31ª. Reunião Anual da ANPED GT 16 – Educação e Comunicação A PROBLEMÁTICA DO TEMPO NOS PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DOCENTE  ONLI...
Indicadores da pesquisa   <ul><li>Objetivo : investigar a temporalidade dos programas de formação docente  online .  </li>...
A construção social do tempo
O olhar da Filosofia   <ul><li>Três concepções:  </li></ul><ul><li>tempo como ordem mensurável do movimento  </li></ul><ul...
O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como ordem mensurável do movimento   </li></ul><ul><li>Antiguidade: conceito cíclico do...
O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como movimento intuído   </li></ul><ul><li>Vinculada ao conceito de consciência. </li><...
O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como estrutura de possibilidades   </li></ul><ul><li>Filosofia existencialista.  </li><...
O tempo e os modos de produção   <ul><li>Cronometrias sociais do tempo e deteriorização dos tempos pessoais dos trabalhado...
O tempo dos Deuses
O tempo e os modos de produção   <ul><li>O tempo dos deuses: </li></ul><ul><li>Século XII. </li></ul><ul><li>Sacerdotes co...
O tempo dos corpos
O tempo e os modos de produção   <ul><li>O tempo dos corpos: </li></ul><ul><li>Século XII a XVII. </li></ul><ul><li>Comerc...
O tempo das máquinas
O tempo e os modos de produção   <ul><li>O tempo das máquinas: </li></ul><ul><li>Século XVII a XX. </li></ul><ul><li>Indus...
O tempo dos códigos
O tempo e os modos de produção   <ul><li>O tempo dos códigos: </li></ul><ul><li>Contemporaneidade. </li></ul><ul><li>A inf...
O tempo paradoxal da contemporaneidade   <ul><li>Tempo circular - da divindade:  obediência aos desígnios de Deus; tempo c...
Tempo e modos de produção   <ul><li>Na contemporaneidade, o substrato econômico que constitui o  modus operandi  das tecno...
Ambigüidade da velocidade tecnológica   <ul><li>Gera alienação e passividade. </li></ul><ul><li>Permite articulações em pr...
Cronometrias sociais do tempo
Cronometrias sociais do tempo <ul><li>O capitalismo clássico ancorou-se na expansão territorial. </li></ul><ul><li>O capit...
Kairós e Chrónos   <ul><li>Kairós : dimensão vivencial do tempo; tempo subjetivo; tempo como dom.  </li></ul><ul><li>Chrón...
O tempo na contemporaneidade
O tempo na contemporaneidade <ul><li>O modo de produção capitalista reflete-se nas organizações societárias, de forma a nã...
O tempo na contemporaneidade <ul><li>Implicações da ausência da dimensão temporal kairológica para a constituição das iden...
O tempo na contemporaneidade <ul><li>A ausência da dimensão kairológica, e, por conseguinte, do tempo historicizado retro ...
O tempo na formação docente  online <ul><li>Tempo insuficiente : interação  online  de questionável qualidade.  </li></ul>...
O tempo na formação docente  online <ul><li>Ritmo frenético nos processos de formação. </li></ul><ul><li>Tempo vivencial d...
O tempo na formação docente  online <ul><li>Chrónos :  hegemônico nos processos de formação docente  online , em convergên...
Tempo e dialogismo na formação docente  online José  Leonilson  B. Dias Rio  de Palavras , 1987.
O tempo na formação docente  online <ul><li>Formação dialógica - entre o chrónos e o kairós : a intencionalidade pedagógic...
O tempo na formação docente  online <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>Os programas de formação docente  online  com...
O tempo na formação docente  online <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>Para que as distâncias  sejam geográficas e n...
O tempo é muito lento para os que esperam Muito rápido para os que têm medo Muito longo para os que lamentam Muito curto p...
Referências bibliográficas <ul><li>ABBAGNANO, N.  Dicionário de Filosofia .  3ª ed. Trad. A. Bosi.  São Paulo: Martins Fon...
Referências bibliográficas <ul><li>HABERMAS, J.  O discurso filosófico da modernidade:  doze lições. Trad. L. S. Repa; R. ...
