacionalmente os sistemas de informação e a infra-estrutura de TI necessários para o atendimento das decisões, ações e respectivos processos da organização. </li></ul><ul><li>É um instrumento indispensável para a tomada de decisão na organização. </li></ul>
  3. 3. Aspectos Gerais do Planejamento
  4. 4. Governança de TI <ul><li>A premissa mais importante da Governança de TI é o alinhamento entre as diretrizes e objetivos estratégicas da organização com as ações de TI. A definição do ilustre professor da FGV Sr. João R. Peres demonstra este conceito de forma abrangente, atribuindo os papéis e as responsabilidades conforme abaixo: </li></ul><ul><li>“ Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a finalidade de garantir controles efetivos, ampliar os processos de segurança , minimizar os riscos, ampliar o desempenho, otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos, suportar as melhores decisões e conseqüentemente alinhar TI aos negócios.” </li></ul><ul><li>Está definição deixa clara a importância da Governança de TI em organizações que almejam atender a crescente demanda por aumento de qualidade de produtos e processos, a alta competitividade do mercado globalizado e a busca por menores custos e maiores lucros. </li></ul>
  5. 5. Governança de TI <ul><li>Outra definição que se encaixa em Governança de TI é de considerá-la como “a Gestão da Gestão”, demonstrando seu papel principal que é de auxiliar o CIO (Governante de TI) a avaliar os rumos a serem tomados para o alcance dos objetivos da organização, onde um direcionamento errado pode levar a empresa ao fracasso em pouco tempo. </li></ul><ul><li>Casos de sucesso de um programa de Governança aplicados a uma organização não dão a garantia do mesmo sucesso à outra. Estes casos são muito instrutivos e importantes para auxiliar nos caminhos da elaboração de um programa próprio. </li></ul><ul><li>A implementação efetiva da Governança de TI só é possível com o desenvolvimento de um framework (modelo) organizacional específico. Para tanto, devem ser utilizadas, em conjunto, as melhores práticas existentes como o BSC, PMBok, CobiT, ITIL, CMMI e ISO 17.799, de onde devem ser extraídos os pontos que atinjam os objetivos do programa de Governança. Além disso, é imprescindível levar em conta os aspectos culturais e estruturais da empresa, devido à mudança dos paradigmas existentes. </li></ul>
  6. 6. Governança de TI <ul><li>O grande desafio do Governante de TI é o de transformar os processos em “engrenagens” que funcionem de forma sincronizada a ponto de demonstrar que a TI não é apenas uma área de suporte ao negócio e sim parte fundamental da estratégia das organizações. </li></ul>
  7. 7. Gerenciamento de riscos <ul><li>Riscos de projeto são condições que, caso venham a ocorrer, podem comprometer ou impedir a realização de um dado projeto . A necessidade de gerenciar riscos decorre, principalmente, da constatação de que a quantidade e diversidade dos riscos de projeto excede o montante de recursos alocados para neutralizar todos esses riscos durante a execução do projeto. Essa situação demanda que os riscos devam ser priorizados ou &quot;gerenciados&quot; adequadamente. </li></ul><ul><li>Realiza o planejamento e controle dos riscos envolvidos em projeto, realizando a minimização dos riscos necessária para que o projeto tenha sucesso. </li></ul>
  8. 8. Gerenciamento de riscos <ul><li>Na fase de planejamento os riscos devem ser identificados e categorizados (por qualidade e quantidade). Em seguida deve haver um planejamento de como lidar com eles, considerando quais riscos deverão ser tratados, se são aceitáveis para o projeto e como serão tratados, podendo ser mitigados, transferidos,evitados ou aceitos. No decorrer do projeto, os riscos deverão ser monitorados e, em caso de ocorrência, ter as medidas planejadas executadas. Dessa forma, o risco do projeto é mapeado e planejando, tornando o risco geral do projeto muito inferior. </li></ul>
