Da e-moderação à mediação colaborativa nas comunidades de aprendizagem Paulo Dias (Universidade do Minho, Pt).  In: SILVA,...
Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Impacto das TIC na criação de CSCL, por meio de LMS. </li></ul><ul><li>Abrangênc...
Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>TIC e construção da mudança na concepção e organização das redes sociais e de ap...
Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Redes de aprendizagem na web: ecologia da aprendizagem. </li></ul><ul><li>Imersã...
Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Segundo Salmon (2000): sustentabilidade associada às práticas reflexivas, à part...
Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Desenvolvimento da comunidade: partilha de interesses, integração da diversidade...
A mediação colaborativa das aprendizagens <ul><li>Mediação online colaborativa - premissa teórica: abordagem sócio-interac...
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  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • Modalidade de Ensino: Deve ser considerada em relação ao ensino presencial pois o mecanismo de instrução da EaD se diferencia pelo seu modo Operacional ou seja o aluno se dedica e estuda determinado conteúdo, e dependendo do grau de dificuldade pode-se até dispensar discussões substanciais Opção P.E.: A E.a.D ganha dimensão politica, ideológia e estratégica como modalidade de Ensino.
  • E moderacao - Paulo Dias

    1. 1. Da e-moderação à mediação colaborativa nas comunidades de aprendizagem Paulo Dias (Universidade do Minho, Pt). In: SILVA, Marco; PESCE, Lucila; ZUIN, Antonio (orgs.). Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicas. RJ: Wak, 2010. pp.233-245.
    2. 2. Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Impacto das TIC na criação de CSCL, por meio de LMS. </li></ul><ul><li>Abrangência: universidade, formação profissional, ensino básico e secundário. </li></ul><ul><li>Web 2.0 – rede social de participação e criação de comunidades. </li></ul><ul><li>Competência co-autoral na rede. </li></ul><ul><li>Publicação enquanto ato de participação e partilha. </li></ul><ul><li>Ecologia das experiências de aprendizagem e conhecimento. </li></ul>
    3. 3. Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>TIC e construção da mudança na concepção e organização das redes sociais e de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Partilha social: mudança no desenvolvimento das redes de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Redes de aprendizagem: mais do que recurso informacional, forma de imersão e construção colaborativa do sentido. </li></ul><ul><li>Imersão e nova prática nos modelos de DI = agora, sequências de instrução, criação de ambientes, redes, acessos e recursos, fomento à gestão da aprendizagem. </li></ul>
    4. 4. Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Redes de aprendizagem na web: ecologia da aprendizagem. </li></ul><ul><li>Imersão social e cognitiva. </li></ul><ul><li>Moderação online: </li></ul><ul><ul><li>prática de gestão a acompanhamento da aprendizagem. </li></ul></ul><ul><ul><li>Atividade reguladora – organização, dinamização, gestão e acompanhamento. </li></ul></ul><ul><li>Papel do e-moderador: construção de significados, sob enfoque construtivista. </li></ul>
    5. 5. Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Segundo Salmon (2000): sustentabilidade associada às práticas reflexivas, à participação e à confiança da comunidade no AVA. </li></ul><ul><li>Garrison, Anderson, Archer (2000): organização da experiência educacional online, por meio de presenças cognitiva, social e de ensino. </li></ul><ul><li>Anderson( 2004): moderação como concepção e organização do AVA – discussão entre pares, análise dos conteúdos, troca de experiências de aprendizagem; desenvolvimento da confiança. </li></ul>
    6. 6. Ambientes e redes de aprendizagem <ul><li>Desenvolvimento da comunidade: partilha de interesses, integração da diversidade de representações (voz social – Wenger, 2007). </li></ul><ul><li>Liderança partilhada - do modelo centralizado de moderação (na concepção de sequências curriculares e objetos de aprendizagem) para o modelo partilhado. </li></ul><ul><li>Liderança partilhada e autonomia da comunidade para a negociação colaborativa de sentido na construção da aprendizagem. </li></ul>
    7. 7. A mediação colaborativa das aprendizagens <ul><li>Mediação online colaborativa - premissa teórica: abordagem sócio-interacionista vygotskyana. </li></ul><ul><li>Atividade mediada: meio para o desenvolvimento e o aceso aos objetos de conhecimento. </li></ul><ul><li>Mediação colaborativa: construção da interação social e realização da liderança partilhada. </li></ul>
    8. 8. A mediação colaborativa das aprendizagens <ul><li>Momentos da e-moderação: </li></ul><ul><ul><li>Papel central do e-moderador na formação da rede de aprendizagem e na dinamização das atividades do grupo: natureza centralizadora das práticas de liderança. </li></ul></ul><ul><ul><li>Liderança partilhada: participação e partilha na criação do capital social da comunidade; aprendizagem como processo de negociação de sentido (acento nas formas de participação e não nas formas de regulação; negociação dos discursos e interpretações; mediação colaborativa). </li></ul></ul>
    9. 9. Conclusão <ul><li>Moderação e funções de regulação (concepção e organização dos conteúdos; motivação e dinamização das práticas). </li></ul><ul><li>Limites da moderação centralizadora. </li></ul><ul><li>Importância da mediação colaborativa sustentada na liderança partilhada dos membros da comunidade. </li></ul>

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