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A problematica do tempo nos programas de formacao docente online

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A problematica do tempo nos programas de formacao docente online

  1. 1. 31ª. Reunião Anual da ANPED GT 16 – Educação e Comunicação A PROBLEMÁTICA DO TEMPO NOS PROGRAMAS DE FORMAÇÃO DOCENTE ONLINE . LUCILA PESCE PUC/SP – PPG TIDD / TMD [email_address]
  2. 2. Indicadores da pesquisa <ul><li>Objetivo : investigar a temporalidade dos programas de formação docente online . </li></ul><ul><li>Pano de fundo : </li></ul><ul><ul><li>Reforma educacional dos anos 90 </li></ul></ul><ul><ul><li>Políticas de EAD </li></ul></ul><ul><li>Corpus de análise : Dois programas de formação docente online (SEE-SP). </li></ul><ul><li>Quadro teórico : a construção social do tempo. </li></ul><ul><li>Método : </li></ul><ul><ul><li>Análise documental – Programas A e B </li></ul></ul><ul><ul><li>Instrumentos de coleta de dados junto aos sujeitos de pesquisa: Programa A (entrevistas semi-estruturadas); Programa B (questionário de avaliação). </li></ul></ul>
  3. 3. A construção social do tempo
  4. 4. O olhar da Filosofia <ul><li>Três concepções: </li></ul><ul><li>tempo como ordem mensurável do movimento </li></ul><ul><li>tempo como movimento intuído </li></ul><ul><li>tempo como estrutura de possibilidades. </li></ul><ul><li>Abbagnano (1998) </li></ul>
  5. 5. O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como ordem mensurável do movimento </li></ul><ul><li>Antiguidade: conceito cíclico do mundo e da vida do homem. </li></ul><ul><li>Aristóteles e São Tomás de Aquino: tempo como o número do movimento segundo o antes e o depois. </li></ul><ul><li>Na época moderna: conceito científico de tempo. </li></ul>
  6. 6. O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como movimento intuído </li></ul><ul><li>Vinculada ao conceito de consciência. </li></ul><ul><li>Santo Agostinho e Hegel. </li></ul><ul><li>Bérgson: tempo vivido. </li></ul><ul><li>Husserl: tempo fenomenológico. </li></ul>
  7. 7. O olhar da Filosofia <ul><li>Tempo como estrutura de possibilidades </li></ul><ul><li>Filosofia existencialista. </li></ul><ul><li>Heidegger: tempo como conceito interpretativo (projeto, projeção). </li></ul><ul><li>Na época moderna, a noção de tempo como ordem mensurável do movimento vincula-se ao conceito científico de tempo. </li></ul>
  8. 8. O tempo e os modos de produção <ul><li>Cronometrias sociais do tempo e deteriorização dos tempos pessoais dos trabalhadores : </li></ul><ul><li>o tempo dos deuses </li></ul><ul><li>o tempo dos corpos </li></ul><ul><li>o tempo das máquinas </li></ul><ul><li>o tempo dos códigos </li></ul><ul><li>Pineau (2003) </li></ul>
  9. 9. O tempo dos Deuses
  10. 10. O tempo e os modos de produção <ul><li>O tempo dos deuses: </li></ul><ul><li>Século XII. </li></ul><ul><li>Sacerdotes controlam o tempo. </li></ul><ul><li>Referência da medida: natureza. </li></ul><ul><li>Instrumentos de medida articulados com a natureza: relógio de sol, ampulheta... </li></ul><ul><li>No tempo dos deuses , o tempo é visto pelo homem. </li></ul>
  11. 11. O tempo dos corpos
  12. 12. O tempo e os modos de produção <ul><li>O tempo dos corpos: </li></ul><ul><li>Século XII a XVII. </li></ul><ul><li>Comerciantes urbanos controlam o tempo do povo. </li></ul><ul><li>Referência da medida: a troca. </li></ul><ul><li>Relógio: o maior instrumento da medida temporal. </li></ul><ul><li>O homem não mais vê o tempo; precisa entendê-lo, decifrá-lo simbolicamente. </li></ul>
  13. 13. O tempo das máquinas