  9. 9. Retorno de investimento <ul><li>O Retorno do investimento (conhecido como ROI) é a relação do custo de publicidade com o lucro gerado por conversões, como vendas ou leads. O seu ROI indica o valor ganho por sua empresa em relação ao custo de sua campanha de publicidade. </li></ul><ul><li>Embora seja praticamente impossível obter uma medida exata, você pode auxiliar a avaliação do ROI de sua campanha usando os seguintes cálculos: subtraia a despesa com publicidade do valor de sua receita proveniente das vendas e divida o resultado pelo total dos custos com publicidade. </li></ul><ul><li>(receita - custo) / custo </li></ul>
  10. 10. Retorno de investimento <ul><li>Por exemplo, digamos que você queira direcionar usuários para o seu site com o objetivo de vender seus dispositivos, obtendo um lucro de R$ 10,00 por dispositivo vendido. Você investiu R$ 1.000,00 em sua campanha de publicidade da semana passada e com isso conseguiu vender 130 dispositivos. Sua receita proveniente das vendas ou o lucro total foi de R$ 1.300,00 (lucro de R$ 10,00 multiplicado por 130 unidades). Então, subtraia os R$ 1.000,00 do custo de sua campanha dos R$ 1.300,00 do lucro. Os R$ 300,00 restantes correspondem ao seu lucro em relação ao investimento inicial de R$ 1.000,00 em publicidade. Portanto, o seu ROI seria de 30% (300/1000, multiplicado por 100), em relação ao seu investimento inicial. </li></ul>
  11. 11. Custo total de propriedade <ul><li>Uma metodologia hoje amplamente discutida e aceita pelo mercado é o TCO, Total Cost of Ownership, ou custo total de propriedade, que pretende englobar todas as despesas, visíveis ou invisíveis. Com base nos resultados obtidos através do TCO, é possível fazer uma melhor estimativa do ROI, ou retorno sobre o investimento. Entretanto, o TCO deve ser aplicado de forma coerente para que não se torne uma outra medida vazia na busca da redução de custos e de competitividade no mercado. </li></ul><ul><li>A perda de visibilidade dos gastos com a mudança de um ambiente centralizado e homogêneo para um descentralizado e heterogêneo baseado em microcomputadores, com obsolescência acelerada, foi o primeiro ponto a ser atacado pelo TCO. </li></ul><ul><li>Criado pelo Gartner Group por volta de 1997, a partir de um estudo em diversas empresas, o conceito de TCO leva em conta custos operacionais e de administração dos sistemas. </li></ul>
  12. 12. Terceirização <ul><li>Hoje a terceirização ou outsourcing é usada em larga escala por grandes corporações brasileiras. Esta prática visa a redução de custo e o aumento da qualidade. É observada principalmente em empresas de Telecomunicações, Mineração, Indústrias etc. </li></ul><ul><li>Apesar das várias vantagens, a Terceirização deve ser praticada com cautela. Uma má gestão de terceirização pode implicar para as empresas um descontrole e desconhecimento de sua mão-de-obra, a contratação involuntária de pessoas inadequadas, perdas financeiras em ações trabalhistas movidas pelos empregados terceirizados, dentre outros problemas. </li></ul>
  13. 13. Terceirização <ul><li>O processo de terceirização em uma organização deve levar em conta diversos fatores de interesse, tais como a redução de custos e principalmente o foco na sua atividade-fim. Há um sério risco em atrelar a terceirização à redução de custo, porque, na maioria das vezes, não é esse o resultado. A terceirização precisa estar em conformidade com os objetivos estratégicos da organização, os quais irão revelar em que pontos ela poderá alcançar resultados satisfatórios. </li></ul><ul><li>O que não se deve terceirizar? O princípio básico é que não se terceirize a sua atividade-fim. Sendo assim, uma organização que desconhece a si mesma, em um processo de terceirização, corre sério risco de perder sua identidade e principalmente o seu diferencial competitivo. Mesmo na atividade-meio, só é permitido terceirizar quando não houver subordinação hierárquica, ou seja, locação de mão de obra é ilegal. </li></ul>
