Arquitetura no Renascimento

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Este trabalho possuí informação sobre a arquitetura no Renascimento, como as suas caraterísticas e alguns dos seus praticantes/fundadores.

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Arquitetura no Renascimento

  1. 1. Introdução Neste trabalho irei falar sobre a arquitetura no Renascimento com mais promenor. Não tive grandes dificuldades, pois a maioria da informação estava no manual.
  2. 2. Arquitetura Renascentista Foi na Itália, em Florença, que a arquitetura renascentista se afirmou e definiu as suas pricipais caraterísticas. De costas voltadas para o estilo gótico e influenciada pela Antiguidade e pelo romântismo da Toscânia, a arquitetura procedeu a uma simplificação e racionalização da estrutura dos edíficios. A arquitetura renascentista caraterizava-se pela harmonia, pelo equilibrio e pela ordem das suas obras.
  3. 3. Caraterísticas da Arquitetura Renascentista Nas obras Renascentistas procurava-se a simetria absoluta, que Fillipo Brunelleschi considerava ser responsável pela harmonia e pela beleza das construções dos Antigos. A simetria era visível, por exemplo, no rigoroso enquandramento das portas e janelas (Fig.1). O gosto pela simetria levou o arquiteto Leon Battista Alberti a defender a planta circular. Entendia-se que o círculo era a figura geométrica mais perfeita e natural, o símbolo da perfeição divina. Alguns adetos da planta circula eram: Miguel Ângelo e Bramante. Fig.1 Igreja de Santo André Fig.2 Villa Rotonda (Palladio – 1550)
  4. 4. Caraterísticas da Arquitetura Renascentista Verificou-se uma matematização rigorosa do espaço arquitétónico. As relações proporcionais estabelecidas entre os edifícios (nave central, transeto, cruzeiro) estenderam-se às suas medidas principais: altura,largura e comprimento. Se estas coincidissem, o edifício increver-se-ia num cubo. Cubos e paralelipipedos eram as formas para a integração das estruturas. Fig.4 Planta de um edifício Renascentista Fig.3 Legenda de um edifício Renascentista
  5. 5. Caraterísticas da Arquitetura Renascentista Os edifícos renascentistas, para o observador, assemelhavam-se a uma pirâmide, na qual o observador estava na base e o vértice era para onde se devia olhar. A isto chamava-se perspetiva linear. Brunelleschi foi o seu teorizador e o primeiro praticante, na Igreja de S. Lourenço (Fig.7). Tal como na pintura, também na arquitetura o espaço surge em função do observador. Fig.5 Interior da Igreja de S.Lourenço
  6. 6. Caraterísticas da Arquitetura Renascentista Como a arquitetura Renascentista era influenciada pela Antiguidade, retomaram-se as linhas e os ângulos retos, tal como o predomínio da horizontalidade dos edifícios. Deram lugar as abóbadas de berço e de arestas em vez de as de cruzaria ogival, que eram mais difíceis de erguer e visualmente mais complicadas. Surgiu também uma nova construção, chamada de cúpula, que era considerada o símbolo do Cosmos. Esta estava presente em quase todas as igrejas renascentistas, tirando o exemplo do Panteão. Utilizou-se ainda o arco de volta perfeita, visto que este ligava facilmente as relações geométricas ao resto da construção. Fig.6 Vista interior do Panteão
  7. 7. Decoração greco-romana Para além do aspeto estrutural, os arquitetos renascentistas também adotaram a decoração greco-romana: a) Empregaram-se as colunas (base,fuste,capitel) e os entablamentos (arquitave,friso,cornija) das ordens clássicas. b) Retomaram-se os frontoôes triangulares. c) Utilizaram-se grotescos. Aplicavam-se sob a forma de baixos-relevos, tendo formas vegetais, volutas, etc. Fig.7 Exemplo de colunas Renascentistas Fig.8 Exemplo de um frontão triangular
  8. 8. Arquitetura civil e urbanismo Além das igrejas, os arquitetos renascentistas construiram palácios e vilas, habitações que eram destinadas aos nobres e burgueses. Os palácios mais frequentes tinha um pátio central no seu itnterior. Possuíam fachadas que podiam ser revestidas de almofadas ou apresentar colunas. A vila era uma casa do campo, caraterizada pelo seu toque clássico. Estavam rodeadas de jardins magníficos, onde se sobressaíam as fontes e estátuas decorativas. Temos o exemplo dos castelos do Vale do Loire, em França, que foram influenciados pela arte italiana. Fig.9 O castelo de Chambord no vale do Loire
  9. 9. Fillipo Brunelleschi Fillipo Brunelleschi foi um arquiteto e escultor renascentista que nasceu em Florença numa família de classe média . Começou a trabalhar como ourives e foi, posteriormente, um arquitecto, o pioneiro desta arte no Renascimento. Entrou para a história ao concluir a Santa Maria del Fiore, em Florença, uma das primeiras catedrais em estilo renascentista. Na primeira fase de sua carreira de arquiteto, Brunelleschi redescobriu os princípios da perspectiva linear, que, estudados por gregos e romanos, ficaram esquecidos durante toda a Idade Média. Restabeleceu na prática o conceito de ponto de fuga, e a relação entre a distância e a redução no tamanho dos objetos. Seguindo os princípios ópticos e geométricos enunciados por Brunelleschi, os artistas da época puderam reproduzir objetos tridimensionais Fig.10 Escultura de Fillipo Brunelleschi
  10. 10. Donato Bramante Donato di Angelo del Pasciuccio, conhecido como o Bramante foi um arquitecto renascentista. Estudou pintura e trabalhou em Milão tentando conciliar a cultura humanista que se ia estabelecendo em Florença, com o novo movimento artístico que iria surgir na cidade. Foi Andrea Mantegna, o seu professor, quem o levou a conhecer a arte clássica pela qual Bramante se apaixonou de imediato. Alcançou a fama através do seu trabalho sobre geometria de desenho de perspectiva e a sua obra exerce notável influência sobre a obra de Migel Ângelo . A obra que melhor reflecte as suas concepções de estilo, é, seguramente, o projecto da Basílica de S. Pedro, no Vaticano. Esta foi projectada por Bramante, embora o projecto final seja da autoria de Miguel Ângelo. Fig.11 Donato Bramante
  11. 11. Miguel Ângelo Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni mais conhecido como Miguel Ângelo foi um pintor, escultor, poeta e arquiteto italiano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente. Desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram seus grandes mecenas, a família Medici de Florença, e vários papas romanos. Foi considerado o maior artista do seu tempo, sendo a ser chamado de o Divino, e ao longo dos séculos, até os dias de hoje. Miguel Ângelo permanece como um dos poucos artistas que foram capazes de expressar a experiência do belo, do trágico e do sublime numa dimensão cósmica e universal. Fig.12 Miguel Ângelo
  12. 12. Conclusão Com este trabalho fiquei a conhecer mais a arquitetura renascentista, como também dos seus artistas, para além do que já sabia das aulas.
  13. 13. Bibliografia “Um novo Tempo do História”, Parte 3 História A 10º ano, Célia pinto do Couto, Maria Antónia Monterroso Rosas, Porto Editora Google Imagens http://pt.wikipedia.org/wiki/Filippo_Brunelleschi http://www.slideshare.net/heartless_jj/filippo-brunelleschi-presentation http://pt.wikipedia.org/wiki/Donato_bramante

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