  14. 14. O tempo e os modos de produção <ul><li>O tempo das máquinas: </li></ul><ul><li>Século XVII a XX. </li></ul><ul><li>Industriais controlam o tempo livre dos operários (dentro e fora do trabalho). </li></ul><ul><li>Referência da medida: a moeda. </li></ul><ul><li>No tempo das máquinas , o tempo é lido pelos homens. </li></ul>
  15. 15. O tempo dos códigos
  16. 16. O tempo e os modos de produção <ul><li>O tempo dos códigos: </li></ul><ul><li>Contemporaneidade. </li></ul><ul><li>A informação passa a ser a maior referência da medida temporal. </li></ul><ul><li>O suporte da medida temporal passa a ser a relação entre informação e formação. </li></ul><ul><li>O tempo passa a ser vivido pelos homens: pelos tempos pessoais, cada um tenta estabelecer uma relação de informação / formação criativa com o meio que o constitui. </li></ul>
  17. 17. O tempo paradoxal da contemporaneidade <ul><li>Tempo circular - da divindade: obediência aos desígnios de Deus; tempo cíclico do eterno retorno presentificado nas tradições, nos costumes, nas crenças e nos rituais. </li></ul><ul><li>Tempo linear : origem na tradição hebraica e fortifica-se na cristã. Torna-se hegemônico com a burguesia. </li></ul><ul><li>Idade Média: convivência do tempo circular e linear. </li></ul><ul><li>Início do século XX: Einstein, Freud, Jung, dentre outros, trazem nova noção à temporalidade. </li></ul><ul><li>Aguiar (2000) </li></ul>
  18. 18. Tempo e modos de produção <ul><li>Na contemporaneidade, o substrato econômico que constitui o modus operandi das tecnologias acaba por eliminar as distâncias e tornar o tempo instantâneo. </li></ul><ul><li>Essa dupla equação acaba por embotar as consciências, pela saturação de informações, a serem decodificadas em curto espaço de tempo. </li></ul><ul><li>Diante da alienação resultante da consciência embotada, a facilidade de manipular a população, a massificação. </li></ul>
  19. 19. Ambigüidade da velocidade tecnológica <ul><li>Gera alienação e passividade. </li></ul><ul><li>Permite articulações em prol da negação da massificação, pela tecnologia do instantâneo: contracorrentes nos nichos de interesses coletivos alternativos, que se apropriam do instrumental tecnológico para promover discursos dissonantes e ações de resistência. </li></ul>
  20. 20. Cronometrias sociais do tempo
  21. 21. Cronometrias sociais do tempo <ul><li>O capitalismo clássico ancorou-se na expansão territorial. </li></ul><ul><li>O capitalismo tardio encontra no tempo um dos pontos mais importantes da sua expansão. </li></ul><ul><li>Na sociedade do “tempo real”, o domínio do presentismo, do tempo efêmero, do instantâneo. </li></ul><ul><li>Tempo livre como tempo de consumo. </li></ul><ul><li>O homem contemporâneo vê-se aniquilado em seu processo histórico de constituição pessoal e social. </li></ul><ul><li>Glezer (2001) </li></ul>
  22. 22. Kairós e Chrónos <ul><li>Kairós : dimensão vivencial do tempo; tempo subjetivo; tempo como dom. </li></ul><ul><li>Chrónos : tempo objetivo do relógio, hegemônico nas sociedades capitalistas ocidentais. </li></ul><ul><li>Ambigüidade das tecnologias : possibilitam uma economia de tempo; são cronofágicas, devoram o tempo. </li></ul><ul><li>Asmann (1998) </li></ul>
  23. 23. O tempo na contemporaneidade
  24. 24. O tempo na contemporaneidade <ul><li>O modo de produção capitalista reflete-se nas organizações societárias, de forma a não auferir espaço à dimensão kairológica do tempo. </li></ul><ul><li>Os homens só vivenciam o tempo linear, objetivo e opressor do relógio. </li></ul><ul><li>O frenético ritmo de vida das sociedades do capitalismo tardio, ao minar a dimensão kairológica do tempo, faz com que todos estejam sempre à mercê das ingerências do tempo cronológico. </li></ul>