  14. 14. Acordo de nível de serviço (SLA) e Qualidade de Serviço (QoS) <ul><li>Com a finalidade de estabelecer esses níveis de qualidade nos serviços, são firmados os Acordos de Nível de Serviço (SLA - Service Level Agreement), ou seja, o prestador de serviço e o usuário firmam um &quot;pacto de qualidade&quot;, definindo os indicadores de qualidade e os níveis que estes devem possuir. </li></ul><ul><li>Estes contratos devem definir claramente os níveis de serviço esperados, especificando a performance a que o prestador se compromete através de parâmetros objetivos como disponibilidade da infra-estrutura e comunicações, confidencialidade e segurança dos dados, que permitem medir a qualidade do serviço e que serão monitorados durante a duração do tempo do contrato. </li></ul><ul><li>Dessa forma, o contrato de SLA especifica os níveis de serviços ou padrões de performance, passando a ser uma peça fundamental na comunicação e no negócio da empresa. Quantifica ainda o serviço mínimo aceitável, fazendo com que a qualidade do nível de serviço (QoS) contratado seja satisfatória e atenda às necessidades desse usuário. </li></ul>
  15. 15. Acordo de nível de serviço (SLA) e Qualidade de Serviço (QoS) <ul><li>Um contrato de SLA deve definir no seu escopo alguns itens essenciais, tais como: </li></ul><ul><li>Quais serviços são cobertos; </li></ul><ul><li>Responsabilidades; </li></ul><ul><li>Compromissos de prazos para todos os eventos; </li></ul><ul><li>Classifica a gravidade das ocorrências; </li></ul><ul><li>Estipula o pagamento de multas e incentivos. </li></ul>
  16. 16. Melhores Praticas <ul><li>As organizações que obtêm maiores ganhos na implementação das melhores práticas e processos de TI têm: </li></ul><ul><li>Um parque informático muito distribuído </li></ul><ul><li>Um enquadramento em mercados em constante </li></ul><ul><li>evolução </li></ul><ul><li>Grande interligação entre o negócio e as </li></ul><ul><li>tecnologias de informação </li></ul><ul><li>Objectivos de redução do custo total de </li></ul><ul><li>propriedade (TCO) </li></ul><ul><li>Actuação em mercados onde as margens são </li></ul><ul><li>críticas </li></ul><ul><li>Objectivos de excelência na prestação interna de </li></ul><ul><li>serviços de TI, com claras implicações no serviço ao </li></ul><ul><li>cliente final </li></ul>
  17. 17. Tendências <ul><li>As tendências da indústria podem surgir de dois fatores: </li></ul><ul><li>Elas podem ser determinadas pelo mercado, ou seja, quando os consumidores são apresentados a certos produtos ou serviços e passam a incorporá-los aos seus hábitos cotidianos. </li></ul><ul><li>Podem ser introduzidas pela própria indústria por meio da evolução natural de seus produtos e serviços que seguem seus ciclos. </li></ul><ul><li>No tocante à evolução dos produtos e serviços, toda empresa tem seu plano detalhado num cronograma que demonstra o desenvolvimento e o lançamento de novidades. </li></ul>
  18. 18. Tendências <ul><li>Dependendo da complexidade da pesquisa que orienta o desenvolvimento, o cronograma é projetado por anos. As mudanças nos produtos vão de pequenas adaptações até mudanças completas de conceitos, denominados breakthrough . São inúmeros os breakthroughs que mudaram completamente a posição de mercado de certas empresas. </li></ul><ul><li>Estas duas situações, ora promovida pelo cliente, ora pela indústria determinam as tendências no mercado impactando de forma significativa e muitas vezes definitiva a dinâmica do mercado e das empresas.   </li></ul><ul><li>Quando o mercado determina uma tendência, as empresas precisam adaptar-se rapidamente. Muitas vezes não há tempo, seja pelo tamanho da adaptação e tudo o que isto implica, seja pela morosidade da empresa em tomar decisões e colocá-las em prática. </li></ul>

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