  25. 25. O tempo na contemporaneidade <ul><li>Implicações da ausência da dimensão temporal kairológica para a constituição das identidades dos sujeitos sociais e das relações intersubjetivas: </li></ul><ul><li>Sob a égide do “tempo real”, vivemos em meio ao presentismo, que solapa a noção histórica de tempo e sabota a noção de tempo como possibilidade, como projeto de vida pessoal e social. </li></ul>
  26. 26. O tempo na contemporaneidade <ul><li>A ausência da dimensão kairológica, e, por conseguinte, do tempo historicizado retro e prospectivamente, faz com que se viva em meio à fugacidade das relações de trabalho, das relações interpessoais, dos momentos de fruição e de reflexão. </li></ul><ul><li>Esse tempo frenético também estende seus tentáculos para a educação e para os programas de formação docente online . </li></ul>
  27. 27. O tempo na formação docente online <ul><li>Tempo insuficiente : interação online de questionável qualidade. </li></ul><ul><li>Acúmulo de tarefas em tempo exíguo : ausência de sincronia entre as interações online e a construção de conhecimento. </li></ul><ul><li>Muitos formandos por formador : demora nas devolutivas; reflexos negativos sobre a qualidade das interações online . </li></ul><ul><li>Cisão entre conceptores e tutores : falta de autonomia sobre o tempo de interação. </li></ul>
  28. 28. O tempo na formação docente online <ul><li>Ritmo frenético nos processos de formação. </li></ul><ul><li>Tempo vivencial dos educadores solapado. </li></ul><ul><li>Constituição de uma consciência coisificada. </li></ul><ul><li>Desatenção ao mundo da vida dos educadores em formação. </li></ul>
  29. 29. O tempo na formação docente online <ul><li>Chrónos : hegemônico nos processos de formação docente online , em convergência com a racionalidade instrumental das atuais políticas de formação docente. </li></ul><ul><li>Desafio : não se submeter ao ritmo alucinado, que aligeira os processos educativos, para atender ao frenesi de produção e consumo da contemporaneidade. </li></ul>
  30. 30. Tempo e dialogismo na formação docente online José Leonilson B. Dias Rio de Palavras , 1987.
  31. 31. O tempo na formação docente online <ul><li>Formação dialógica - entre o chrónos e o kairós : a intencionalidade pedagógica não pode se sobrepujar ao ritmo de aprendizagem dos educadores em formação. </li></ul><ul><li>Atenção ao tempo kairológico : noção prospectiva de tempo como estrutura de possibilidades; aprendizagem significativa. </li></ul>
  32. 32. O tempo na formação docente online <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>Os programas de formação docente online com certificação em nível superior devem manter o tempo original da graduação. </li></ul><ul><li>Os programas de formação continuada devem equacionar melhor o tempo de formação, para que o tempo vivencial dos educadores não seja solapado. </li></ul>
  33. 33. O tempo na formação docente online <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>Para que as distâncias sejam geográficas e não simbólicas, os programas de formação docente online devem buscar um tempo de aprendizagem mais equilibrado, na conjugação harmoniosa entre chrónos e kairós . </li></ul>
  34. 34. O tempo é muito lento para os que esperam Muito rápido para os que têm medo Muito longo para os que lamentam Muito curto para os que festejam Mas, para os que amam, o tempo é eterno. William Shakespeare Chrónos e Kairós: o delicado equilíbrio
  35. 35. Referências bibliográficas <ul><li>ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia . 3ª ed. Trad. A. Bosi. São Paulo: Martins Fontes, 1998. </li></ul><ul><li>ADORNO, T. W. Educação após Auschwitz. In: Educação e emancipação . Trad. W. L. Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. </li></ul><ul><li>AGUIAR, R. A. R. de. O tempo paradoxal da contemporaneidade. In: Os filhos da flecha do tempo: pertinência e rupturas. Brasília: Letraviva, 2000. pp. 77-96. </li></ul><ul><li>ASSMANN, H. Tempo pedagógico: chrónos e kairós na sociedade aprendente. In: Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petróplois: Vozes, 1998. pp. 189-236. </li></ul><ul><li>BAKHTIN, M. (VOLOCHINOV). (1929). Marxismo e filosofia da linguagem . 8ª ed. Trad. M. Lahud e Y. F. Vieira. São Paulo: Hucitec, 1997a. </li></ul><ul><li>______. BAKHTIN, M. Estética da criação verbal . (1979). 2ª ed., Trad. M. E. G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, 1997b. </li></ul><ul><li>BARRETO, R. G. Política de educação a distância: a flexibilização estratégica. In: LOPES, A. C. & MACEDO, E. (orgs.). Políticas de currículo em múltiplos contextos . São Paulo: Cortez, 2006. </li></ul><ul><li>CANDAU, V. Reformas educacionais hoje na América Latina. In: MOREIRA, Antonio Flávio (org.). Currículo: políticas e práticas. 4ª ed. Campinas: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico). pp. 29-58. </li></ul><ul><li>CHAUÍ. M. Simulacro e poder: uma análise da mídia. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006. </li></ul><ul><li>FREIRE, P. (1969). Extensão ou comunicação ? 7ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. </li></ul><ul><li>______. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 6ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997. </li></ul><ul><li>GLEZER, R. O tempo e os homens: dom, servidor e senhor. Série Ciências Humanas. Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. Estudos sobre o Tempo . Nº 8. junho de 2001. </li></ul>
  36. 36. Referências bibliográficas <ul><li>HABERMAS, J. O discurso filosófico da modernidade: doze lições. Trad. L. S. Repa; R. Nascimento. São Paulo: Martins fontes, 2000. (Coleção Tópicos). </li></ul><ul><li>______. Agir comunicativo e razão descentralizada . Trad. L. Aragão. Revisão D. C. da Silva. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2002. </li></ul><ul><li>______. Consciência moral e agir comunicativo . 2ª ed. Trad. G. A. de Almeida. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. </li></ul><ul><li>______. Diagnósticos do tempo: seis ensaios. Trad. F. B. Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2005. </li></ul><ul><li>PIAZZE, J. La paradoja del tiempo libre . A parte Rei. Universidad de Valparaíso, Argentina. Disponível em < http://serbal.pntic.mec.es/~cmunoz11/adorno.pdf > Último acesso em: janeiro de 2007. </li></ul><ul><li>PINEAU, G. Medida do tempo, medida do poder. In: Temporalidades na formação: rumo a novos sincronizadores. Trad. L. P. de Souza. São Paulo: Triom, 2003. pp. 67-74. </li></ul><ul><li>SANFELICE, J. L. Pós-modernidade, globalização e educação. In: LOMBARDI, J. C. (org.). Globalização, pós-modernidade e educação: história, filosofia e temas transversais. Campinas, SP: Autores Associados; HISTEDBR; Caçador, SC: UnC, 2003. (Coleção educação contemporânea). pp. 3-12. </li></ul><ul><li>SILVA JR. Uma estratégia mercantil para a concretização da reforma educacional. In: Reforma do Estado e da Educação no Brasil de FHC . São Paulo: Xamã, 2002. pp. 105-33. </li></ul><ul><li>TARDIFF, M. & LESSARD, C. O tempo do ensino e o tempo da aprendizagem: dois tempos diferentes. In: O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Trad. J. B. Kreuch. 3ª. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. </li></ul><ul><li>VIRILIO, P. L’espace critique . Paris: Christian Bourgois, 1984. </li></ul><ul><li>______. Vitesse et politique . Paris: Gelilée, 1996. </li></ul><ul><li>WOODCOCK, G. A ditadura do relógio. In: Os grandes escritos anarquistas . 3ª ed. São Paulo: LPM, 1998. </li></ul>

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